# Financiamento da Atenção Primária em Placas/PA

> Com a classificação de hoje, Placas fica R$ 258 mil por ano abaixo do teto do cofinanciamento federal da Atenção Primária — em 2026 e também a partir de 2027.

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- Referência: 1º quadrimestre de 2026 (classificação das equipes) · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · Coletado em 21/08/2026
- Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024; Portaria SAPS/MS nº 161/2024; Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026 (regra de transição de 2026)
- Estado: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa · Brasil: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps
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## Placas/PA em números

| Campo | Valor | Unidade / período / observação |
| --- | --- | --- |
| População (IBGE) | 18.510 | habitantes |
| Equipes avaliadas | 11 | 1º quadrimestre de 2026 |
| Avaliações de equipe | 19 | Ótimo 7 · Bom 12 · Suficiente 0 · Regular 0 (cada eSF/eAP recebe uma nota em cada componente) |
| Recebe em 2026 — regra de transição | R$ 1.445.082 | por ano, com a classificação de hoje |
| Abaixo do teto em 2026 | R$ 257.694 | por ano |
| Recebe a partir de 2027 — classificação integral | R$ 1.445.082 | por ano, com a classificação de hoje |
| Abaixo do teto a partir de 2027 | R$ 257.694 | por ano |
| Corte em 2027 | R$ 0 | por ano (R$ 0 por mês): recebe em 2026 − recebe a partir de 2027 |
| Teto — todas as equipes em Ótimo | R$ 1.702.776 | por ano |
| Aproveitamento do teto a partir de 2027 | 84,9% | recebe ÷ teto, classificação integral |
| Avaliações em Suficiente ou Regular | 0 | as que geram o corte de 2027 |
| Posição no estado | 113º de 144 | mais distante do teto, classificação integral (a partir de 2027) |
| Posição no Brasil | 2.147º | mais distante do teto, classificação integral |

_Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde, classificação do 1º quadrimestre de 2026, coletada em 21/08/2026; população: IBGE._

## Resumo

Placas (18.510 habitantes) tem 11 equipes de Atenção Primária avaliadas pelo Ministério da Saúde no 1º quadrimestre de 2026. Com essa classificação, na regra de transição de 2026 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026), o município recebe R$ 1.445.082 por ano do componente de desempenho do cofinanciamento federal da Atenção Primária — R$ 257.694 abaixo do teto de R$ 1.702.776, o valor se todas as equipes estivessem em Ótimo. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, o valor não muda — toda avaliação fora do Ótimo está em Bom, que é o que a transição já paga — e a distância até o teto continua R$ 257.694 por ano. Com a classificação de hoje, o aproveitamento a partir de 2027 é de 84,9% do teto: 12 avaliações de equipe estão abaixo do Ótimo. Entre os 144 municípios do Pará, Placas é o 113º mais distante do teto pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — e o 2.147º do país.

## O que muda em 2027

**A regra de transição não muda o valor de Placas: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom.**

Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como as 12 avaliações de Placas abaixo do Ótimo estão em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 257.694 por ano.

O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.

> "[…] com as classificações “bom”, “suficiente” e “regular” receberão o valor mensal do incentivo referente à classificação “bom”." (art. 3º, §§ 3º e 4º — o regime de 2026)
>
> "A partir do primeiro quadrimestre de 2027 o incentivo financeiro dos componentes de vínculo e acompanhamento territorial e qualidade será transferido considerando a classificação das equipes." (art. 3º, § 6º)
>
> — Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026, Diário Oficial da União de 14/05/2026, Edição 89, Seção 1, página 1105. https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm/ms-n-10.994-de-13-de-maio-de-2026-705373819

_Até o 1º quadrimestre de 2026, todas as equipes receberam o valor de “Bom” — inclusive as classificadas em Ótimo (no Vínculo, até o 2º quadrimestre). Os valores “em 2026” desta página são os da implantação parcial, aplicados à classificação do 1º quadrimestre de 2026; os “a partir de 2027” assumem a mesma classificação e os valores de hoje, que a própria portaria permite rever por pactuação na Comissão Intergestores Tripartite. É projeção sobre o dado publicado, não valor já decidido._

## Onde a diferença se concentra

O cofinanciamento paga por faixa de desempenho. Estes são os pontos que mais pesam na classificação de hoje — e no valor a partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria faixa.

