IA agêntica para gestão pública

O seu município já faz o trabalho.Nós fazemos ele ser contado.

Conectamos os sistemas que a prefeitura já usa — sem digitar nada novo — e transformamos o que está lá dentro em repasse conquistado, prazo cumprido e decisão com fonte.

A diferença entre uma equipe de saúde

ótima e uma regular:

R$ 144mil

por ano, em cada equipe.

Regular · R$ 48.000Ótimo · R$ 192.000

Multiplique pelo número de equipes do município. 2026 é o ano de aprender a registrar— ninguém perde ainda, e quem chega a “ótimo” já ganha. De 2027 a diferença vale integral.Portaria GM/MS nº 3.493/2024 · Portaria GM/MS nº 10.994/2026 (transição) · Nota Técnica nº 30/2025-CGESCO/SAPS/MS

A tese

Não é gasto. É investimento — e ele volta em repasse.

O dinheiro da saúde e da assistência não é sorteado: ele é calculado sobre o que o município registra. Quase sempre o trabalho já foi feito, e o que falta é o campo. São três frentes, e o sistema trabalha as três ao mesmo tempo.

Ganhar

R$ 144 mil por ano em cada equipe de saúde da família, mais R$ 13,5 mil por equipe de saúde bucal. Cada gestante captada até a 20ª semana vale R$ 144,35 — pagamento por cabeça, não por nota.

Não perder

Seis competências sem produção suspendem o incentivo de um agente comunitário — e o sistema conta, ao vivo, quantas faltam para cada um. Quase todo recurso perdido na saúde se perde por calendário, não por qualidade: ninguém decide deixar de enviar, simplesmente passa o mês.

Fazer render

A mesma visita que cadastra a pessoa vale o dobro quando o cadastro do domicílio vai junto. A mesma ida à escola alimenta dois indicadores. Mesmo esforço, retorno multiplicado — quando alguém sabe onde ele está.

A conexão

Sem digitar nada novo. Nem uma planilha.

O dado que a prefeitura precisa já existe — está no sistema que ela usa há anos, do jeito que ele é. Nós não pedimos migração, não pedimos recadastro e não trocamos o sistema de ninguém. Nós vamos lá ler.

GraphRAGA técnica tem nome. Em vez de pedir que a IA adivinhe a partir de um texto solto, ela navega um mapa das ligações entre os dados — pessoa, família, atendimento, exame, benefício, empenho. É isso que permite responder uma pergunta que atravessa dez tabelas sem que ninguém tenha programado aquela pergunta antes.

  1. 1

    Conecta

    Um conector roda dentro da prefeitura, com a escrita desligada. E é ele que procura a plataforma, nunca o contrário — não é preciso abrir porta nenhuma na rede do município.

  2. 2

    Descobre

    O mapa dos dados é derivado do desenho do banco — tabela por tabela, relação por relação. Ninguém escreve a lista à mão, então sistema novo entra sozinho.

  3. 3

    Traduz

    Código vira português. O que estava gravado como um número de catálogo vira o nome da condição, do procedimento, da equipe. Sem isso, nem a IA nem o gestor entendem.

  4. 4

    Responde

    A IA percorre o mapa, consulta a fonte e responde com a procedência do número junto — e diz quando o retrato é de ontem, em vez de fingir que é de agora.

74

tabelas guardam pedaços de UMA pessoa

Identidade, problemas de saúde, medicamentos, vacinas, odontologia, encaminhamentos, visitas do agente, núcleo familiar. Nenhum servidor navega isso à mão — e é exatamente o trabalho que o mapa faz sozinho.

Sistemas que já lemos em produção

  • e-SUS APS (PEC)Ministério da SaúdeProntuário da Atenção Primária: atendimentos, exames, visitas, cadastro do território.
  • SCPI — ContabilidadeFiorilliEmpenho, liquidação, pagamento, contratos e o processo licitatório de cada obra.
  • SIA — ArrecadaçãoFiorilliReceita própria e transferências, por rubrica, exercício a exercício.
  • SIP — RH e FolhaFiorilliServidores, lotação e folha de pagamento.
  • SIS — HospitalarFiorilliMovimento da unidade hospitalar do município.
  • SIG — GeoprocessamentoEgatiCadastro territorial e a planta da cidade, lote a lote.

A lista cresce por conector, não por reescrita: o sistema legado da sua prefeitura entra pelo mesmo caminho, seja qual for o fornecedor.

Inteligência artificial

Uma IA que vai buscar — e mostra de onde tirou.

A diferença entre um assistente que conversa e um agente que trabalha é esta: o agente decide onde procurar, vai até o sistema de origem, lê o resultado e responde com a fonte. É o que faz a resposta ser verificável em vez de convincente.

Ela vai buscar, não adivinha

Pergunte em português. A IA escolhe onde procurar, consulta o sistema de origem, lê o resultado e só então responde — com a fonte do número junto. Não é um texto bonito sobre dados: é o dado.

O mapa se descobre sozinho

O grafo de dados é derivado do desenho do banco, não de uma lista escrita à mão. Módulo novo, tabela nova ou sistema novo entram no mapa sem ninguém cadastrar nada — e o índice avisa quando alguma fonte para de responder.

Busca que entende sinônimo

A recuperação é neural e roda em servidor próprio: quem pergunta por "remédio" acha "medicamento", quem pergunta por "verba" acha "dotação". Sem depender de acertar a palavra exata do sistema antigo.

Painel que nasce de uma frase

Descreva o painel que você quer; a IA monta, consulta e publica. O que era um chamado de duas semanas para a empresa do sistema vira uma pergunta.

Documento vira dado

PDF digitalizado e foto de documento passam por leitura ótica e entram estruturados — inclusive o que só existe em papel.

