Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC)

Major Vieira (SC) lidera o ranking na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC) no 2º quadrimestre de 2026: garante 97,3% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 26 municípios garante até 81,5%; juntos, ficam R$ 21.036.441 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 26 municípios na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Planalto Norte e Nordeste reúne as 3 regiões de saúde Nordeste, Planalto Norte e Vale do Itapocú.

Municípios no ranking
26
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
81,5%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 21,0 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC): a posição de cada um dos 26 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMajor Vieira58 de 9 em Ótimo90,897,3%R$ 24.000
2º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorItaiópolis1718 de 27 em Ótimo80,593,7%R$ 132.735
3º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPapanduva810 de 15 em Ótimo80,092,0%R$ 108.000
4º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorGaruva1414 de 22 em Ótimo81,388,3%R$ 209.694
5º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMonte Castelo75 de 11 em Ótimo78,087,8%R$ 113.694
6º 2 posições acima do quadrimestre anteriorAraquari2418 de 39 em Ótimo71,587,5%R$ 402.123
7º 4 posições acima do quadrimestre anteriorBalneário Barra do Sul85 de 13 em Ótimo68,285,0%R$ 169.041
8º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMafra3130 de 52 em Ótimo75,284,9%R$ 651.429
9º 5 posições acima do quadrimestre anteriorCanoinhas3225 de 53 em Ótimo74,784,4%R$ 688.776
10º 3 posições acima do quadrimestre anteriorMassaranduba108 de 17 em Ótimo78,283,4%R$ 250.347
11º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Negrinho2316 de 34 em Ótimo76,783,3%R$ 422.082
12º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCorupá86 de 13 em Ótimo70,882,9%R$ 193.041
13º 7 posições acima do quadrimestre anteriorSchroeder1010 de 18 em Ótimo81,382,2%R$ 298.347
14º 2 posições acima do quadrimestre anteriorGuaramirim2420 de 40 em Ótimo80,480,9%R$ 660.735
15º=Itapoá129 de 22 em Ótimo75,880,5%R$ 417.000
16º 3 posições acima do quadrimestre anteriorBarra Velha1910 de 30 em Ótimo72,279,3%R$ 485.388
17º 6 posições acima do quadrimestre anteriorTrês Barras139 de 23 em Ótimo77,578,3%R$ 469.347
18º=Bela Vista do Toldo61 de 9 em Ótimo69,578,2%R$ 161.694
19º 2 posições acima do quadrimestre anteriorSão Bento do Sul3721 de 57 em Ótimo67,077,2%R$ 946.287
20º 11 posições abaixo do quadrimestre anteriorIrineópolis105 de 15 em Ótimo72,275,8%R$ 287.082
21º 1 posições acima do quadrimestre anteriorJoinville269122 de 442 em Ótimo73,575,4%R$ 9.020.271
22º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampo Alegre74 de 11 em Ótimo68,575,0%R$ 209.694
23º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSão João do Itaperiú53 de 8 em Ótimo62,975,0%R$ 130.347
24º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorPorto União177 de 29 em Ótimo73,974,3%R$ 649.041
25º=São Francisco do Sul135 de 26 em Ótimo70,374,0%R$ 648.000
26º=Jaraguá do Sul6117 de 98 em Ótimo64,259,5%R$ 3.288.246

Quem mais subiu na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC)

Schroeder ganhou 7 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Schroeder20º → 13º · 82,2%▲ 7
  2. Três Barras23º → 17º · 78,3%▲ 6
  3. Canoinhas14º → 9º · 84,4%▲ 5
  4. Balneário Barra do Sul11º → 7º · 85,0%▲ 4
  5. Massaranduba13º → 10º · 83,4%▲ 3
  6. Barra Velha19º → 16º · 79,3%▲ 3
  7. Papanduva5º → 3º · 92,0%▲ 2
  8. Araquari8º → 6º · 87,5%▲ 2
  9. Guaramirim16º → 14º · 80,9%▲ 2
  10. São Bento do Sul21º → 19º · 77,2%▲ 2

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Planalto Norte e Nordeste (SC) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Major Vieira (SC): garante 97,3% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 90,8.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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