Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na Macrorregião Sudoeste (GO)

Perolândia (GO) lidera o ranking na Macrorregião Sudoeste (GO) no 2º quadrimestre de 2026: garante 97,8% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 28 municípios garante até 84,2%; juntos, ficam R$ 11.769.621 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 28 municípios na Macrorregião Sudoeste (GO) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Sudoeste reúne as 2 regiões de saúde Sudoeste I e Sudoeste II.

Municípios no ranking
28
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
84,2%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 11,8 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na Macrorregião Sudoeste (GO): a posição de cada um dos 28 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na Macrorregião Sudoeste (GO) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Perolândia33 de 4 em Ótimo82,497,8%R$ 7.347
2º 3 posições acima do quadrimestre anteriorCachoeira Alta99 de 14 em Ótimo83,892,2%R$ 89.694
3º 12 posições acima do quadrimestre anteriorQuirinópolis2825 de 42 em Ótimo80,291,6%R$ 258.123
4º 6 posições acima do quadrimestre anteriorItarumã54 de 7 em Ótimo78,190,0%R$ 55.347
5ºempatado 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCastelândia22 de 3 em Ótimo76,789,2%R$ 24.000
5ºempatado 1 posições acima do quadrimestre anteriorPortelândia22 de 3 em Ótimo76,789,2%R$ 24.000
7º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorLagoa Santa22 de 3 em Ótimo75,089,2%R$ 24.000
8º 1 posições acima do quadrimestre anteriorParanaiguara75 de 10 em Ótimo75,088,8%R$ 86.694
9º 3 posições acima do quadrimestre anteriorPorteirão11 de 2 em Ótimo66,787,5%R$ 24.000
10º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Rita do Araguaia54 de 7 em Ótimo65,687,3%R$ 70.041
11º=Aparecida do Rio Doce21 de 3 em Ótimo66,785,8%R$ 31.347
12º 1 posições acima do quadrimestre anteriorItajá43 de 6 em Ótimo77,984,8%R$ 79.347
13º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMineiros3521 de 55 em Ótimo76,884,5%R$ 688.164
14º 4 posições acima do quadrimestre anteriorChapadão do Céu95 de 13 em Ótimo74,684,2%R$ 169.041
15º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorAporé43 de 6 em Ótimo67,384,2%R$ 67.347
16º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorMaurilândia84 de 12 em Ótimo67,983,1%R$ 149.388
17º=São Simão115 de 16 em Ótimo68,882,3%R$ 215.082
18º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Helena de Goiás2815 de 43 em Ótimo74,281,8%R$ 623.082
19º 1 posições acima do quadrimestre anteriorAcreúna148 de 22 em Ótimo71,376,7%R$ 398.694
20º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTurvelândia51 de 7 em Ótimo60,976,7%R$ 128.388
21º=Doverlândia61 de 9 em Ótimo66,175,0%R$ 166.041
22º=Caçu112 de 17 em Ótimo66,473,2%R$ 348.735
23º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSanto Antônio da Barra41 de 6 em Ótimo67,371,2%R$ 150.000
24º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMontividiu118 de 17 em Ótimo76,669,8%R$ 415.347
25º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCaiapônia102 de 15 em Ótimo59,767,8%R$ 356.082
26º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSerranópolis52 de 7 em Ótimo60,967,6%R$ 178.347
27º=Rio Verde10526 de 169 em Ótimo65,862,9%R$ 4.395.921
28º=Jataí496 de 74 em Ótimo58,554,4%R$ 2.546.022

Quem mais subiu na Macrorregião Sudoeste (GO)

Quirinópolis ganhou 12 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Quirinópolis15º → 3º · 91,6%▲ 12
  2. Itarumã10º → 4º · 90,0%▲ 6
  3. Chapadão do Céu18º → 14º · 84,2%▲ 4
  4. Cachoeira Alta5º → 2º · 92,2%▲ 3
  5. Porteirão12º → 9º · 87,5%▲ 3
  6. Portelândia6º → 5º · 89,2%▲ 1
  7. Paranaiguara9º → 8º · 88,8%▲ 1
  8. Itajá13º → 12º · 84,8%▲ 1
  9. Mineiros14º → 13º · 84,5%▲ 1
  10. Acreúna20º → 19º · 76,7%▲ 1

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na Macrorregião Sudoeste (GO) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Perolândia (GO): garante 97,8% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 82,4.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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