Financiamento da Atenção Primária do Distrito Federal — quanto os municípios deixam na mesa

A partir de 2027, os municípios do Distrito Federal passam a receber R$ 19,58 milhões a menos por ano do cofinanciamento federal da Atenção Primária — se as equipes seguirem classificadas como estão.

Em 2026 · regra de transição
R$ 105,58 milhões
por ano · R$ 31,02 milhões abaixo do teto
A partir de 2027 · com a classificação de hoje
R$ 86,00 milhões
por ano · R$ 50,60 milhões abaixo do teto
Corte a partir de 2027
R$ 19,58 milhões
por ano · em 1 de 1 municípios
Teto · todas as equipes em Ótimo
R$ 136,60 milhões
por ano · 943 equipes em Ótimo
Teto de R$ 136,60 milhões. Em 2026 e a partir de 2027: R$ 86,00 milhões. Só em 2026 (o corte de 2027): R$ 19,58 milhões. Abaixo do teto: R$ 31,02 milhões.
  • Entra em 2026 e continua a partir de 2027 R$ 86,00 milhões
  • Só em 2026 — o corte de 2027 R$ 19,58 milhões
  • Abaixo do teto em 2026 e a partir de 2027 R$ 31,02 milhões

Referência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026

Distrito Federal em números

Distrito Federal em números — componente de desempenho do cofinanciamento federal da Atenção Primária, 1º quadrimestre de 2026
Municípios avaliados1com classificação de equipes publicada no quadrimestre
Municípios abaixo do teto1 de 1
Municípios com corte em 20271 de 1com ao menos uma avaliação em Suficiente ou Regular
População dos municípios avaliados2.996.899 habitantesestimativa do IBGE
Equipes avaliadas943
Avaliações de equipe abaixo do Ótimo1.383cada equipe recebe uma nota em cada componente
Avaliações em Suficiente ou Regular535as que a regra de 2026 paga como Bom
Recebe em 2026 (regra de transição)R$ 105.582.297 por ano
Abaixo do teto em 2026R$ 31.019.151 por ano
Recebe a partir de 2027 (classificação de hoje)R$ 86.004.663 por ano
Abaixo do teto a partir de 2027R$ 50.596.785 por ano
Corte em 2027R$ 19.577.634 por anoo que 2026 paga e 2027 deixa de pagar, com a classificação de hoje
Teto (todas as equipes em Ótimo)R$ 136.601.448 por ano
Aproveitamento do teto a partir de 202763,0%
Quadrimestre de referência1º quadrimestre de 2026
FonteSIAPS / Ministério da Saúde, coletado em 21/08/2026
Resumo em texto corrido

O corte atinge 1 dos 1 municípios avaliados: são 535 avaliações de equipe hoje em Suficiente ou Regular, que a regra de transição de 2026 paga como Bom. Com a classificação de hoje, os municípios do Distrito Federal ficam R$ 31,02 milhões por ano abaixo do teto em 2026 e R$ 50,60 milhões a partir de 2027.

Com a classificação do 1º quadrimestre de 2026, os municípios do Distrito Federal com equipes de Atenção Primária avaliadas pelo Ministério da Saúde recebem, na regra de transição de 2026 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026), R$ 105,58 milhões por ano do componente de desempenho do cofinanciamento federal — R$ 31,02 milhões abaixo do teto de R$ 136,60 milhões, o valor com todas as 943 equipes em Ótimo. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, a mesma classificação renderia R$ 86,00 milhões: R$ 19,58 milhões a menos por ano, em 1 municípios, e R$ 50,60 milhões abaixo do teto. 1 dos 1 municípios avaliados estão abaixo do teto; o aproveitamento médio a partir de 2027 é de 63,0% do teto.

Por tipo de equipe

97% da distância até o teto a partir de 2027 no Distrito Federal está nas equipes de Saúde da Família: R$ 49,08 milhões de R$ 50,60 milhões por ano, com a classificação de hoje.

Distância até o teto por tipo de equipe no estado inteiro, a partir de 2027, com a classificação de hoje.

Distância até o teto por ano, a partir de 2027, por tipo de equipe — Distrito Federal
Tipo de equipeAbaixo do teto por ano a partir de 2027
Equipe de Saúde da Família97% do total · R$ 49.080.000R$ 49,08 milhões
Equipe de Saúde Bucal2% do total · R$ 1.138.785R$ 1,14 milhão
Equipe Multiprofissional1% do total · R$ 378.000R$ 378 mil
Equipe de Atenção Primária0% do total · R$ 0R$ 0

Como os municípios se distribuem

0 dos 1 municípios avaliados no Distrito Federal estão no teto. Entre os demais, o aproveitamento mais comum a partir de 2027 fica abaixo de 70%: 1 município.

