Indicador B5 · Componente Qualidade · equipes eSB

Procedimentos odontológicos preventivos: a janela de 65% a 85%

Mede que fatia dos procedimentos individuais do dentista foi de prevenção — aplicação de flúor, selante, profilaxia.

Peso na nota
2 de 10
20% da nota de Qualidade das equipes eSB
Equipes em Ótimo no Brasil
6,3%
2.242 de 35.471 avaliadas
Equipes em Regular
18.910
a pior faixa, no país inteiro
Municípios com equipe fora do Ótimo
5.199
de 5.241 avaliados

Referência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS/Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026

B5 — Procedimentos odontológicos individuais preventivos · 1º quadrimestre de 2026
CódigoB5
Nome oficialProcedimentos odontológicos individuais preventivos
ComponenteQualidadePortaria GM/MS nº 3.493/2024
Equipes avaliadasSaúde Bucal(eSB)
Peso na nota final2 de 1020% da nota · Nota Técnica nº 6/2025
Subir uma faixa vale0,5 pontona nota final
Pontos de corteÓtimo >= 65 e <= 85 · Bom >= 55 e < 65 · Suficiente >= 40 e < 55 · Regular < 40 e > 85
ApuraçãoQuadrimestralmédia dos meses do período
No Previne Brasilnão existia
Quadrimestre de referência1º quadrimestre de 2026
Equipes avaliadas no Brasil35.471
Em Ótimo6,3%2.242 equipes
Em Regular18.910equipes
Municípios com equipe fora do Ótimo5.199de 5.241
FontesSIAPS/Ministério da Saúdecatálogo e classificação · pesos: NT nº 6/2025
Resumo em texto corrido (para citar)

Vale peso 2 de 10 na nota de Qualidade das equipes eSB — 20% do que define quanto o município recebe. No 1º quadrimestre de 2026, 35.471 equipes foram avaliadas neste indicador em todo o Brasil e 93,7% delas não chegaram ao Ótimo, em 5.199 municípios.

A fatia de equipes em Ótimo subiu 2,9 pontos percentuais entre 1º quadrimestre de 2025 e 1º quadrimestre de 2026.

Quanto este indicador pesa na nota

Peso 2 de 10: 20% da nota de Qualidade das equipes eSB. Subir uma faixa aqui vale 0,5 ponto na nota final.

É a nota final — não o indicador isolado — que define quanto o município recebe por equipe/mês.

Peso de cada indicador na nota das equipes eSB (de 10 pontos)
IndicadorPeso na nota
B1 · 1ª Consulta Odontológica20% da nota2 de 10
B2 · Tratamento Odontológico concluído20% da nota2 de 10
B3 · Taxa de exodontias20% da nota2 de 10
B4 · Escovação Supervisionada10% da nota1 de 10
B5 · Procedimentos Odontológicos preventivos20% da nota2 de 10
B6 · Tratamento Restaurador Atraumático10% da nota1 de 10
Nota final (0 a 10) → classificação para o incentivo
Faixas da nota final do Componente Qualidade (Quadro 6 da Nota Técnica nº 6/2025)
Nota finalClassificação
acima de 7,5Ótimo
de 5,0 a 7,5Bom
de 2,6 a 4,9Suficiente
até 2,5Regular
Entenda

A nota de Qualidade não é a média simples dos indicadores: cada um entra com um peso, e a soma dá 10. Cada conceito vira pontos (Ótimo 1,00; Bom 0,75; Suficiente 0,50; Regular 0,25), multiplicados pelo peso do indicador. Fonte dos pesos: Nota Técnica nº 6/2025-DEAPS/SAPS/MS.

Reproduzimos o Quadro 6 da Nota Técnica como publicado. Duas observações de quem foi conferir: há um vão entre 4,9 e 5,0, e a linha do Regular vem escrita “≥ 2,5” no original — troca de sinal evidente, já que Regular é o pior conceito. Não corrigimos a norma; apontamos.

Como é calculado

Ótimo: >= 65 e <= 85. Regular: < 40 e > 85.

Numerador, denominador e pontos de corte como o Ministério da Saúde os publica; o resultado do quadrimestre é a média dos meses do período.

