Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Sul (SC)

Treviso (SC) lidera o ranking na macrorregião Sul (SC) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. 2 municípios já garantem 100% do valor máximo; o desempate é pela nota dos indicadores. Metade dos 45 municípios garante até 85,2%; juntos, ficam R$ 14.825.403 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 45 municípios na macrorregião Sul (SC) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Sul reúne as 3 regiões de saúde Carbonífera, Extremo Sul Catarinense e Laguna.

Municípios no ranking
45
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
2
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
85,2%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 14,8 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Sul (SC): a posição de cada um dos 45 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Sul (SC) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Treviso46 de 6 em Ótimo88,5100,0%no teto
2º 5 posições acima do quadrimestre anteriorErmo34 de 4 em Ótimo83,8100,0%no teto
3º=Santa Rosa de Lima33 de 4 em Ótimo77,997,8%R$ 7.347
4º 13 posições acima do quadrimestre anteriorPedras Grandes56 de 7 em Ótimo85,795,7%R$ 27.000
5º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTreze de Maio1010 de 14 em Ótimo82,595,5%R$ 53.388
6º 6 posições acima do quadrimestre anteriorUrussanga1416 de 23 em Ótimo78,794,4%R$ 108.735
7º 11 posições acima do quadrimestre anteriorSão Ludgero1213 de 18 em Ótimo79,794,4%R$ 73.041
8º 5 posições acima do quadrimestre anteriorOrleans1717 de 26 em Ótimo82,492,0%R$ 156.735
9º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Fortuna65 de 8 em Ótimo81,691,1%R$ 58.347
10º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorCocal do Sul1411 de 21 em Ótimo74,590,9%R$ 147.429
11º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorSombrio1714 de 27 em Ótimo76,690,2%R$ 215.082
12º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCapivari de Baixo1917 de 30 em Ótimo79,489,8%R$ 228.735
13º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorMeleiro55 de 8 em Ótimo82,189,5%R$ 75.000
14º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorLauro Müller1410 de 21 em Ótimo75,089,3%R$ 174.429
15º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorGrão-Pará99 de 12 em Ótimo88,289,1%R$ 108.000
16º 7 posições acima do quadrimestre anteriorBraço do Norte2621 de 39 em Ótimo78,088,9%R$ 318.123
17º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão João do Sul75 de 10 em Ótimo72,988,4%R$ 89.694
18º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorArmazém75 de 11 em Ótimo79,987,1%R$ 130.347
19º 2 posições acima do quadrimestre anteriorForquilhinha2214 de 34 em Ótimo71,886,9%R$ 349.776
20º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Veneza137 de 19 em Ótimo67,786,4%R$ 195.429
21º 3 posições acima do quadrimestre anteriorIçara3430 de 59 em Ótimo73,486,3%R$ 639.735
22º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorJaguaruna2014 de 31 em Ótimo74,785,4%R$ 330.429
23º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Rosa do Sul105 de 14 em Ótimo71,585,2%R$ 162.735
24º 1 posições acima do quadrimestre anteriorImbituba3522 de 58 em Ótimo74,984,6%R$ 698.817
25º 3 posições acima do quadrimestre anteriorBalneário Gaivota107 de 16 em Ótimo66,283,3%R$ 225.429
26º 5 posições acima do quadrimestre anteriorTurvo106 de 16 em Ótimo72,582,8%R$ 212.694
27º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSangão117 de 17 em Ótimo70,082,6%R$ 239.082
28º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCriciúma9453 de 149 em Ótimo71,082,6%R$ 2.096.880
29º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Martinho31 de 4 em Ótimo70,682,3%R$ 58.347
30º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMorro Grande31 de 4 em Ótimo66,282,3%R$ 58.347
31º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorBalneário Rincão106 de 17 em Ótimo70,181,3%R$ 250.041
32º 5 posições acima do quadrimestre anteriorTimbé do Sul21 de 4 em Ótimo68,181,3%R$ 72.000
33º 1 posições acima do quadrimestre anteriorBalneário Arroio do Silva105 de 15 em Ótimo62,381,1%R$ 224.388
34º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorImaruí114 de 16 em Ótimo58,179,9%R$ 244.470
35º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSiderópolis126 de 19 em Ótimo71,278,6%R$ 298.041
36º 3 posições acima do quadrimestre anteriorMorro da Fumaça2210 de 33 em Ótimo63,478,1%R$ 465.858
37º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPraia Grande63 de 9 em Ótimo71,375,6%R$ 181.347
38º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorJacinto Machado73 de 11 em Ótimo60,075,2%R$ 208.041
39º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMaracajá42 de 7 em Ótimo63,875,0%R$ 171.000
40º 1 posições acima do quadrimestre anteriorGravatal113 de 16 em Ótimo56,274,6%R$ 304.776
41º 1 posições acima do quadrimestre anteriorTubarão6125 de 94 em Ótimo67,373,4%R$ 1.917.552
42º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorPescaria Brava103 de 15 em Ótimo63,471,7%R$ 357.735
43º=Laguna316 de 50 em Ótimo61,766,9%R$ 1.324.899
44º=Passo de Torres70 de 12 em Ótimo57,961,9%R$ 314.694
45º=Araranguá211 de 36 em Ótimo59,959,1%R$ 1.251.429

Quem mais subiu na macrorregião Sul (SC)

Pedras Grandes ganhou 13 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Pedras Grandes17º → 4º · 95,7%▲ 13
  2. São Ludgero18º → 7º · 94,4%▲ 11
  3. Braço do Norte23º → 16º · 88,9%▲ 7
  4. Urussanga12º → 6º · 94,4%▲ 6
  5. Ermo7º → 2º · 100,0%▲ 5
  6. Orleans13º → 8º · 92,0%▲ 5
  7. Turvo31º → 26º · 82,8%▲ 5
  8. Sangão32º → 27º · 82,6%▲ 5
  9. Timbé do Sul37º → 32º · 81,3%▲ 5
  10. Içara24º → 21º · 86,3%▲ 3

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Sul (SC) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Treviso (SC): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 88,5. Outros 1 também estão no teto; o desempate é pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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