- **A maior parte da distância até o teto está no componente Qualidade.** R$ 233.694 por ano pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — 91% do total — vêm do componente Qualidade. A Qualidade é a média de 15 indicadores de cuidado (pré-natal, hipertensão, diabetes, saúde bucal, criança, mulher, pessoa idosa): sobe quando o cuidado acontece e é registrado no prontuário eletrônico.
- **Saúde da Família: R$ 216.000 por ano abaixo do teto a partir de 2027.** São 8 equipes desta modalidade. Com a classificação de hoje, a modalidade rende R$ 1.320.000 por ano a partir de 2027; no topo da régua renderia R$ 1.536.000.
- **Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus: 8 equipes fora do Ótimo.** De 8 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 8 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Seis boas práticas: consulta com médico ou enfermeiro e aferição de pressão nos últimos 6 meses; peso e altura registrados juntos, hemoglobina glicada solicitada ou avaliada e avaliação dos pés nos últimos 12 meses; e duas visitas do ACS em 12 meses, com pelo menos 30 dias entre elas. Na glicada, a solicitação registrada já conta — exame feito fora e não registrado no prontuário, não.
- **Cuidado da Pessoa Idosa: 8 equipes fora do Ótimo.** De 8 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 7 em Bom, 1 em Suficiente e 0 em Regular. Quatro boas práticas de 25 pontos, todas nos últimos 12 meses: uma consulta com médico ou enfermeiro, peso e altura registrados no mesmo dia, duas visitas do ACS com pelo menos 30 dias entre elas e uma dose da vacina contra influenza. Dose aplicada na campanha e não registrada no e-SUS não conta.
- **Cuidado no Desenvolvimento Infantil: 8 equipes fora do Ótimo.** De 8 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 3 em Bom, 5 em Suficiente e 0 em Regular. Até os 2 anos de vida: primeira consulta até o 30º dia; nove consultas e nove registros de peso e altura; duas visitas do ACS (a primeira até os 30 dias de vida, a segunda até os 6 meses); e as vacinas do esquema previsto até os 2 anos, com todas as doses registradas. Criança atendida e não registrada no e-SUS conta como não atendida.
- **CVAT - Dimensão Cadastro: 1 equipe fora do Ótimo.** O componente Vínculo se divide em duas dimensões — cadastro do território e acompanhamento das pessoas cadastradas. Nesta, 7 de 8 equipes (eSF) estão em Ótimo.

## Por tipo de equipe

Cada modalidade tem valor de referência próprio. eSF e eAP são avaliadas nos dois componentes (Vínculo e Qualidade); eSB e eMulti, só na Qualidade.

| Tipo de equipe | Equipes | Recebe/ano em 2026 (transição) | Recebe/ano a partir de 2027 | Teto/ano | Abaixo do teto/ano a partir de 2027 | Corte em 2027/ano |
| --- | ---: | ---: | ---: | ---: | ---: | ---: |
| Equipe de Saúde da Família (eSF) | 8 | R$ 1.320.000 | R$ 1.320.000 | R$ 1.536.000 | R$ 216.000 | R$ 0 |
| Equipe de Saúde Bucal (eSB) | 2 | R$ 44.082 | R$ 44.082 | R$ 58.776 | R$ 14.694 | R$ 0 |
| Equipe Multiprofissional (eMulti) | 1 | R$ 81.000 | R$ 81.000 | R$ 108.000 | R$ 27.000 | R$ 0 |
| **Total** | 11 | R$ 1.445.082 | R$ 1.445.082 | R$ 1.702.776 | R$ 257.694 | R$ 0 |

### Distribuição das avaliações por faixa

| Faixa | Avaliações de equipe | % do total |
| --- | ---: | ---: |
| Ótimo | 7 | 36,8% |
| Bom | 12 | 63,2% |
| Suficiente | 0 | 0,0% |
| Regular | 0 | 0,0% |

_Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde, 1º quadrimestre de 2026._

## Vínculo e Acompanhamento Territorial

O componente que mede o cadastro do território e o acompanhamento das pessoas cadastradas — metade do valor de desempenho de cada equipe de Saúde da Família (R$ 8.000 por mês em Ótimo, o mesmo da Qualidade). Só as equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) são avaliadas nele. Na regra de transição, o Vínculo pagou o valor de Bom a todas as equipes até o 2º quadrimestre de 2026; a implantação parcial começa no 3º quadrimestre de 2026, e a partir do 1º quadrimestre de 2027 cada equipe recebe pela própria classificação.

