Ações interprofissionais realizadas pela eMulti (M2): o ranking dos municípios no Distrito Federal
Brasília lidera o indicador Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS no Distrito Federal no 2º quadrimestre de 2026, com nota 99,1 (52 de 53 equipes em Ótimo). 0 dos 1 municípios têm todas as equipes em Ótimo neste indicador; em 0, ao menos uma está em Regular.
- Municípios avaliados
- 1
- com equipe avaliada em Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS
- Todas as equipes em Ótimo
- 0
- municípios com nota 100 neste indicador
- Com equipe em Regular
- 0
- a faixa que paga 25% do valor de Ótimo
- Peso na nota da equipe
- 4
- de 10 pontos (40% da nota final)
Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026
Procure o seu município: a página dele mostra este e os outros indicadores, equipe a equipe.
Todos os 1 municípios no Distrito Federal
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| Posição | Var. | Município | Equipes | Equipes por faixa | Nota em Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS |
|---|---|---|---|---|---|
| 1º | = | Brasília | 53 | 52 de 53 em Ótimo | 99,1 |
Como a nota é feita
A nota é a média das faixas que o Ministério da Saúde deu às equipes do município em Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS.
A regra e o que o indicador mede
Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25 — a mesma proporção do pagamento por faixa (Portaria GM/MS nº 3.493/2024). Um município com 3 equipes, duas em Ótimo e uma em Bom, tem nota (100 + 100 + 75) ÷ 3 = 91,7. Desempate: mais equipes avaliadas primeiro; se ainda empatar, a posição é a mesma.
O que o indicador mede: Mede que fatia das ações da eMulti foi feita junto com a equipe de referência, e não isoladamente.
Por que costuma travar: A régua é baixa (acima de 5% já é Ótimo) e mesmo assim é o indicador com mais equipes em Regular na eMulti. O motivo é de registro: o atendimento compartilhado precisa ser lançado COMO compartilhado, com os dois profissionais na mesma ficha. Cada um registrando o seu atendimento separadamente produz duas ações individuais e nenhuma interprofissional.
Outros recortes
O mesmo indicador em cada estado, e os outros 14 indicadores.
Perguntas frequentes
Qual o melhor município no Distrito Federal no indicador Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS?
Brasília lidera o indicador Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS no Distrito Federal no 2º quadrimestre de 2026, com nota 99,1 (52 de 53 equipes em Ótimo). 0 dos 1 municípios têm todas as equipes em Ótimo neste indicador; em 0, ao menos uma está em Regular.
Como é feita a nota de Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS no ranking?
É a média das faixas das equipes do município neste indicador, na classificação publicada pelo Ministério da Saúde: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25 — a mesma proporção do pagamento. Desempate: mais equipes avaliadas primeiro. Se ainda empatar, a posição é a mesma.
O que conta no indicador Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS?
Mede que fatia das ações da eMulti foi feita junto com a equipe de referência, e não isoladamente. A régua completa — numerador, denominador, boas práticas e pontos de corte — está na página do indicador.
O vocabulário desta página
Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.
Ranking do cofinanciamento
A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.
A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS
Aproveitamento
Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.
É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.
Nota dos indicadores
A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.
Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.
Teto
Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.
Faixa de desempenho
Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.
A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024
IED
Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.
Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS
Região de saúde
O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).
É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.
Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS
Quadrimestre
Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.
Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.
Cofinanciamento federal da APS
O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.
Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024
SIAPS
O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.
Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.