Financiamento da Atenção Primária em Amparo do São Francisco/SE — quanto o município deixa na mesa

Amparo do São Francisco deixa na mesa

R$ 31 milpor ano

do cofinanciamento federal da Atenção Primária, em 2026, com a classificação de hoje das equipes.

Por mês
R$ 2.612
Do valor máximo
14,2% fica de fora
Até o fim do mandato (2026–2028)
R$ 94 mil
2026 + 2027 + 2028, se a classificação de hoje se mantiver
Recebe R$ 190 mil

R$ 0▲ R$ 31 mil na mesa · teto R$ 221 mil

Com a classificação de hoje, Amparo do São Francisco fica R$ 31 mil por ano abaixo do teto do cofinanciamento federal da Atenção Primária — em 2026 e também a partir de 2027.

São 2 avaliações de equipe abaixo do Ótimo — e por trás de cada uma há pessoas com nome, endereço e telefone que faltam ser atendidas.

Veja como recuperar ↓Falar no WhatsApp

Referência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026

Veja como funciona: o que a coordenação de Amparo do São Francisco veria no GestorSaúde

Cada equipe, cada indicador e quanto falta para subir de faixa — e, num clique, o nome e o WhatsApp de cada pessoa que falta atender.

  1. 1Veja a matrizcor = faixa da equipe; número = quanto falta para a faixa de cima
  2. 2Clique numa célulao sistema mostra onde o cuidado quebra e como melhorar
  3. 3Chame as pessoasa lista de quem falta atender, com WhatsApp e telefone
GestorSaúde · Desempenho por equipe
Dados fictícios
eSF / eAP

6

Ótimo

9

Bom

3

Suficiente

3

Regular

Demonstração com dados fictícios: desempenho de cada equipe em cada indicador
Equipe ()
ESF Jardim das Flores0000001001
ESF Vila Esperança0000001138
ESF Centro0000001275
ÓtimoBomSuficienteRegular+ ↕ fazer demais também derrubaclique no código da coluna para ordenar · na célula para abrir

↑ Clique em qualquer célula colorida: a gaveta abaixo mostra o que a equipe faria na segunda-feira.

C2 · Cuidado no desenvolvimento infantil

ESF Centro

Regular

As crianças de até 2 anos estão sendo acompanhadas do jeito que a idade pede?

Conta quem: Soma das boas práticas por criança: 1ª consulta até o 30º dia (20) · 9 consultas até 2 anos (20) · 9 registros de peso e altura (20) · 2 visitas do ACS, a 1ª até 30 dias e a 2ª até 6 meses (20) · esquema vacinal completo (20)

Dividido por: Crianças com até 2 anos de vida vinculadas à equipe × 100 pontos

: Os dois primeiros anos de vida de cada criança — não o quadrimestre

19,2%

Regular

480

o que foi feito

2.500

o total possível

Nesta equipe, 25 pessoas estão no indicador (criança até 2 anos): foram cumpridas 24 boas práticas das 125 possíveis (5 por pessoa) — ou seja, 19,2%.

Faltam 146 pontos de boa prática a mais para esta equipe chegar a Suficiente.

Onde quebra

1ª consulta até o 30º dia de vida
5/25
9 consultas até os 2 anos
7/25
9 registros de peso e altura até os 2 anos
6/25
2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses)
5/25
Esquema vacinal completo para a idade
1/25

25 pessoas com pendência— as mais perto de pontuar primeiro, porque são a ligação mais curta

  • Laura L. Gomes

    falta: Esquema vacinal completo para a idade

  • Manuela B. Pereira

    falta: 1ª consulta até o 30º dia de vida

  • Arthur P. Oliveira

    falta: Esquema vacinal completo para a idade

  • Sofia A. Almeida

    falta: Esquema vacinal completo para a idade

  • Arthur D. Carvalho

    falta: 9 consultas até os 2 anos · Esquema vacinal completo para a idade

  • Alice K. Souza

    falta: 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses) · Esquema vacinal completo para a idade

  • Cecília Q. Nascimento

    falta: 1ª consulta até o 30º dia de vida · 9 registros de peso e altura até os 2 anos · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses) · Esquema vacinal completo para a idade

  • Helena H. Oliveira

    falta: 1ª consulta até o 30º dia de vida · 9 registros de peso e altura até os 2 anos · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses) · Esquema vacinal completo para a idade

Mostrando 8 de 25. No sistema, a fila completa — priorizada, com telefone e exportação para planilha — fica na Busca ativa.

