Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária em Sergipe — 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025)

Santana do São Francisco (SE) lidera o ranking em Sergipe no 1º quadrimestre de 2025: garante 89,5% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 75 municípios garante até 76,6%; juntos, ficam R$ 52.170.900 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 75 municípios em Sergipe pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Municípios no ranking
75
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
76,6%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 52,2 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 1º quadrimestre de 2025 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking em Sergipe: a posição de cada um dos 75 municípios — Q1 2025

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS em Sergipe — 1º quadrimestre de 2025. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º—Santana do São Francisco96 de 13 em Ótimo71,489,5%R$ 104.388
2º—Tomar do Geru86 de 13 em Ótimo67,987,1%R$ 134.694
3º—Malhador107 de 16 em Ótimo68,686,5%R$ 171.429
4º—Ribeirópolis158 de 22 em Ótimo68,086,3%R$ 226.776
5º—Amparo do São Francisco21 de 3 em Ótimo61,785,8%R$ 31.347
6º—Canhoba53 de 7 em Ótimo71,185,0%R$ 82.347
7º—Pacatuba137 de 19 em Ótimo68,584,9%R$ 217.470
8º—Nossa Senhora Aparecida94 de 13 em Ótimo64,584,7%R$ 152.388
9º—Maruim106 de 17 em Ótimo63,084,5%R$ 221.388
10º—Nossa Senhora da Glória2112 de 34 em Ótimo64,884,4%R$ 426.123
11º—Monte Alegre de Sergipe116 de 17 em Ótimo65,384,4%R$ 215.082
12º—Itabaianinha2313 de 36 em Ótimo66,084,3%R$ 451.164
13º—Pirambu94 de 13 em Ótimo62,583,9%R$ 159.735
14º—Gararu115 de 16 em Ótimo62,783,7%R$ 198.429
15º—Poço Redondo2110 de 35 em Ótimo64,983,6%R$ 411.429
16º—Nossa Senhora de Lourdes73 de 10 em Ótimo68,682,4%R$ 135.735
17º—Cedro de São João73 de 10 em Ótimo71,882,2%R$ 137.694
18º—Santo Amaro das Brotas105 de 17 em Ótimo64,281,9%R$ 224.082
19º—Tobias Barreto3416 de 51 em Ótimo65,481,9%R$ 708.981
20º—Poço Verde126 de 20 em Ótimo64,881,8%R$ 300.735
21º—Pedrinhas83 de 12 em Ótimo63,481,7%R$ 176.388
22º—Muribeca83 de 12 em Ótimo62,581,7%R$ 176.388
23º—São Francisco54 de 7 em Ótimo77,381,2%R$ 103.347
24º—Carmópolis125 de 18 em Ótimo62,881,1%R$ 250.776
25º—Canindé de São Francisco239 de 35 em Ótimo63,180,9%R$ 515.817
26º—Capela3112 de 46 em Ótimo67,880,4%R$ 629.511
27º—Frei Paulo135 de 20 em Ótimo64,780,2%R$ 317.388
28º—Arauá105 de 15 em Ótimo60,980,0%R$ 237.123
29º—Itaporanga d'Ajuda3113 de 47 em Ótimo62,179,8%R$ 708.246
30º—Cumbe51 de 7 em Ótimo65,679,4%R$ 113.694
31º—Campo do Brito159 de 22 em Ótimo68,279,3%R$ 343.041
32º—Barra dos Coqueiros239 de 34 em Ótimo65,978,9%R$ 536.817
33º—Riachão do Dantas95 de 15 em Ótimo59,478,3%R$ 269.388
34º—Indiaroba136 de 19 em Ótimo54,977,2%R$ 326.817
35º—Moita Bonita114 de 17 em Ótimo67,277,1%R$ 316.041
36º—Rosário do Catete91 de 13 em Ótimo63,376,7%R$ 231.735
37º—Itabi42 de 6 em Ótimo68,376,7%R$ 103.347
38º—Areia Branca134 de 20 em Ótimo59,276,6%R$ 373.776