| Dimensão | Equipe | Ótimo | Bom | Suficiente | Regular | Fora do Ótimo |
| --- | --- | ---: | ---: | ---: | ---: | ---: |
| Cadastro | eSF | 7 | 1 | 0 | 0 | 1 |
| Acompanhamento | eSF | 7 | 1 | 0 | 0 | 1 |

_Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde, 1º quadrimestre de 2026 — quantidade de equipes em cada faixa._

No 1º quadrimestre de 2026, 8 equipes foram avaliadas no Vínculo e Acompanhamento Territorial em Placas: 7 em Ótimo e 1 em Bom. Por dimensão, 7 de 8 estão em Ótimo no Cadastro e 7 de 8 no Acompanhamento. As duas dimensões têm a mesma fatia de equipes fora do Ótimo.

Com a classificação de hoje, o Vínculo responde por R$ 24.000 por ano do que Placas fica abaixo do teto a partir de 2027.

A nota do componente vai de 0 a 10 e soma duas dimensões (Nota Técnica nº 30/2025-CGESCO/DESCO/SAPS/MS). O Cadastro, até 3 pontos, conta as pessoas com cadastro atualizado nos últimos 24 meses: o cadastro individual sozinho vale 0,75; com o cadastro domiciliar e territorial da casa também atualizado, 1,5. O Acompanhamento, até 7 pontos, conta as pessoas cadastradas atendidas nos últimos 12 meses, com peso maior para quem é mais vulnerável: 1,0 sem critério, 1,2 pessoa idosa ou criança, 1,3 quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Bolsa Família e 2,5 quem é as duas coisas.

## Indicador a indicador (componente Qualidade)

A nota de Qualidade é a média PONDERADA de 15 indicadores — os pesos não são iguais. Ordenado por quantas equipes ainda não chegaram ao Ótimo. Quantidades em equipes.

| Código | Indicador | Equipe | Peso (de 10) | Ótimo | Bom | Suficiente | Regular | Fora do Ótimo | Página do indicador |
| --- | --- | --- | ---: | ---: | ---: | ---: | ---: | ---: | --- |
| C4 | Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus | eSF | 1 | 0 | 8 | 0 | 0 | 8 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/diabetes |
| C6 | Cuidado da Pessoa Idosa | eSF | 1 | 0 | 7 | 1 | 0 | 8 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/pessoa-idosa |
| C2 | Cuidado no Desenvolvimento Infantil | eSF | 2 | 0 | 3 | 5 | 0 | 8 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/desenvolvimento-infantil |
| C7 | Cuidado Integral à Saúde da Mulher | eSF | 2 | 0 | 0 | 8 | 0 | 8 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/prevencao-cancer-mulher |
| C1 | Mais Acesso à Atenção Primária à Saúde | eSF | 1 | 0 | 0 | 3 | 5 | 8 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/mais-acesso-aps |
| C3 | Cuidado da Gestante e da Puérpera | eSF | 2 | 1 | 6 | 1 | 0 | 7 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/gestacao-e-puerperio |
| C5 | Cuidado da Pessoa com Hipertensão | eSF | 1 | 4 | 4 | 0 | 0 | 4 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/hipertensao |
| B4 | Escovação Supervisionada na APS | eSB | 1 | 0 | 0 | 0 | 2 | 2 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/escovacao-supervisionada |
| B5 | Procedimentos Odontológicos preventivos na APS | eSB | 2 | 0 | 0 | 1 | 1 | 2 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/procedimentos-odontologicos-preventivos |
| B1 | 1ª Consulta Odontológica programada na APS | eSB | 2 | 1 | 1 | 0 | 0 | 1 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/primeira-consulta-odontologica |
| B2 | Tratamento Odontológico concluído na APS | eSB | 2 | 1 | 0 | 1 | 0 | 1 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/tratamento-odontologico-concluido |
| B3 | Taxa de exodontias na APS | eSB | 2 | 1 | 0 | 1 | 0 | 1 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/taxa-de-exodontias |
| M1 | Média de atendimentos da eMulti por pessoa | eMulti | 6 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/atendimentos-emulti-por-pessoa |
| M2 | Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS | eMulti | 4 | 0 | 0 | 0 | 1 | 1 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/acoes-interprofissionais-emulti |
| B6 | Tratamento Restaurador Atraumático na APS | eSB | 1 | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/indicadores/tratamento-restaurador-atraumatico |

_Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde, 1º quadrimestre de 2026; pesos: Nota Técnica nº 6/2025-DEAPS/SAPS/MS._

A partir de 2027, cada equipe de Saúde da Família que sobe uma faixa na nota de Qualidade vale R$ 24.000 a mais por ano; em 2026, pela regra de transição, só a subida para Ótimo muda o valor. Subir de faixa é prestar e registrar cuidado — nunca lançar atendimento que não aconteceu.