Como melhorar

  1. 1Agendar a primeira consulta da criança JUNTO da alta da maternidade — depois do 30º dia os 20 pontos da prática (A) não voltam mais, para aquela criança, nunca.
  2. 2Registrar peso e altura no MESMO atendimento em toda consulta de puericultura: são 9 registros em 2 anos, e o calendário de puericultura já prevê mais que isso.
  3. 3Conferir no cartão de vacina quais dos quatro grupos faltam (pentavalente, pólio, tríplice viral e pneumocócica) — o esquema é tudo-ou-nada: falta uma dose, zeram os 20 pontos.

Toda sugestão aqui é sobre fazer ou registrar o que aconteceu. Marcar atendimento que não houve é fraude — e o sistema não sugere isso em lugar nenhum.

Atenção — este indicador é . É o único indicador cuja janela é a IDADE da pessoa, não o calendário. Criança que fez 2 anos e 1 dia sai do denominador levando os pontos junto — e criança que nasceu ontem entra com zero. Movimento no indicador pode ser só a coorte mudando.

Nosso número pode ser menor que o oficial. Vacina aplicada em serviço privado ou em outro município só conta se tiver sido registrada no PEC. O cartão de vacina na mão da família não chega ao Ministério.

Quanto vale a — eSF 40h

Ótimo

R$ 8.000

Bom

R$ 6.000

Suficiente

R$ 4.000

Regular

R$ 2.000

Valor mensal por equipe, no componente de qualidade. Não é previsão do que esta equipe vai receber — o pagamento usa uma classificação única por equipe, e a regra que junta os indicadores ainda não foi publicada.

Base legal: Portaria GM/MS nº 9.591/2025, Anexos XCIX-A e XCIX-B

2º quadrimestre de 2026 · calculado sob a regra , a partir do .

Dados fictícios. Equipes, pessoas, telefones e contagens foram inventados. As cores seguem a proporção publicada pelo Ministério para Amparo do São Francisco em cada indicador no 1º quadrimestre de 2026 — quem é quem continua inventado. A régua, as contas de “quanto falta” e as orientações são as do sistema.

Quero ver com as equipes de Amparo do São FranciscoFalar no WhatsApp

Amparo do São Francisco/SE em números

Amparo do São Francisco/SE · 1º quadrimestre de 2026 · valores anuais do componente de desempenho do cofinanciamento federal da APS
MunicípioAmparo do São Francisco/SEcódigo IBGE 2800100
População (IBGE)2.202 habitantes
Período de referência1º quadrimestre de 2026
Equipes avaliadas21 eSF · 1 eSB
Avaliações de equipe, por faixa31 Ótimo · 2 Bom · 0 Suficiente · 0 Regular
Recebe em 2026 (regra de transição)R$ 190.041 por ano
Recebe a partir de 2027 (classificação de hoje)R$ 190.041 por ano
Corte em 2027nenhumtoda avaliação fora do Ótimo está em Bom
Teto (todas as equipes em Ótimo)R$ 221.388 por ano
Abaixo do teto em 2026R$ 31.347 por ano
Abaixo do teto a partir de 2027R$ 31.347 por ano
Aproveitamento do teto a partir de 202785,8%recebe ÷ teto
Posição em Sergipe69º de 75do mais distante do teto para o menos, a partir de 2027
Posição no Brasil5.162ºmesma ordem
FonteSIAPS / Ministério da Saúdecoletado em 21/08/2026
Resumo em texto corrido — para citar

Amparo do São Francisco (2.202 habitantes) tem 2 equipes de Atenção Primária avaliadas pelo Ministério da Saúde no 1º quadrimestre de 2026. Com essa classificação, na regra de transição de 2026 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026), o município recebe R$ 190.041 por ano do componente de desempenho do cofinanciamento federal da Atenção Primária — R$ 31.347 abaixo do teto de R$ 221.388, o valor se todas as equipes estivessem em Ótimo. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, o valor não muda — toda avaliação fora do Ótimo está em Bom, que é o que a transição já paga — e a distância até o teto continua R$ 31.347 por ano. Com a classificação de hoje, o aproveitamento a partir de 2027 é de 85,8% do teto: 2 avaliações de equipe estão abaixo do Ótimo. Entre os 75 municípios de Sergipe, Amparo do São Francisco é o 69º mais distante do teto pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — e o 5.162º do país.

