Financiamento da Atenção Primária em Boa Vista da Aparecida/PR — quanto o município deixa na mesa

Boa Vista da Aparecida deixa na mesa

R$ 27 milpor ano

do cofinanciamento federal da Atenção Primária, em 2026, com a classificação de hoje das equipes.

Por mês
R$ 2.250
Do valor máximo
3,5% fica de fora
Até o fim do mandato (2026–2028)
R$ 81 mil
2026 + 2027 + 2028, se a classificação de hoje se mantiver
Recebe R$ 745 mil

R$ 0▲ R$ 27 mil na mesa · teto R$ 772 mil

Com a classificação de hoje, Boa Vista da Aparecida fica R$ 27 mil por ano abaixo do teto do cofinanciamento federal da Atenção Primária — em 2026 e também a partir de 2027.

São 1 avaliações de equipe abaixo do Ótimo — e por trás de cada uma há pessoas com nome, endereço e telefone que faltam ser atendidas.

Veja como recuperar ↓Falar no WhatsApp

Referência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026

Veja como funciona: o que a coordenação de Boa Vista da Aparecida veria no GestorSaúde

Cada equipe, cada indicador e quanto falta para subir de faixa — e, num clique, o nome e o WhatsApp de cada pessoa que falta atender.

  1. 1Veja a matrizcor = faixa da equipe; número = quanto falta para a faixa de cima
  2. 2Clique numa célulao sistema mostra onde o cuidado quebra e como melhorar
  3. 3Chame as pessoasa lista de quem falta atender, com WhatsApp e telefone
GestorSaúde · Desempenho por equipe
Dados fictícios
eSF / eAP

5

Ótimo

16

Bom

0

Suficiente

0

Regular

Demonstração com dados fictícios: desempenho de cada equipe em cada indicador
Equipe ()
ESF Jardim das Flores0000001001
ESF Vila Esperança0000001138
ESF Centro0000001275
ÓtimoBomSuficienteRegular+ ↕ fazer demais também derrubaclique no código da coluna para ordenar · na célula para abrir

↑ Clique em qualquer célula colorida: a gaveta abaixo mostra o que a equipe faria na segunda-feira.

C3 · Cuidado na gestação e puerpério

ESF Vila Esperança

Bom

O pré-natal começa cedo, acontece inteiro e não para no parto?

Conta quem: Soma de 11 boas práticas por gestante/puérpera: 1ª consulta até a 12ª semana (10) e mais dez de 9 pontos — 7 consultas, 7 aferições de pressão, 7 registros de peso e altura, 3 visitas do ACS, dTpa, exames do 1º e do 3º trimestre, consulta e visita no puerpério, atendimento odontológico

Dividido por: Gestantes e puérperas vinculadas à equipe no período × 100 pontos

: A gestação de cada pessoa, mais os 42 dias de puerpério — não o quadrimestre

67,3%

Bom

673

o que foi feito

1.000

o total possível

Nesta equipe, 10 pessoas estão no indicador (gestante): somam 673 pontos de boa prática dos 1.000 possíveis (100 por pessoa) — ou seja, 67,3%.

Faltam 78 pontos de boa prática a mais para esta equipe chegar a Ótimo.

Onde quebra

1ª consulta até a 12ª semana de gestação
7/10
7 consultas de pré-natal
7/10
7 aferições de pressão arterial
4/10
7 registros de peso e altura
7/10
3 visitas do agente comunitário
7/10
Vacina dTpa a partir da 20ª semana
7/10
Sífilis, HIV e hepatites B e C no 1º trimestre
7/10
Sífilis e HIV no 3º trimestre
7/10
Consulta no puerpério
7/10
Visita do agente no puerpério
7/10
Atendimento odontológico na gestação
7/10

6 pessoas com pendência— as mais perto de pontuar primeiro, porque são a ligação mais curta

  • Cláudia O. Pereira

    falta: 7 aferições de pressão arterial · Vacina dTpa a partir da 20ª semana

  • Camila H. Silva

    falta: 7 aferições de pressão arterial · 3 visitas do agente comunitário

  • Luana R. Santos

    falta: 7 consultas de pré-natal · 7 aferições de pressão arterial · Sífilis, HIV e hepatites B e C no 1º trimestre · Atendimento odontológico na gestação

  • Sandra U. Nascimento

    falta: 1ª consulta até a 12ª semana de gestação · 7 aferições de pressão arterial · 7 registros de peso e altura · Sífilis, HIV e hepatites B e C no 1º trimestre · Sífilis e HIV no 3º trimestre · Consulta no puerpério · Visita do agente no puerpério · Atendimento odontológico na gestação