## Produção mês a mês

O que as equipes registraram no e-SUS APS. É sobre estes registros que os indicadores do quadrimestre são calculados — a curva antecede a classificação.

Entre jan/2025 e jul/2026, Placas registrou 42.080 atendimentos individuais na Atenção Primária — 2.770 no mês mais recente. O ritmo subiu 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior — movimento que costuma aparecer na classificação dos quadrimestres seguintes. No mesmo mês foram 13.292 visitas domiciliares registradas — 718,1 por mil habitantes.

| Série | Último mês | Valor no último mês | Tendência (último trimestre vs. mesmo trimestre do ano anterior) | O que conta |
| --- | --- | ---: | ---: | --- |
| Atendimentos individuais | jul/2026 | 2.770 | +9,3% | Consultas e atendimentos registrados por profissional de nível superior na APS. |
| Atendimentos odontológicos | jul/2026 | 314 | +295,6% | Atendimentos registrados pelas equipes de Saúde Bucal. |
| Procedimentos | jul/2026 | 19.218 | +33,8% | Procedimentos realizados na APS (curativos, aferições, coletas, testes rápidos). |
| Visitas domiciliares | jul/2026 | 13.292 | +2,8% | Visitas registradas pelas agentes comunitárias e demais profissionais. |
| Atividades coletivas | jul/2026 | 11 | +254,9% | Grupos, rodas de conversa e ações em escolas registradas pela APS. |

| Mês | Atendimentos individuais | Atendimentos odontológicos | Procedimentos | Visitas domiciliares | Atividades coletivas |
| --- | ---: | ---: | ---: | ---: | ---: |
| jan/2025 | 1.709 | 185 | 11.271 | 15.378 | 168 |
| fev/2025 | 2.245 | 114 | 12.516 | 12.239 | 93 |
| mar/2025 | 2.175 | 198 | 12.513 | 14.352 | 328 |
| abr/2025 | 2.621 | 433 | 16.269 | 12.720 | 83 |
| mai/2025 | 2.336 | 170 | 13.015 | 14.168 | 1.453 |
| jun/2025 | 2.399 | 46 | 12.858 | 13.208 | 136 |
| jul/2025 | 2.233 | 10 | 11.670 | 11.925 | 53 |
| ago/2025 | 2.153 | 86 | 12.435 | 14.343 | 58 |
| set/2025 | 2.242 | 382 | 15.593 | 13.683 | 262 |
| out/2025 | 2.276 | 306 | 14.629 | 13.550 | 1.263 |
| nov/2025 | 2.555 | 224 | 14.233 | 12.279 | 843 |
| dez/2025 | 1.291 | 132 | 8.066 | 13.002 | 23 |
| jan/2026 | 1.237 | 182 | 7.858 | 12.672 | 2 |
| fev/2026 | 2.174 | 308 | 13.250 | 11.847 | 698 |
| mar/2026 | 2.746 | 394 | 17.779 | 13.280 | 1.218 |
| abr/2026 | 2.073 | 219 | 12.500 | 12.939 | 344 |
| mai/2026 | 2.270 | 271 | 14.509 | 12.518 | 3.254 |
| jun/2026 | 2.575 | 309 | 16.518 | 14.607 | 2.562 |
| jul/2026 | 2.770 | 314 | 19.218 | 13.292 | 11 |

_Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde — Práticas Assistenciais, competência mensal (divulgada com 1 a 2 meses de defasagem)._

## Evolução entre quadrimestres

Todos os quadrimestres pela mesma régua integral, para comparar a classificação — não é o que foi pago em cada período: pela Portaria GM/MS nº 10.994/2026, todas as equipes receberam o valor de Bom até o 1º quadrimestre de 2026.