Como citar: GestorGPT, “Financiamento da Atenção Primária em Amparo do São Francisco/SE”, 1º quadrimestre de 2026. Dados do SIAPS/Ministério da Saúde coletados em 21/08/2026. https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/se/amparodosaofrancisco

O que muda em 2027

A regra de transição não muda o valor de Amparo do São Francisco: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom.

Regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026.

Por que muda — e o texto da norma

Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como as 2 avaliações de Amparo do São Francisco abaixo do Ótimo estão em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 31.347 por ano.

O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.

“[…] com as classificações “bom”, “suficiente” e “regular” receberão o valor mensal do incentivo referente à classificação “bom”.” (art. 3º, §§ 3º e 4º — o regime de 2026)

“A partir do primeiro quadrimestre de 2027 o incentivo financeiro dos componentes de vínculo e acompanhamento territorial e qualidade será transferido considerando a classificação das equipes.” (art. 3º, § 6º)

Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026 — Diário Oficial da União de 14/05/2026, Edição 89, Seção 1, página 1105. Ler no Diário Oficial · Como os dois regimes são calculados

Até o 1º quadrimestre de 2026, todas as equipes receberam o valor de “Bom” — inclusive as classificadas em Ótimo (no Vínculo, até o 2º quadrimestre). Os valores “em 2026” desta página são os da implantação parcial, aplicados à classificação do 1º quadrimestre de 2026; os “a partir de 2027” assumem a mesma classificação e os valores de hoje, que a própria portaria permite rever por pactuação na Comissão Intergestores Tripartite. É projeção sobre o dado publicado, não valor já decidido.

Onde a diferença se concentra

100% da distância até o teto a partir de 2027 — R$ 31.347 de R$ 31.347 por ano — está no componente Qualidade.

Abaixo do teto a partir de 2027, por componente
ComponenteAbaixo do teto por ano
Qualidade100% do totalR$ 31 mil

Indicadores com mais equipes fora do Ótimo

Os achados, um a um
  • A maior parte da distância até o teto está no componente QualidadeR$ 31.347 por ano pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — 100% do total — vêm do componente Qualidade. A Qualidade é a média de 15 indicadores de cuidado (pré-natal, hipertensão, diabetes, saúde bucal, criança, mulher, pessoa idosa): sobe quando o cuidado acontece e é registrado no prontuário eletrônico.
  • Saúde da Família: R$ 24.000 por ano abaixo do teto a partir de 2027São 1 equipe desta modalidade. Com a classificação de hoje, a modalidade rende R$ 168.000 por ano a partir de 2027; no topo da régua renderia R$ 192.000.
  • Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus: 1 equipe fora do ÓtimoDe 1 equipe avaliada (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 1 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Seis boas práticas: consulta com médico ou enfermeiro e aferição de pressão nos últimos 6 meses; peso e altura registrados juntos, hemoglobina glicada solicitada ou avaliada e avaliação dos pés nos últimos 12 meses; e duas visitas do ACS em 12 meses, com pelo menos 30 dias entre elas. Na glicada, a solicitação registrada já conta — exame feito fora e não registrado no prontuário, não.
  • Cuidado da Pessoa Idosa: 1 equipe fora do ÓtimoDe 1 equipe avaliada (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 1 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Quatro boas práticas de 25 pontos, todas nos últimos 12 meses: uma consulta com médico ou enfermeiro, peso e altura registrados no mesmo dia, duas visitas do ACS com pelo menos 30 dias entre elas e uma dose da vacina contra influenza. Dose aplicada na campanha e não registrada no e-SUS não conta.
  • Cuidado da Gestante e da Puérpera: 1 equipe fora do ÓtimoDe 1 equipe avaliada (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 1 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Onze boas práticas por gestação: primeira consulta até a 12ª semana; sete consultas, sete aferições de pressão e sete registros de peso e altura; três visitas do ACS depois da primeira consulta; a vacina dTpa a partir da 20ª semana; testes de sífilis, HIV e hepatites B e C no 1º trimestre e de sífilis e HIV no 3º; uma atividade de saúde bucal na gestação; e, no puerpério, uma consulta e uma visita do ACS. Conta o que está registrado no prontuário eletrônico da gestante.