Numerador
Nº total de procedimentos odontológicos preventivos individuais
Denominador
Nº total de procedimentos odontológicos individuais realizados
Régua do B5: em que faixa cai o resultado do quadrimestre
Pontos de corte de cada faixa no indicador B5, como o SIAPS publica
ConceitoResultado do quadrimestre (texto oficial)Vale na nota
Ótimo>= 65 e <= 852 de 2
Bom>= 55 e < 651,5 de 2
Suficiente>= 40 e < 551 de 2
Regular< 40 e > 850,5 de 2
Entenda

Pontuação, como o catálogo publica: Razão entre o numerador e denominador multiplicado por 100.

“< 40 e > 85”: o catálogo escreve “e” entre duas condições que nenhum valor atende ao mesmo tempo. A régua desenhada lê “ou” — a única leitura com sentido —, e a tabela mostra o texto como publicado.

Por que este indicador costuma travar

Leitura da regra, não estatística: o que a norma exige e onde a exigência costuma esbarrar na rotina da unidade.

Onde trava
Como o C1, tem teto: acima de 85% volta a ser Regular, porque o Ministério lê isso como serviço que só previne e não trata. A faixa Ótimo é de 65% a 85%. A maioria das equipes erra por baixo — faz prevenção e não registra o procedimento preventivo, só o curativo.
Quem registra
Cirurgião-dentista e técnico em saúde bucal, nos procedimentos do e-SUS APS.
Sobre a numeração B4/B5

Sobre a numeração: as duas fontes oficiais divergem. A Nota Técnica nº 6/2025 chama de B4 os procedimentos preventivos (peso 2) e de B5 a escovação supervisionada (peso 1); o catálogo do SIAPS inverte os códigos. Adotamos o código do SIAPS (é o que aparece nas telas que o gestor usa) e o peso por nome da Nota Técnica, onde ele está escrito ao lado do indicador e a soma do Quadro 3 fecha em 10.

E no Previne Brasil, era qual?

Não existia no Previne Brasil: o B5 nasceu com a metodologia de 2024.

Entenda

A metodologia de 2024 ampliou a avaliação de sete indicadores para quinze, passando a medir também saúde bucal (eSB), equipes multiprofissionais (eMulti).

O Previne Brasil tinha sete indicadores e foi substituído pela metodologia da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. A Portaria não publica um de-para oficial entre os sete antigos e os quinze atuais: a correspondência é temática — do que se media para onde aquilo é medido hoje — e está aqui como leitura, não como norma.

Como o Brasil está neste indicador

No 1º quadrimestre de 2026, 6,3% das 35.471 equipes avaliadas estavam em Ótimo; 18.910 em Regular, a pior faixa.

A fatia de equipes em Ótimo subiu 2,9 pontos percentuais entre 1º quadrimestre de 2025 e 1º quadrimestre de 2026.

Equipes por conceito no Procedimentos odontológicos individuais preventivos, Brasil, 1º quadrimestre de 2026Ótimo: 2242; Bom: 4229; Suficiente: 10090; Regular: 18910
  • Ótimo: 2.242(6%)
  • Bom: 4.229(12%)
  • Suficiente: 10.090(28%)
  • Regular: 18.910(53%)
Quadrimestre a quadrimestre (% das equipes)
Distribuição das equipes por conceito em cada quadrimestre2025Q1: Ótimo 3%, Regular 72%; 2025Q2: Ótimo 3%, Regular 70%; 2025Q3: Ótimo 4%, Regular 65%; 2026Q1: Ótimo 6%, Regular 53%
  • 1º quadrimestre de 2025
  • 2º quadrimestre de 2025
  • 3º quadrimestre de 2025
  • 1º quadrimestre de 2026
Equipes por conceito em cada quadrimestre
QuadrimestreÓtimoBomSuficienteRegular
1º quadrimestre de 20251.1962.2416.27625.345
2º quadrimestre de 20251.1192.4626.98624.579
3º quadrimestre de 20251.3182.9778.21623.099
1º quadrimestre de 20262.2424.22910.09018.910
Entenda

O gráfico por quadrimestre mostra a proporção das equipes em cada conceito, normalizada em 100%, porque o número de equipes avaliadas muda a cada quadrimestre — em valor absoluto, rede crescendo pareceria desempenho piorando.

