Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Centro Sul (MG)
Desterro de Entre Rios (MG) lidera o ranking na macrorregião Centro Sul (MG) no 2º quadrimestre de 2026: garante 98,5% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 51 municípios garante até 86,0%; juntos, ficam R$ 11.038.662 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).
O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 51 municípios na macrorregião Centro Sul (MG) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.
Macrorregião Centro Sul reúne as 4 regiões de saúde Barbacena, Congonhas, Conselheiro Lafaiete e São João Del Rei.
- Municípios no ranking
- 51
- com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
- No teto (100%)
- 0
- todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
- Metade garante até
- 86,0%
- do valor máximo (a mediana do recorte)
- Abaixo do teto, por ano
- R$ 11,0 milhões
- soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje
Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026
Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.
Ranking na macrorregião Centro Sul (MG): a posição de cada um dos 51 municípios — Q2 2026
Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.
| Posição | Var. | Município | Equipes | Avaliações por faixa | Nota dos indicadores | Aproveitamento | Abaixo do teto/ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º | 7 posições acima do quadrimestre anterior | Desterro de Entre Rios | 8 | 10 de 12 em Ótimo | 84,8 | 98,5% | R$ 14.694 |
| 2º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Conceição da Barra de Minas | 3 | 4 de 5 em Ótimo | 81,3 | 98,2% | R$ 7.347 |
| 3º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Desterro do Melo | 3 | 3 de 4 em Ótimo | 80,9 | 97,8% | R$ 7.347 |
| 4º | 9 posições acima do quadrimestre anterior | Caranaíba | 2 | 2 de 3 em Ótimo | 76,7 | 96,7% | R$ 7.347 |
| 5º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Piranga | 17 | 20 de 25 em Ótimo | 87,9 | 96,3% | R$ 70.041 |
| 6º | 3 posições abaixo do quadrimestre anterior | Lamim | 5 | 5 de 7 em Ótimo | 74,2 | 96,0% | R$ 22.041 |
| 7º | 10 posições acima do quadrimestre anterior | Resende Costa | 6 | 8 de 10 em Ótimo | 81,8 | 94,7% | R$ 48.000 |
| 8º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | Cipotânea | 7 | 6 de 10 em Ótimo | 78,2 | 94,0% | R$ 46.041 |
| 9º | 3 posições acima do quadrimestre anterior | Capela Nova | 4 | 4 de 6 em Ótimo | 78,8 | 94,0% | R$ 31.347 |
| 10º | 8 posições acima do quadrimestre anterior | Congonhas | 44 | 51 de 64 em Ótimo | 85,1 | 93,5% | R$ 315.000 |
| 11º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Ouro Branco | 23 | 26 de 39 em Ótimo | 81,6 | 92,2% | R$ 262.041 |
| 12º | 7 posições acima do quadrimestre anterior | Itaverava | 7 | 6 de 10 em Ótimo | 79,8 | 91,9% | R$ 62.694 |
| 13º | 13 posições acima do quadrimestre anterior | Rio Espera | 6 | 5 de 9 em Ótimo | 75,0 | 91,6% | R$ 62.694 |
| 14º | 8 posições abaixo do quadrimestre anterior | Santana do Garambéu | 3 | 2 de 4 em Ótimo | 79,4 | 90,5% | R$ 31.347 |
| 15º | 4 posições abaixo do quadrimestre anterior | Paiva | 3 | 2 de 4 em Ótimo | 80,9 | 89,6% | R$ 34.347 |
| 16º | 9 posições acima do quadrimestre anterior | Ibituruna | 3 | 2 de 4 em Ótimo | 79,4 | 89,6% | R$ 34.347 |
| 17º | 7 posições acima do quadrimestre anterior | Santa Cruz de Minas | 4 | 4 de 7 em Ótimo | 69,0 | 89,5% | R$ 72.000 |
| 18º | 11 posições abaixo do quadrimestre anterior | Piedade do Rio Grande | 5 | 4 de 7 em Ótimo | 82,0 | 89,4% | R$ 58.347 |