Por tipo de equipe

Saúde da Família (eSF) concentra R$ 24.000 dos R$ 31.347 por ano abaixo do teto a partir de 2027 — 1 equipe.

Amparo do São Francisco/SE · 1º quadrimestre de 2026 · por ano, pela classificação de hoje
Tipo de equipeEquipesRecebe × tetoRecebe a partir de 2027TetoAbaixo do tetoCorte em 2027
Equipe de Saúde da Família (eSF)1R$ 168.000R$ 192.000R$ 24.000R$ 0
Equipe de Saúde Bucal (eSB)1R$ 22.041R$ 29.388R$ 7.347R$ 0
Total2R$ 190.041R$ 221.388R$ 31.347R$ 0

As 3 avaliações de equipe, por faixa

Distribuição das avaliações de equipe por faixa em Amparo do São Francisco/SEÓtimo: 1; Bom: 2
  • Ótimo: 1(33%)
  • Bom: 2(67%)
Como ler esta tabela

Cada modalidade tem um valor de referência próprio. eSF e eAP são avaliadas nos dois componentes (Vínculo e Qualidade); eSB e eMulti, só na Qualidade. “Recebe” e “abaixo do teto” são os valores da classificação integral, a que vale a partir de 2027 com a classificação de hoje; “corte em 2027” é o que a regra de transição ainda paga em 2026 e deixa de pagar a partir de 2027. Na barra, o comprimento é o teto: azul entra em 2026 e a partir de 2027, cinza é o corte de 2027, vermelho fica abaixo do teto nos dois anos.

Vínculo e Acompanhamento Territorial

As duas dimensões estão em Ótimo em a equipe avaliada.

Amparo do São Francisco/SE · 1º quadrimestre de 2026 · equipes por faixa em cada dimensão do Vínculo
DimensãoEquipeFaixasÓtimoBomSuficienteRegularFora do Ótimo
CadastroeSF10000(0%)
AcompanhamentoeSF10000(0%)
O que é o Vínculo e como a nota é calculada

O componente que mede o cadastro do território e o acompanhamento das pessoas cadastradas — metade do valor de desempenho de cada equipe de Saúde da Família (R$ 8.000 por mês em Ótimo, o mesmo da Qualidade). Só as equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) são avaliadas nele. Na regra de transição, o Vínculo pagou o valor de Bom a todas as equipes até o 2º quadrimestre de 2026; a implantação parcial começa no 3º quadrimestre de 2026, e a partir do 1º quadrimestre de 2027 cada equipe recebe pela própria classificação.

No 1º quadrimestre de 2026, 1 equipe foi avaliada no Vínculo e Acompanhamento Territorial em Amparo do São Francisco: 1 em Ótimo. Por dimensão, 1 de 1 estão em Ótimo no Cadastro e 1 de 1 no Acompanhamento. As duas dimensões estão em Ótimo em todas as equipes.

Com todas as equipes em Ótimo no Vínculo, o componente paga o valor máximo — na regra de transição de 2026 e a partir de 2027.

A nota do componente vai de 0 a 10 e soma duas dimensões (Nota Técnica nº 30/2025-CGESCO/DESCO/SAPS/MS). O Cadastro, até 3 pontos, conta as pessoas com cadastro atualizado nos últimos 24 meses: o cadastro individual sozinho vale 0,75; com o cadastro domiciliar e territorial da casa também atualizado, 1,5. O Acompanhamento, até 7 pontos, conta as pessoas cadastradas atendidas nos últimos 12 meses, com peso maior para quem é mais vulnerável: 1,0 sem critério, 1,2 pessoa idosa ou criança, 1,3 quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Bolsa Família e 2,5 quem é as duas coisas.