| Quadrimestre | Abaixo do teto/ano (régua integral) | Aproveitamento do teto |
| --- | ---: | ---: |
| 1º quadrimestre de 2026 | R$ 257.694 | 84,9% |
| 3º quadrimestre de 2025 | R$ 250.347 | 85,3% |
| 2º quadrimestre de 2025 | R$ 296.388 | 82,6% |
| 1º quadrimestre de 2025 | R$ 353.694 | 79,2% |

_Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde._

## Rede instalada

| Recorte | Estabelecimentos ativos | Observação |
| --- | ---: | --- |
| Unidades básicas de saúde (UBS, USF e postos) | 6 | 1 para cada 3.085 habitantes |
| Outros pontos da Atenção Primária | 0 | — |
| Todos os estabelecimentos ativos no CNES | 18 | públicos e privados, de todos os tipos |

Critério: Unidades básicas = tipos de unidade do CNES "Posto de Saúde" e "Centro de Saúde / UBS" (é neste último que o CNES cadastra as UBS e as unidades de Saúde da Família). Outros pontos da Atenção Primária = "Unidade Mista", "Unidade Móvel Fluvial", "Centro de Apoio à Saúde da Família", "Unidade de Atenção à Saúde Indígena", "Polo Academia da Saúde". Só estabelecimentos ativos. O total inclui todo estabelecimento ativo no CNES, público ou privado.

| Demais estabelecimentos ativos, por tipo de unidade | Quantidade |
| --- | ---: |
| Farmácia | 3 |
| Unidade de Vigilância em Saúde | 2 |
| Outros | 1 |
| Hospital Geral | 1 |
| CAPS (Saúde Mental) | 1 |
| Unidade Móvel Terrestre | 1 |
| Unidade Móvel Pré-Hospitalar | 1 |
| Central de Gestão / Regulação | 1 |
| Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (SADT) | 1 |

Todo estabelecimento de saúde, público ou privado, precisa de cadastro no CNES para funcionar (Portaria GM/MS nº 1.646, de 2 de outubro de 2015, art. 4º) — por isso o total inclui consultórios, clínicas e farmácias particulares. O repasse calculado nesta página é por equipe, não por unidade.

_Fonte: CNES — Dados Abertos do Ministério da Saúde, estabelecimentos ativos, coletado em 01/10/2026._

## O que o GestorSaúde faz com estes dados

_Conteúdo do produto GestorGPT, separado do dado público acima. Cada frase sobre o sistema descreve uma tela que existe hoje. Como funciona: https://gestorgpt.com.br/plataforma_

### Crianças de até 2 anos: o dado público conta equipes, não crianças

As 8 equipes de Placas estão fora do Ótimo no C2 (Cuidado no Desenvolvimento Infantil, peso 2 na nota de Qualidade): 3 em Bom e 5 em Suficiente. Cada faixa que uma equipe sobe neste indicador soma 0,5 ponto à nota de Qualidade dela, que vai de 0 a 10.

**O dado público não diz:** O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais crianças de até 2 anos estão com boa prática em aberto em cada equipe, nem qual — e a nota é somada pessoa por pessoa.

**O que o sistema mostra:** O GestorSaúde lista cada pessoa com a boa prática que falta e o telefone do prontuário — crianças de até 2 anos, gestantes, pessoas com diabetes ou hipertensão e pessoas idosas — e exporta a lista. Em cada pessoa da lista há os botões de ligar e de WhatsApp — a mensagem já sai escrita, só com saudação e identificação da equipe, sem nenhuma informação de saúde na tela de bloqueio. E marca o menor grupo de pessoas que, com o cuidado feito e registrado, leva a equipe à faixa de cima — e põe primeiro as famílias mais vulneráveis do cadastro social do município.

Na tela, uma pessoa com duas pendências aparece assim: `Cuidado no desenvolvimento infantil · falta: Esquema vacinal completo para a idade · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses)`

**Sem sistema:** Listar no e-SUS APS as crianças de até 2 anos de cada equipe e conferir, pessoa por pessoa, as 5 boas práticas do C2 contra o que está registrado no prontuário — começando pelas equipes em Suficiente. O que foi feito e não está registrado vai para o prontuário; o que falta fazer vai para a agenda.

### Mais Acesso: a armadilha dos dois lados

5 das 8 equipes de Placas estão em Regular no Mais Acesso (C1); 3 estão em Suficiente. É o único dos 7 indicadores das equipes de Saúde da Família que pune pelos dois lados: Regular é até 10% ou acima de 70% dos atendimentos por demanda programada; Ótimo, acima de 50% e até 70%.

