Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Agreste (PE)

Brejão (PE) lidera o ranking na macrorregião Agreste (PE) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 53 municípios garante até 88,1%; juntos, ficam R$ 22.417.245 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 53 municípios na macrorregião Agreste (PE) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Agreste reúne as 2 regiões de saúde IV Região de Saúde e V Região de Saúde.

Municípios no ranking
53
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
1
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
88,1%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 22,4 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Agreste (PE): a posição de cada um dos 53 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Agreste (PE) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Brejão913 de 13 em Ótimo92,3100,0%no teto
2º 1 posições acima do quadrimestre anteriorItaíba2128 de 31 em Ótimo86,798,2%R$ 41.694
3º 6 posições acima do quadrimestre anteriorCalçado1115 de 16 em Ótimo88,398,0%R$ 24.000
4º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorJucati1317 de 19 em Ótimo91,696,4%R$ 51.000
5º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSaloá1619 de 24 em Ótimo90,295,1%R$ 86.694
6º 2 posições acima do quadrimestre anteriorBom Conselho2832 de 44 em Ótimo84,893,7%R$ 221.388
7º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Maria do Cambucá1514 de 22 em Ótimo76,993,3%R$ 111.735
8º 6 posições acima do quadrimestre anteriorCapoeiras1920 de 28 em Ótimo82,793,1%R$ 145.041
9º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão João2424 de 35 em Ótimo84,693,1%R$ 183.735
10º 3 posições acima do quadrimestre anteriorFrei Miguelinho99 de 14 em Ótimo76,892,8%R$ 77.388
11º 12 posições acima do quadrimestre anteriorParanatama1214 de 18 em Ótimo83,192,8%R$ 96.000
12º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorBarra de Guabiraba1415 de 21 em Ótimo85,992,8%R$ 118.041
13º 4 posições acima do quadrimestre anteriorTacaimbó1113 de 17 em Ótimo79,292,6%R$ 96.000
14º 5 posições acima do quadrimestre anteriorJupi1616 de 24 em Ótimo82,592,2%R$ 145.041
15º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCamocim de São Félix1719 de 26 em Ótimo85,491,8%R$ 151.347
16º 4 posições acima do quadrimestre anteriorLagoa do Ouro1517 de 22 em Ótimo87,991,7%R$ 137.694
17º 8 posições acima do quadrimestre anteriorCorrentes1622 de 25 em Ótimo90,191,7%R$ 168.000
18º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorPoção119 de 16 em Ótimo81,891,4%R$ 104.388
19º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Bento do Una2429 de 38 em Ótimo86,391,4%R$ 264.000
20º 14 posições abaixo do quadrimestre anteriorTerezinha99 de 13 em Ótimo84,390,7%R$ 92.694
21º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorIati1717 de 25 em Ótimo83,690,6%R$ 176.388
22º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCachoeirinha1513 de 22 em Ótimo77,890,5%R$ 156.735
23º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTaquaritinga do Norte1919 de 28 em Ótimo79,590,1%R$ 216.000
24º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorBonito2419 de 35 em Ótimo79,990,0%R$ 264.123
25º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorGaranhuns8472 de 125 em Ótimo78,889,9%R$ 957.675
26º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCaetés2727 de 41 em Ótimo83,989,4%R$ 324.735
27º=Sanharó2019 de 30 em Ótimo81,588,1%R$ 262.347
28º 11 posições acima do quadrimestre anteriorAngelim1211 de 18 em Ótimo82,088,0%R$ 169.041
29º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSão Joaquim do Monte2121 de 31 em Ótimo86,287,2%R$ 298.347
30º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorPanelas2822 de 41 em Ótimo84,487,0%R$ 402.123
31º 4 posições acima do quadrimestre anteriorÁguas Belas3733 de 57 em Ótimo80,886,3%R$ 604.470
32º 1 posições acima do quadrimestre anteriorJurema1210 de 19 em Ótimo75,085,9%R$ 221.388
33º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorRiacho das Almas159 de 23 em Ótimo68,685,5%R$ 252.735
34º 13 posições acima do quadrimestre anteriorCupira2018 de 30 em Ótimo77,884,6%R$ 341.388
35º 1 posições acima do quadrimestre anteriorAgrestina2520 de 37 em Ótimo81,384,4%R$ 430.041
36º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorCanhotinho2214 de 33 em Ótimo76,784,2%R$ 397.776
37º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorSairé97 de 15 em Ótimo78,183,9%R$ 199.347
38º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlagoinha157 de 22 em Ótimo72,083,7%R$ 270.429
39º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSão Caitano2715 de 40 em Ótimo70,383,0%R$ 519.858
40º 3 posições acima do quadrimestre anteriorToritama2012 de 30 em Ótimo70,782,5%R$ 387.429
41º 1 posições acima do quadrimestre anteriorVertentes1617 de 25 em Ótimo78,681,7%R$ 367.347
42º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorAltinho2417 de 35 em Ótimo79,481,4%R$ 492.735
43º 2 posições acima do quadrimestre anteriorGravatá4325 de 67 em Ótimo68,281,3%R$ 990.858
44º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorCaruaru16895 de 258 em Ótimo72,880,7%R$ 3.876.003
45º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Cruz do Capibaribe4630 de 74 em Ótimo69,480,4%R$ 1.172.634
46º 2 posições acima do quadrimestre anteriorLajedo2417 de 37 em Ótimo77,680,2%R$ 588.429
47º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorBelo Jardim4924 de 78 em Ótimo73,280,0%R$ 1.169.205
48º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorIbirajuba93 de 13 em Ótimo67,779,1%R$ 207.735
49º=Brejo da Madre de Deus259 de 39 em Ótimo64,078,8%R$ 653.511
50º=Jataúba167 de 25 em Ótimo71,277,4%R$ 455.082
51º=Palmeirina95 de 13 em Ótimo77,876,5%R$ 233.694
52º=Bezerros6029 de 96 em Ótimo62,575,3%R$ 1.634.940
53º=Pesqueira4214 de 63 em Ótimo69,270,7%R$ 1.406.817

Quem mais subiu na macrorregião Agreste (PE)

Cupira ganhou 13 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Cupira47º → 34º · 84,6%▲ 13
  2. Paranatama23º → 11º · 92,8%▲ 12
  3. Angelim39º → 28º · 88,0%▲ 11
  4. Correntes25º → 17º · 91,7%▲ 8
  5. Calçado9º → 3º · 98,0%▲ 6
  6. Capoeiras14º → 8º · 93,1%▲ 6
  7. Jupi19º → 14º · 92,2%▲ 5
  8. São Joaquim do Monte34º → 29º · 87,2%▲ 5
  9. Santa Maria do Cambucá11º → 7º · 93,3%▲ 4
  10. Tacaimbó17º → 13º · 92,6%▲ 4

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Agreste (PE) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Brejão (PE): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 92,3.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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