Indicador a indicador

O indicador com mais equipes fora do Ótimo é Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus: 1 de 1 (eSF). Em 7 de 13 indicadores, mais da metade das equipes está fora do Ótimo.

Do indicador com mais equipes fora do Ótimo para o com menos. O nome abre a regra oficial. Os 15 indicadores

Amparo do São Francisco/SE · 1º quadrimestre de 2026 · equipes por faixa em cada indicador de Qualidade
IndicadorEquipePesoFaixasÓtimoBomSuficienteRegularFora do Ótimo
Cuidado da Pessoa com Diabetes MellituseSF101001(100%)
Cuidado da Pessoa IdosaeSF101001(100%)
Cuidado da Gestante e da PuérperaeSF201001(100%)
Cuidado no Desenvolvimento InfantileSF200011(100%)
Cuidado Integral à Saúde da MulhereSF200101(100%)
Tratamento Odontológico concluído na APSeSB200101(100%)
Procedimentos Odontológicos preventivos na APSeSB200011(100%)
Cuidado da Pessoa com HipertensãoeSF110000(0%)
Mais Acesso à Atenção Primária à SaúdeeSF110000(0%)
1ª Consulta Odontológica programada na APSeSB210000(0%)
Taxa de exodontias na APSeSB210000(0%)
Escovação Supervisionada na APSeSB110000(0%)
Tratamento Restaurador Atraumático na APSeSB110000(0%)

Subir de faixa é prestar e registrar cuidado — nunca lançar atendimento que não aconteceu.

Como os pesos entram na nota

A nota de Qualidade é a média ponderada de 15 indicadores, e os pesos não são iguais: subir uma faixa num indicador de peso 2 vale o dobro de subir num de peso 1. A partir de 2027, cada equipe de Saúde da Família que sobe uma faixa na nota de Qualidade vale R$ 24.000 a mais por ano; em 2026, pela regra de transição, só a subida para Ótimo muda o valor.

Produção mês a mês

Atendimentos individuais em jul/2026: 621. O último trimestre ficou 40,5% acima do mesmo trimestre do ano anterior.

  • Atendimentos individuais

    621em jul/2026

    ↑ +40,5%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Consultas e atendimentos registrados por profissional de nível superior na APS.

  • Atendimentos odontológicos

    207em jul/2026

    → +0,3%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Atendimentos registrados pelas equipes de Saúde Bucal.

  • Procedimentos

    3.825em jul/2026

    ↑ +180,4%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Procedimentos realizados na APS (curativos, aferições, coletas, testes rápidos).

  • Visitas domiciliares

    1.343em jul/2026

    ↑ +6,3%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Visitas registradas pelas agentes comunitárias e demais profissionais.

  • Atividades coletivas

    1em jul/2026

    ↓ -18,2%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Grupos, rodas de conversa e ações em escolas registradas pela APS.

Referência: competência mensal · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde — Práticas Assistenciais, divulgadas com 1 a 2 meses de defasagem

A leitura da série e a tabela mês a mês

Entre jan/2025 e jul/2026, Amparo do São Francisco registrou 9.852 atendimentos individuais na Atenção Primária — 621 no mês mais recente. O ritmo subiu 40,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior — movimento que costuma aparecer na classificação dos quadrimestres seguintes. No mesmo mês foram 1.343 visitas domiciliares registradas — 609,9 por mil habitantes.

É exatamente sobre estes registros do e-SUS APS que os indicadores do quadrimestre são calculados — por isso a curva aqui antecede a classificação de lá. A tendência compara o último trimestre com o mesmo trimestre do ano anterior, para não confundir o recesso de dezembro e janeiro com queda de gestão.

Amparo do São Francisco/SE · registros por mês na Atenção Primária (SIAPS / Ministério da Saúde)
MêsAtendimentos individuaisAtendimentos odontológicosProcedimentosVisitas domiciliaresAtividades coletivas
23603626050
27503831.0300
320747941.30140
5572281.3011.3331
5131261.1951.470264
341467001.095237
5241181.2321.221163
5521271.5091.272439
5401341.60173981
5741091.191892124
43643711526189
502951.7301.181121
486722.0771.288152
504932.3231.18238
7281163.3731.510247
8281193.2941.614318
704442.4711.28431
611402.4711.398—
6212073.8251.3431

Evolução entre quadrimestres

O aproveitamento do teto ficou estável entre o 1º quadrimestre de 2025 e o 1º quadrimestre de 2026: 85,8%, pela régua integral.

