Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na Macrorregião Centro-Norte (GO)

Guarinos (GO) lidera o ranking na Macrorregião Centro-Norte (GO) no 2º quadrimestre de 2026: garante 92,7% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 60 municípios garante até 79,6%; juntos, ficam R$ 21.648.504 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 60 municípios na Macrorregião Centro-Norte (GO) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Centro-Norte reúne as 5 regiões de saúde Norte, Pirineus, São Patrício I, São Patrício II e Serra da Mesa.

Municípios no ranking
60
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
79,6%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 21,6 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na Macrorregião Centro-Norte (GO): a posição de cada um dos 60 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na Macrorregião Centro-Norte (GO) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 4 posições acima do quadrimestre anteriorGuarinos33 de 4 em Ótimo82,492,7%R$ 24.000
2º 29 posições acima do quadrimestre anteriorItaguaru67 de 9 em Ótimo78,790,3%R$ 72.000
3º 13 posições acima do quadrimestre anteriorCarmo do Rio Verde87 de 12 em Ótimo79,090,2%R$ 94.041
4º 5 posições acima do quadrimestre anteriorUruaçu2215 de 33 em Ótimo71,787,7%R$ 298.776
5º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMutunópolis43 de 6 em Ótimo74,287,5%R$ 55.347
6º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Isabel43 de 6 em Ótimo71,287,4%R$ 65.694
7º 3 posições acima do quadrimestre anteriorRialma117 de 16 em Ótimo73,486,1%R$ 169.041
8º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorGameleira de Goiás42 de 6 em Ótimo70,885,8%R$ 62.694
9º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMimoso de Goiás21 de 3 em Ótimo70,085,8%R$ 31.347
10º 15 posições acima do quadrimestre anteriorCeres2015 de 30 em Ótimo76,085,5%R$ 332.082
11º 13 posições acima do quadrimestre anteriorAmaralina53 de 7 em Ótimo75,885,0%R$ 82.347
12º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlto Horizonte63 de 9 em Ótimo65,684,7%R$ 101.388
13ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMorro Agudo de Goiás32 de 4 em Ótimo82,484,5%R$ 51.000
13ºempatado 12 posições abaixo do quadrimestre anteriorPilar de Goiás32 de 4 em Ótimo82,484,5%R$ 51.000
15ºempatado 5 posições acima do quadrimestre anteriorIpiranga de Goiás32 de 4 em Ótimo77,984,5%R$ 51.000
15ºempatado 2 posições acima do quadrimestre anteriorSão Patrício32 de 4 em Ótimo77,984,5%R$ 51.000
17º 5 posições acima do quadrimestre anteriorGoianápolis139 de 19 em Ótimo74,784,4%R$ 224.388
18º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorMundo Novo73 de 10 em Ótimo70,784,3%R$ 121.041
19º 8 posições acima do quadrimestre anteriorBarro Alto73 de 10 em Ótimo64,984,3%R$ 121.041
20º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorRianápolis42 de 6 em Ótimo76,084,2%R$ 82.347
21º 17 posições abaixo do quadrimestre anteriorAbadiânia137 de 19 em Ótimo63,082,8%R$ 246.429
22º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorItapaci149 de 21 em Ótimo70,882,7%R$ 265.041
23º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova América31 de 4 em Ótimo70,682,3%R$ 58.347
24º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorUirapuru31 de 4 em Ótimo67,682,3%R$ 58.347
25º 1 posições acima do quadrimestre anteriorEstrela do Norte53 de 7 em Ótimo69,582,0%R$ 99.000
26º 2 posições acima do quadrimestre anteriorMinaçu167 de 24 em Ótimo68,882,0%R$ 315.735
27º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorGoianésia3820 de 60 em Ótimo66,381,6%R$ 861.552
28º 15 posições abaixo do quadrimestre anteriorFormoso52 de 7 em Ótimo75,881,2%R$ 103.347
29º=Uruana167 de 23 em Ótimo69,579,9%R$ 354.735
