Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária no Mato Grosso do Sul — 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025)

Figueirão (MS) lidera o ranking no Mato Grosso do Sul no 1º quadrimestre de 2025: garante 96,7% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 79 municípios garante até 77,9%; juntos, ficam R$ 47.069.004 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 79 municípios no Mato Grosso do Sul pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 1º quadrimestre de 2025 (Q1 2025): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Municípios no ranking
79
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
77,9%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 47,1 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 1º quadrimestre de 2025 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking no Mato Grosso do Sul: a posição de cada um dos 79 municípios — Q1 2025

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS no Mato Grosso do Sul — 1º quadrimestre de 2025. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º—Figueirão22 de 3 em Ótimo75,096,7%R$ 7.347
2º—Guia Lopes da Laguna65 de 9 em Ótimo74,488,1%R$ 79.347
3º—Cassilândia149 de 21 em Ótimo70,786,9%R$ 202.776
4º—Pedro Gomes32 de 5 em Ótimo66,786,6%R$ 55.347
5º—Tacuru53 de 8 em Ótimo68,686,3%R$ 86.694
6º—Brasilândia74 de 11 em Ótimo69,086,2%R$ 118.041
7º—Eldorado74 de 11 em Ótimo67,186,2%R$ 118.041
8º—Água Clara84 de 12 em Ótimo67,185,8%R$ 125.388
9º—Angélica95 de 13 em Ótimo72,685,4%R$ 145.041
10º—Coronel Sapucaia74 de 11 em Ótimo69,085,4%R$ 125.388
11º—Sete Quedas53 de 8 em Ótimo64,785,2%R$ 94.041
12º—Douradina42 de 6 em Ótimo60,884,2%R$ 70.041
13º—Coxim188 de 27 em Ótimo65,283,9%R$ 320.817
14º—Novo Horizonte do Sul32 de 5 em Ótimo62,583,1%R$ 70.041
15º—Santa Rita do Pardo53 de 8 em Ótimo66,482,8%R$ 106.347
16º—Amambai189 de 27 em Ótimo67,882,6%R$ 346.776
17º—Vicentina42 de 6 em Ótimo56,782,5%R$ 77.388
18º—Aquidauana3615 de 53 em Ótimo66,581,9%R$ 721.593
19º—Jardim1310 de 20 em Ótimo70,781,7%R$ 278.694
20º—Bandeirantes42 de 6 em Ótimo56,781,4%R$ 97.041
21º—Glória de Dourados43 de 8 em Ótimo63,981,3%R$ 144.000
22º—Bonito113 de 16 em Ótimo66,680,9%R$ 231.735
23º—Dourados11449 de 174 em Ótimo69,680,9%R$ 2.541.003
24º—Paranhos64 de 9 em Ótimo72,880,8%R$ 127.347
25º—Bodoquena72 de 10 em Ótimo62,880,3%R$ 152.388
26º—Aparecida do Taboado158 de 22 em Ótimo67,580,0%R$ 330.735
27º—Itaporã149 de 21 em Ótimo71,480,0%R$ 310.041
28º—Rio Brilhante229 de 34 em Ótimo65,979,8%R$ 501.123
29º—Três Lagoas6927 de 111 em Ótimo67,579,4%R$ 1.797.063
30º—Inocência92 de 13 em Ótimo60,979,1%R$ 207.735
31º—Batayporã104 de 15 em Ótimo63,779,0%R$ 248.388
32º—Rio Negro41 de 6 em Ótimo57,578,8%R$ 94.041
33º—Bataguassu137 de 20 em Ótimo63,678,6%R$ 324.735
34º—Ivinhema155 de 24 em Ótimo65,278,6%R$ 387.429
35º—Ponta Porã4216 de 63 em Ótimo64,878,5%R$ 1.033.593
36º—São Gabriel do Oeste218 de 31 em Ótimo62,378,4%R$ 501.123
37º—Miranda147 de 23 em Ótimo60,878,4%R$ 363.429
38º—Selvíria63 de 9 em Ótimo62,278,1%R$ 162.735
39º—Maracaju238 de 34 em Ótimo73,477,9%R$ 560.817
40º—Iguatemi104 de 15 em Ótimo66,277,9%R$ 240.735