| 19º | 3 posições abaixo do quadrimestre anterior | Santa Rita de Ibitipoca | 5 | 3 de 7 em Ótimo | 75,0 | 88,1% | R$ 65.694 |
| 20º | 21 posições acima do quadrimestre anterior | Senhora de Oliveira | 7 | 4 de 10 em Ótimo | 78,2 | 87,8% | R$ 94.041 |
| 21º | 1 posições acima do quadrimestre anterior | Senhora dos Remédios | 9 | 8 de 13 em Ótimo | 78,2 | 87,6% | R$ 123.000 |
| 22º | 7 posições abaixo do quadrimestre anterior | Alfredo Vasconcelos | 9 | 7 de 13 em Ótimo | 78,9 | 87,4% | R$ 134.694 |
| 23º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Ritápolis | 3 | 2 de 5 em Ótimo | 67,7 | 86,6% | R$ 55.347 |
| 24º | 10 posições abaixo do quadrimestre anterior | Alto Rio Doce | 9 | 5 de 14 em Ótimo | 71,4 | 86,1% | R$ 149.388 |
| 25º | 10 posições acima do quadrimestre anterior | Ibertioga | 6 | 4 de 9 em Ótimo | 72,6 | 86,1% | R$ 103.347 |
| 26º | 5 posições acima do quadrimestre anterior | Entre Rios de Minas | 11 | 8 de 17 em Ótimo | 77,0 | 86,0% | R$ 203.388 |
| 27º | 4 posições abaixo do quadrimestre anterior | Cristiano Otoni | 4 | 2 de 6 em Ótimo | 67,5 | 85,8% | R$ 62.694 |
| 28º | 6 posições acima do quadrimestre anterior | Tiradentes | 4 | 3 de 7 em Ótimo | 69,0 | 85,5% | R$ 99.000 |
| 29º | 9 posições abaixo do quadrimestre anterior | Lagoa Dourada | 10 | 6 de 15 em Ótimo | 64,8 | 85,4% | R$ 173.388 |
| 30º | 7 posições acima do quadrimestre anterior | Barroso | 16 | 12 de 24 em Ótimo | 78,0 | 85,3% | R$ 272.388 |
| 31º | 2 posições abaixo do quadrimestre anterior | Prados | 5 | 4 de 10 em Ótimo | 74,4 | 85,0% | R$ 144.000 |
| 32º | 8 posições acima do quadrimestre anterior | Dores de Campos | 4 | 2 de 6 em Ótimo | 61,7 | 84,2% | R$ 70.041 |
| 33º | 5 posições abaixo do quadrimestre anterior | Antônio Carlos | 18 | 9 de 25 em Ótimo | 67,3 | 83,4% | R$ 283.776 |
| 34º | 7 posições abaixo do quadrimestre anterior | Bom Sucesso | 15 | 9 de 22 em Ótimo | 75,0 | 83,3% | R$ 276.735 |
| 35º | 30 posições abaixo do quadrimestre anterior | Ressaquinha | 5 | 2 de 7 em Ótimo | 73,4 | 82,4% | R$ 97.041 |
| 36º | 6 posições abaixo do quadrimestre anterior | São Brás do Suaçuí | 6 | 2 de 8 em Ótimo | 74,3 | 82,3% | R$ 116.694 |
| 37º | 4 posições abaixo do quadrimestre anterior | Conselheiro Lafaiete | 67 | 32 de 103 em Ótimo | 66,1 | 81,9% | R$ 1.423.839 |
| 38º | 6 posições abaixo do quadrimestre anterior | Queluzito | 4 | 1 de 5 em Ótimo | 67,4 | 81,7% | R$ 65.694 |
| 39º | 3 posições abaixo do quadrimestre anterior | Carandaí | 23 | 13 de 34 em Ótimo | 76,8 | 80,7% | R$ 490.776 |
| 40º | 7 posições acima do quadrimestre anterior | Casa Grande | 3 | 1 de 4 em Ótimo | 57,4 | 80,1% | R$ 65.694 |
| 41º | 4 posições acima do quadrimestre anterior | Santa Bárbara do Tugúrio | 5 | 1 de 7 em Ótimo | 65,6 | 79,4% | R$ 113.694 |
| 42º | 4 posições abaixo do quadrimestre anterior | Nazareno | 9 | 4 de 13 em Ótimo | 70,6 | 78,2% | R$ 217.041 |
| 43º | 3 posições acima do quadrimestre anterior | São Tiago | 5 | 3 de 9 em Ótimo | 64,9 | 78,0% | R$ 175.347 |
| 44º | 5 posições abaixo do quadrimestre anterior | Madre de Deus de Minas | 5 | 2 de 7 em Ótimo | 64,1 | 77,5% | R$ 124.041 |
| 45º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Catas Altas da Noruega | 5 | 2 de 7 em Ótimo | 71,1 | 76,9% | R$ 127.347 |
| 46º | 4 posições abaixo do quadrimestre anterior | Barbacena | 40 | 15 de 65 em Ótimo | 68,3 | 76,0% | R$ 1.330.776 |
| 47º | 4 posições abaixo do quadrimestre anterior | São Vicente de Minas | 7 | 3 de 11 em Ótimo | 72,7 | 73,1% | R$ 230.694 |
| 48º | = | Jeceaba | 5 | 1 de 7 em Ótimo | 62,5 | 71,2% | R$ 158.694 |