Estado por estado

Menor fatia de equipes em Ótimo: Santa Catarina (0,7%). Maior: Distrito Federal (14,2%).

Da menor para a maior fatia em Ótimo. Clique no estado para ver o número de cada município.

Equipes por conceito em cada estado no indicador B5, da menor para a maior fatia em Ótimo
EstadoDistribuiçãoEm ÓtimoEm RegularMunicípios com equipe fora
Santa Catarina0,7%87,5%275 de 276
Espírito Santo1,7%71,3%76 de 76
São Paulo2%73,4%499 de 504
Rio Grande do Sul2,3%79,4%441 de 447
Paraná2,4%77,4%354 de 357
Mato Grosso do Sul2,5%64,9%76 de 76
Acre3%58,1%21 de 22
Minas Gerais4,2%58,6%805 de 811
Mato Grosso4,3%55,5%135 de 137
Goiás4,4%61,1%243 de 246
Sergipe4,9%48,4%75 de 75
Bahia5,7%50,5%414 de 414
Tocantins5,7%46,5%135 de 138
Rondônia6,6%61,6%39 de 40
Alagoas6,9%34,3%102 de 102
Amapá7,2%58,6%16 de 16
Maranhão8,9%39,9%216 de 216
Paraíba9,1%34,1%220 de 222
Piauí9,5%36,6%219 de 224
Pará9,8%39,5%144 de 144
Rio de Janeiro10,1%47,7%86 de 86
Ceará10,3%36,6%184 de 184
Rio Grande do Norte10,3%42,3%162 de 166
Pernambuco10,7%34,8%184 de 184
Roraima12,6%39,4%15 de 15
Amazonas14%35,7%62 de 62
Distrito Federal14,2%37,8%1 de 1
Tabela completa: equipes em cada conceito, por estado
Equipes por conceito em cada estado no indicador B5
EstadoEquipesÓtimoBomSuficienteRegularMunicípios avaliados
Santa Catarina1.2719241261.112276
Espírito Santo654112814946676
São Paulo3.375681596722.476504
Rio Grande do Sul1.41233522061.121447
Paraná1.71642722741.328357
Mato Grosso do Sul641164016941676
Acre167515509722
Minas Gerais4.3041823831.2192.520811
Mato Grosso6792973200377137
Goiás1.26256101334771246
Sergipe550275819926675
Bahia3.4291974881.0121.732414
Tocantins5052966175235138
Rondônia151109399340
Alagoas85459164338293102
Amapá18113164610616
Maranhão1.983177318696792216
Paraíba1.506137285571513222
Piauí1.316125283427481224
Pará1.278125199449505144
Rio de Janeiro1.57115820146374986
Ceará2.363244422832865184
Rio Grande do Norte1.040107174319440166
Pernambuco2.213237418787771184
Roraima1271618435015
Amazonas6779512821224262
Distrito Federal246353583931

Onde a perda se concentra

São Paulo (SP) é o município com mais equipes em Regular neste indicador: 455 de 565.

Municípios com mais equipes na pior faixa deste indicador.

Municípios com mais equipes em Regular neste indicador
MunicípioEquipes em Regular, de um total deAbaixo do teto/ano a partir de 2027
São Paulo (SP)455 de 565R$ 92,2 milhões
Salvador (BA)280 de 317R$ 47,5 milhões
Fortaleza (CE)237 de 304R$ 32,3 milhões
Belo Horizonte (MG)198 de 309R$ 23,8 milhões
Curitiba (PR)178 de 216R$ 18,8 milhões
Porto Alegre (RS)159 de 177R$ 33,7 milhões
Teresina (PI)157 de 240R$ 15,9 milhões
Recife (PE)120 de 293R$ 21,5 milhões
Manaus (AM)118 de 182R$ 30,8 milhões
Rio de Janeiro (RJ)115 de 455R$ 44,9 milhões
João Pessoa (PB)112 de 194R$ 22,8 milhões
Campo Grande (MS)112 de 166R$ 13,7 milhões
Entenda

O valor da última coluna é o total que o município fica abaixo do teto no cofinanciamento da APS, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027) — não a parcela deste indicador isolado, que a norma não separa. Em 2026, pela regra de transição, equipe em Regular recebe o valor de Bom.