Aproveitamento do teto, pela régua integral
Amparo do São Francisco/SE · distância até o teto por quadrimestre, pela régua integral
QuadrimestreAbaixo do teto por anoAproveitamento
1º quadrimestre de 2026R$ 31.34785,8%
3º quadrimestre de 2025R$ 31.34785,8%
2º quadrimestre de 2025R$ 38.69482,5%
1º quadrimestre de 2025R$ 31.34785,8%
Por que a régua é a mesma em todos os quadrimestres

A classificação é refeita a cada quadrimestre. Todos os quadrimestres aqui usam a mesma régua integral, para comparar a classificação — não é o que foi pago em cada período: pela Portaria GM/MS nº 10.994/2026, todas as equipes receberam o valor de Bom até o 1º quadrimestre de 2026.

Rede instalada

As unidades de Atenção Primária ativas no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), separadas do total de estabelecimentos.

Unidades básicas de saúde
4
UBS, unidades de Saúde da Família e postos · 1 para cada 551 habitantes
Outros pontos da Atenção Primária
1
Polo Academia da Saúde (1)
Estabelecimentos ativos no CNES
7
todos os tipos, públicos e privados
Os demais estabelecimentos ativos de Amparo do São Francisco/SE, por tipo de unidade
Tipo de unidadeQuantidade
Unidade Móvel Terrestre1
Central de Gestão / Regulação1

Referência: estabelecimentos ativos na data da coleta · Fonte: CNES — Dados Abertos do Ministério da Saúde · coletado em 29/09/2026

Por que o total é bem maior que a rede da Atenção Primária

Todo estabelecimento de saúde, público ou privado, precisa de cadastro no CNES para funcionar (Portaria GM/MS nº 1.646, de 2 de outubro de 2015, art. 4º). Em Amparo do São Francisco/SE, o tipo mais numeroso é “Unidade Móvel Terrestre”: 1 dos 7 estabelecimentos ativos.

O repasse calculado nesta página é por equipe, não por unidade: são o número e a classificação das equipes que movem os valores acima. Unidades básicas = postos de saúde e centros de saúde/UBS (tipos 1 e 2 do CNES); outros pontos da Atenção Primária = unidade mista, UBS fluvial, apoio à Saúde da Família, saúde indígena e polo da Academia da Saúde.

Perguntas frequentes

Quanto Amparo do São Francisco deixa de receber de financiamento federal da Atenção Primária?

Depende do ano; a classificação é a do 1º quadrimestre de 2026. Em 2026, na regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026, Amparo do São Francisco recebe R$ 190.041 por ano e fica R$ 31.347 abaixo do teto. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, recebe R$ 190.041 e fica R$ 31.347 por ano abaixo do teto (R$ 2.612 por mês) — o mesmo valor de 2026. O teto, com todas as 2 equipes em Ótimo, é R$ 221.388.

O que muda para Amparo do São Francisco em 2027?

A regra de transição não muda o valor de Amparo do São Francisco: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom. Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como as 2 avaliações de Amparo do São Francisco abaixo do Ótimo estão em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 31.347 por ano. O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.

Por que Amparo do São Francisco deixa de receber esse valor?

Porque o cofinanciamento da Atenção Primária paga por FAIXA de desempenho. Uma equipe de Saúde da Família em Ótimo vale R$ 8.000 por mês em cada componente; em Bom, R$ 6.000; em Suficiente, R$ 4.000; em Regular, R$ 2.000 — valores que passam a valer faixa a faixa a partir de 2027. Em 2026, a regra de transição paga o valor de Bom às equipes em Suficiente e Regular. Em Amparo do São Francisco, 2 avaliações estão abaixo do Ótimo — a maior parte da distância até o teto está no componente qualidade.

Como Amparo do São Francisco sabe quais crianças de até 2 anos estão com o cuidado em aberto em cada equipe?