Aproveitamento do teto a partir de 2027, com a classificação de hoje: quanto do valor máximo cada município recebe.

Municípios do Distrito Federal por faixa de aproveitamento do teto, a partir de 2027 (1 com classificação publicada)
Faixa de aproveitamentoMunicípios
No teto (100%)0% dos municípios avaliados0
De 90% a menos de 100%0% dos municípios avaliados0
De 80% a menos de 90%0% dos municípios avaliados0
De 70% a menos de 80%0% dos municípios avaliados0
Abaixo de 70%100% dos municípios avaliados1

Onde o corte de 2027 cai mais pesado

O maior corte no Distrito Federal é o de Brasília: R$ 19,6 milhões a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

1 de 1 municípios têm corte; estes são os 1 maiores.

Os 1 maiores cortes de 2027 do Distrito Federal, por ano, com a classificação de hoje
MunicípioCorte em 2027 por ano
BrasíliaR$ 19.577.634 por anoR$ 19,6 milhões

Municípios que mais deixam na mesa do Distrito Federal

Brasília lidera, com R$ 50,60 milhões por ano abaixo do teto a partir de 2027 e 943 equipes — valor absoluto, que cresce com o número de equipes.

A partir de 2027, com a classificação de hoje. Cidade grande aparece no topo por ter mais equipes — o aproveitamento, na lista completa abaixo, é a leitura justa entre portes diferentes.

Os 1 municípios do Distrito Federal com a maior distância até o teto por ano, a partir de 2027
MunicípioAbaixo do teto por ano a partir de 2027
1ºBrasília943 equipesR$ 50,6 milhões

Veja como funciona: o que a coordenação de cada município do Distrito Federal vê no GestorSaúde

Dentro de cada município, o sistema mostra cada equipe, cada indicador e quanto falta para a faixa de cima — e, num clique, quem são as pessoas a atender, com WhatsApp.

  1. 1Veja a matrizcor = faixa da equipe; número = quanto falta para a faixa de cima
  2. 2Clique numa célulao sistema mostra onde o cuidado quebra e como melhorar
  3. 3Chame as pessoasa lista de quem falta atender, com WhatsApp e telefone
GestorSaúde · Desempenho por equipe
Dados fictícios
eSF / eAP

3

Ótimo

13

Bom

16

Suficiente

3

Regular

Demonstração com dados fictícios: desempenho de cada equipe em cada indicador
Equipe ()
ESF Jardim das Flores0000001001
ESF Vila Esperança0000001138
ESF Centro0000001275
ESF Alto da Serra (rural)0000001412
ESF São José0000001549
ÓtimoBomSuficienteRegular+ ↕ fazer demais também derrubaclique no código da coluna para ordenar · na célula para abrir

↑ Clique em qualquer célula colorida: a gaveta abaixo mostra o que a equipe faria na segunda-feira.

C6 · Cuidado da pessoa idosa

ESF São José

Suficiente

Quem tem 60 anos ou mais está sendo visto pelo menos uma vez por ano?

Conta quem: Soma das boas práticas por pessoa idosa: consulta em 12 meses (25) · peso e altura no mesmo dia em 12 meses (25) · 2 visitas do ACS com 30 dias de intervalo em 12 meses (25) · vacina da influenza em 12 meses (25)

Dividido por: Pessoas com 60 anos ou mais vinculadas à equipe × 100 pontos

: Últimos 12 meses até o fim da competência

42,1%

Suficiente

12.625

o que foi feito

30.000

o total possível

Nesta equipe, 300 pessoas estão no indicador (pessoa idosa): foram cumpridas 505 boas práticas das 1.200 possíveis (4 por pessoa) — ou seja, 42,1%.

Faltam 2.376 pontos de boa prática a mais para esta equipe chegar a Bom.

Onde quebra

Consulta médica ou de enfermagem
139/300
Peso e altura no mesmo registro
158/300
2 visitas do agente comunitário (30 dias entre elas)
150/300
Vacina contra influenza
58/300

245 pessoas com pendência— as mais perto de pontuar primeiro, porque são a ligação mais curta

  • Maria M. Souza

    falta: Vacina contra influenza

  • Olga H. Silva

    falta: Vacina contra influenza

  • Conceição S. Silva

    falta: Vacina contra influenza

  • Francisca N. Nascimento

    falta: Vacina contra influenza

  • Olga C. Carvalho

    falta: Vacina contra influenza

  • Conceição K. Santos

    falta: Vacina contra influenza

  • Maria G. Gomes

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Luiz H. Oliveira

    falta: Vacina contra influenza

Mostrando 8 de 245. No sistema, a fila completa — priorizada, com telefone e exportação para planilha — fica na Busca ativa.

