Cuidado da mulher na prevenção do câncer (C7): o ranking dos municípios no Acre

Xapuri lidera o indicador Prevenção do Câncer no Acre no 2º quadrimestre de 2026, com nota 77,5 (2 de 10 equipes em Ótimo). 0 dos 22 municípios têm todas as equipes em Ótimo neste indicador; em 8, ao menos uma está em Regular.

Municípios avaliados
22
com equipe avaliada em Prevenção do Câncer
Todas as equipes em Ótimo
0
municípios com nota 100 neste indicador
Com equipe em Regular
8
a faixa que paga 25% do valor de Ótimo
Peso na nota da equipe
2
de 10 pontos (20% da nota final)

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Procure o seu município: a página dele mostra este e os outros indicadores, equipe a equipe.

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Equipes por faixa:
Cuidado da mulher na prevenção do câncer (C7) — ranking no Acre, 2º quadrimestre de 2026. Nota: média das faixas das equipes (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25); desempate pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesEquipes por faixaNota em Prevenção do Câncer
1º=Xapuri102 de 10 em Ótimo77,5
2º 7 posições acima do quadrimestre anteriorAssis Brasil51 de 5 em Ótimo75,0
3º=Epitaciolândia101 de 10 em Ótimo72,5
4º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorBrasiléia91 de 9 em Ótimo72,2
5º 6 posições acima do quadrimestre anteriorPorto Walter30 de 3 em Ótimo58,3
6º 10 posições acima do quadrimestre anteriorRio Branco1031 de 103 em Ótimo · 5 em Regular50,5
7º 8 posições acima do quadrimestre anteriorCruzeiro do Sul360 de 36 em Ótimo · 1 em Regular50,0
8º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorTarauacá130 de 13 em Ótimo50,0
9º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorRodrigues Alves90 de 9 em Ótimo50,0
10º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorFeijó80 de 8 em Ótimo50,0
11º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorMâncio Lima70 de 7 em Ótimo50,0
12º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorAcrelândia60 de 6 em Ótimo50,0
13º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorBujari40 de 4 em Ótimo50,0
14ºempatado 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMarechal Thaumaturgo30 de 3 em Ótimo50,0
14ºempatado 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Rosa do Purus30 de 3 em Ótimo50,0
16º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorJordão20 de 2 em Ótimo50,0
17ºempatado=Plácido de Castro80 de 8 em Ótimo · 1 em Regular46,9
17ºempatado 2 posições acima do quadrimestre anteriorSenador Guiomard80 de 8 em Ótimo · 1 em Regular46,9
19º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSena Madureira130 de 13 em Ótimo · 2 em Regular46,2
20º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCapixaba60 de 6 em Ótimo · 1 em Regular45,8
21º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPorto Acre50 de 5 em Ótimo · 1 em Regular45,0
22º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorManoel Urbano40 de 4 em Ótimo · 1 em Regular43,8

Como a nota é feita

A nota é a média das faixas que o Ministério da Saúde deu às equipes do município em Prevenção do Câncer.

A regra e o que o indicador mede

Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25 — a mesma proporção do pagamento por faixa (Portaria GM/MS nº 3.493/2024). Um município com 3 equipes, duas em Ótimo e uma em Bom, tem nota (100 + 100 + 75) ÷ 3 = 91,7. Desempate: mais equipes avaliadas primeiro; se ainda empatar, a posição é a mesma.

O que o indicador mede: Mede quatro coisas diferentes em quatro faixas etárias diferentes: rastreio de colo de útero, vacina de HPV, saúde sexual e reprodutiva, e rastreio de mama.

Por que costuma travar: É o único dos quinze em que cada boa prática tem o SEU PRÓPRIO denominador — mulheres de 25 a 64 para o colo, meninas de 9 a 14 para o HPV, de 14 a 69 para saúde sexual e reprodutiva, de 50 a 69 para a mama. Uma equipe pode estar excelente no rastreio e péssima na nota porque o HPV e o atendimento em saúde sexual e reprodutiva somam 60 dos 100 pontos e ninguém os trata como parte deste indicador. É o indicador com o pior aproveitamento nacional — e vale peso 2.

Outros recortes

O mesmo indicador em cada estado, e os outros 14 indicadores.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município no Acre no indicador Prevenção do Câncer?

Xapuri lidera o indicador Prevenção do Câncer no Acre no 2º quadrimestre de 2026, com nota 77,5 (2 de 10 equipes em Ótimo). 0 dos 22 municípios têm todas as equipes em Ótimo neste indicador; em 8, ao menos uma está em Regular.

Como é feita a nota de Prevenção do Câncer no ranking?

É a média das faixas das equipes do município neste indicador, na classificação publicada pelo Ministério da Saúde: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25 — a mesma proporção do pagamento. Desempate: mais equipes avaliadas primeiro. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

O que conta no indicador Prevenção do Câncer?

Mede quatro coisas diferentes em quatro faixas etárias diferentes: rastreio de colo de útero, vacina de HPV, saúde sexual e reprodutiva, e rastreio de mama. A régua completa — numerador, denominador, boas práticas e pontos de corte — está na página do indicador.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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