39º—Ilha das Flores93 de 13 em Ótimo61,775,6%R$ 242.082
40º—São Miguel do Aleixo51 de 7 em Ótimo53,175,4%R$ 135.735
41º—Feira Nova60 de 9 em Ótimo62,875,0%R$ 166.041
42º—Carira164 de 26 em Ótimo60,074,8%R$ 568.776
43º—Japoatã134 de 19 em Ótimo63,374,5%R$ 366.429
44º—Simão Dias224 de 35 em Ótimo63,374,3%R$ 750.429
45º—Propriá215 de 32 em Ótimo58,773,7%R$ 628.470
46º—Riachuelo113 de 16 em Ótimo58,173,2%R$ 325.776
47º—Itabaiana5014 de 80 em Ótimo56,173,2%R$ 1.714.104
48º—Pinhão71 de 10 em Ótimo66,072,3%R$ 214.041
49º—Pedra Mole41 de 6 em Ótimo62,572,2%R$ 145.041
50º—Aquidabã163 de 26 em Ótimo55,072,1%R$ 584.817
51º—General Maynard41 de 7 em Ótimo70,572,1%R$ 115.347
52º—Boquim176 de 28 em Ótimo55,772,0%R$ 661.776
53º—Telha31 de 4 em Ótimo54,471,9%R$ 92.694
54º—Santa Rosa de Lima51 de 7 em Ótimo60,270,6%R$ 161.694
55º—Macambira72 de 10 em Ótimo54,870,4%R$ 228.735
56º—Porto da Folha154 de 26 em Ótimo55,570,0%R$ 668.082
57º—Nossa Senhora das Dores204 de 30 em Ótimo55,269,3%R$ 678.858
58º—Cristinápolis194 de 28 em Ótimo57,068,9%R$ 648.123
59º—Neópolis153 de 23 em Ótimo54,868,8%R$ 544.164
60º—Umbaúba165 de 25 em Ótimo56,368,7%R$ 630.429
61º—Lagarto425 de 72 em Ótimo58,168,0%R$ 1.983.246
62º—Divina Pastora60 de 9 em Ótimo62,867,8%R$ 214.041
63º—Graccho Cardoso82 de 11 em Ótimo54,167,2%R$ 289.041
64º—Estância349 de 54 em Ótimo51,966,8%R$ 1.378.287
65º—São Cristóvão487 de 76 em Ótimo63,565,9%R$ 2.026.593
66º—Malhada dos Bois40 de 6 em Ótimo65,064,2%R$ 158.694
67º—Japaratuba202 de 30 em Ótimo51,563,9%R$ 826.899
68º—Santa Luzia do Itanhy163 de 23 em Ótimo56,462,2%R$ 667.776
69º—Siriri91 de 13 em Ótimo56,060,5%R$ 392.388
70º—Salgado140 de 22 em Ótimo54,858,5%R$ 735.429
71º—Laranjeiras241 de 36 em Ótimo54,358,4%R$ 1.137.858
72º—Nossa Senhora do Socorro1325 de 201 em Ótimo55,755,9%R$ 6.726.984
73º—Aracaju2256 de 380 em Ótimo58,455,8%R$ 13.876.536
74º—São Domingos90 de 15 em Ótimo52,952,9%R$ 575.694
75º—Brejo Grande70 de 11 em Ótimo47,745,3%R$ 468.735

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (1º quadrimestre de 2025); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

O ranking em Sergipe em cada quadrimestre

O resultado de cada quadrimestre publicado pelo Ministério da Saúde, com a variação para o anterior.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município em Sergipe no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 1º quadrimestre de 2025, Santana do São Francisco (SE): garante 89,5% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 71,4.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (1º quadrimestre de 2025). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Onde vejo o ranking de outros quadrimestres em Sergipe (Q1 2025, Q2 2025, Q3 2025…)?

Cada quadrimestre publicado pelo Ministério tem a sua página, com a posição de cada município e a variação para o quadrimestre anterior: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/ranking/quadrimestre/2025q2/se (troque o “2025q2” pelo quadrimestre).

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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