Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária entre os municípios acima de 500 mil habitantes
Uberlândia (MG) lidera o ranking entre os municípios acima de 500 mil habitantes no 2º quadrimestre de 2026: garante 92,4% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 48 municípios garante até 65,4%; juntos, ficam R$ 799.561.833 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).
O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 48 municípios entre os municípios acima de 500 mil habitantes pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.
Comparar municípios do mesmo porte é a leitura justa: a nota é proporcional, e cidade com poucas equipes chega ao teto com menos esforço que capital.
- Municípios no ranking
- 48
- com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
- No teto (100%)
- 0
- todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
- Metade garante até
- 65,4%
- do valor máximo (a mediana do recorte)
- Abaixo do teto, por ano
- R$ 799,6 milhões
- soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje
Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026
Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.
Ranking entre os municípios acima de 500 mil habitantes: a posição de cada um dos 48 municípios — Q2 2026
Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.
| Posição | Var. | Município | Equipes | Avaliações por faixa | Nota dos indicadores | Aproveitamento | Abaixo do teto/ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º | = | Uberlândia · MG | 288 | 303 de 449 em Ótimo | 79,4 | 92,4% | R$ 2.254.842 |
| 2º | = | Rio de Janeiro · RJ | 1.965 | 1.668 de 3.366 em Ótimo | 76,6 | 85,3% | R$ 42.800.094 |
| 3º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Ananindeua · PA | 193 | 121 de 324 em Ótimo | 74,1 | 83,1% | R$ 4.657.044 |
| 4º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Belo Horizonte · MG | 992 | 579 de 1.589 em Ótimo | 67,4 | 82,5% | R$ 23.242.974 |
| 5º | = | São Paulo · SP | 2.968 | 1.825 de 5.124 em Ótimo | 72,2 | 80,8% | R$ 79.317.642 |
| 6º | = | Recife · PE | 731 | 261 de 1.134 em Ótimo | 68,7 | 77,7% | R$ 19.675.485 |
| 7º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | São Luís · MA | 277 | 143 de 461 em Ótimo | 74,9 | 77,1% | R$ 8.960.820 |
| 8º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Serra · ES | 162 | 79 de 283 em Ótimo | 69,5 | 76,3% | R$ 5.472.798 |
| 9º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Joinville · SC | 269 | 122 de 442 em Ótimo | 73,5 | 75,4% | R$ 9.020.271 |
| 10º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Campo Grande · MS | 406 | 141 de 635 em Ótimo | 69,8 | 75,2% | R$ 12.438.621 |
| 11º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Guarulhos · SP | 283 | 95 de 481 em Ótimo | 64,3 | 74,8% | R$ 9.405.801 |
| 12º | = | Teresina · PI | 504 | 108 de 768 em Ótimo | 68,0 | 73,7% | R$ 15.174.873 |
| 13º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | Curitiba · PR | 650 | 375 de 1.050 em Ótimo | 73,0 | 73,1% | R$ 17.316.441 |
| 14º | = | Contagem · MG | 217 | 59 de 364 em Ótimo | 63,4 | 72,7% | R$ 8.657.085 |
| 15º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Jaboatão dos Guararapes · PE | 197 | 72 de 309 em Ótimo | 65,3 | 72,7% | R$ 6.720.984 |
| 16º | 3 posições abaixo do quadrimestre anterior | Fortaleza · CE | 856 | 173 de 1.402 em Ótimo | 66,7 | 72,1% | R$ 31.692.756 |
| 17º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | São José do Rio Preto · SP | 141 | 82 de 226 em Ótimo | 75,1 | 70,2% | R$ 5.496.492 |
| 18º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Cuiabá · MT | 204 | 56 de 344 em Ótimo | 68,5 | 70,1% | R$ 8.733.738 |
| 19º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Maceió · AL | 250 | 135 de 443 em Ótimo | 70,4 | 69,2% | R$ 11.086.104 |
| 20º | 4 posições acima do quadrimestre anterior | Porto Velho · RO | 147 | 29 de 231 em Ótimo | 59,9 | 66,9% | R$ 5.808.555 |
| 21º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | São Bernardo do Campo · SP | 309 | 78 de 487 em Ótimo | 67,0 | 65,9% | R$ 13.421.208 |
| 22º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Ribeirão Preto · SP | 225 | 45 de 386 em Ótimo | 65,0 | 65,9% | R$ 7.766.943 |
| 23º | 4 posições acima do quadrimestre anterior | Santo André · SP | 194 | 41 de 347 em Ótimo | 62,2 | 65,6% | R$ 8.827.104 |
| 24º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Manaus · AM | 654 | 143 de 1.106 em Ótimo | 63,6 | 65,6% | R$ 28.868.706 |
| 25º | 8 posições abaixo do quadrimestre anterior | Goiânia · GO | 346 | 42 de 603 em Ótimo | 59,1 | 65,1% | R$ 15.964.905 |
| 26º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Vila Velha · ES | 183 | 31 de 292 em Ótimo | 63,2 | 64,9% | R$ 8.133.678 |
| 27º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Brasília · DF | 931 | 215 de 1.575 em Ótimo | 66,4 | 64,4% | R$ 48.453.009 |
| 28º | = | Osasco · SP | 152 | 97 de 303 em Ótimo | 73,8 | 64,2% | R$ 6.975.000 |
| 29º | = | Niterói · RJ | 178 | 52 de 314 em Ótimo | 70,6 | 62,5% | R$ 9.382.104 |
| 30º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | Londrina · PR | 133 | 31 de 234 em Ótimo | 68,4 | 62,2% | R$ 7.634.511 |
| 31º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Aracaju · SE | 231 | 24 de 388 em Ótimo | 62,8 | 61,8% | R$ 12.139.107 |