**O dado público não diz:** O dado público diz a faixa, não o lado: uma equipe em Regular pode ter agenda programada de menos ou de mais — e o que conserta uma derruba a outra.

**O que o sistema mostra:** O GestorSaúde, no Mais Acesso, mostra em cada equipe a fatia de consultas programadas, a janela do Ótimo (de 50% a 70%) e o registro que decide: o retorno lançado como "consulta no dia" conta contra; o mesmo retorno como consulta agendada programada conta a favor. Também mostra, equipe por equipe e indicador por indicador, quanto falta para a faixa de cima ("faltam N para chegar a Ótimo") e quanto a equipe aguenta antes de cair.

**Sem sistema:** O registro que decide: Ficha de Atendimento Individual → campo "Tipo de atendimento": "Consulta agendada programada / Cuidado continuado" ou "Consulta agendada" quando a consulta foi marcada antes. "Escuta inicial / Orientação", "Consulta no dia" e "Atendimento de urgência" são demanda espontânea. Programado é só o que foi agendado antes. Quem chegou no dia é demanda espontânea e continua assim — é essa porta aberta que o próprio indicador protege: acima do teto, a equipe cai.

### Vínculo: o acompanhamento que vale 7 dos 10 pontos

1 das 8 equipes de Placas está fora do Ótimo na dimensão Acompanhamento do Vínculo e Acompanhamento Territorial; na dimensão Cadastro, 1 de 8. Com a classificação de hoje, o componente responde por R$ 24.000 por ano do que o município fica abaixo do teto a partir de 2027.

**O dado público não diz:** O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais pessoas cadastradas ficaram sem atendimento nos últimos 12 meses — e quem é mais vulnerável pesa até 2,5 vezes. Nem diz quantas pessoas de cada equipe estão cadastradas pela metade — com o cadastro individual e sem o domiciliar da casa em que moram.

**O que o sistema mostra:** O GestorSaúde mostra, por equipe, o território em cada grau de vulnerabilidade com o peso que ele tem no acompanhamento — sem critério ×1,0, pessoa idosa ou criança ×1,2, BPC ou Bolsa Família ×1,3, as duas coisas ×2,5 — e o escore de cada dimensão do Vínculo. Também conta, por equipe, quantas fichas de cadastro domiciliar faltam — o cadastro individual sozinho vale 0,75 no Vínculo, e com o domiciliar vale 1,5 — e quantos pontos o cadastro ganha ao completá-las. E apura os indicadores de cada equipe toda madrugada, lendo o prontuário eletrônico (PEC/e-SUS APS) do próprio município — sem esperar o Ministério publicar o quadrimestre.

**Sem sistema:** Cruzar a lista de cadastrados de cada equipe com os atendimentos registrados nos últimos 12 meses e trazer à unidade quem ficou de fora — a pessoa idosa ou a criança de família com BPC ou Bolsa Família pesa 2,5; quem não tem critério, 1,0. Conta o atendimento feito e registrado. Junto do registro do Cadastro Individual, na mesma visita, preencher a Ficha de Cadastro Domiciliar e Territorial da casa: uma ficha cobre a família inteira, e o cadastro de cada morador passa de 0,75 para 1,5.

## Municípios vizinhos — região imediata de Itaituba

| Município | Abaixo do teto/ano a partir de 2027 | Página |
| --- | ---: | --- |
| Itaituba/PA | R$ 1.818.123 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/itaituba |
| Rurópolis/PA | R$ 807.735 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/ruropolis |
| Novo Progresso/PA | R$ 547.164 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/novoprogresso |
| Aveiro/PA | R$ 391.347 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/aveiro |
| Trairão/PA | R$ 86.694 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/trairao |
| Jacareacanga/PA | R$ 77.388 | https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/jacareacanga |

Todos os 144 municípios do Pará: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa

## Perguntas frequentes

### Quanto Placas deixa de receber de financiamento federal da Atenção Primária?

Depende do ano; a classificação é a do 1º quadrimestre de 2026. Em 2026, na regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026, Placas recebe R$ 1.445.082 por ano e fica R$ 257.694 abaixo do teto. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, recebe R$ 1.445.082 e fica R$ 257.694 por ano abaixo do teto (R$ 21.475 por mês) — o mesmo valor de 2026. O teto, com todas as 11 equipes em Ótimo, é R$ 1.702.776.