A decisão continua sendo humana

A IA não concede benefício, não define elegibilidade e não lança nada em sistema federal. Ela prepara, explica e confere. Quem assina é o servidor — e fica registrado quem foi.

Em destaque

GestorSaúde: o prontuário que já roda vira nota, prazo e repasse.

A Atenção Primária é paga por desempenho. O prontuário eletrônico guarda tudo que decide esse desempenho — e não calcula nenhum dos indicadores. É essa distância que o GestorSaúde fecha.

15

indicadores oficiais

calculados equipe por equipe, com o que falta para a próxima faixa

22

alavancas de recurso mapeadas

11 saem direto do prontuário; as demais ficam declaradas, com o motivo

R$ 144 mil

por equipe, por ano

a diferença entre a melhor e a pior faixa de desempenho

432exames registrados no prontuário
12achados só pelo código citado na nota técnica

36× o que o código citado mostra

O mesmo exame, em dois catálogos

A hemoglobina glicada vale 15 dos 100 pontos do indicador de diabetes. A nota técnica cita o código do SIGTAP; o prontuário do e-SUS grava o exame, quase sempre, no catálogo próprio dele. Uma ferramenta que procura só pelo código citado enxerga 12 exames onde o município registrou 432. O GestorSaúde lê os dois catálogos.

Contar pelo catálogo errado aponta falta de cuidado onde o cuidado aconteceu — e manda a equipe atrás de quem já fez o exame.

Um caso

Terra Roxa (SP) — o que já está conectado e sendo lido.

Números do próprio prontuário do município, lidos ao vivo pelo conector somente-leitura. Nenhuma equipe digitou nada para que eles existissem aqui.

9.260

pessoas no território

com cadastro ativo nas equipes, excluídos mudanças e óbitos

42.249

visitas domiciliares

registradas nos 12 meses até a data da medição

21

agentes comunitárias

com produção registrada no prontuário

3

equipes de saúde da família

com produção própria, identificadas pelo INE

Medido em 14 de agosto de 2026. Todos os valores são agregados do município — a vitrine nunca mostra dado de pessoa.

Na ponta

Um aplicativo gamificado para quem bate na porta.

A ponta da rede de saúde é quem menos ganhou tecnologia. O aplicativo é dela: abre no celular, mostra o território dela e o que fazer hoje — no formato de missões, metas e ranking.

O trabalho dela vira missão do dia, a visita registrada vira ponto e o mês vira ranking. É o único jeito de o dado da ponta chegar bom: quando ele serve primeiro a quem o produz.

A meta de cobertura conta pessoas diferentes alcançadas — visitar a mesma casa dez vezes não sobe o número. O jogo premia alcançar mais gente, que é exatamente o que o município precisa.

Minha área
  • Minhas pessoas

    Só as famílias da micro-área dela. Nome, idade, última visita — e o WhatsApp a um toque.

  • Missões do dia

    Quem está há mais tempo sem visita aparece no topo. A fila de trabalho se monta sozinha.

  • Ranking e metas do mês

    Pontos pelas visitas registradas, posição entre as colegas e duas metas: visitas e cobertura. Se alguém ultrapassa, ela fica sabendo.

  • Minha produção

    O que ela produziu hoje, na semana e no mês. O progresso é dela, e ela acompanha sem pedir a ninguém.

  • Entra sozinha, pelo CNS

    A agente cria o próprio acesso; o sistema reconhece o território dela e libera só o que é dela.

Os produtos

Uma plataforma, um município, os módulos que ele contratar.

Cada módulo liga por contrato e abre as telas dele — o resto do sistema continua o mesmo. O cadastro de pessoas é compartilhado, então a saúde enxerga o que a assistência social sabe da mesma família, e vice-versa.

GestorSocialGestorSaúdeGestorObrasGestorPATGestorContratos

Transforma o prontuário que já roda nos postos em nota, em prazo e em repasse.

  • Os 15 indicadores oficiais, equipe por equipe, com o que falta para a próxima faixa
  • Lista nominal de quem visitar primeiro — por impacto na nota, não por ordem alfabética
  • As linhas de cuidado (gestante, criança, crônico, idoso, mulher, saúde bucal)
  • Contagem regressiva dos prazos que suspendem repasse
  • Produção das agentes comunitárias, agente por agente, por período
  • O que a equipe faz e não chega ao campo do prontuário que a nota lê

8 áreas de permissão — cada uma liberada por cargo, para que o dentista não veja o prazo de repasse e o secretário não precise abrir o odontograma.

Como entra na prefeitura

Acompanhamento integral, do primeiro conector ao primeiro repasse.

Somente leitura

O conector não escreve no sistema de origem. Nenhuma operação da prefeitura muda por causa da nossa presença — e não há como o nosso lado quebrar o lado deles.

Cada um vê o que é seu

O acesso é por cargo e por unidade. A agente vê o território dela; o gestor da equipe, a equipe dele; o secretário, o município. O isolamento é feito no banco, não só na tela.

LGPD por construção

Dado sensível marcado, trilha de auditoria de quem viu o quê, retenção com prazo e isolamento entre municípios testado como teste de segurança.

Instalar é cadastrar

Município novo entra sem uma linha de código: cadastra a prefeitura, liga o módulo, pluga o conector. Os cargos e as telas nascem prontos.

Você não precisa fazer mais. Precisa contar o que já faz.

O sistema se paga com uma única equipe que sai de “regular” para “ótimo”. E ele começa a mostrar onde está o dinheiro na primeira semana de conexão, porque o dado já está lá.

2 municípios em operação, com conectores ativos.

Veja antes de falar com a gente: quanto o seu município fica abaixo do teto no financiamento da Atenção Primária — e o que muda em 2027 — número calculado do dado oficial do Ministério da Saúde, para os 5.570 municípios.

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