41º—Sidrolândia2711 de 40 em Ótimo59,877,6%R$ 667.593
42º—Deodápolis147 de 21 em Ótimo69,877,5%R$ 348.735
43º—Porto Murtinho107 de 16 em Ótimo71,577,5%R$ 286.041
44º—Anastácio186 de 27 em Ótimo66,077,0%R$ 477.123
45º—Antônio João72 de 10 em Ótimo71,376,9%R$ 178.347
46º—Paranaíba237 de 35 em Ótimo60,876,7%R$ 612.246
47º—Rochedo42 de 6 em Ótimo72,576,7%R$ 103.347
48º—Caarapó187 de 28 em Ótimo65,776,0%R$ 489.429
49º—Fátima do Sul135 de 20 em Ótimo66,476,0%R$ 365.388
50º—Costa Rica156 de 22 em Ótimo69,475,9%R$ 399.735
51º—Mundo Novo103 de 16 em Ótimo58,775,7%R$ 308.082
52º—Jateí51 de 7 em Ótimo61,775,0%R$ 137.694
53º—Corguinho40 de 6 em Ótimo61,775,0%R$ 110.694
54º—Naviraí308 de 45 em Ótimo61,574,9%R$ 757.287
55º—Rio Verde de Mato Grosso165 de 24 em Ótimo53,574,8%R$ 446.205
56º—Sonora104 de 16 em Ótimo56,173,7%R$ 308.082
57º—Camapuã124 de 18 em Ótimo63,173,2%R$ 356.082
58º—Dois Irmãos do Buriti83 de 12 em Ótimo56,372,9%R$ 261.735
59º—Bela Vista133 de 20 em Ótimo58,772,7%R$ 436.470
60º—Anaurilândia52 de 8 em Ótimo52,672,7%R$ 173.388
61º—Chapadão do Sul164 de 24 em Ótimo63,872,5%R$ 508.470
62º—Alcinópolis41 de 6 em Ótimo54,872,2%R$ 118.347
63º—Ribas do Rio Pardo93 de 16 em Ótimo62,771,0%R$ 379.347
64º—Laguna Carapã62 de 9 em Ótimo64,671,0%R$ 215.694
65º—Aral Moreira92 de 13 em Ótimo58,970,2%R$ 296.388
66º—Nova Andradina277 de 42 em Ótimo59,469,8%R$ 918.858
67º—Itaquiraí153 de 23 em Ótimo56,169,0%R$ 563.817
68º—Caracol71 de 10 em Ótimo67,068,8%R$ 241.041
69º—Paraíso das Águas41 de 7 em Ótimo59,167,4%R$ 134.694
70º—Nioaque92 de 14 em Ótimo54,067,1%R$ 354.123
71º—Juti51 de 7 em Ótimo61,766,3%R$ 185.694
72º—Campo Grande40745 de 636 em Ótimo62,665,0%R$ 17.521.542
73º—Terenos121 de 19 em Ótimo62,162,7%R$ 555.429
74º—Taquarussu20 de 4 em Ótimo65,362,5%R$ 144.000
75º—Ladário121 de 19 em Ótimo58,162,3%R$ 562.776
76º—Nova Alvorada do Sul152 de 23 em Ótimo50,762,0%R$ 625.470
77º—Corumbá513 de 79 em Ótimo58,461,8%R$ 2.310.369
78º—Japorã70 de 11 em Ótimo44,053,4%R$ 354.123
79º—Jaraguari60 de 9 em Ótimo47,247,5%R$ 348.735

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (1º quadrimestre de 2025); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

O ranking no Mato Grosso do Sul em cada quadrimestre

O resultado de cada quadrimestre publicado pelo Ministério da Saúde, com a variação para o anterior.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município no Mato Grosso do Sul no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 1º quadrimestre de 2025, Figueirão (MS): garante 96,7% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 75.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (1º quadrimestre de 2025). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Onde vejo o ranking de outros quadrimestres no Mato Grosso do Sul (Q1 2025, Q2 2025, Q3 2025…)?

Cada quadrimestre publicado pelo Ministério tem a sua página, com a posição de cada município e a variação para o quadrimestre anterior: https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/ranking/quadrimestre/2025q2/ms (troque o “2025q2” pelo quadrimestre).

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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