  • Patrícia K. Rodrigues

    falta: 1ª consulta até a 12ª semana de gestação · 7 consultas de pré-natal · 7 aferições de pressão arterial · 7 registros de peso e altura · 3 visitas do agente comunitário · Vacina dTpa a partir da 20ª semana · Sífilis e HIV no 3º trimestre · Consulta no puerpério · Visita do agente no puerpério

  • Patrícia A. Pereira

    falta: 1ª consulta até a 12ª semana de gestação · 7 consultas de pré-natal · 7 aferições de pressão arterial · 7 registros de peso e altura · 3 visitas do agente comunitário · Vacina dTpa a partir da 20ª semana · Sífilis, HIV e hepatites B e C no 1º trimestre · Sífilis e HIV no 3º trimestre · Consulta no puerpério · Visita do agente no puerpério · Atendimento odontológico na gestação

Como melhorar

  1. 1Captar a gestante antes da 12ª semana: é a única prática que vale 10 pontos, e é a que não tem segunda chance — passou o trimestre, perdeu.
  2. 2Marcar a consulta de puerpério e a visita do ACS JUNTO da alta do parto: são 18 pontos que quase sempre ficam em branco por falta de agendamento, não por falta de cuidado.
  3. 3Encaminhar toda gestante para uma consulta odontológica — 9 pontos, e é a prática mais barata de fechar porque a eSB já está na mesma unidade.

Toda sugestão aqui é sobre fazer ou registrar o que aconteceu. Marcar atendimento que não houve é fraude — e o sistema não sugere isso em lugar nenhum.

Nosso número pode ser menor que o oficial. A idade gestacional só é conhecida quando o profissional preenche a semana ou a data da última menstruação na ficha. Sem isso, "1ª consulta até a 12ª semana" e "dTpa a partir da 20ª" não têm como ser aferidas, e a gestante aparece sem esses pontos mesmo tendo sido bem cuidada.

A conferir: A ficha define o acompanhamento pelo período da gestação, que o Siaps conhece pelo desfecho. Aqui a gestação é delimitada pelos registros de pré-natal da própria pessoa (com a idade gestacional quando houver), limitada a 300 dias. É aproximação declarada — e conservadora.

Quanto vale a — eSF 40h

Ótimo

R$ 8.000

Bom

R$ 6.000

Suficiente

R$ 4.000

Regular

R$ 2.000

Valor mensal por equipe, no componente de qualidade. Não é previsão do que esta equipe vai receber — o pagamento usa uma classificação única por equipe, e a regra que junta os indicadores ainda não foi publicada.

Base legal: Portaria GM/MS nº 9.591/2025, Anexos XCIX-A e XCIX-B

2º quadrimestre de 2026 · calculado sob a regra , a partir do .

Dados fictícios. Equipes, pessoas, telefones e contagens foram inventados. As cores seguem a proporção publicada pelo Ministério para Boa Vista da Aparecida em cada indicador no 1º quadrimestre de 2026 — quem é quem continua inventado. A régua, as contas de “quanto falta” e as orientações são as do sistema.

Quero ver com as equipes de Boa Vista da AparecidaFalar no WhatsApp

Boa Vista da Aparecida/PR em números

Boa Vista da Aparecida/PR · 1º quadrimestre de 2026 · valores anuais do componente de desempenho do cofinanciamento federal da APS
MunicípioBoa Vista da Aparecida/PRcódigo IBGE 4103057
População (IBGE)8.023 habitantes
Período de referência1º quadrimestre de 2026
Equipes avaliadas73 eSF · 3 eSB · 1 eMulti
Avaliações de equipe, por faixa109 Ótimo · 1 Bom · 0 Suficiente · 0 Regular
Recebe em 2026 (regra de transição)R$ 745.164 por ano
Recebe a partir de 2027 (classificação de hoje)R$ 745.164 por ano
Corte em 2027nenhumtoda avaliação fora do Ótimo está em Bom
Teto (todas as equipes em Ótimo)R$ 772.164 por ano
Abaixo do teto em 2026R$ 27.000 por ano
Abaixo do teto a partir de 2027R$ 27.000 por ano
Aproveitamento do teto a partir de 202796,5%recebe ÷ teto
Posição em Paraná359º de 399do mais distante do teto para o menos, a partir de 2027
Posição no Brasil5.213ºmesma ordem
FonteSIAPS / Ministério da Saúdecoletado em 21/08/2026
Resumo em texto corrido — para citar

