Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR)

Tijucas do Sul (PR) lidera o ranking na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR) no 2º quadrimestre de 2026: garante 96,7% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 29 municípios garante até 74,6%; juntos, ficam R$ 46.717.254 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 29 municípios na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Região de saúde 2ª RS Metropolitana, no estado do Paraná, faz parte da Macrorregional Leste e reúne os 29 municípios com equipe avaliada: Adrianópolis, Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Araucária, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Campo Magro, Cerro Azul, Colombo, Contenda, Curitiba, Doutor Ulysses, Fazenda Rio Grande, Itaperuçu, Lapa, Mandirituba, Piên, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul e Tunas do Paraná. É o grupo que se reúne na Comissão Intergestores Regional (CIR) — a posição na região de saúde é a comparação com os vizinhos que dividem a mesma rede.

Municípios no ranking
29
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
74,6%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 46,7 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR): a posição de cada um dos 29 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Tijucas do Sul1519 de 23 em Ótimo82,996,7%R$ 50.694
2º 1 posições acima do quadrimestre anteriorQuitandinha1111 de 18 em Ótimo79,991,9%R$ 118.041
3º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPinhais5351 de 86 em Ótimo79,990,2%R$ 659.511
4º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCerro Azul87 de 13 em Ótimo74,290,2%R$ 110.694
5º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorPiên1413 de 22 em Ótimo77,989,7%R$ 164.388
6º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorItaperuçu66 de 12 em Ótimo74,587,5%R$ 144.000
7º=Campo do Tenente88 de 12 em Ótimo80,486,5%R$ 130.347
8º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Negro1514 de 26 em Ótimo80,385,4%R$ 312.000
9º 20 posições acima do quadrimestre anteriorBocaiúva do Sul73 de 10 em Ótimo66,083,4%R$ 128.388
10º 5 posições acima do quadrimestre anteriorDoutor Ulysses42 de 6 em Ótimo59,282,5%R$ 77.388
11º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorContenda64 de 11 em Ótimo66,280,4%R$ 175.347
12º 12 posições acima do quadrimestre anteriorBalsa Nova85 de 12 em Ótimo78,878,3%R$ 192.000
13º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorAgudos do Sul73 de 12 em Ótimo58,077,9%R$ 221.694
14º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Branco do Sul166 de 29 em Ótimo67,475,2%R$ 569.388
15º 7 posições acima do quadrimestre anteriorCampo Magro149 de 23 em Ótimo68,074,6%R$ 472.041
16º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorAdrianópolis61 de 9 em Ótimo64,473,9%R$ 173.388
17º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorQuatro Barras144 de 23 em Ótimo70,573,7%R$ 492.735
18º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorCuritiba650375 de 1.050 em Ótimo73,073,1%R$ 17.316.441
19º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMandirituba92 de 16 em Ótimo71,071,6%R$ 398.694
20º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlmirante Tamandaré2511 de 42 em Ótimo68,871,0%R$ 950.082
21º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorFazenda Rio Grande389 de 66 em Ótimo68,170,0%R$ 1.750.776
22º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAraucária7927 de 124 em Ótimo67,067,9%R$ 2.913.369
23º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorPiraquara445 de 73 em Ótimo68,667,7%R$ 2.018.511
24º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão José dos Pinhais14924 de 232 em Ótimo64,966,8%R$ 5.629.413
25º 11 posições abaixo do quadrimestre anteriorTunas do Paraná42 de 7 em Ótimo58,365,9%R$ 206.694
26º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampina Grande do Sul143 de 21 em Ótimo61,463,2%R$ 570.123
27º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorColombo11024 de 187 em Ótimo63,961,3%R$ 6.090.615
28º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorLapa242 de 37 em Ótimo57,960,8%R$ 1.029.552
29º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampo Largo6211 de 102 em Ótimo62,856,6%R$ 3.650.940

Quem mais subiu na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR)

Bocaiúva do Sul ganhou 20 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Bocaiúva do Sul29º → 9º · 83,4%▲ 20
  2. Balsa Nova24º → 12º · 78,3%▲ 12
  3. Campo Magro22º → 15º · 74,6%▲ 7
  4. Doutor Ulysses15º → 10º · 82,5%▲ 5
  5. Cerro Azul8º → 4º · 90,2%▲ 4
  6. Pinhais5º → 3º · 90,2%▲ 2
  7. Quitandinha3º → 2º · 91,9%▲ 1

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Tijucas do Sul (PR): garante 96,7% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 82,9.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

O que significa a posição na região de saúde?

É a posição do município entre os vizinhos da mesma região de saúde — o grupo de municípios que organiza a rede junto e se reúne na Comissão Intergestores Regional (CIR), definido pelo estado com os municípios (Decreto nº 7.508/2011). 1º é o município que garante a maior parte do valor máximo do cofinanciamento entre eles.

A qual região de saúde e macrorregião pertence cada município na região de saúde 2ª RS Metropolitana (PR)?

A lista desta página é a composição da região, segundo a Base Territorial do DATASUS. A página de cada município diz a região de saúde, a macrorregião e o IED dele.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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