| 49º | 2 posições acima do quadrimestre anterior | Santana dos Montes | 3 | 1 de 5 em Ótimo | 69,8 | 69,2% | R$ 127.347 |
| 50º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | Coronel Xavier Chaves | 3 | 2 de 6 em Ótimo | 48,1 | 65,6% | R$ 132.000 |
| 51º | 1 posições abaixo do quadrimestre anterior | São João del Rei | 32 | 4 de 64 em Ótimo | 57,3 | 58,6% | R$ 2.544.000 |
Quem mais subiu na macrorregião Centro Sul (MG)
Senhora de Oliveira ganhou 21 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.
Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.
- Senhora de Oliveira41º → 20º · 87,8%▲ 21
- Rio Espera26º → 13º · 91,6%▲ 13
- Resende Costa17º → 7º · 94,7%▲ 10
- Ibertioga35º → 25º · 86,1%▲ 10
- Caranaíba13º → 4º · 96,7%▲ 9
- Ibituruna25º → 16º · 89,6%▲ 9
- Congonhas18º → 10º · 93,5%▲ 8
- Dores de Campos40º → 32º · 84,2%▲ 8
- Desterro de Entre Rios8º → 1º · 98,5%▲ 7
- Itaverava19º → 12º · 91,9%▲ 7
Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS
A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.
A regra completa, com os desempates
Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.
1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.
2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.
Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.
Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.
Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador
Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.
Perguntas frequentes
Qual o melhor município na macrorregião Centro Sul (MG) no cofinanciamento da Atenção Primária?
No 2º quadrimestre de 2026, Desterro de Entre Rios (MG): garante 98,5% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 84,8.
Como é calculada a posição no ranking?
Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.
Onde vejo a posição do meu município?
Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.
De onde vêm os dados?
Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.
Este é o ranking do Previne Brasil?
É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.
Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?
Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.
O vocabulário desta página
Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.
Ranking do cofinanciamento
A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.
A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS
Aproveitamento
Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.
É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.
Nota dos indicadores
A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.
Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.
Teto
Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.
Faixa de desempenho
Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.
A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024
IED
Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.
Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS
Região de saúde
O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).
É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.
Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS
Quadrimestre
Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.
Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.
Cofinanciamento federal da APS
O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.
Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024
SIAPS
O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.
Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.