Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Meio Oeste (SC)

Vargem (SC) lidera o ranking na macrorregião Meio Oeste (SC) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 53 municípios garante até 85,8%; juntos, ficam R$ 9.624.252 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 53 municípios na macrorregião Meio Oeste (SC) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Meio Oeste reúne as 3 regiões de saúde Alto Uruguai Catarinense, Alto Vale do Rio do Peixe e Meio Oeste.

Municípios no ranking
53
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
1
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
85,8%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 9,6 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Meio Oeste (SC): a posição de cada um dos 53 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Meio Oeste (SC) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 8 posições acima do quadrimestre anteriorVargem23 de 3 em Ótimo84,1100,0%no teto
2º=Lindóia do Sul34 de 5 em Ótimo81,398,2%R$ 7.347
3º 1 posições acima do quadrimestre anteriorLuzerna67 de 9 em Ótimo81,198,0%R$ 14.694
4º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorBrunópolis22 de 3 em Ótimo80,096,7%R$ 7.347
5º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorItá57 de 8 em Ótimo85,096,2%R$ 27.000
6º 10 posições acima do quadrimestre anteriorSalto Veloso23 de 4 em Ótimo83,393,8%R$ 24.000
7º 3 posições acima do quadrimestre anteriorIomerê33 de 4 em Ótimo79,492,7%R$ 24.000
8º 25 posições acima do quadrimestre anteriorMacieira33 de 4 em Ótimo79,491,8%R$ 27.000
9º 22 posições acima do quadrimestre anteriorCelso Ramos33 de 4 em Ótimo76,591,8%R$ 27.000
10º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorZortéa32 de 4 em Ótimo70,690,5%R$ 31.347
11º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorIbicaré44 de 6 em Ótimo83,790,2%R$ 51.000
12º 2 posições acima do quadrimestre anteriorIpumirim65 de 9 em Ótimo70,790,2%R$ 73.041
13º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPeritiba32 de 4 em Ótimo80,989,6%R$ 34.347
14º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorIbiam32 de 4 em Ótimo76,589,6%R$ 34.347
15º=Fraiburgo2322 de 36 em Ótimo79,889,1%R$ 308.082
16º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorCatanduvas76 de 11 em Ótimo75,588,9%R$ 103.347
17º 12 posições acima do quadrimestre anteriorCuritibanos1211 de 21 em Ótimo77,088,5%R$ 197.388
18º 12 posições abaixo do quadrimestre anteriorJaborá44 de 6 em Ótimo78,888,2%R$ 61.347
19º 11 posições abaixo do quadrimestre anteriorTangará64 de 9 em Ótimo78,787,9%R$ 89.694
20º 5 posições acima do quadrimestre anteriorFrei Rogério11 de 2 em Ótimo80,687,5%R$ 24.000
21º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorIpira43 de 6 em Ótimo78,387,5%R$ 55.347
22º 2 posições acima do quadrimestre anteriorErval Velho43 de 6 em Ótimo75,087,5%R$ 55.347
23º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorÁgua Doce65 de 9 em Ótimo75,686,9%R$ 86.694
24º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorTreze Tílias65 de 9 em Ótimo81,186,7%R$ 99.000
25º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPiratuba42 de 6 em Ótimo70,085,8%R$ 62.694
26ºempatado 19 posições acima do quadrimestre anteriorAlto Bela Vista21 de 3 em Ótimo66,785,8%R$ 31.347
26ºempatado 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorPresidente Castello Branco21 de 3 em Ótimo66,785,8%R$ 31.347
28º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPinheiro Preto43 de 6 em Ótimo80,885,6%R$ 75.000
29º 11 posições abaixo do quadrimestre anteriorMonte Carlo85 de 12 em Ótimo67,585,0%R$ 132.735
30º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCampos Novos1810 de 28 em Ótimo67,284,7%R$ 330.123
31º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorLebon Régis74 de 12 em Ótimo67,584,6%R$ 154.347
32º=Rio das Antas42 de 6 em Ótimo70,284,2%R$ 82.347
33º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorArroio Trinta53 de 7 em Ótimo80,582,9%R$ 77.694
34º 2 posições acima do quadrimestre anteriorLacerdópolis31 de 4 em Ótimo70,682,3%R$ 58.347
35º 12 posições abaixo do quadrimestre anteriorAbdon Batista31 de 4 em Ótimo64,782,3%R$ 58.347
36º 14 posições abaixo do quadrimestre anteriorMatos Costa44 de 6 em Ótimo79,881,6%R$ 96.000
37º=Timbó Grande65 de 10 em Ótimo75,681,4%R$ 168.000
38º 4 posições acima do quadrimestre anteriorIrani84 de 13 em Ótimo74,681,4%R$ 209.694
39º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Cristóvão do Sul21 de 4 em Ótimo62,581,3%R$ 72.000
40º 7 posições acima do quadrimestre anteriorXavantina52 de 7 em Ótimo72,780,7%R$ 106.347
41º 2 posições acima do quadrimestre anteriorHerval d'Oeste168 de 25 em Ótimo72,479,5%R$ 396.735
42º 4 posições acima do quadrimestre anteriorOuro52 de 8 em Ótimo69,378,4%R$ 154.347
43º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCaçador3818 de 64 em Ótimo70,478,3%R$ 1.112.817
44º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorJoaçaba2412 de 37 em Ótimo70,478,1%R$ 591.735
45º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorArabutã41 de 6 em Ótimo61,777,1%R$ 101.388
46º 3 posições acima do quadrimestre anteriorPonte Alta do Norte32 de 5 em Ótimo72,976,8%R$ 96.000
47º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorCalmon41 de 6 em Ótimo74,275,0%R$ 110.694
48º 2 posições acima do quadrimestre anteriorVideira276 de 43 em Ótimo61,971,1%R$ 919.470
49º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorCapinzal61 de 11 em Ótimo62,370,1%R$ 295.347
50º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorVargem Bonita31 de 5 em Ótimo68,870,1%R$ 147.000
51º=Seara102 de 17 em Ótimo65,169,5%R$ 437.388
52º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Cecília51 de 8 em Ótimo53,865,1%R$ 221.388
53º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorConcórdia4710 de 79 em Ótimo64,363,7%R$ 1.830.858

Quem mais subiu na macrorregião Meio Oeste (SC)

Macieira ganhou 25 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Macieira33º → 8º · 91,8%▲ 25
  2. Celso Ramos31º → 9º · 91,8%▲ 22
  3. Alto Bela Vista45º → 26º · 85,8%▲ 19
  4. Curitibanos29º → 17º · 88,5%▲ 12
  5. Salto Veloso16º → 6º · 93,8%▲ 10
  6. Vargem9º → 1º · 100,0%▲ 8
  7. Xavantina47º → 40º · 80,7%▲ 7
  8. Frei Rogério25º → 20º · 87,5%▲ 5
  9. Campos Novos34º → 30º · 84,7%▲ 4
  10. Irani42º → 38º · 81,4%▲ 4

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Meio Oeste (SC) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Vargem (SC): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 84,1.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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