Boa Vista da Aparecida (8.023 habitantes) tem 7 equipes de Atenção Primária avaliadas pelo Ministério da Saúde no 1º quadrimestre de 2026. Com essa classificação, na regra de transição de 2026 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026), o município recebe R$ 745.164 por ano do componente de desempenho do cofinanciamento federal da Atenção Primária — R$ 27.000 abaixo do teto de R$ 772.164, o valor se todas as equipes estivessem em Ótimo. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, o valor não muda — toda avaliação fora do Ótimo está em Bom, que é o que a transição já paga — e a distância até o teto continua R$ 27.000 por ano. Com a classificação de hoje, o aproveitamento a partir de 2027 é de 96,5% do teto: 1 avaliação de equipe está abaixo do Ótimo. Entre os 399 municípios do Paraná, Boa Vista da Aparecida é o 359º mais distante do teto pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — e o 5.213º do país.

Como citar: GestorGPT, “Financiamento da Atenção Primária em Boa Vista da Aparecida/PR”, 1º quadrimestre de 2026. Dados do SIAPS/Ministério da Saúde coletados em 21/08/2026. https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/pr/boavistadaaparecida

O que muda em 2027

A regra de transição não muda o valor de Boa Vista da Aparecida: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom.

Regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026.

Por que muda — e o texto da norma

Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como a única avaliação de Boa Vista da Aparecida abaixo do Ótimo está em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 27.000 por ano.

O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.

“[…] com as classificações “bom”, “suficiente” e “regular” receberão o valor mensal do incentivo referente à classificação “bom”.” (art. 3º, §§ 3º e 4º — o regime de 2026)

“A partir do primeiro quadrimestre de 2027 o incentivo financeiro dos componentes de vínculo e acompanhamento territorial e qualidade será transferido considerando a classificação das equipes.” (art. 3º, § 6º)

Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026 — Diário Oficial da União de 14/05/2026, Edição 89, Seção 1, página 1105. Ler no Diário Oficial · Como os dois regimes são calculados

Até o 1º quadrimestre de 2026, todas as equipes receberam o valor de “Bom” — inclusive as classificadas em Ótimo (no Vínculo, até o 2º quadrimestre). Os valores “em 2026” desta página são os da implantação parcial, aplicados à classificação do 1º quadrimestre de 2026; os “a partir de 2027” assumem a mesma classificação e os valores de hoje, que a própria portaria permite rever por pactuação na Comissão Intergestores Tripartite. É projeção sobre o dado publicado, não valor já decidido.

Onde a diferença se concentra

100% da distância até o teto a partir de 2027 — R$ 27.000 de R$ 27.000 por ano — está no componente Qualidade.

Abaixo do teto a partir de 2027, por componente
ComponenteAbaixo do teto por ano
Qualidade100% do totalR$ 27 mil

Indicadores com mais equipes fora do Ótimo

Os achados, um a um
  • A maior parte da distância até o teto está no componente QualidadeR$ 27.000 por ano pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — 100% do total — vêm do componente Qualidade. A Qualidade é a média de 15 indicadores de cuidado (pré-natal, hipertensão, diabetes, saúde bucal, criança, mulher, pessoa idosa): sobe quando o cuidado acontece e é registrado no prontuário eletrônico.
  • Equipes Multiprofissionais: R$ 27.000 por ano abaixo do teto a partir de 2027São 1 equipe desta modalidade. Com a classificação de hoje, a modalidade rende R$ 81.000 por ano a partir de 2027; no topo da régua renderia R$ 108.000.
  • Cuidado da Pessoa Idosa: 3 equipes fora do ÓtimoDe 3 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 3 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Quatro boas práticas de 25 pontos, todas nos últimos 12 meses: uma consulta com médico ou enfermeiro, peso e altura registrados no mesmo dia, duas visitas do ACS com pelo menos 30 dias entre elas e uma dose da vacina contra influenza. Dose aplicada na campanha e não registrada no e-SUS não conta.
  • Cuidado no Desenvolvimento Infantil: 3 equipes fora do ÓtimoDe 3 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 3 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Até os 2 anos de vida: primeira consulta até o 30º dia; nove consultas e nove registros de peso e altura; duas visitas do ACS (a primeira até os 30 dias de vida, a segunda até os 6 meses); e as vacinas do esquema previsto até os 2 anos, com todas as doses registradas. Criança atendida e não registrada no e-SUS conta como não atendida.
  • Cuidado Integral à Saúde da Mulher: 3 equipes fora do ÓtimoDe 3 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 3 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Quatro públicos, cada um com o seu denominador: rastreio do colo do útero (mulheres de 25 a 64 anos, nos últimos 36 meses), vacina contra HPV (meninas de 9 a 14 anos), atendimento em saúde sexual e reprodutiva (de 14 a 69 anos, nos últimos 12 meses) e rastreio do câncer de mama (de 50 a 69 anos, nos últimos 24 meses). HPV e saúde sexual e reprodutiva valem 30 pontos cada; os dois rastreios, 20 cada — e só conta o que está registrado no prontuário eletrônico.

