Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião Região CENTRO (MS)

Figueirão (MS) lidera o ranking na macrorregião Região CENTRO (MS) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 29 municípios garante até 84,3%; juntos, ficam R$ 18.250.485 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 29 municípios na macrorregião Região CENTRO (MS) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião Região CENTRO reúne as 3 regiões de saúde Baixo Pantanal, Centro e Norte.

Municípios no ranking
29
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
1
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
84,3%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 18,3 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião Região CENTRO (MS): a posição de cada um dos 29 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião Região CENTRO (MS) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 4 posições acima do quadrimestre anteriorFigueirão23 de 3 em Ótimo83,3100,0%no teto
2º 4 posições acima do quadrimestre anteriorPedro Gomes55 de 7 em Ótimo78,194,3%R$ 31.347
3º=Guia Lopes da Laguna66 de 9 em Ótimo78,994,2%R$ 38.694
4º 9 posições acima do quadrimestre anteriorBodoquena78 de 10 em Ótimo83,593,8%R$ 48.000
5º 2 posições acima do quadrimestre anteriorJardim1418 de 22 em Ótimo82,293,5%R$ 110.694
6º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorCamapuã1212 de 18 em Ótimo81,191,1%R$ 118.041
7º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorBandeirantes44 de 6 em Ótimo76,090,8%R$ 48.000
8º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorCoxim1815 de 27 em Ótimo77,190,6%R$ 188.082
9º 7 posições acima do quadrimestre anteriorAlcinópolis55 de 7 em Ótimo78,989,4%R$ 48.000
10º 1 posições acima do quadrimestre anteriorAquidauana3630 de 53 em Ótimo76,488,6%R$ 453.552
11º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorBonito118 de 16 em Ótimo75,688,1%R$ 145.041
12º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorPorto Murtinho118 de 17 em Ótimo75,085,5%R$ 188.082
13º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCaracol75 de 10 em Ótimo74,584,7%R$ 118.041
14º 3 posições acima do quadrimestre anteriorRibas do Rio Pardo117 de 18 em Ótimo74,784,3%R$ 214.041
15º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Gabriel do Oeste2110 de 31 em Ótimo75,084,3%R$ 364.470
16º 6 posições acima do quadrimestre anteriorSonora119 de 17 em Ótimo75,384,2%R$ 190.041
17º 4 posições acima do quadrimestre anteriorAnastácio1812 de 27 em Ótimo75,882,8%R$ 356.082
18º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorSidrolândia2717 de 40 em Ótimo73,682,8%R$ 514.776
19º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorMaracaju2311 de 34 em Ótimo75,981,5%R$ 469.776
20º 4 posições acima do quadrimestre anteriorNioaque106 de 15 em Ótimo76,381,5%R$ 204.735
21º 6 posições acima do quadrimestre anteriorCorguinho41 de 6 em Ótimo68,380,4%R$ 86.694
22º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Verde de Mato Grosso167 de 24 em Ótimo76,579,9%R$ 356.082
23º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorDois Irmãos do Buriti113 de 15 em Ótimo67,079,0%R$ 254.388
24º 2 posições acima do quadrimestre anteriorBela Vista1611 de 25 em Ótimo71,077,9%R$ 401.694
25º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorRochedo42 de 6 em Ótimo74,276,7%R$ 103.347
26º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCampo Grande406141 de 635 em Ótimo69,875,2%R$ 12.438.621
27º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Negro41 de 6 em Ótimo70,875,0%R$ 110.694
28º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorTerenos125 de 19 em Ótimo72,373,4%R$ 396.735
29º=Jaraguari71 de 10 em Ótimo58,567,3%R$ 252.735

Quem mais subiu na macrorregião Região CENTRO (MS)

Bodoquena ganhou 9 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Bodoquena13º → 4º · 93,8%▲ 9
  2. Alcinópolis16º → 9º · 89,4%▲ 7
  3. Sonora22º → 16º · 84,2%▲ 6
  4. Corguinho27º → 21º · 80,4%▲ 6
  5. Figueirão5º → 1º · 100,0%▲ 4
  6. Pedro Gomes6º → 2º · 94,3%▲ 4
  7. Anastácio21º → 17º · 82,8%▲ 4
  8. Nioaque24º → 20º · 81,5%▲ 4
  9. Ribas do Rio Pardo17º → 14º · 84,3%▲ 3
  10. Jardim7º → 5º · 93,5%▲ 2

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião Região CENTRO (MS) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Figueirão (MS): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 83,3.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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