Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária no Amazonas — 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025)

São Sebastião do Uatumã (AM) lidera o ranking no Amazonas no 1º quadrimestre de 2025: garante 90,8% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 62 municípios garante até 73,3%; juntos, ficam R$ 72.582.972 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 62 municípios no Amazonas pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Municípios no ranking
62
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
73,3%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 72,6 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 1º quadrimestre de 2025 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking no Amazonas: a posição de cada um dos 62 municípios — Q1 2025

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS no Amazonas — 1º quadrimestre de 2025. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º—São Sebastião do Uatumã97 de 12 em Ótimo77,390,8%R$ 83.388
2º—Santo Antônio do Içá1610 de 24 em Ótimo69,886,8%R$ 244.470
3º—Beruri107 de 17 em Ótimo68,286,7%R$ 190.041
4º—Silves83 de 10 em Ótimo66,586,3%R$ 87.735
5º—Novo Airão116 de 16 em Ótimo69,885,5%R$ 176.388
6º—Itacoatiara5436 de 83 em Ótimo74,885,4%R$ 964.593
7º—Itapiranga95 de 13 em Ótimo66,183,9%R$ 159.735
8º—Tefé3616 de 51 em Ótimo67,283,7%R$ 609.981
9º—Boa Vista do Ramos103 de 13 em Ótimo62,383,4%R$ 143.082
10º—Maraã115 de 16 em Ótimo67,983,1%R$ 205.776
11º—Itamarati42 de 6 em Ótimo55,082,5%R$ 77.388
12º—Manaquiri83 de 12 em Ótimo70,182,5%R$ 169.041
13º—Alvarães95 de 13 em Ótimo70,181,9%R$ 166.041
14º—Autazes228 de 30 em Ótimo67,781,8%R$ 382.164
15º—Manacapuru5526 de 85 em Ótimo64,581,5%R$ 1.240.716
16º—Urucurituba137 de 20 em Ótimo69,280,8%R$ 291.429
17º—Tabatinga3113 de 48 em Ótimo70,280,5%R$ 746.511
18º—Barreirinha135 de 17 em Ótimo56,780,5%R$ 216.552
19º—Manicoré3410 de 46 em Ótimo66,478,8%R$ 691.287
20º—Urucará145 de 21 em Ótimo60,978,5%R$ 349.776
21º—Iranduba4114 de 53 em Ótimo63,578,4%R$ 749.022
22º—Tapauá134 de 18 em Ótimo61,078,3%R$ 275.817
23º—Eirunepé177 de 24 em Ótimo54,477,9%R$ 379.593
24º—Careiro da Várzea71 de 8 em Ótimo48,975,5%R$ 90.123
25º—Caapiranga114 de 16 em Ótimo59,775,5%R$ 297.429
26º—São Gabriel da Cachoeira164 de 24 em Ótimo55,475,2%R$ 458.511
27º—Uarini136 de 20 em Ótimo62,475,2%R$ 396.735
28º—Codajás186 de 26 em Ótimo58,874,7%R$ 483.552
29º—Anori173 de 24 em Ótimo63,273,7%R$ 451.164
30º—Humaitá3313 de 50 em Ótimo63,373,6%R$ 1.045.164
31º—Coari5015 de 80 em Ótimo67,173,4%R$ 1.831.593
32º—Pauini72 de 11 em Ótimo55,173,1%R$ 204.735
33º—Barcelos123 de 19 em Ótimo59,773,0%R$ 402.123
34º—Carauari124 de 18 em Ótimo55,572,9%R$ 381.123
35º—Boca do Acre165 de 24 em Ótimo57,372,8%R$ 481.470
36º—Benjamin Constant184 de 30 em Ótimo61,872,6%R$ 680.817
37º—Novo Aripuanã135 de 20 em Ótimo61,872,5%R$ 440.388
38º—Nhamundá101 de 13 em Ótimo50,071,5%R$ 222.858
39º—Anamã142 de 21 em Ótimo62,471,3%R$ 489.429
40º—Careiro216 de 27 em Ótimo62,571,3%R$ 502.164
41º—Nova Olinda do Norte195 de 26 em Ótimo59,470,7%R$ 543.858
42º—Apuí185 de 26 em Ótimo64,370,5%R$ 563.817
43º—Santa Isabel do Rio Negro131 de 20 em Ótimo58,769,7%R$ 484.470
44º—Envira174 de 27 em Ótimo57,269,6%R$ 669.123
45º—Parintins505 de 77 em Ótimo59,669,6%R$ 1.805.451
46º—Lábrea3313 de 53 em Ótimo54,568,2%R$ 1.367.634
47º—Guajará122 de 17 em Ótimo56,067,4%R$ 405.123
48º—Presidente Figueiredo272 de 41 em Ótimo57,866,6%R$ 1.025.634
49º—Rio Preto da Eva316 de 47 em Ótimo63,165,6%R$ 1.261.899
50º—Fonte Boa151 de 20 em Ótimo46,565,2%R$ 463.899
51º—Atalaia do Norte112 de 19 em Ótimo61,164,7%R$ 574.041
52º—Japurá61 de 8 em Ótimo48,862,9%R$ 186.123
53º—Juruá92 de 14 em Ótimo52,962,5%R$ 404.082
54º—Amaturá71 de 10 em Ótimo54,861,1%R$ 300.735
55º—Ipixuna141 de 23 em Ótimo58,960,5%R$ 771.429
56º—São Paulo de Olivença190 de 32 em Ótimo55,460,2%R$ 1.095.735
57º—Jutaí151 de 24 em Ótimo54,659,3%R$ 838.776
58º—Tonantins141 de 22 em Ótimo54,856,3%R$ 781.776
59º—Manaus64675 de 1.105 em Ótimo55,154,9%R$ 38.143.971
60º—Borba130 de 19 em Ótimo46,453,7%R$ 628.899
61º—Maués352 de 57 em Ótimo46,547,5%R$ 2.256.552
62º—Canutama70 de 12 em Ótimo48,746,0%R$ 550.041

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (1º quadrimestre de 2025); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

O ranking no Amazonas em cada quadrimestre

O resultado de cada quadrimestre publicado pelo Ministério da Saúde, com a variação para o anterior.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município no Amazonas no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 1º quadrimestre de 2025, São Sebastião do Uatumã (AM): garante 90,8% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 77,3.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (1º quadrimestre de 2025). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Onde vejo o ranking de outros quadrimestres no Amazonas (Q1 2025, Q2 2025, Q3 2025…)?

Cada quadrimestre publicado pelo Ministério tem a sua página, com a posição de cada município e a variação para o quadrimestre anterior: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/ranking/quadrimestre/2025q2/am (troque o “2025q2” pelo quadrimestre).

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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