Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL)

Monteirópolis (AL) lidera o ranking na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. 3 municípios já garantem 100% do valor máximo; o desempate é pela nota dos indicadores. Metade dos 46 municípios garante até 90,9%; juntos, ficam R$ 10.069.974 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 46 municípios na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde reúne as 4 regiões de saúde 10ª Região de Saúde, 7ª Região de Saúde, 8ª Região de Saúde e 9ª Região de Saúde.

Municípios no ranking
46
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
3
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
90,9%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 10,1 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL): a posição de cada um dos 46 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 5 posições acima do quadrimestre anteriorMonteirópolis913 de 13 em Ótimo93,1100,0%no teto
2º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorBelo Monte710 de 10 em Ótimo91,5100,0%no teto
3º=Senador Rui Palmeira1116 de 16 em Ótimo90,6100,0%no teto
4º 3 posições acima do quadrimestre anteriorCraíbas2231 de 33 em Ótimo91,898,1%R$ 48.000
5º 15 posições acima do quadrimestre anteriorDois Riachos1114 de 16 em Ótimo85,497,4%R$ 31.347
6º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorBelém55 de 7 em Ótimo82,897,3%R$ 14.694
7º 2 posições acima do quadrimestre anteriorJacaré dos Homens77 de 10 em Ótimo84,697,1%R$ 22.041
8º=Maravilha911 de 13 em Ótimo82,396,8%R$ 31.347
9º 2 posições acima do quadrimestre anteriorSantana do Ipanema3037 de 48 em Ótimo81,996,7%R$ 130.776
10º=Taquarana2024 de 30 em Ótimo83,696,6%R$ 77.388
11º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorOlivença1014 de 15 em Ótimo90,895,4%R$ 54.000
12º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorEstrela de Alagoas1516 de 22 em Ótimo83,495,3%R$ 77.388
13º=Olho d'Água das Flores1721 de 25 em Ótimo85,295,2%R$ 89.694
14º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCanapi1418 de 22 em Ótimo86,895,1%R$ 82.347
15º 3 posições acima do quadrimestre anteriorOlho d'Água do Casado99 de 13 em Ótimo81,095,1%R$ 49.041
16º=Inhapi1417 de 23 em Ótimo82,295,0%R$ 97.041
17º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão José da Tapera2935 de 43 em Ótimo88,294,7%R$ 169.041
18º 12 posições acima do quadrimestre anteriorJaramataia78 de 10 em Ótimo89,493,8%R$ 48.000
19º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorGirau do Ponciano2731 de 43 em Ótimo84,193,1%R$ 241.041
20º 5 posições acima do quadrimestre anteriorTraipu2120 de 32 em Ótimo83,192,1%R$ 195.429
21º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorMajor Isidoro1514 de 22 em Ótimo74,592,1%R$ 130.776
22º 12 posições acima do quadrimestre anteriorCacimbinhas109 de 15 em Ótimo80,791,5%R$ 94.041
23º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorIgaci2521 de 37 em Ótimo80,990,9%R$ 250.776
24º 18 posições acima do quadrimestre anteriorPoço das Trincheiras1210 de 18 em Ótimo77,090,9%R$ 128.388
25º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorLagoa da Canoa1916 de 28 em Ótimo80,790,7%R$ 195.429
26º 12 posições acima do quadrimestre anteriorPão de Açúcar2325 de 34 em Ótimo87,690,6%R$ 238.041
27º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMata Grande1514 de 24 em Ótimo83,090,0%R$ 197.388
28º 4 posições acima do quadrimestre anteriorÁgua Branca2116 de 31 em Ótimo76,889,9%R$ 234.123
29º=Minador do Negrão76 de 10 em Ótimo82,489,3%R$ 82.347
30º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorLimoeiro de Anadia2527 de 39 em Ótimo87,889,3%R$ 330.735
31º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorPiranhas1511 de 22 em Ótimo73,189,0%R$ 181.776
32º 1 posições acima do quadrimestre anteriorBatalha1510 de 22 em Ótimo68,788,3%R$ 193.470
33º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSão Sebastião3635 de 54 em Ótimo81,887,9%R$ 479.082
34º 10 posições acima do quadrimestre anteriorOuro Branco88 de 13 em Ótimo75,087,8%R$ 137.694
35º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMaribondo129 de 18 em Ótimo73,887,2%R$ 180.735
36º 3 posições acima do quadrimestre anteriorPalmeira dos Índios4940 de 74 em Ótimo77,387,0%R$ 700.899
37º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCoité do Nóia85 de 13 em Ótimo73,886,4%R$ 142.041
38º 16 posições abaixo do quadrimestre anteriorCarneiros1010 de 15 em Ótimo78,586,3%R$ 149.694
39º 1 posições acima do quadrimestre anteriorFeira Grande1610 de 24 em Ótimo72,986,3%R$ 243.429
40º 17 posições abaixo do quadrimestre anteriorPalestina74 de 10 em Ótimo73,985,5%R$ 111.735
41º 15 posições abaixo do quadrimestre anteriorTanque d'Arca74 de 10 em Ótimo76,185,3%R$ 113.694
42º 11 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampo Grande119 de 16 em Ótimo76,985,1%R$ 181.347
43º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorArapiraca13479 de 209 em Ótimo73,385,0%R$ 2.420.085
44º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPariconha1110 de 16 em Ótimo83,481,4%R$ 226.347
45º 1 posições acima do quadrimestre anteriorDelmiro Gouveia3520 de 56 em Ótimo70,877,7%R$ 1.028.205
46º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorOlho d'Água Grande71 de 10 em Ótimo54,869,0%R$ 239.082

Quem mais subiu na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL)

Poço das Trincheiras ganhou 18 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Poço das Trincheiras42º → 24º · 90,9%▲ 18
  2. Dois Riachos20º → 5º · 97,4%▲ 15
  3. Jaramataia30º → 18º · 93,8%▲ 12
  4. Cacimbinhas34º → 22º · 91,5%▲ 12
  5. Pão de Açúcar38º → 26º · 90,6%▲ 12
  6. Ouro Branco44º → 34º · 87,8%▲ 10
  7. Monteirópolis6º → 1º · 100,0%▲ 5
  8. Traipu25º → 20º · 92,1%▲ 5
  9. Água Branca32º → 28º · 89,9%▲ 4
  10. São Sebastião37º → 33º · 87,9%▲ 4

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião 2ª Macrorregião de Saúde (AL) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Monteirópolis (AL): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 93,1. Outros 2 também estão no teto; o desempate é pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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