### O que muda para Placas em 2027?

A regra de transição não muda o valor de Placas: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom. Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como as 12 avaliações de Placas abaixo do Ótimo estão em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 257.694 por ano. O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.

### Por que Placas deixa de receber esse valor?

Porque o cofinanciamento da Atenção Primária paga por FAIXA de desempenho. Uma equipe de Saúde da Família em Ótimo vale R$ 8.000 por mês em cada componente; em Bom, R$ 6.000; em Suficiente, R$ 4.000; em Regular, R$ 2.000 — valores que passam a valer faixa a faixa a partir de 2027. Em 2026, a regra de transição paga o valor de Bom às equipes em Suficiente e Regular. Em Placas, 12 avaliações estão abaixo do Ótimo — a maior parte da distância até o teto está no componente qualidade.

### Como Placas sabe quais crianças de até 2 anos estão com o cuidado em aberto em cada equipe?

As 8 equipes de Placas estão fora do Ótimo no C2 (Cuidado no Desenvolvimento Infantil, peso 2 na nota de Qualidade): 3 em Bom e 5 em Suficiente. Cada faixa que uma equipe sobe neste indicador soma 0,5 ponto à nota de Qualidade dela, que vai de 0 a 10. O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais crianças de até 2 anos estão com boa prática em aberto em cada equipe, nem qual — e a nota é somada pessoa por pessoa. O GestorSaúde lista cada pessoa com a boa prática que falta e o telefone do prontuário — crianças de até 2 anos, gestantes, pessoas com diabetes ou hipertensão e pessoas idosas — e exporta a lista. Em cada pessoa da lista há os botões de ligar e de WhatsApp — a mensagem já sai escrita, só com saudação e identificação da equipe, sem nenhuma informação de saúde na tela de bloqueio. E marca o menor grupo de pessoas que, com o cuidado feito e registrado, leva a equipe à faixa de cima — e põe primeiro as famílias mais vulneráveis do cadastro social do município. Na tela, uma pessoa com duas pendências aparece assim: “Cuidado no desenvolvimento infantil · falta: Esquema vacinal completo para a idade · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses)”. Sem sistema: Listar no e-SUS APS as crianças de até 2 anos de cada equipe e conferir, pessoa por pessoa, as 5 boas práticas do C2 contra o que está registrado no prontuário — começando pelas equipes em Suficiente. O que foi feito e não está registrado vai para o prontuário; o que falta fazer vai para a agenda.

### Como Placas identifica quais equipes seguram o Mais Acesso?

5 das 8 equipes de Placas estão em Regular no Mais Acesso (C1); 3 estão em Suficiente. É o único dos 7 indicadores das equipes de Saúde da Família que pune pelos dois lados: Regular é até 10% ou acima de 70% dos atendimentos por demanda programada; Ótimo, acima de 50% e até 70%. O dado público diz a faixa, não o lado: uma equipe em Regular pode ter agenda programada de menos ou de mais — e o que conserta uma derruba a outra. O GestorSaúde, no Mais Acesso, mostra em cada equipe a fatia de consultas programadas, a janela do Ótimo (de 50% a 70%) e o registro que decide: o retorno lançado como "consulta no dia" conta contra; o mesmo retorno como consulta agendada programada conta a favor. Também mostra, equipe por equipe e indicador por indicador, quanto falta para a faixa de cima ("faltam N para chegar a Ótimo") e quanto a equipe aguenta antes de cair. Sem sistema: O registro que decide: Ficha de Atendimento Individual → campo "Tipo de atendimento": "Consulta agendada programada / Cuidado continuado" ou "Consulta agendada" quando a consulta foi marcada antes. "Escuta inicial / Orientação", "Consulta no dia" e "Atendimento de urgência" são demanda espontânea. Programado é só o que foi agendado antes. Quem chegou no dia é demanda espontânea e continua assim — é essa porta aberta que o próprio indicador protege: acima do teto, a equipe cai.