Por tipo de equipe

Equipes Multiprofissionais (eMulti) concentra R$ 27.000 dos R$ 27.000 por ano abaixo do teto a partir de 2027 — 1 equipe.

Boa Vista da Aparecida/PR · 1º quadrimestre de 2026 · por ano, pela classificação de hoje
Tipo de equipeEquipesRecebe × tetoRecebe a partir de 2027TetoAbaixo do tetoCorte em 2027
Equipe de Saúde da Família (eSF)3R$ 576.000R$ 576.000R$ 0R$ 0
Equipe de Saúde Bucal (eSB)3R$ 88.164R$ 88.164R$ 0R$ 0
Equipe Multiprofissional (eMulti)1R$ 81.000R$ 108.000R$ 27.000R$ 0
Total7R$ 745.164R$ 772.164R$ 27.000R$ 0

As 10 avaliações de equipe, por faixa

Distribuição das avaliações de equipe por faixa em Boa Vista da Aparecida/PRÓtimo: 9; Bom: 1
  • Ótimo: 9(90%)
  • Bom: 1(10%)
Como ler esta tabela

Cada modalidade tem um valor de referência próprio. eSF e eAP são avaliadas nos dois componentes (Vínculo e Qualidade); eSB e eMulti, só na Qualidade. “Recebe” e “abaixo do teto” são os valores da classificação integral, a que vale a partir de 2027 com a classificação de hoje; “corte em 2027” é o que a regra de transição ainda paga em 2026 e deixa de pagar a partir de 2027. Na barra, o comprimento é o teto: azul entra em 2026 e a partir de 2027, cinza é o corte de 2027, vermelho fica abaixo do teto nos dois anos.

Vínculo e Acompanhamento Territorial

As duas dimensões estão em Ótimo em todas as 3 equipes avaliadas.

Boa Vista da Aparecida/PR · 1º quadrimestre de 2026 · equipes por faixa em cada dimensão do Vínculo
DimensãoEquipeFaixasÓtimoBomSuficienteRegularFora do Ótimo
CadastroeSF30000(0%)
AcompanhamentoeSF30000(0%)
O que é o Vínculo e como a nota é calculada

O componente que mede o cadastro do território e o acompanhamento das pessoas cadastradas — metade do valor de desempenho de cada equipe de Saúde da Família (R$ 8.000 por mês em Ótimo, o mesmo da Qualidade). Só as equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) são avaliadas nele. Na regra de transição, o Vínculo pagou o valor de Bom a todas as equipes até o 2º quadrimestre de 2026; a implantação parcial começa no 3º quadrimestre de 2026, e a partir do 1º quadrimestre de 2027 cada equipe recebe pela própria classificação.

No 1º quadrimestre de 2026, 3 equipes foram avaliadas no Vínculo e Acompanhamento Territorial em Boa Vista da Aparecida: 3 em Ótimo. Por dimensão, 3 de 3 estão em Ótimo no Cadastro e 3 de 3 no Acompanhamento. As duas dimensões estão em Ótimo em todas as equipes.

Com todas as equipes em Ótimo no Vínculo, o componente paga o valor máximo — na regra de transição de 2026 e a partir de 2027.

A nota do componente vai de 0 a 10 e soma duas dimensões (Nota Técnica nº 30/2025-CGESCO/DESCO/SAPS/MS). O Cadastro, até 3 pontos, conta as pessoas com cadastro atualizado nos últimos 24 meses: o cadastro individual sozinho vale 0,75; com o cadastro domiciliar e territorial da casa também atualizado, 1,5. O Acompanhamento, até 7 pontos, conta as pessoas cadastradas atendidas nos últimos 12 meses, com peso maior para quem é mais vulnerável: 1,0 sem critério, 1,2 pessoa idosa ou criança, 1,3 quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Bolsa Família e 2,5 quem é as duas coisas.

Indicador a indicador

O indicador com mais equipes fora do Ótimo é Cuidado da Pessoa Idosa: 3 de 3 (eSF). Em 8 de 15 indicadores, mais da metade das equipes está fora do Ótimo.

