Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL)

Feliz Deserto (AL) lidera o ranking na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. 2 municípios já garantem 100% do valor máximo; o desempate é pela nota dos indicadores. Metade dos 56 municípios garante até 90,2%; juntos, ficam R$ 23.439.078 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 56 municípios na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde reúne as 6 regiões de saúde 1ª Região de Saúde, 2ª Região de Saúde, 3ª Região de Saúde, 4ª Região de Saúde, 5ª Região de Saúde e 6ª Região de Saúde.

Municípios no ranking
56
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
2
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
90,2%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 23,4 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL): a posição de cada um dos 56 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Feliz Deserto57 de 7 em Ótimo93,8100,0%no teto
2º 23 posições acima do quadrimestre anteriorPorto de Pedras913 de 13 em Ótimo86,7100,0%no teto
3º=Campo Alegre2333 de 34 em Ótimo93,699,7%R$ 7.347
4º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorBranquinha1113 de 16 em Ótimo89,398,2%R$ 22.041
5º 1 posições acima do quadrimestre anteriorIgreja Nova2127 de 31 em Ótimo91,198,0%R$ 46.041
6º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPaulo Jacinto912 de 13 em Ótimo91,197,6%R$ 24.000
7º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSantana do Mundaú1114 de 16 em Ótimo86,797,2%R$ 34.347
8º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPiaçabuçu1215 de 18 em Ótimo85,697,1%R$ 38.694
9º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPenedo4149 de 61 em Ótimo85,696,8%R$ 148.470
10º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorQuebrangulo1112 de 16 em Ótimo83,896,2%R$ 46.041
11º 13 posições acima do quadrimestre anteriorSão Brás78 de 10 em Ótimo85,695,9%R$ 31.347
12º 5 posições acima do quadrimestre anteriorMar Vermelho56 de 7 em Ótimo88,395,6%R$ 24.000
13º 3 posições acima do quadrimestre anteriorNovo Lino1113 de 16 em Ótimo88,695,2%R$ 58.347
14º 1 posições acima do quadrimestre anteriorFlexeiras1113 de 16 em Ótimo87,095,2%R$ 58.347
15º 12 posições acima do quadrimestre anteriorPilar2626 de 39 em Ótimo80,494,9%R$ 145.470
16º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorUnião dos Palmares3639 de 54 em Ótimo85,194,9%R$ 202.776
17º 3 posições acima do quadrimestre anteriorBarra de São Miguel810 de 12 em Ótimo87,594,7%R$ 51.000
18º 4 posições acima do quadrimestre anteriorJaparatinga910 de 13 em Ótimo83,994,4%R$ 55.347
19º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Luzia do Norte99 de 13 em Ótimo81,094,3%R$ 56.388
20º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorTeotônio Vilela4051 de 59 em Ótimo92,693,9%R$ 270.000
21º 10 posições acima do quadrimestre anteriorJoaquim Gomes1617 de 24 em Ótimo82,593,3%R$ 118.041
22º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorCoruripe4250 de 62 em Ótimo91,893,2%R$ 316.041
23º=Coqueiro Seco66 de 9 em Ótimo87,891,7%R$ 55.347
24º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorParipueira1111 de 16 em Ótimo82,591,2%R$ 106.347
25º 10 posições acima do quadrimestre anteriorAnadia1719 de 26 em Ótimo82,891,1%R$ 182.694
26º 3 posições acima do quadrimestre anteriorSão Miguel dos Campos4039 de 60 em Ótimo80,591,0%R$ 411.429
27º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorCapela1717 de 25 em Ótimo81,891,0%R$ 169.041
28º 16 posições abaixo do quadrimestre anteriorRoteiro76 de 10 em Ótimo79,890,5%R$ 73.041
29º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorIbateguara1211 de 18 em Ótimo83,189,9%R$ 134.694
30º 7 posições acima do quadrimestre anteriorJundiá54 de 7 em Ótimo74,289,4%R$ 58.347
31º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMarechal Deodoro4538 de 67 em Ótimo77,388,4%R$ 563.205
32º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampestre76 de 10 em Ótimo82,488,0%R$ 92.694
33º 3 posições acima do quadrimestre anteriorRio Largo7461 de 111 em Ótimo77,587,9%R$ 1.003.593
34º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorColônia Leopoldina1512 de 23 em Ótimo77,287,8%R$ 212.082
35º 4 posições acima do quadrimestre anteriorBarra de Santo Antônio127 de 18 em Ótimo75,087,6%R$ 164.082
36º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorJequiá da Praia1213 de 18 em Ótimo86,387,3%R$ 178.347
37º 16 posições abaixo do quadrimestre anteriorChã Preta96 de 13 em Ótimo80,687,1%R$ 128.388
38º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorPindoba21 de 3 em Ótimo65,085,8%R$ 31.347
39º 4 posições acima do quadrimestre anteriorPorto Real do Colégio2018 de 30 em Ótimo77,685,4%R$ 334.041
40º=Atalaia3526 de 53 em Ótimo79,885,1%R$ 599.082
41º=Murici2317 de 34 em Ótimo78,784,9%R$ 385.041
42º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorMessias1411 de 21 em Ótimo77,584,6%R$ 250.347
43º 9 posições acima do quadrimestre anteriorPasso de Camaragibe136 de 19 em Ótimo67,784,0%R$ 229.776
44º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorViçosa2111 de 32 em Ótimo73,084,0%R$ 385.470
45º 5 posições acima do quadrimestre anteriorJunqueiro2619 de 38 em Ótimo79,583,8%R$ 465.429
46º 5 posições acima do quadrimestre anteriorPorto Calvo2218 de 33 em Ótimo79,782,4%R$ 428.082
47º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Miguel dos Milagres93 de 13 em Ótimo71,082,2%R$ 176.388
48º 7 posições acima do quadrimestre anteriorSão Luís do Quitunde2413 de 36 em Ótimo72,781,9%R$ 493.776
49º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorBoca da Mata1810 de 29 em Ótimo72,281,6%R$ 426.123
50º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorJacuípe63 de 9 em Ótimo58,378,9%R$ 140.082
51º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMaragogi2513 de 39 em Ótimo71,577,9%R$ 682.776
52º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMatriz de Camaragibe238 de 34 em Ótimo69,377,8%R$ 563.817
53º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão José da Laje229 de 33 em Ótimo69,377,3%R$ 549.123
54º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorCajueiro187 de 27 em Ótimo64,476,5%R$ 504.123
55º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSatuba144 de 21 em Ótimo70,772,9%R$ 420.735
56º=Maceió250135 de 443 em Ótimo70,469,2%R$ 11.086.104

Quem mais subiu na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL)

Porto de Pedras ganhou 23 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Porto de Pedras25º → 2º · 100,0%▲ 23
  2. São Brás24º → 11º · 95,9%▲ 13
  3. Pilar27º → 15º · 94,9%▲ 12
  4. Joaquim Gomes31º → 21º · 93,3%▲ 10
  5. Anadia35º → 25º · 91,1%▲ 10
  6. Passo de Camaragibe52º → 43º · 84,0%▲ 9
  7. Jundiá37º → 30º · 89,4%▲ 7
  8. São Luís do Quitunde55º → 48º · 81,9%▲ 7
  9. Mar Vermelho17º → 12º · 95,6%▲ 5
  10. Junqueiro50º → 45º · 83,8%▲ 5

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião 1ª Macrorregião de Saúde (AL) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Feliz Deserto (AL): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 93,8. Outros 1 também estão no teto; o desempate é pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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