E no meu município?

Cada um dos 5.570 municípios tem uma página com este indicador equipe a equipe, o valor que fica na mesa e a produção mês a mês.

Vale o nome (“Terra Roxa”), o nome com o estado (“Bom Jesus/PI” — há seis Bom Jesus no país) ou o código do IBGE.

Perguntas frequentes

O que é o indicador B5, Procedimentos odontológicos individuais preventivos?

Mede que fatia dos procedimentos individuais do dentista foi de prevenção — aplicação de flúor, selante, profilaxia. É um dos seis indicadores do Componente Qualidade que definem quanto o município recebe por equipe eSB, conforme a Portaria GM/MS nº 3.493/2024.

Como o indicador B5 é calculado?

Numerador: Nº total de procedimentos odontológicos preventivos individuais. Denominador: Nº total de procedimentos odontológicos individuais realizados. Razão entre o numerador e denominador multiplicado por 100. O resultado do quadrimestre é a média dos meses do período, e cai numa das quatro faixas: Ótimo (>= 65 e <= 85), Bom (>= 55 e < 65), Suficiente (>= 40 e < 55) ou Regular (< 40 e > 85).

Qual o peso do indicador B5 na nota final?

Peso 2 de 10 — 20% da nota de Qualidade das equipes eSB, conforme a Nota Técnica nº 6/2025-DEAPS/SAPS/MS. Cada faixa que a equipe sobe neste indicador soma 0,5 ponto na nota final, e é a nota final — não o indicador isolado — que determina o valor pago por equipe/mês.

Quantas equipes estão em Ótimo neste indicador no Brasil?

No 1º quadrimestre de 2026, 2.242 de 35.471 equipes avaliadas estavam em Ótimo (6,3%). Em Regular, a pior faixa, estavam 18.910. 5.199 municípios têm pelo menos uma equipe fora do Ótimo neste indicador. Fonte: SIAPS/Ministério da Saúde.

Por que o indicador B5 costuma ficar abaixo do Ótimo?

Como o C1, tem teto: acima de 85% volta a ser Regular, porque o Ministério lê isso como serviço que só previne e não trata. A faixa Ótimo é de 65% a 85%. A maioria das equipes erra por baixo — faz prevenção e não registra o procedimento preventivo, só o curativo.

Quem registra o que conta para o indicador B5?

Cirurgião-dentista e técnico em saúde bucal, nos procedimentos do e-SUS APS. O indicador é calculado sobre os registros enviados ao SISAB pelo e-SUS APS — cuidado prestado e não registrado até o prazo não entra na conta.

Como saber quais pessoas faltam no indicador B5?

Neste indicador a pergunta muda: o B5 é calculado sobre a produção de cada equipe, e não somando boas práticas pessoa a pessoa. Por isso o GestorSaúde não gera lista de pessoas para o B5: mostra, equipe por equipe, quanto falta para a faixa de cima e quanto a equipe aguenta antes de cair. Sem sistema: Registrar como preventivo o que já acontece no atendimento — orientação de higiene bucal, evidenciação de placa, aplicação de flúor, selante, profilaxia —, cada um com o seu procedimento. Acima de 85%, conferir se as restaurações e os demais tratamentos curativos estão sendo registrados.

Qual estado tem mais municípios fora do Ótimo neste indicador?

No 1º quadrimestre de 2026, Minas Gerais tem 805 municípios com pelo menos uma equipe fora do Ótimo neste indicador, de 811 avaliados. A tabela por estado está nesta página, e cada estado tem página própria com o número de cada município.

Os outros 14 indicadores

Os 5 das equipes eSB primeiro — são os que dividem a mesma nota. Cada um com peso, cálculo e o desempenho do país.

O vocabulário desta página

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • Regra de transição de 2026

    Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.

    Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026

  • Corte de 2027

    Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

    Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º

  • Deixa na mesa (abaixo do teto)

    A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.

    É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • eSF — Equipe de Saúde da Família

    Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.

    É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, elaborado a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 21/08/2026.

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