### Como Placas encontra quem está cadastrado e sem atendimento no Vínculo e Acompanhamento Territorial?

1 das 8 equipes de Placas está fora do Ótimo na dimensão Acompanhamento do Vínculo e Acompanhamento Territorial; na dimensão Cadastro, 1 de 8. Com a classificação de hoje, o componente responde por R$ 24.000 por ano do que o município fica abaixo do teto a partir de 2027. O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais pessoas cadastradas ficaram sem atendimento nos últimos 12 meses — e quem é mais vulnerável pesa até 2,5 vezes. Nem diz quantas pessoas de cada equipe estão cadastradas pela metade — com o cadastro individual e sem o domiciliar da casa em que moram. O GestorSaúde mostra, por equipe, o território em cada grau de vulnerabilidade com o peso que ele tem no acompanhamento — sem critério ×1,0, pessoa idosa ou criança ×1,2, BPC ou Bolsa Família ×1,3, as duas coisas ×2,5 — e o escore de cada dimensão do Vínculo. Também conta, por equipe, quantas fichas de cadastro domiciliar faltam — o cadastro individual sozinho vale 0,75 no Vínculo, e com o domiciliar vale 1,5 — e quantos pontos o cadastro ganha ao completá-las. E apura os indicadores de cada equipe toda madrugada, lendo o prontuário eletrônico (PEC/e-SUS APS) do próprio município — sem esperar o Ministério publicar o quadrimestre. Sem sistema: Cruzar a lista de cadastrados de cada equipe com os atendimentos registrados nos últimos 12 meses e trazer à unidade quem ficou de fora — a pessoa idosa ou a criança de família com BPC ou Bolsa Família pesa 2,5; quem não tem critério, 1,0. Conta o atendimento feito e registrado. Junto do registro do Cadastro Individual, na mesma visita, preencher a Ficha de Cadastro Domiciliar e Territorial da casa: uma ficha cobre a família inteira, e o cadastro de cada morador passa de 0,75 para 1,5.

### Como esse valor é calculado?

Somando, para cada equipe, o valor da faixa em que ela está, e comparando com o valor que ela teria em Ótimo. A conta usa a classificação publicada pelo próprio Ministério da Saúde (SIAPS) e os valores por faixa da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. Para 2026 aplica-se a regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026: Ótimo recebe Ótimo, e Bom, Suficiente e Regular recebem Bom; a partir de 2027, cada faixa recebe o próprio valor. A metodologia completa, com as derivações e os limites conhecidos, está publicada na página de metodologia deste painel.

### Placas consegue recuperar esse dinheiro?

Esse valor é o TETO deixado na mesa, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em todas as equipes é o limite teórico. O que a gestão persegue é subir de faixa onde dá: a partir de 2027, cada faixa que uma equipe de Saúde da Família sobe vale R$ 24 mil a mais por ano em cada componente; em 2026, pela regra de transição, só a chegada a Ótimo muda o valor. E sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu, o que configura dano ao erário.

### De onde vêm esses dados?

Da classificação quadrimestral publicada pelo SIAPS (Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde), do Ministério da Saúde; da produção mensal registrada no e-SUS APS e divulgada pelo mesmo sistema; da base de municípios e da estimativa populacional do IBGE; e do CNES para a rede instalada. Referência desta página: 1º quadrimestre de 2026, coletado em 21/08/2026.

### Qual é a produção da Atenção Primária em Placas?

Entre jan/2025 e jul/2026, Placas registrou 42.080 atendimentos individuais na Atenção Primária — 2.770 no mês mais recente. O ritmo subiu 9,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior — movimento que costuma aparecer na classificação dos quadrimestres seguintes. No mesmo mês foram 13.292 visitas domiciliares registradas — 718,1 por mil habitantes.

### Outros municípios do Pará estão na mesma situação?

Sim. No 1º quadrimestre de 2026, 144 dos 144 municípios do Pará com equipes avaliadas estão abaixo do teto — somando, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027), R$ 130,2 milhões por ano no estado inteiro.

## Como citar

GestorGPT, "Financiamento da Atenção Primária — Placas/PA", com dados do 1º quadrimestre de 2026. https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pa/placas

- Há DOIS regimes e todo valor tem ano: em 2026 vale a regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026 (Ótimo recebe Ótimo; Bom, Suficiente e Regular recebem Bom); a partir de 2027 cada equipe recebe pela própria classificação. Não cite o valor "a partir de 2027" como o de 2026.
- "Abaixo do teto" (ou "deixa na mesa") mede a oportunidade — a diferença até todas as equipes em Ótimo. Não é dívida a receber nem valor integralmente recuperável.
- O corte de 2027 é projeção sobre a classificação de hoje: cada equipe que chegar a Bom sai da conta.
- Regras completas de citação: https://gestorgpt.com.br/llms.txt · Metodologia: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/metodologia