Do indicador com mais equipes fora do Ótimo para o com menos. O nome abre a regra oficial. Os 15 indicadores

Boa Vista da Aparecida/PR · 1º quadrimestre de 2026 · equipes por faixa em cada indicador de Qualidade
IndicadorEquipePesoFaixasÓtimoBomSuficienteRegularFora do Ótimo
Cuidado da Pessoa IdosaeSF103003(100%)
Cuidado no Desenvolvimento InfantileSF203003(100%)
Cuidado Integral à Saúde da MulhereSF203003(100%)
Mais Acesso à Atenção Primária à SaúdeeSF103003(100%)
Procedimentos Odontológicos preventivos na APSeSB200213(100%)
Cuidado da Pessoa com Diabetes MellituseSF112002(67%)
Cuidado da Gestante e da PuérperaeSF212002(67%)
Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APSeMulti400011(100%)
Cuidado da Pessoa com HipertensãoeSF130000(0%)
1ª Consulta Odontológica programada na APSeSB230000(0%)
Tratamento Odontológico concluído na APSeSB230000(0%)
Taxa de exodontias na APSeSB230000(0%)
Escovação Supervisionada na APSeSB130000(0%)
Tratamento Restaurador Atraumático na APSeSB130000(0%)
Média de atendimentos da eMulti por pessoaeMulti610000(0%)

Subir de faixa é prestar e registrar cuidado — nunca lançar atendimento que não aconteceu.

Como os pesos entram na nota

A nota de Qualidade é a média ponderada de 15 indicadores, e os pesos não são iguais: subir uma faixa num indicador de peso 2 vale o dobro de subir num de peso 1. A partir de 2027, cada equipe de Saúde da Família que sobe uma faixa na nota de Qualidade vale R$ 24.000 a mais por ano; em 2026, pela regra de transição, só a subida para Ótimo muda o valor.

Produção mês a mês

Atendimentos individuais em jul/2026: 3.540. O último trimestre ficou 8,2% abaixo do mesmo trimestre do ano anterior.

  • Atendimentos individuais

    3.540em jul/2026

    ↓ -8,2%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Consultas e atendimentos registrados por profissional de nível superior na APS.

  • Atendimentos odontológicos

    430em jul/2026

    ↑ +3%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Atendimentos registrados pelas equipes de Saúde Bucal.

  • Procedimentos

    16.178em jul/2026

    ↑ +5,6%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Procedimentos realizados na APS (curativos, aferições, coletas, testes rápidos).

  • Visitas domiciliares

    3.152em jul/2026

    ↓ -8,6%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Visitas registradas pelas agentes comunitárias e demais profissionais.

  • Atividades coletivas

    27em jul/2026

    ↓ -33,6%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Grupos, rodas de conversa e ações em escolas registradas pela APS.

Referência: competência mensal · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde — Práticas Assistenciais, divulgadas com 1 a 2 meses de defasagem

A leitura da série e a tabela mês a mês

Entre jan/2025 e jul/2026, Boa Vista da Aparecida registrou 64.875 atendimentos individuais na Atenção Primária — 3.540 no mês mais recente. O ritmo caiu 8,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Queda sustentada de produção antecede queda de classificação: os indicadores do quadrimestre são calculados sobre exatamente esses registros. No mesmo mês foram 3.152 visitas domiciliares registradas — 392,9 por mil habitantes.

É exatamente sobre estes registros do e-SUS APS que os indicadores do quadrimestre são calculados — por isso a curva aqui antecede a classificação de lá. A tendência compara o último trimestre com o mesmo trimestre do ano anterior, para não confundir o recesso de dezembro e janeiro com queda de gestão.

Boa Vista da Aparecida/PR · registros por mês na Atenção Primária (SIAPS / Ministério da Saúde)
MêsAtendimentos individuaisAtendimentos odontológicosProcedimentosVisitas domiciliaresAtividades coletivas
3.17846721.1901.999100
3.88451424.0192.6781.798
3.60746614.0691.8331.866
3.59342812.5892.9221.893
3.71650314.9872.5423.736
3.13839112.2892.2791.930
3.86651015.3733.9321.238
3.19157213.9073.7031.283
3.86657117.0253.3321.890
5.63960118.9522.7042.095
2.69765312.4362.9121.465
2.44133410.7701.258608
2.31639811.93295197
2.49542111.6943.055917
3.83868917.9953.0201.805
3.56852914.9862.6972.447
3.17744913.8192.9222.441
3.12556715.0611.9232.115
3.54043016.1783.15227

Evolução entre quadrimestres

O aproveitamento do teto subiu de 93,6% no 1º quadrimestre de 2025 para 96,5% no 1º quadrimestre de 2026, pela régua integral.

