Indicador M1 · Componente Qualidade · equipes eMulti

Média de atendimentos da eMulti por pessoa: 60% da nota em um indicador só

Mede quantos atendimentos, em média, cada pessoa acompanhada pela eMulti recebeu — é uma medida de continuidade, não de volume.

Peso na nota
6 de 10
60% da nota de Qualidade das equipes eMulti
Equipes em Ótimo no Brasil
32,6%
2.113 de 6.479 avaliadas
Equipes em Regular
26
a pior faixa, no país inteiro
Municípios com equipe fora do Ótimo
2.843
de 4.171 avaliados

Referência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS/Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026

M1 — Média de atendimentos da eMulti por pessoa · 1º quadrimestre de 2026
CódigoM1
Nome oficialMédia de atendimentos da eMulti por pessoa
ComponenteQualidadePortaria GM/MS nº 3.493/2024
Equipes avaliadasEquipes Multiprofissionais(eMulti)
Peso na nota final6 de 1060% da nota · Nota Técnica nº 6/2025
Subir uma faixa vale1,5 pontosna nota final
Pontos de corteÓtimo > 3 · Bom > 2 e <= 3 · Suficiente > 1 e <= 2 · Regular <= 1
ApuraçãoQuadrimestralmédia dos meses do período
No Previne Brasilnão existia
Quadrimestre de referência1º quadrimestre de 2026
Equipes avaliadas no Brasil6.479
Em Ótimo32,6%2.113 equipes
Em Regular26equipes
Municípios com equipe fora do Ótimo2.843de 4.171
FontesSIAPS/Ministério da Saúdecatálogo e classificação · pesos: NT nº 6/2025
Resumo em texto corrido (para citar)

Vale peso 6 de 10 na nota de Qualidade das equipes eMulti — 60% do que define quanto o município recebe. No 1º quadrimestre de 2026, 6.479 equipes foram avaliadas neste indicador em todo o Brasil e 67,4% delas não chegaram ao Ótimo, em 2.843 municípios.

A fatia de equipes em Ótimo subiu 3 pontos percentuais entre 1º quadrimestre de 2025 e 1º quadrimestre de 2026.

Quanto este indicador pesa na nota

Peso 6 de 10: 60% da nota de Qualidade das equipes eMulti. Subir uma faixa aqui vale 1,5 pontos na nota final.

É a nota final — não o indicador isolado — que define quanto o município recebe por equipe/mês.

Peso de cada indicador na nota das equipes eMulti (de 10 pontos)
IndicadorPeso na nota
M1 · Média de atendimentos da eMulti por pessoa60% da nota6 de 10
M2 · Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS40% da nota4 de 10
Nota final (0 a 10) → classificação para o incentivo
Faixas da nota final do Componente Qualidade (Quadro 6 da Nota Técnica nº 6/2025)
Nota finalClassificação
acima de 7,5Ótimo
de 5,0 a 7,5Bom
de 2,6 a 4,9Suficiente
até 2,5Regular
Entenda

A nota de Qualidade não é a média simples dos indicadores: cada um entra com um peso, e a soma dá 10. Cada conceito vira pontos (Ótimo 1,00; Bom 0,75; Suficiente 0,50; Regular 0,25), multiplicados pelo peso do indicador. Fonte dos pesos: Nota Técnica nº 6/2025-DEAPS/SAPS/MS.

Reproduzimos o Quadro 6 da Nota Técnica como publicado. Duas observações de quem foi conferir: há um vão entre 4,9 e 5,0, e a linha do Regular vem escrita “≥ 2,5” no original — troca de sinal evidente, já que Regular é o pior conceito. Não corrigimos a norma; apontamos.

Como é calculado

Ótimo: > 3. Regular: <= 1.

Numerador, denominador e pontos de corte como o Ministério da Saúde os publica; o resultado do quadrimestre é a média dos meses do período.

Numerador
Número de atendimentos individuais e coletivos realizados
Denominador
Número total de pessoas atendidas
Régua do M1: em que faixa cai o resultado do quadrimestre
Pontos de corte de cada faixa no indicador M1, como o SIAPS publica
ConceitoResultado do quadrimestre (texto oficial)Vale na nota
Ótimo> 36 de 6
Bom> 2 e <= 34,5 de 6
Suficiente> 1 e <= 23 de 6
Regular<= 11,5 de 6
Entenda

Pontuação, como o catálogo publica: Numerador/Denominador.

Por que este indicador costuma travar

Leitura da regra, não estatística: o que a norma exige e onde a exigência costuma esbarrar na rotina da unidade.

Onde trava
Vale 6 dos 10 pontos da nota da eMulti: nenhum outro indicador do sistema pesa tanto. E ele premia atender a MESMA pessoa mais vezes: uma eMulti que atende muita gente uma vez só tem média baixa e nota baixa, ainda que produza muito. Acima de 3 atendimentos por pessoa é Ótimo.
Quem registra
Todos os profissionais da eMulti, vinculando o atendimento à pessoa (e não a um grupo genérico) no e-SUS APS.

E no Previne Brasil, era qual?

