Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Sul (ES)

Alfredo Chaves (ES) lidera o ranking na macrorregião Sul (ES) no 2º quadrimestre de 2026: garante 94,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 26 municípios garante até 83,2%; juntos, ficam R$ 10.191.930 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 26 municípios na macrorregião Sul (ES) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Sul reúne a região de saúde Sul.

Municípios no ranking
26
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
83,2%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 10,2 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Sul (ES): a posição de cada um dos 26 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Sul (ES) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Alfredo Chaves1312 de 19 em Ótimo79,394,0%R$ 90.735
2º 1 posições acima do quadrimestre anteriorVargem Alta1412 de 22 em Ótimo77,891,4%R$ 147.429
3º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Novo do Sul109 de 16 em Ótimo81,790,7%R$ 118.041
4º 10 posições acima do quadrimestre anteriorAtílio Vivácqua119 de 17 em Ótimo73,589,8%R$ 132.735
5º 8 posições acima do quadrimestre anteriorMuniz Freire1413 de 23 em Ótimo73,688,8%R$ 219.429
6º 5 posições acima do quadrimestre anteriorIrupi118 de 17 em Ótimo71,187,7%R$ 147.429
7º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlegre1713 de 27 em Ótimo73,486,6%R$ 294.429
8º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorItapemirim2114 de 33 em Ótimo68,886,5%R$ 332.817
9º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorJerônimo Monteiro84 de 12 em Ótimo72,585,8%R$ 125.388
10º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorIconha138 de 19 em Ótimo81,885,7%R$ 204.735
11º 1 posições acima do quadrimestre anteriorIbitirama84 de 12 em Ótimo64,285,0%R$ 132.735
12º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorDores do Rio Preto64 de 9 em Ótimo63,984,7%R$ 101.388
13º 4 posições acima do quadrimestre anteriorDivino de São Lourenço52 de 7 em Ótimo67,283,7%R$ 89.694
14º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão José do Calçado74 de 11 em Ótimo56,982,8%R$ 147.429
15º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorCastelo2714 de 41 em Ótimo71,482,6%R$ 544.470
16º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMuqui135 de 20 em Ótimo67,682,5%R$ 279.735
17º 3 posições acima do quadrimestre anteriorGuaçuí198 de 29 em Ótimo65,382,4%R$ 385.470
18º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorMarataízes2914 de 46 em Ótimo66,982,4%R$ 638.205
19º 2 posições acima do quadrimestre anteriorAnchieta2611 de 39 em Ótimo71,682,1%R$ 530.511
20º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorIúna128 de 22 em Ótimo72,881,9%R$ 358.041
21º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorApiacá96 de 14 em Ótimo65,478,6%R$ 206.694
22º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPresidente Kennedy128 de 18 em Ótimo76,178,5%R$ 286.041
23º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPiúma177 de 27 em Ótimo68,078,3%R$ 440.817
24º=Bom Jesus do Norte115 de 17 em Ótimo60,674,7%R$ 299.388
25º=Cachoeiro de Itapemirim8627 de 145 em Ótimo70,874,4%R$ 3.147.981
26º=Mimoso do Sul245 de 37 em Ótimo62,372,7%R$ 790.164

Quem mais subiu na macrorregião Sul (ES)

Atílio Vivácqua ganhou 10 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Atílio Vivácqua14º → 4º · 89,8%▲ 10
  2. Muniz Freire13º → 5º · 88,8%▲ 8
  3. Irupi11º → 6º · 87,7%▲ 5
  4. Divino de São Lourenço17º → 13º · 83,7%▲ 4
  5. Guaçuí20º → 17º · 82,4%▲ 3
  6. Anchieta21º → 19º · 82,1%▲ 2
  7. Vargem Alta3º → 2º · 91,4%▲ 1
  8. Ibitirama12º → 11º · 85,0%▲ 1
  9. Presidente Kennedy23º → 22º · 78,5%▲ 1

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Sul (ES) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Alfredo Chaves (ES): garante 94,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 79,3.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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