Aproveitamento do teto, pela régua integral
Boa Vista da Aparecida/PR · distância até o teto por quadrimestre, pela régua integral
QuadrimestreAbaixo do teto por anoAproveitamento
1º quadrimestre de 2026R$ 27.00096,5%
3º quadrimestre de 2025R$ 34.34795,6%
2º quadrimestre de 2025R$ 58.34792,4%
1º quadrimestre de 2025R$ 49.04193,6%
Por que a régua é a mesma em todos os quadrimestres

A classificação é refeita a cada quadrimestre. Todos os quadrimestres aqui usam a mesma régua integral, para comparar a classificação — não é o que foi pago em cada período: pela Portaria GM/MS nº 10.994/2026, todas as equipes receberam o valor de Bom até o 1º quadrimestre de 2026.

Rede instalada

As unidades de Atenção Primária ativas no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), separadas do total de estabelecimentos.

Unidades básicas de saúde
4
UBS, unidades de Saúde da Família e postos · 1 para cada 2.006 habitantes
Outros pontos da Atenção Primária
2
Polo Academia da Saúde (2)
Estabelecimentos ativos no CNES
20
todos os tipos, públicos e privados
Os demais estabelecimentos ativos de Boa Vista da Aparecida/PR, por tipo de unidade
Tipo de unidadeQuantidade
Consultório Isolado6
Clínica / Centro de Especialidade3
Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (SADT)2
Hospital Geral1
Unidade Móvel Pré-Hospitalar1
Central de Gestão / Regulação1

Referência: estabelecimentos ativos na data da coleta · Fonte: CNES — Dados Abertos do Ministério da Saúde · coletado em 30/09/2026

Por que o total é bem maior que a rede da Atenção Primária

Todo estabelecimento de saúde, público ou privado, precisa de cadastro no CNES para funcionar (Portaria GM/MS nº 1.646, de 2 de outubro de 2015, art. 4º). Em Boa Vista da Aparecida/PR, o tipo mais numeroso é “Consultório Isolado” (o consultório de um profissional, fora de clínica ou hospital): 6 dos 20 estabelecimentos ativos.

O repasse calculado nesta página é por equipe, não por unidade: são o número e a classificação das equipes que movem os valores acima. Unidades básicas = postos de saúde e centros de saúde/UBS (tipos 1 e 2 do CNES); outros pontos da Atenção Primária = unidade mista, UBS fluvial, apoio à Saúde da Família, saúde indígena e polo da Academia da Saúde.

Perguntas frequentes

Quanto Boa Vista da Aparecida deixa de receber de financiamento federal da Atenção Primária?

Depende do ano; a classificação é a do 1º quadrimestre de 2026. Em 2026, na regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026, Boa Vista da Aparecida recebe R$ 745.164 por ano e fica R$ 27.000 abaixo do teto. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, recebe R$ 745.164 e fica R$ 27.000 por ano abaixo do teto (R$ 2.250 por mês) — o mesmo valor de 2026. O teto, com todas as 7 equipes em Ótimo, é R$ 772.164.

O que muda para Boa Vista da Aparecida em 2027?

A regra de transição não muda o valor de Boa Vista da Aparecida: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom. Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como a única avaliação de Boa Vista da Aparecida abaixo do Ótimo está em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 27.000 por ano. O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.

Por que Boa Vista da Aparecida deixa de receber esse valor?

Porque o cofinanciamento da Atenção Primária paga por FAIXA de desempenho. Uma equipe de Saúde da Família em Ótimo vale R$ 8.000 por mês em cada componente; em Bom, R$ 6.000; em Suficiente, R$ 4.000; em Regular, R$ 2.000 — valores que passam a valer faixa a faixa a partir de 2027. Em 2026, a regra de transição paga o valor de Bom às equipes em Suficiente e Regular. Em Boa Vista da Aparecida, 1 avaliação está abaixo do Ótimo — a maior parte da distância até o teto está no componente qualidade.

Como a reunião de equipe da eMulti passa a contar no M2 em Boa Vista da Aparecida?

A única equipe multiprofissional (eMulti) de Boa Vista da Aparecida está fora do Ótimo no M2 (Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS, peso 4 na nota da eMulti): em Regular. Para chegar a Ótimo, basta ter acima de 5% das ações feitas em conjunto com a equipe de referência — mais de uma a cada 20. O dado público mostra a faixa, não o motivo. A reunião de discussão de caso só entra no numerador quando é registrada com o tema que a faz contar; registrada sem ele, não entra (Nota Técnica nº 44/2026-CGIAD/DEAPS/SAPS/MS). O GestorSaúde compara o cuidado que acontece com o que é contado e aponta o campo exato do prontuário — a ficha, o bloco e a opção —, marcando quais afetam o repasse (glicada no diabetes, tema do projeto terapêutico na eMulti, cadastro domiciliar no Vínculo), equipe por equipe. Também calcula todo mês a nota de cada equipe de saúde bucal (B1 a B6) e multiprofissional (M1 e M2), com a distância até a faixa de cima e as ações de cada indicador. Sem sistema: Quando a reunião de fato discutiu caso, o registro vai na Ficha de Atividade Coletiva: tipo "Reunião de equipe" e, em "Temas para reunião", o tema "Discussão de caso / Projeto Terapêutico Singular".