Não existia no Previne Brasil: o M1 nasceu com a metodologia de 2024.

Entenda

A metodologia de 2024 ampliou a avaliação de sete indicadores para quinze, passando a medir também saúde bucal (eSB), equipes multiprofissionais (eMulti).

O Previne Brasil tinha sete indicadores e foi substituído pela metodologia da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. A Portaria não publica um de-para oficial entre os sete antigos e os quinze atuais: a correspondência é temática — do que se media para onde aquilo é medido hoje — e está aqui como leitura, não como norma.

Como o Brasil está neste indicador

No 1º quadrimestre de 2026, 32,6% das 6.479 equipes avaliadas estavam em Ótimo; 26 em Regular, a pior faixa.

A fatia de equipes em Ótimo subiu 3 pontos percentuais entre 1º quadrimestre de 2025 e 1º quadrimestre de 2026.

Equipes por conceito no Média de atendimentos da eMulti por pessoa, Brasil, 1º quadrimestre de 2026Ótimo: 2113; Bom: 2255; Suficiente: 2085; Regular: 26
  • Ótimo: 2.113(33%)
  • Bom: 2.255(35%)
  • Suficiente: 2.085(32%)
  • Regular: 26(0%)
Quadrimestre a quadrimestre (% das equipes)
Distribuição das equipes por conceito em cada quadrimestre2025Q1: Ótimo 30%, Regular 4%; 2025Q2: Ótimo 35%, Regular 2%; 2025Q3: Ótimo 36%, Regular 1%; 2026Q1: Ótimo 33%, Regular 0%
  • 1º quadrimestre de 2025
  • 2º quadrimestre de 2025
  • 3º quadrimestre de 2025
  • 1º quadrimestre de 2026
Equipes por conceito em cada quadrimestre
QuadrimestreÓtimoBomSuficienteRegular
1º quadrimestre de 20251.6811.7112.055225
2º quadrimestre de 20252.1321.8431.988135
3º quadrimestre de 20252.3042.1171.99263
1º quadrimestre de 20262.1132.2552.08526
Entenda

O gráfico por quadrimestre mostra a proporção das equipes em cada conceito, normalizada em 100%, porque o número de equipes avaliadas muda a cada quadrimestre — em valor absoluto, rede crescendo pareceria desempenho piorando.

Estado por estado

Menor fatia de equipes em Ótimo: Rondônia (5%). Maior: Goiás (52,2%).

Da menor para a maior fatia em Ótimo. Clique no estado para ver o número de cada município.

Equipes por conceito em cada estado no indicador M1, da menor para a maior fatia em Ótimo
EstadoDistribuiçãoEm ÓtimoEm RegularMunicípios com equipe fora
Rondônia5%0%16 de 17
Rio de Janeiro11,8%1,2%56 de 64
Pará12,8%0%100 de 110
Pernambuco15%0%137 de 156
Roraima15,8%0%10 de 12
Bahia16,9%0,9%288 de 341
Amazonas17,8%0%46 de 52
Alagoas18,1%0%66 de 82
Ceará19,5%0%141 de 163
Espírito Santo22,8%1%29 de 41
Maranhão23,7%0%165 de 201
Paraíba27,8%0%156 de 203
Paraná31,1%0,4%150 de 207
Distrito Federal32,1%0%1 de 1
Mato Grosso do Sul32,8%0%28 de 40
Mato Grosso34,3%2%59 de 88
Rio Grande do Norte35,6%0,5%94 de 156
Piauí37,4%0%139 de 214
Tocantins37,7%0%63 de 95
São Paulo38,1%0,7%244 de 398
Rio Grande do Sul39%1,4%210 de 335
Acre39,1%0%14 de 18
Santa Catarina41,8%0%139 de 236
Sergipe42,5%0%42 de 65
Minas Gerais48,2%0,1%339 de 664
Amapá51,7%0%10 de 11
Goiás52,2%0,4%101 de 201
Tabela completa: equipes em cada conceito, por estado
Equipes por conceito em cada estado no indicador M1
EstadoEquipesÓtimoBomSuficienteRegularMunicípios avaliados
Rondônia201613017
Rio de Janeiro2543069152364
Pará19525551150110
Pernambuco266401001260156
Roraima193610012
Bahia450761562144341
Amazonas101183053052
Alagoas105194244082
Ceará303591101340163
Espírito Santo101233938141
Maranhão321761151300201
Paraíba29582123900203
Paraná28087112801207
Distrito Federal5317241201
Mato Grosso do Sul64212122040
Mato Grosso102353629288
Rio Grande do Norte2167779591156
Piauí26599110560214
Tocantins114434130095
São Paulo8423212922236398
Rio Grande do Sul4331691481106335
Acre23995018
Santa Catarina328137112790236
Sergipe80342719065
Minas Gerais9944793181961664
Amapá291559011
Goiás22611870371201

Onde a perda se concentra

Rio de Janeiro (RJ) é o município com mais equipes em Regular neste indicador: 1 de 104.

Municípios com mais equipes na pior faixa deste indicador.