A única equipe de Amparo do São Francisco está fora do Ótimo no C2 (Cuidado no Desenvolvimento Infantil, peso 2 na nota de Qualidade): em Regular. Cada faixa que uma equipe sobe neste indicador soma 0,5 ponto à nota de Qualidade dela, que vai de 0 a 10. O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais crianças de até 2 anos estão com boa prática em aberto em cada equipe, nem qual — e a nota é somada pessoa por pessoa. O GestorSaúde lista cada pessoa com a boa prática que falta e o telefone do prontuário — crianças de até 2 anos, gestantes, pessoas com diabetes ou hipertensão e pessoas idosas — e exporta a lista. Em cada pessoa da lista há os botões de ligar e de WhatsApp — a mensagem já sai escrita, só com saudação e identificação da equipe, sem nenhuma informação de saúde na tela de bloqueio. E marca o menor grupo de pessoas que, com o cuidado feito e registrado, leva a equipe à faixa de cima — e põe primeiro as famílias mais vulneráveis do cadastro social do município. Na tela, uma pessoa com duas pendências aparece assim: “Cuidado no desenvolvimento infantil · falta: Esquema vacinal completo para a idade · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses)”. Sem sistema: Listar no e-SUS APS as crianças de até 2 anos de cada equipe e conferir, pessoa por pessoa, as 5 boas práticas do C2 contra o que está registrado no prontuário — começando pelas equipes em Regular. O que foi feito e não está registrado vai para o prontuário; o que falta fazer vai para a agenda.

Onde a hemoglobina glicada precisa estar registrada para contar em Amparo do São Francisco?

A única equipe de Amparo do São Francisco está fora do Ótimo no C4 (Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus, peso 1 na nota de Qualidade): em Bom. A hemoglobina glicada vale 15 dos 100 pontos de cada pessoa com diabetes. O dado público mostra a faixa, não o motivo. Se o exame é pedido em papel e o resultado volta do laboratório por fora do sistema, ele não existe para o indicador — mesmo feito e avaliado. O GestorSaúde compara o cuidado que acontece com o que é contado e aponta o campo exato do prontuário — a ficha, o bloco e a opção —, marcando quais afetam o repasse (glicada no diabetes, tema do projeto terapêutico na eMulti, cadastro domiciliar no Vínculo), equipe por equipe. Também mostra, em cada linha de cuidado, o funil das boas práticas e o degrau mais estreito — "faltam N pessoas, e cada uma vale P pontos" — e quantas pessoas estão a uma boa prática de pontuar. Sem sistema: Solicitar ou avaliar a glicada pelo próprio prontuário eletrônico: Ficha de Atendimento Individual, bloco "Exames", "Dosagem de hemoglobina glicosilada" (SIGTAP 02.02.01.050-3). Exame registrado só no papel não conta.

Como esse valor é calculado?

Somando, para cada equipe, o valor da faixa em que ela está, e comparando com o valor que ela teria em Ótimo. A conta usa a classificação publicada pelo próprio Ministério da Saúde (SIAPS) e os valores por faixa da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. Para 2026 aplica-se a regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026: Ótimo recebe Ótimo, e Bom, Suficiente e Regular recebem Bom; a partir de 2027, cada faixa recebe o próprio valor. A metodologia completa, com as derivações e os limites conhecidos, está publicada na página de metodologia deste painel.

Amparo do São Francisco consegue recuperar esse dinheiro?

Esse valor é o TETO deixado na mesa, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em todas as equipes é o limite teórico. O que a gestão persegue é subir de faixa onde dá: a partir de 2027, cada faixa que uma equipe de Saúde da Família sobe vale R$ 24 mil a mais por ano em cada componente; em 2026, pela regra de transição, só a chegada a Ótimo muda o valor. E sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu, o que configura dano ao erário.

De onde vêm esses dados?

Da classificação quadrimestral publicada pelo SIAPS (Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde), do Ministério da Saúde; da produção mensal registrada no e-SUS APS e divulgada pelo mesmo sistema; da base de municípios e da estimativa populacional do IBGE; e do CNES para a rede instalada. Referência desta página: 1º quadrimestre de 2026, coletado em 21/08/2026.

Qual é a produção da Atenção Primária em Amparo do São Francisco?