Como melhorar

  1. 1Cruzar a lista nominal com a campanha da influenza: a vacina vale 25 pontos e a campanha já leva a equipe até essa mesma população todo ano.
  2. 2Pesar e medir em TODA consulta da pessoa idosa — os dois campos no mesmo registro, no mesmo dia; separados não pontuam.
  3. 3Programar a segunda visita do ACS com pelo menos 30 dias da primeira: duas visitas no mesmo mês contam como uma.

Toda sugestão aqui é sobre fazer ou registrar o que aconteceu. Marcar atendimento que não houve é fraude — e o sistema não sugere isso em lugar nenhum.

Nosso número pode ser menor que o oficial. Vacina de influenza aplicada em campanha fora da unidade (drive-thru, escola, empresa) só conta se tiver sido lançada no PEC com o cidadão identificado. Dose registrada só no total da campanha não pontua ninguém.

A conferir: A ficha isenta a eAP (tipo 76) da prática de visitas domiciliares. Aqui as visitas contam para todas as equipes; onde houver eAP, o indicador dela aparece MENOR que o oficial.

Quanto vale a — eSF 40h

Ótimo

R$ 8.000

Bom

R$ 6.000

Suficiente

R$ 4.000

Regular

R$ 2.000

Valor mensal por equipe, no componente de qualidade. Não é previsão do que esta equipe vai receber — o pagamento usa uma classificação única por equipe, e a regra que junta os indicadores ainda não foi publicada.

Base legal: Portaria GM/MS nº 9.591/2025, Anexos XCIX-A e XCIX-B

2º quadrimestre de 2026 · calculado sob a regra , a partir do .

Dados fictícios. Equipes, pessoas, telefones e contagens foram inventados. As cores são de exemplo. A régua, as contas de “quanto falta” e as orientações são as do sistema.

Quero ver com as equipes do meu municípioFalar no WhatsApp

Todos os municípios do Distrito Federal

1 de 1 municípios têm classificação publicada no 1º quadrimestre de 2026.

Em ordem alfabética. Clique no nome para abrir a página do município.

Procure pelo nome

Os 1 municípios do Distrito Federal, em ordem alfabética: população (IBGE), equipes avaliadas, aproveitamento do teto, distância até o teto e corte de 2027 — valores por ano, classificação do 1º quadrimestre de 2026.
MunicípioPopulaçãoEquipesAproveitamento a partir de 2027Abaixo do teto/ano a partir de 2027Corte em 2027/ano
Brasília2.996.89994363,0%R$ 50.596.785R$ 19.577.634
Como ler a lista

Distância até o teto e aproveitamento pela classificação integral, a que vale a partir de 2027, com a classificação de hoje. O corte é quanto cada município passa a receber a menos a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

“Sem dado” significa que o Ministério da Saúde não publicou classificação de equipes para aquele município neste quadrimestre — não que ele não tenha equipes. Nada é estimado.

Perguntas frequentes

Quanto os municípios do Distrito Federal deixam de receber de financiamento da Atenção Primária?

Depende do ano; a classificação é a do 1º quadrimestre de 2026. Em 2026, na regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026, ficam R$ 31.019.151 por ano abaixo do teto. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, ficam R$ 50.596.785 por ano abaixo do teto. 1 dos 1 municípios avaliados no Distrito Federal estão abaixo do teto.

O que muda em 2027 para os municípios do Distrito Federal?

Com a classificação de hoje, 1 municípios no Distrito Federal passam a receber, somados, R$ 19.577.634 a menos por ano a partir de 2027. É o fim da proteção da Portaria GM/MS nº 10.994/2026: em 2026, as equipes em Suficiente e Regular recebem o valor de “Bom”; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Hoje são 535 avaliações de equipe em Suficiente ou Regular. É projeção sobre a classificação de hoje: cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

O que é o componente de desempenho do cofinanciamento da Atenção Primária?

É a parte do repasse federal que varia com a nota das equipes. A cada quadrimestre, cada equipe recebe uma classificação (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular) em dois componentes — Vínculo e Acompanhamento Territorial, e Qualidade — e a faixa define o valor pago por equipe/mês. Uma equipe de Saúde da Família em Ótimo vale R$ 8.000 por mês em cada componente; em Regular, R$ 2.000. Em 2026 vale uma regra de transição (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) em que Suficiente e Regular recebem o valor de Bom; a partir de 2027, cada faixa recebe o próprio valor.

Esse valor pode ser recuperado?

Não é uma dívida: é o teto que deixa de ser alcançado. Ele mede o tamanho da oportunidade — quanto entraria a mais se as equipes subissem de faixa. E sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • Regra de transição de 2026

    Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.

    Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026

  • Corte de 2027

    Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

    Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º

  • Deixa na mesa (abaixo do teto)

    A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.

    É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • eSF — Equipe de Saúde da Família

    Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.

    É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Ver o panorama do Brasil · Como este número é calculado

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, elaborado a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 21/08/2026.

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