Média de atendimentos da eMulti por pessoa (M1): o ranking dos municípios no Amapá

Pedra Branca do Amapari lidera o indicador Média de atendimentos da eMulti por pessoa no Amapá no 2º quadrimestre de 2026, com a equipe em Ótimo. 1 dos 11 municípios têm todas as equipes em Ótimo neste indicador; em 0, ao menos uma está em Regular.

Municípios avaliados
11
com equipe avaliada em Média de atendimentos da eMulti por pessoa
Todas as equipes em Ótimo
1
municípios com nota 100 neste indicador
Com equipe em Regular
0
a faixa que paga 25% do valor de Ótimo
Peso na nota da equipe
6
de 10 pontos (60% da nota final)

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Procure o seu município: a página dele mostra este e os outros indicadores, equipe a equipe.

Todos os 11 municípios no Amapá

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Equipes por faixa:
Média de atendimentos da eMulti por pessoa (M1) — ranking no Amapá, 2º quadrimestre de 2026. Nota: média das faixas das equipes (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25); desempate pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesEquipes por faixaNota em Média de atendimentos da eMulti por pessoa
1º=Pedra Branca do Amapari11 de 1 em Ótimo100,0
2º=Macapá1810 de 18 em Ótimo86,1
3ºempatado 3 posições acima do quadrimestre anteriorSerra do Navio10 de 1 em Ótimo75,0
3ºempatado 1 posições acima do quadrimestre anteriorCalçoene10 de 1 em Ótimo75,0
3ºempatado 1 posições acima do quadrimestre anteriorOiapoque10 de 1 em Ótimo75,0
6º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorLaranjal do Jari20 de 2 em Ótimo50,0
7ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAmapá10 de 1 em Ótimo50,0
7ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorFerreira Gomes10 de 1 em Ótimo50,0
7ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorItaubal10 de 1 em Ótimo50,0
7ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPracuúba10 de 1 em Ótimo50,0
7ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTartarugalzinho10 de 1 em Ótimo50,0

Como a nota é feita

A nota é a média das faixas que o Ministério da Saúde deu às equipes do município em Média de atendimentos da eMulti por pessoa.

A regra e o que o indicador mede

Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25 — a mesma proporção do pagamento por faixa (Portaria GM/MS nº 3.493/2024). Um município com 3 equipes, duas em Ótimo e uma em Bom, tem nota (100 + 100 + 75) ÷ 3 = 91,7. Desempate: mais equipes avaliadas primeiro; se ainda empatar, a posição é a mesma.

O que o indicador mede: Mede quantos atendimentos, em média, cada pessoa acompanhada pela eMulti recebeu — é uma medida de continuidade, não de volume.

Por que costuma travar: Vale 6 dos 10 pontos da nota da eMulti: nenhum outro indicador do sistema pesa tanto. E ele premia atender a MESMA pessoa mais vezes: uma eMulti que atende muita gente uma vez só tem média baixa e nota baixa, ainda que produza muito. Acima de 3 atendimentos por pessoa é Ótimo.

Outros recortes

O mesmo indicador em cada estado, e os outros 14 indicadores.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município no Amapá no indicador Média de atendimentos da eMulti por pessoa?

Pedra Branca do Amapari lidera o indicador Média de atendimentos da eMulti por pessoa no Amapá no 2º quadrimestre de 2026, com a equipe em Ótimo. 1 dos 11 municípios têm todas as equipes em Ótimo neste indicador; em 0, ao menos uma está em Regular.

Como é feita a nota de Média de atendimentos da eMulti por pessoa no ranking?

É a média das faixas das equipes do município neste indicador, na classificação publicada pelo Ministério da Saúde: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25 — a mesma proporção do pagamento. Desempate: mais equipes avaliadas primeiro. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

O que conta no indicador Média de atendimentos da eMulti por pessoa?

Mede quantos atendimentos, em média, cada pessoa acompanhada pela eMulti recebeu — é uma medida de continuidade, não de volume. A régua completa — numerador, denominador, boas práticas e pontos de corte — está na página do indicador.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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