Entre jan/2025 e jul/2026, Amparo do São Francisco registrou 9.852 atendimentos individuais na Atenção Primária — 621 no mês mais recente. O ritmo subiu 40,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior — movimento que costuma aparecer na classificação dos quadrimestres seguintes. No mesmo mês foram 1.343 visitas domiciliares registradas — 609,9 por mil habitantes.

Outros municípios de Sergipe estão na mesma situação?

Sim. No 1º quadrimestre de 2026, 73 dos 75 municípios de Sergipe com equipes avaliadas estão abaixo do teto — somando, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027), R$ 39,5 milhões por ano no estado inteiro.

Municípios vizinhos — região imediata de Propriá

Distância de cada um até o teto no mesmo quadrimestre, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027).

Abaixo do teto por ano, a partir de 2027
MunicípioAbaixo do teto por ano
Aquidabã20.556 habitantesR$ 605 mil
Propriá27.213 habitantesR$ 496 mil
Neópolis16.473 habitantesR$ 354 mil
Brejo Grande8.025 habitantesR$ 286 mil
Japoatã13.723 habitantesR$ 237 mil
Ilha das Flores8.499 habitantesR$ 167 mil
Pacatuba12.690 habitantesR$ 133 mil
Cedro de São João5.474 habitantesR$ 130 mil
Muribeca8.059 habitantesR$ 82 mil
Malhada dos Bois3.674 habitantesR$ 27 mil
Canhoba3.850 habitantesR$ 0
Nossa Senhora de Lourdes6.409 habitantesR$ 0

Ver todos os 75 municípios de Sergipe · Panorama do Brasil

Glossário

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • Regra de transição de 2026

    Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.

    Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026

  • Corte de 2027

    Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

    Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º

  • Deixa na mesa (abaixo do teto)

    A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.

    É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Vínculo e Acompanhamento Territorial (CVAT)

    Um dos dois componentes avaliados: mede quanto do território está cadastrado e acompanhado.

    Divide-se em duas dimensões — cadastro (quanta gente da área adscrita tem cadastro vivo) e acompanhamento (quanta dessa gente é efetivamente atendida no período). Sobe com busca ativa e cadastro atualizado.

  • Componente Qualidade

    O outro componente avaliado: a média de 15 indicadores de cuidado.

    Pré-natal e puerpério, saúde da mulher, desenvolvimento infantil, hipertensão, diabetes, pessoa idosa, acesso, e sete indicadores de saúde bucal e da equipe multiprofissional. Cada um tem numerador e denominador definidos em nota técnica do Ministério.

  • eSF — Equipe de Saúde da Família

    Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.

    É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).

  • eAP — Equipe de Atenção Primária

    Versão com carga horária reduzida da equipe de Saúde da Família (20h ou 30h).

    A de 30 horas vale metade da eSF; a de 20 horas, metade disso. O relatório público não distingue as duas — este painel assume 30 horas, e é o principal viés conhecido do cálculo.

  • eSB — Equipe de Saúde Bucal

    Dentista e auxiliar/técnico em saúde bucal vinculados a uma equipe de Atenção Primária.

    Avaliada apenas no componente Qualidade, por sete indicadores próprios (primeira consulta programática, escovação supervisionada, tratamento concluído, exodontias, restaurador atraumático, procedimentos preventivos).

  • eMulti — Equipe Multiprofissional

    Fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e outros, apoiando várias equipes de referência.

    Substituiu o NASF-AB em 2023. Avaliada por ações interprofissionais (feitas em conjunto com a equipe de referência) e pela continuidade do acompanhamento.

  • Produção

    A quantidade de atendimentos, procedimentos, visitas e atividades registrados a cada mês.

    É o dado bruto sobre o qual os indicadores do quadrimestre são calculados. Uma queda sustentada de produção antecede uma queda de classificação — e é o único sinal que chega a tempo.

  • e-SUS APS

    O prontuário eletrônico onde a equipe registra o que faz — e de onde saem todos os indicadores.

    Atendimento prestado e não registrado no e-SUS, para o Ministério, não aconteceu — e o município é pago como se não tivesse acontecido. É por isso que boa parte do ganho real está no registro, não em fazer mais.

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, elaborado a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 21/08/2026.

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