Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na Macrorregião Centro-Oeste (GO)

Jaupaci (GO) lidera o ranking na Macrorregião Centro-Oeste (GO) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 72 municípios garante até 85,7%; juntos, ficam R$ 30.902.898 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 72 municípios na Macrorregião Centro-Oeste (GO) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Centro-Oeste reúne as 4 regiões de saúde Central, Oeste I, Oeste II e Rio Vermelho.

Municípios no ranking
72
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
1
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
85,7%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 30,9 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na Macrorregião Centro-Oeste (GO): a posição de cada um dos 72 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na Macrorregião Centro-Oeste (GO) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 2 posições acima do quadrimestre anteriorJaupaci34 de 4 em Ótimo89,7100,0%no teto
2º 2 posições acima do quadrimestre anteriorBuriti de Goiás33 de 4 em Ótimo88,297,8%R$ 7.347
3º 2 posições acima do quadrimestre anteriorBrazabrantes55 de 7 em Ótimo85,997,3%R$ 14.694
4º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPalestina de Goiás22 de 3 em Ótimo80,096,7%R$ 7.347
5º 16 posições acima do quadrimestre anteriorAraçu55 de 7 em Ótimo85,994,3%R$ 31.347
6º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPiranhas87 de 12 em Ótimo79,694,0%R$ 53.388
7º 12 posições acima do quadrimestre anteriorAmericano do Brasil54 de 7 em Ótimo75,893,0%R$ 38.694
8º 2 posições acima do quadrimestre anteriorAdelândia33 de 4 em Ótimo82,492,7%R$ 24.000
9º 6 posições acima do quadrimestre anteriorGuaraíta33 de 4 em Ótimo76,592,7%R$ 24.000
10º 10 posições acima do quadrimestre anteriorTaquaral de Goiás54 de 7 em Ótimo77,392,4%R$ 41.694
11º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorCórrego do Ouro33 de 4 em Ótimo85,391,8%R$ 27.000
12º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorFirminópolis1314 de 19 em Ótimo84,890,6%R$ 134.694
13ºempatado 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAvelinópolis32 de 4 em Ótimo79,490,5%R$ 31.347
13ºempatado 16 posições acima do quadrimestre anteriorIsraelândia32 de 4 em Ótimo79,490,5%R$ 31.347
15º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorDamolândia32 de 4 em Ótimo77,990,5%R$ 31.347
16ºempatado 26 posições acima do quadrimestre anteriorDiorama32 de 4 em Ótimo76,590,5%R$ 31.347
16ºempatado 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Rosa de Goiás32 de 4 em Ótimo76,590,5%R$ 31.347
18º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão João da Paraúna32 de 4 em Ótimo72,190,5%R$ 31.347
19º 11 posições acima do quadrimestre anteriorSão Luís de Montes Belos2216 de 33 em Ótimo80,190,4%R$ 241.470
20º 7 posições acima do quadrimestre anteriorFaina67 de 9 em Ótimo86,690,3%R$ 72.000
21º 18 posições acima do quadrimestre anteriorAbadia de Goiás119 de 16 em Ótimo83,890,3%R$ 118.041
22º 14 posições abaixo do quadrimestre anteriorMossâmedes54 de 7 em Ótimo77,390,0%R$ 55.347
23º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Bárbara de Goiás54 de 7 em Ótimo74,290,0%R$ 55.347
24º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSão Francisco de Goiás76 de 10 em Ótimo76,689,7%R$ 79.347
25º 23 posições abaixo do quadrimestre anteriorCachoeira de Goiás32 de 4 em Ótimo83,889,6%R$ 34.347
26º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorIvolândia32 de 4 em Ótimo80,989,6%R$ 34.347
27º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorItaguari54 de 7 em Ótimo81,389,4%R$ 58.347
28º 34 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Fé de Goiás43 de 6 em Ótimo79,889,4%R$ 55.347
29º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorBom Jardim de Goiás98 de 13 em Ótimo77,889,3%R$ 106.347
30º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Veneza74 de 10 em Ótimo70,787,8%R$ 94.041
31º 5 posições acima do quadrimestre anteriorBaliza53 de 7 em Ótimo58,687,3%R$ 70.041
32º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorAruanã75 de 10 em Ótimo69,786,9%R$ 101.388
33º 2 posições acima do quadrimestre anteriorMontes Claros de Goiás75 de 10 em Ótimo74,586,6%R$ 103.347
34º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorJussara149 de 21 em Ótimo75,586,2%R$ 224.388
35º 3 posições acima do quadrimestre anteriorParaúna119 de 16 em Ótimo80,286,1%R$ 169.041
