Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na Rondônia — 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025)

Seringueiras (RO) lidera o ranking na Rondônia no 1º quadrimestre de 2025: garante 87,5% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 52 municípios garante até 73,8%; juntos, ficam R$ 29.696.340 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 52 municípios na Rondônia pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Municípios no ranking
52
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
73,8%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 29,7 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 1º quadrimestre de 2025 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na Rondônia: a posição de cada um dos 52 municípios — Q1 2025

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na Rondônia — 1º quadrimestre de 2025. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º—Seringueiras44 de 8 em Ótimo71,587,5%R$ 96.000
2º—Rolim de Moura2117 de 36 em Ótimo74,187,5%R$ 392.388
3º—Corumbiara43 de 7 em Ótimo66,786,9%R$ 79.347
4º—Colorado do Oeste75 de 12 em Ótimo67,985,9%R$ 154.347
5º—Pimenteiras do Oeste21 de 3 em Ótimo58,385,8%R$ 31.347
6º—Vale do Paraíso43 de 7 em Ótimo72,085,7%R$ 86.694
7º—Nova Brasilândia D'Oeste75 de 12 em Ótimo67,585,3%R$ 149.388
8º—Cerejeiras75 de 13 em Ótimo68,885,2%R$ 175.347
9º—Cabixi32 de 5 em Ótimo69,884,8%R$ 62.694
10º—Mirante da Serra43 de 8 em Ótimo69,484,4%R$ 120.000
11º—São Miguel do Guaporé74 de 11 em Ótimo58,583,7%R$ 152.388
12º—Ouro Preto do Oeste1510 de 27 em Ótimo67,983,4%R$ 396.735
13º—São Felipe D'Oeste32 de 5 em Ótimo59,483,1%R$ 70.041
14º—Santa Luzia D'Oeste63 de 10 em Ótimo71,683,0%R$ 154.347
15º—Urupá74 de 11 em Ótimo70,781,8%R$ 184.347
16º—Novo Horizonte do Oeste42 de 7 em Ótimo62,981,7%R$ 110.694
17º—Teixeirópolis21 de 4 em Ótimo72,281,3%R$ 72.000
18º—Campo Novo de Rondônia42 de 8 em Ótimo63,981,3%R$ 144.000
19º—Alta Floresta D'Oeste74 de 13 em Ótimo70,081,1%R$ 223.347
20º—Monte Negro105 de 18 em Ótimo68,879,9%R$ 298.347
21º—Alto Alegre dos Parecis105 de 16 em Ótimo64,979,3%R$ 279.735
22º—Rio Crespo41 de 6 em Ótimo65,478,2%R$ 113.694
23º—Buritis178 de 27 em Ótimo68,877,8%R$ 489.429
24º—Machadinho D'Oeste85 de 16 em Ótimo68,476,6%R$ 360.000
25º—Pimenta Bueno188 de 31 em Ótimo68,076,2%R$ 647.082
26º—Parecis21 de 4 em Ótimo66,775,0%R$ 96.000
27º—Ariquemes2710 de 46 em Ótimo59,172,7%R$ 1.060.899
28º—Espigão D'Oeste73 de 14 em Ótimo64,371,4%R$ 384.000
29º—Nova União30 de 6 em Ótimo66,770,8%R$ 168.000
30º—Guajará-Mirim179 de 31 em Ótimo55,770,3%R$ 848.388
31º—Primavera de Rondônia31 de 5 em Ótimo63,569,2%R$ 127.347
32º—Presidente Médici133 de 21 em Ótimo65,968,3%R$ 533.388
33º—Ministro Andreazza50 de 8 em Ótimo55,867,7%R$ 204.735
34º—São Francisco do Guaporé123 de 20 em Ótimo60,466,9%R$ 548.082
35º—Vilhena358 de 64 em Ótimo66,765,9%R$ 1.894.041
36º—Castanheiras30 de 5 em Ótimo53,165,6%R$ 142.041
37º—Ji-Paraná385 de 71 em Ótimo61,165,5%R$ 2.134.776
38º—Candeias do Jamari104 de 19 em Ótimo52,365,3%R$ 542.694
39º—Cacaulândia51 de 8 em Ótimo54,565,1%R$ 221.388
40º—Cujubim50 de 9 em Ótimo63,165,0%R$ 278.694
41º—Alvorada D'Oeste52 de 10 em Ótimo54,465,0%R$ 336.000
42º—Cacoal307 de 53 em Ótimo59,864,3%R$ 1.652.082
43º—Jaru253 de 43 em Ótimo63,963,7%R$ 1.386.429
44º—Itapuã do Oeste41 de 7 em Ótimo58,363,1%R$ 223.347
45º—Chupinguaia51 de 10 em Ótimo60,662,5%R$ 324.000
46º—Theobroma51 de 10 em Ótimo58,962,5%R$ 360.000
47º—Alto Paraíso80 de 15 em Ótimo58,859,1%R$ 555.000
48º—Costa Marques61 de 11 em Ótimo52,958,0%R$ 415.347
49º—Vale do Anari41 de 7 em Ótimo53,057,9%R$ 254.694
50º—Nova Mamoré111 de 21 em Ótimo53,455,3%R$ 871.347
51º—Porto Velho15511 de 242 em Ótimo50,751,7%R$ 8.657.883
52º—Governador Jorge Teixeira40 de 8 em Ótimo45,143,8%R$ 432.000

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (1º quadrimestre de 2025); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

O ranking na Rondônia em cada quadrimestre

O resultado de cada quadrimestre publicado pelo Ministério da Saúde, com a variação para o anterior.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na Rondônia no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 1º quadrimestre de 2025, Seringueiras (RO): garante 87,5% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 71,5.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (1º quadrimestre de 2025). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Onde vejo o ranking de outros quadrimestres na Rondônia (Q1 2025, Q2 2025, Q3 2025…)?

Cada quadrimestre publicado pelo Ministério tem a sua página, com a posição de cada município e a variação para o quadrimestre anterior: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/ranking/quadrimestre/2025q2/ro (troque o “2025q2” pelo quadrimestre).

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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