Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Nordeste (MG)

Santa Helena de Minas (MG) lidera o ranking na macrorregião Nordeste (MG) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. 3 municípios já garantem 100% do valor máximo; o desempate é pela nota dos indicadores. Metade dos 57 municípios garante até 88,6%; juntos, ficam R$ 11.669.460 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 57 municípios na macrorregião Nordeste (MG) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Nordeste reúne as 8 regiões de saúde Águas Formosas, Almenara/Jacinto, Itambacuri, Itaobim, Nanuque, Padre Paraíso, Pedra azul e Teófilo Otoni/Malacacheta.

Municípios no ranking
57
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
3
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
88,6%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 11,7 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Nordeste (MG): a posição de cada um dos 57 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Nordeste (MG) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Helena de Minas710 de 10 em Ótimo93,1100,0%no teto
2º 1 posições acima do quadrimestre anteriorRio do Prado69 de 9 em Ótimo91,5100,0%no teto
3º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampanário57 de 7 em Ótimo90,6100,0%no teto
4º 1 posições acima do quadrimestre anteriorAngelândia89 de 12 em Ótimo84,897,7%R$ 22.041
5º 3 posições acima do quadrimestre anteriorMachacalis811 de 12 em Ótimo90,697,5%R$ 24.000
6º 6 posições acima do quadrimestre anteriorPescador55 de 7 em Ótimo82,097,3%R$ 14.694
7º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorComercinho911 de 13 em Ótimo88,396,8%R$ 31.347
8º 9 posições acima do quadrimestre anteriorJequitinhonha2229 de 33 em Ótimo85,696,0%R$ 96.000
9º 15 posições acima do quadrimestre anteriorCatuji78 de 10 em Ótimo83,095,9%R$ 31.347
10º 16 posições acima do quadrimestre anteriorPedra Azul1922 de 28 em Ótimo82,794,7%R$ 110.694
11º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorMedina1619 de 24 em Ótimo84,594,6%R$ 94.041
12º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPadre Paraíso1615 de 23 em Ótimo79,494,6%R$ 95.082
13º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorCarlos Chagas1515 de 22 em Ótimo81,193,9%R$ 101.388
14º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Módica55 de 7 em Ótimo81,393,8%R$ 34.347
15º 1 posições acima do quadrimestre anteriorItaipé1111 de 17 em Ótimo76,693,6%R$ 87.735
16º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorItaobim1817 de 27 em Ótimo74,893,1%R$ 143.082
17º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSerra dos Aimorés79 de 11 em Ótimo88,092,3%R$ 72.000
18º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCrisólita66 de 9 em Ótimo84,892,1%R$ 58.347
19º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorPoté1312 de 19 em Ótimo76,191,7%R$ 119.082
20º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAtaléia1213 de 18 em Ótimo79,991,6%R$ 118.041
21º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorDivisa Alegre77 de 10 em Ótimo85,690,7%R$ 72.000
22º 25 posições acima do quadrimestre anteriorPalmópolis77 de 10 em Ótimo80,990,7%R$ 72.000
23º 7 posições acima do quadrimestre anteriorMalacacheta1411 de 21 em Ótimo73,890,5%R$ 147.429
24º 10 posições acima do quadrimestre anteriorItinga1212 de 18 em Ótimo76,590,4%R$ 125.694
25º 18 posições abaixo do quadrimestre anteriorPavão99 de 13 em Ótimo85,590,3%R$ 96.000
26º 2 posições acima do quadrimestre anteriorFronteira dos Vales54 de 7 em Ótimo78,990,0%R$ 55.347
27º 6 posições acima do quadrimestre anteriorMonte Formoso54 de 7 em Ótimo78,190,0%R$ 55.347
28º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorFelisburgo75 de 10 em Ótimo76,188,8%R$ 86.694
29º 11 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Maria do Salto53 de 7 em Ótimo68,888,6%R$ 62.694
30º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorFranciscópolis43 de 6 em Ótimo80,087,5%R$ 55.347
31º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorSalto da Divisa64 de 9 em Ótimo73,887,3%R$ 94.041
32º 14 posições acima do quadrimestre anteriorDivisópolis108 de 15 em Ótimo75,787,0%R$ 142.041
33º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorNanuque2219 de 35 em Ótimo74,686,8%R$ 348.735
34º 1 posições acima do quadrimestre anteriorÁguas Formosas1813 de 26 em Ótimo77,186,8%R$ 262.041
35º 4 posições acima do quadrimestre anteriorNovo Cruzeiro2014 de 30 em Ótimo76,386,6%R$ 308.082
36º 1 posições acima do quadrimestre anteriorJacinto1312 de 19 em Ótimo85,185,9%R$ 202.347
37º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorUmburatiba21 de 3 em Ótimo80,085,8%R$ 31.347
38º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorLadainha1311 de 20 em Ótimo77,185,4%R$ 233.694
39º 2 posições acima do quadrimestre anteriorRubim97 de 13 em Ótimo80,684,5%R$ 154.347
40º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorMata Verde73 de 10 em Ótimo67,684,3%R$ 121.041
41º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorBandeira52 de 7 em Ótimo75,883,7%R$ 89.694
42º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorFrei Gaspar75 de 10 em Ótimo73,983,5%R$ 127.347
43º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPonto dos Volantes137 de 19 em Ótimo73,182,8%R$ 246.429
44º 12 posições abaixo do quadrimestre anteriorJoaíma148 de 22 em Ótimo72,882,4%R$ 299.082
45º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorÁguas Vermelhas156 de 22 em Ótimo69,982,2%R$ 294.429
46º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorJordânia115 de 16 em Ótimo72,477,8%R$ 269.388
47º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSetubinha115 de 16 em Ótimo70,577,0%R$ 279.735
48º 3 posições acima do quadrimestre anteriorCaraí143 de 22 em Ótimo68,376,0%R$ 411.429
49º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorItambacuri2415 de 37 em Ótimo66,975,6%R$ 660.246
50º=São José do Divino51 de 7 em Ótimo65,675,0%R$ 137.694
51º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlmenara249 de 36 em Ótimo58,974,8%R$ 688.164
52º=Teófilo Otoni7035 de 129 em Ótimo61,674,7%R$ 2.593.041
53º=Santo Antônio do Jacinto125 de 19 em Ótimo62,472,8%R$ 353.388
54º=Ouro Verde de Minas71 de 10 em Ótimo60,670,4%R$ 228.735
55º 1 posições acima do quadrimestre anteriorNovo Oriente de Minas90 de 13 em Ótimo62,167,8%R$ 320.388
56º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorBertópolis51 de 7 em Ótimo56,366,3%R$ 185.694
57º=Cachoeira de Pajeú112 de 16 em Ótimo62,058,4%R$ 505.041

Quem mais subiu na macrorregião Nordeste (MG)

Palmópolis ganhou 25 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Palmópolis47º → 22º · 90,7%▲ 25
  2. Pedra Azul26º → 10º · 94,7%▲ 16
  3. Catuji24º → 9º · 95,9%▲ 15
  4. Divisópolis46º → 32º · 87,0%▲ 14
  5. Itinga34º → 24º · 90,4%▲ 10
  6. Jequitinhonha17º → 8º · 96,0%▲ 9
  7. Malacacheta30º → 23º · 90,5%▲ 7
  8. Pescador12º → 6º · 97,3%▲ 6
  9. Monte Formoso33º → 27º · 90,0%▲ 6
  10. Serra dos Aimorés21º → 17º · 92,3%▲ 4

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Nordeste (MG) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Santa Helena de Minas (MG): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 93,1. Outros 2 também estão no teto; o desempate é pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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