30º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorMara Rosa92 de 13 em Ótimo64,579,8%R$ 200.388
31º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Tereza de Goiás51 de 7 em Ótimo74,279,4%R$ 113.694
32º=Campos Verdes61 de 9 em Ótimo72,678,2%R$ 161.694
33º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCampinorte134 de 19 em Ótimo71,577,2%R$ 327.735
34º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorJaraguá269 de 39 em Ótimo63,276,8%R$ 662.511
35º 6 posições acima do quadrimestre anteriorRubiataba177 de 26 em Ótimo63,076,3%R$ 483.429
36º=Novo Planalto52 de 7 em Ótimo64,875,5%R$ 134.694
37º 5 posições acima do quadrimestre anteriorTerezópolis de Goiás84 de 13 em Ótimo56,475,3%R$ 230.694
38º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Glória41 de 6 em Ótimo68,375,0%R$ 130.347
39º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Luiz do Norte62 de 9 em Ótimo65,975,0%R$ 185.694
40º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMontividiu do Norte51 de 7 em Ótimo65,675,0%R$ 137.694
41º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorVila Propício62 de 9 em Ótimo60,475,0%R$ 161.694
42º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSão Miguel do Araguaia144 de 21 em Ótimo67,674,0%R$ 423.735
43º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCorumbá de Goiás84 de 12 em Ótimo69,273,7%R$ 253.347
44º 1 posições acima do quadrimestre anteriorAlexânia217 de 33 em Ótimo64,272,9%R$ 666.429
45º 3 posições acima do quadrimestre anteriorAnápolis18985 de 295 em Ótimo71,172,7%R$ 6.262.533
46º=Porangatu209 de 30 em Ótimo69,972,3%R$ 612.735
47º 2 posições acima do quadrimestre anteriorHidrolina52 de 7 em Ótimo62,572,0%R$ 154.347
48º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCampo Limpo de Goiás95 de 15 em Ótimo51,171,5%R$ 266.694
49º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorTrombas51 de 7 em Ótimo71,971,2%R$ 158.694
50º 1 posições acima do quadrimestre anteriorColinas do Sul52 de 7 em Ótimo68,869,0%R$ 171.000
51º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPirenópolis162 de 24 em Ótimo63,166,5%R$ 594.123
52º 2 posições acima do quadrimestre anteriorNiquelândia215 de 33 em Ótimo69,665,3%R$ 917.388
53º 2 posições acima do quadrimestre anteriorBonópolis50 de 7 em Ótimo60,265,0%R$ 193.041
54º 19 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Iguaçu de Goiás20 de 3 em Ótimo60,064,2%R$ 79.347
55º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCocalzinho de Goiás132 de 21 em Ótimo53,864,0%R$ 599.082
56º=Santa Terezinha de Goiás60 de 10 em Ótimo56,861,4%R$ 349.347
57º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPadre Bernardo241 de 38 em Ótimo57,060,0%R$ 1.147.470
58º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorCrixás182 de 27 em Ótimo56,757,5%R$ 880.776
59º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampinaçu50 de 7 em Ótimo57,856,2%R$ 241.041
60º=Santa Rita do Novo Destino52 de 7 em Ótimo58,655,9%R$ 243.000

Quem mais subiu na Macrorregião Centro-Norte (GO)

Itaguaru ganhou 29 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Itaguaru31º → 2º · 90,3%▲ 29
  2. Ceres25º → 10º · 85,5%▲ 15
  3. Carmo do Rio Verde16º → 3º · 90,2%▲ 13
  4. Amaralina24º → 11º · 85,0%▲ 13
  5. Barro Alto27º → 19º · 84,3%▲ 8
  6. Rubiataba41º → 35º · 76,3%▲ 6
  7. Uruaçu9º → 4º · 87,7%▲ 5
  8. Ipiranga de Goiás20º → 15º · 84,5%▲ 5
  9. Goianápolis22º → 17º · 84,4%▲ 5
  10. Terezópolis de Goiás42º → 37º · 75,3%▲ 5

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na Macrorregião Centro-Norte (GO) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Guarinos (GO): garante 92,7% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 82,4.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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