| 32º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | São Gonçalo · RJ | 367 | 43 de 594 em Ótimo | 56,2 | 60,8% | R$ 18.550.905 |
| 33º | 7 posições acima do quadrimestre anterior | João Pessoa · PB | 440 | 54 de 655 em Ótimo | 59,0 | 59,7% | R$ 19.887.747 |
| 34º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | Duque de Caxias · RJ | 169 | 22 de 286 em Ótimo | 52,3 | 59,6% | R$ 8.360.514 |
| 35º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Campinas · SP | 361 | 56 de 602 em Ótimo | 64,8 | 58,7% | R$ 21.646.779 |
| 36º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Feira de Santana · BA | 226 | 27 de 375 em Ótimo | 64,0 | 58,6% | R$ 12.657.372 |
| 37º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Porto Alegre · RS | 607 | 98 de 998 em Ótimo | 60,7 | 57,9% | R$ 33.050.826 |
| 38º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Natal · RN | 234 | 17 de 407 em Ótimo | 58,5 | 57,0% | R$ 14.195.697 |
| 39º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Sorocaba · SP | 88 | 11 de 172 em Ótimo | 53,9 | 56,7% | R$ 5.479.347 |
| 40º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Florianópolis · SC | 241 | 23 de 411 em Ótimo | 57,0 | 54,6% | R$ 15.718.779 |
| 41º | = | Belém · PA | 375 | 19 de 698 em Ótimo | 53,6 | 54,1% | R$ 28.997.574 |
| 42º | = | Aparecida de Goiânia · GO | 124 | 5 de 224 em Ótimo | 54,6 | 52,1% | R$ 9.263.940 |
| 43º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | São José dos Campos · SP | 173 | 31 de 319 em Ótimo | 58,6 | 51,9% | R$ 11.102.940 |
| 44º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Salvador · BA | 817 | 66 de 1.311 em Ótimo | 54,0 | 50,5% | R$ 46.778.283 |
| 45º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Nova Iguaçu · RJ | 174 | 5 de 316 em Ótimo | 51,1 | 49,8% | R$ 13.169.268 |
| 46º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | Belford Roxo · RJ | 159 | 3 de 294 em Ótimo | 44,7 | 45,5% | R$ 12.012.675 |
| 47º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Juiz de Fora · MG | 235 | 1 de 469 em Ótimo | 47,0 | 44,0% | R$ 25.008.000 |
| 48º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Campos dos Goytacazes · RJ | 105 | 1 de 185 em Ótimo | 42,7 | 44,0% | R$ 8.181.492 |
Quem mais subiu entre os municípios acima de 500 mil habitantes
João Pessoa (PB) ganhou 7 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.
Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.
- João Pessoa · PB40º → 33º · 59,7%▲ 7
- Porto Velho · RO24º → 20º · 66,9%▲ 4
- Santo André · SP27º → 23º · 65,6%▲ 4
- Curitiba · PR15º → 13º · 73,1%▲ 2
- Londrina · PR32º → 30º · 62,2%▲ 2
- Duque de Caxias · RJ36º → 34º · 59,6%▲ 2
- São José dos Campos · SP45º → 43º · 51,9%▲ 2
- Belford Roxo · RJ48º → 46º · 45,5%▲ 2
- Ananindeua · PA4º → 3º · 83,1%▲ 1
- São Luís · MA8º → 7º · 77,1%▲ 1
Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS
A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.
A regra completa, com os desempates
Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.
1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.
2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.
Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.
Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.
Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador
Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.
Perguntas frequentes
Qual o melhor município entre os municípios acima de 500 mil habitantes no cofinanciamento da Atenção Primária?
No 2º quadrimestre de 2026, Uberlândia (MG): garante 92,4% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 79,4.
Como é calculada a posição no ranking?
Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.
Onde vejo a posição do meu município?
Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.
De onde vêm os dados?
Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.
Este é o ranking do Previne Brasil?
É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.
Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?
Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.
O vocabulário desta página
Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.
Ranking do cofinanciamento
A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.
A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS
Aproveitamento
Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.
É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.
Nota dos indicadores
A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.
Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.
Teto
Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.
Faixa de desempenho
Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.
A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024
IED
Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.
Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS
Região de saúde
O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).
É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.
Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS
Quadrimestre
Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.
Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.
Cofinanciamento federal da APS
O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.
Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024
SIAPS
O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.
Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.