36º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorAmorinópolis21 de 3 em Ótimo76,785,8%R$ 31.347
37º=Palminópolis43 de 6 em Ótimo81,785,6%R$ 75.000
38º 6 posições acima do quadrimestre anteriorAnicuns1310 de 21 em Ótimo74,085,1%R$ 262.041
39º 21 posições abaixo do quadrimestre anteriorTurvânia53 de 7 em Ótimo76,685,0%R$ 82.347
40º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSanclerlândia84 de 12 em Ótimo74,185,0%R$ 145.041
41º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorBritânia63 de 9 em Ótimo71,384,7%R$ 113.694
42º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorIporá178 de 25 em Ótimo65,084,4%R$ 292.470
43º 11 posições acima do quadrimestre anteriorMatrinchã52 de 7 em Ótimo66,483,7%R$ 89.694
44º 5 posições acima do quadrimestre anteriorPetrolina de Goiás96 de 14 em Ótimo70,482,9%R$ 197.388
45º 6 posições acima do quadrimestre anteriorAragarças169 de 24 em Ótimo67,482,7%R$ 303.735
46º 18 posições acima do quadrimestre anteriorMoiporá31 de 4 em Ótimo57,482,3%R$ 58.347
47º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorInhumas3719 de 57 em Ótimo74,581,6%R$ 794.511
48º 7 posições acima do quadrimestre anteriorCaturaí76 de 10 em Ótimo76,181,4%R$ 144.000
49º 4 posições acima do quadrimestre anteriorGuapó146 de 21 em Ótimo71,381,3%R$ 303.735
50º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorAraguapaz62 de 9 em Ótimo64,680,5%R$ 145.041
51º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanto Antônio de Goiás62 de 9 em Ótimo63,480,5%R$ 145.041
52º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorPalmeiras de Goiás158 de 24 em Ótimo69,980,4%R$ 389.388
53º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorJesúpolis31 de 4 em Ótimo61,880,1%R$ 65.694
54º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorNovo Brasil52 de 7 em Ótimo75,879,9%R$ 110.694
55º 21 posições abaixo do quadrimestre anteriorItauçu94 de 13 em Ótimo64,779,8%R$ 200.388
56º=Itaberaí219 de 34 em Ótimo67,679,1%R$ 572.082
57º 17 posições abaixo do quadrimestre anteriorItapirapuã52 de 8 em Ótimo71,278,8%R$ 134.694
58º 1 posições acima do quadrimestre anteriorGoianira4428 de 66 em Ótimo74,177,5%R$ 1.132.470
59º 1 posições acima do quadrimestre anteriorArenópolis54 de 7 em Ótimo76,677,1%R$ 126.000
60º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorItapuranga185 de 27 em Ótimo66,077,0%R$ 477.123
61º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCampestre de Goiás41 de 6 em Ótimo67,376,4%R$ 123.000
62º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Crixás92 de 13 em Ótimo62,575,9%R$ 239.082
63º 3 posições acima do quadrimestre anteriorHeitoraí41 de 6 em Ótimo65,475,6%R$ 127.347
64º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorOuro Verde de Goiás41 de 6 em Ótimo71,775,0%R$ 110.694
65º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorMozarlândia114 de 17 em Ótimo66,075,0%R$ 344.388
66º 2 posições acima do quadrimestre anteriorNerópolis269 de 39 em Ótimo68,173,3%R$ 769.470
67º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorAurilândia50 de 7 em Ótimo59,470,6%R$ 161.694
68º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorGoiânia34642 de 603 em Ótimo59,165,1%R$ 15.964.905
69º 2 posições acima do quadrimestre anteriorGoiás224 de 33 em Ótimo63,064,5%R$ 892.470
70º=Fazenda Nova61 de 9 em Ótimo51,863,9%R$ 233.694
71º 1 posições acima do quadrimestre anteriorTrindade597 de 92 em Ótimo62,561,2%R$ 2.814.981
72º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorNazário100 de 15 em Ótimo58,160,8%R$ 464.388

Quem mais subiu na Macrorregião Centro-Oeste (GO)

Santa Fé de Goiás ganhou 34 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Santa Fé de Goiás62º → 28º · 89,4%▲ 34
  2. Diorama42º → 16º · 90,5%▲ 26
  3. Abadia de Goiás39º → 21º · 90,3%▲ 18
  4. Moiporá64º → 46º · 82,3%▲ 18
  5. Araçu21º → 5º · 94,3%▲ 16
  6. Israelândia29º → 13º · 90,5%▲ 16
  7. Americano do Brasil19º → 7º · 93,0%▲ 12
  8. São Luís de Montes Belos30º → 19º · 90,4%▲ 11
  9. Matrinchã54º → 43º · 83,7%▲ 11
  10. Taquaral de Goiás20º → 10º · 92,4%▲ 10

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na Macrorregião Centro-Oeste (GO) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Jaupaci (GO): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 89,7.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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