Como Boa Vista da Aparecida sabe quais crianças de até 2 anos estão com o cuidado em aberto em cada equipe?

As 3 equipes de Boa Vista da Aparecida estão fora do Ótimo no C2 (Cuidado no Desenvolvimento Infantil, peso 2 na nota de Qualidade): 3 em Bom. Cada faixa que uma equipe sobe neste indicador soma 0,5 ponto à nota de Qualidade dela, que vai de 0 a 10. O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais crianças de até 2 anos estão com boa prática em aberto em cada equipe, nem qual — e a nota é somada pessoa por pessoa. O GestorSaúde lista cada pessoa com a boa prática que falta e o telefone do prontuário — crianças de até 2 anos, gestantes, pessoas com diabetes ou hipertensão e pessoas idosas — e exporta a lista. Em cada pessoa da lista há os botões de ligar e de WhatsApp — a mensagem já sai escrita, só com saudação e identificação da equipe, sem nenhuma informação de saúde na tela de bloqueio. E marca o menor grupo de pessoas que, com o cuidado feito e registrado, leva a equipe à faixa de cima — e põe primeiro as famílias mais vulneráveis do cadastro social do município. Na tela, uma pessoa com duas pendências aparece assim: “Cuidado no desenvolvimento infantil · falta: Esquema vacinal completo para a idade · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses)”. Sem sistema: Listar no e-SUS APS as crianças de até 2 anos de cada equipe e conferir, pessoa por pessoa, as 5 boas práticas do C2 contra o que está registrado no prontuário — começando pelas equipes em Bom. O que foi feito e não está registrado vai para o prontuário; o que falta fazer vai para a agenda.

Como Boa Vista da Aparecida sabe quem ficou sem visita do agente comunitário de saúde?

As visitas domiciliares registradas em Boa Vista da Aparecida caíram 8,6% no último trimestre da série, em relação ao mesmo trimestre do ano anterior: foram 3.152 em jul/2026, o mês mais recente desta série. O número do SIAPS é o do município inteiro. Não diz de qual agente, de qual microárea, nem quem ficou sem visita — e a visita do agente comunitário de saúde é boa prática em 5 dos 7 indicadores das equipes de Saúde da Família (C2, C3, C4, C5 e C6). O GestorSaúde mostra as visitas de cada agente no período — inclusive quem não fez nenhuma — e quem já usa o aplicativo e quem nunca entrou. Também mostra, por agente e microárea, quantas pessoas do território estão há mais de 90 dias sem visita — e, ao abrir, quem são, na ordem de prioridade. No celular, a agente recebe a fila de quem está há mais de 90 dias sem visita — gestante, doença crônica, pessoa idosa, criança pequena e quem tem cuidado pendente primeiro. Sem sistema: Pedir a cada agente, microárea por microárea, a relação de quem tem hipertensão, diabetes ou 60 anos ou mais e ainda não tem duas visitas registradas nos últimos 12 meses, com 30 dias entre elas — é boa prática nos três indicadores.

Como esse valor é calculado?

Somando, para cada equipe, o valor da faixa em que ela está, e comparando com o valor que ela teria em Ótimo. A conta usa a classificação publicada pelo próprio Ministério da Saúde (SIAPS) e os valores por faixa da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. Para 2026 aplica-se a regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026: Ótimo recebe Ótimo, e Bom, Suficiente e Regular recebem Bom; a partir de 2027, cada faixa recebe o próprio valor. A metodologia completa, com as derivações e os limites conhecidos, está publicada na página de metodologia deste painel.

Boa Vista da Aparecida consegue recuperar esse dinheiro?

Esse valor é o TETO deixado na mesa, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em todas as equipes é o limite teórico. O que a gestão persegue é subir de faixa onde dá: a partir de 2027, cada faixa que uma equipe de Saúde da Família sobe vale R$ 24 mil a mais por ano em cada componente; em 2026, pela regra de transição, só a chegada a Ótimo muda o valor. E sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu, o que configura dano ao erário.

De onde vêm esses dados?