Municípios com mais equipes em Regular neste indicador
MunicípioEquipes em Regular, de um total deAbaixo do teto/ano a partir de 2027
Rio de Janeiro (RJ)1 de 104R$ 44,9 milhões
Campos dos Goytacazes (RJ)1 de 3R$ 7,7 milhões
Rio Grande (RS)1 de 6R$ 5,1 milhões
Itapevi (SP)1 de 1R$ 2,1 milhões
Nova Friburgo (RJ)1 de 1R$ 2,0 milhões
Santa Rosa (RS)1 de 2R$ 1,1 milhão
Rio Pardo (RS)1 de 2R$ 953 mil
Mongaguá (SP)1 de 1R$ 939 mil
Iaçu (BA)1 de 1R$ 887 mil
Novo Triunfo (BA)1 de 6R$ 767 mil
Butiá (RS)1 de 1R$ 569 mil
Teolândia (BA)1 de 1R$ 420 mil
Entenda

O valor da última coluna é o total que o município fica abaixo do teto no cofinanciamento da APS, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027) — não a parcela deste indicador isolado, que a norma não separa. Em 2026, pela regra de transição, equipe em Regular recebe o valor de Bom.

E no meu município?

Cada um dos 5.570 municípios tem uma página com este indicador equipe a equipe, o valor que fica na mesa e a produção mês a mês.

Vale o nome (“Terra Roxa”), o nome com o estado (“Bom Jesus/PI” — há seis Bom Jesus no país) ou o código do IBGE.

Perguntas frequentes

O que é o indicador M1, Média de atendimentos da eMulti por pessoa?

Mede quantos atendimentos, em média, cada pessoa acompanhada pela eMulti recebeu — é uma medida de continuidade, não de volume. É um dos dois indicadores do Componente Qualidade que definem quanto o município recebe por equipe eMulti, conforme a Portaria GM/MS nº 3.493/2024.

Como o indicador M1 é calculado?

Numerador: Número de atendimentos individuais e coletivos realizados. Denominador: Número total de pessoas atendidas. Numerador/Denominador. O resultado do quadrimestre é a média dos meses do período, e cai numa das quatro faixas: Ótimo (> 3), Bom (> 2 e <= 3), Suficiente (> 1 e <= 2) ou Regular (<= 1).

Qual o peso do indicador M1 na nota final?

Peso 6 de 10 — 60% da nota de Qualidade das equipes eMulti, conforme a Nota Técnica nº 6/2025-DEAPS/SAPS/MS. Cada faixa que a equipe sobe neste indicador soma 1,5 pontos na nota final, e é a nota final — não o indicador isolado — que determina o valor pago por equipe/mês.

Quantas equipes estão em Ótimo neste indicador no Brasil?

No 1º quadrimestre de 2026, 2.113 de 6.479 equipes avaliadas estavam em Ótimo (32,6%). Em Regular, a pior faixa, estavam 26. 2.843 municípios têm pelo menos uma equipe fora do Ótimo neste indicador. Fonte: SIAPS/Ministério da Saúde.

Por que o indicador M1 costuma ficar abaixo do Ótimo?

Vale 6 dos 10 pontos da nota da eMulti: nenhum outro indicador do sistema pesa tanto. E ele premia atender a MESMA pessoa mais vezes: uma eMulti que atende muita gente uma vez só tem média baixa e nota baixa, ainda que produza muito. Acima de 3 atendimentos por pessoa é Ótimo.

Quem registra o que conta para o indicador M1?

Todos os profissionais da eMulti, vinculando o atendimento à pessoa (e não a um grupo genérico) no e-SUS APS. O indicador é calculado sobre os registros enviados ao SISAB pelo e-SUS APS — cuidado prestado e não registrado até o prazo não entra na conta.

Como saber quais pessoas faltam no indicador M1?

Neste indicador a pergunta muda: o M1 é calculado sobre a produção de cada equipe, e não somando boas práticas pessoa a pessoa. Por isso o GestorSaúde não gera lista de pessoas para o M1: mostra, equipe por equipe, quanto falta para a faixa de cima e quanto a equipe aguenta antes de cair. Sem sistema: Registrar cada atendimento com a pessoa identificada na ficha — não num grupo genérico — e programar o retorno de quem a eMulti acompanha. As atividades coletivas da eMulti (grupos, oficinas) também entram na conta e costumam ficar sem registro.

Qual estado tem mais municípios fora do Ótimo neste indicador?

No 1º quadrimestre de 2026, Minas Gerais tem 339 municípios com pelo menos uma equipe fora do Ótimo neste indicador, de 664 avaliados. A tabela por estado está nesta página, e cada estado tem página própria com o número de cada município.

Os outros 14 indicadores

O outro das equipes eMulti primeiro — é o que divide a mesma nota. Cada um com peso, cálculo e o desempenho do país.

O vocabulário desta página

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • Regra de transição de 2026

    Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.

    Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026

  • Corte de 2027

    Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

    Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º

  • Deixa na mesa (abaixo do teto)

    A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.

    É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • eSF — Equipe de Saúde da Família

    Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.

    É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, elaborado a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 21/08/2026.

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