Da classificação quadrimestral publicada pelo SIAPS (Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde), do Ministério da Saúde; da produção mensal registrada no e-SUS APS e divulgada pelo mesmo sistema; da base de municípios e da estimativa populacional do IBGE; e do CNES para a rede instalada. Referência desta página: 1º quadrimestre de 2026, coletado em 21/08/2026.

Qual é a produção da Atenção Primária em Boa Vista da Aparecida?

Entre jan/2025 e jul/2026, Boa Vista da Aparecida registrou 64.875 atendimentos individuais na Atenção Primária — 3.540 no mês mais recente. O ritmo caiu 8,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Queda sustentada de produção antecede queda de classificação: os indicadores do quadrimestre são calculados sobre exatamente esses registros. No mesmo mês foram 3.152 visitas domiciliares registradas — 392,9 por mil habitantes.

Outros municípios do Paraná estão na mesma situação?

Sim. No 1º quadrimestre de 2026, 392 dos 399 municípios do Paraná com equipes avaliadas estão abaixo do teto — somando, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027), R$ 173,7 milhões por ano no estado inteiro.

Municípios vizinhos — região imediata de Cascavel

Distância de cada um até o teto no mesmo quadrimestre, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027).

Abaixo do teto por ano, a partir de 2027
MunicípioAbaixo do teto por ano
Cascavel368.195 habitantesR$ 5,5 milhões
Capitão Leônidas Marques14.776 habitantesR$ 505 mil
Cafelândia20.145 habitantesR$ 459 mil
Corbélia17.933 habitantesR$ 333 mil
Braganey4.745 habitantesR$ 325 mil
Campo Bonito3.997 habitantesR$ 202 mil
Catanduvas10.621 habitantesR$ 200 mil
Guaraniaçu13.770 habitantesR$ 135 mil
Céu Azul11.255 habitantesR$ 103 mil
Diamante D'Oeste4.513 habitantesR$ 55 mil
Anahy2.971 habitantesR$ 27 mil
Diamante do Sul3.147 habitantesR$ 22 mil

Ver todos os 399 municípios do Paraná · Panorama do Brasil

Glossário

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • Regra de transição de 2026

    Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.

    Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026

  • Corte de 2027

    Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

    Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º

  • Deixa na mesa (abaixo do teto)

    A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.

    É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Vínculo e Acompanhamento Territorial (CVAT)

    Um dos dois componentes avaliados: mede quanto do território está cadastrado e acompanhado.

    Divide-se em duas dimensões — cadastro (quanta gente da área adscrita tem cadastro vivo) e acompanhamento (quanta dessa gente é efetivamente atendida no período). Sobe com busca ativa e cadastro atualizado.

  • Componente Qualidade

    O outro componente avaliado: a média de 15 indicadores de cuidado.

    Pré-natal e puerpério, saúde da mulher, desenvolvimento infantil, hipertensão, diabetes, pessoa idosa, acesso, e sete indicadores de saúde bucal e da equipe multiprofissional. Cada um tem numerador e denominador definidos em nota técnica do Ministério.

  • eSF — Equipe de Saúde da Família

    Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.

    É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).

  • eAP — Equipe de Atenção Primária

    Versão com carga horária reduzida da equipe de Saúde da Família (20h ou 30h).

    A de 30 horas vale metade da eSF; a de 20 horas, metade disso. O relatório público não distingue as duas — este painel assume 30 horas, e é o principal viés conhecido do cálculo.

  • eSB — Equipe de Saúde Bucal

    Dentista e auxiliar/técnico em saúde bucal vinculados a uma equipe de Atenção Primária.

    Avaliada apenas no componente Qualidade, por sete indicadores próprios (primeira consulta programática, escovação supervisionada, tratamento concluído, exodontias, restaurador atraumático, procedimentos preventivos).

  • eMulti — Equipe Multiprofissional

    Fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e outros, apoiando várias equipes de referência.

    Substituiu o NASF-AB em 2023. Avaliada por ações interprofissionais (feitas em conjunto com a equipe de referência) e pela continuidade do acompanhamento.

  • Produção

    A quantidade de atendimentos, procedimentos, visitas e atividades registrados a cada mês.

    É o dado bruto sobre o qual os indicadores do quadrimestre são calculados. Uma queda sustentada de produção antecede uma queda de classificação — e é o único sinal que chega a tempo.

  • e-SUS APS

    O prontuário eletrônico onde a equipe registra o que faz — e de onde saem todos os indicadores.

    Atendimento prestado e não registrado no e-SUS, para o Ministério, não aconteceu — e o município é pago como se não tivesse acontecido. É por isso que boa parte do ganho real está no registro, não em fazer mais.

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, elaborado a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 21/08/2026.

BrasilMetodologiaGestorGPT

Falar no WhatsApp