Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na região de saúde Feira de Santana (BA)

Irará (BA) lidera o ranking na região de saúde Feira de Santana (BA) no 2º quadrimestre de 2026: garante 94,8% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 28 municípios garante até 80,2%; juntos, ficam R$ 21.411.624 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 28 municípios na região de saúde Feira de Santana (BA) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Região de saúde Feira de Santana, no estado da Bahia, faz parte da macrorregião Centro-Leste (NRS - Feira Santana) e reúne os 28 municípios com equipe avaliada: Amélia Rodrigues, Anguera, Antônio Cardoso, Baixa Grande, Candeal, Capela do Alto Alegre, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria, Feira de Santana, Gavião, Ichu, Ipecaetá, Ipirá, Irará, Mundo Novo, Nova Fátima, Pé de Serra, Pintadas, Rafael Jambeiro, Riachão do Jacuípe, Santa Bárbara, Santanópolis, Santo Estêvão, São Gonçalo dos Campos, Serra Preta, Tanquinho, Teodoro Sampaio e Terra Nova. É o grupo que se reúne na Comissão Intergestores Regional (CIR) — a posição na região de saúde é a comparação com os vizinhos que dividem a mesma rede.

Municípios no ranking
28
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
80,2%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 21,4 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na região de saúde Feira de Santana (BA): a posição de cada um dos 28 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na região de saúde Feira de Santana (BA) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 1 posições acima do quadrimestre anteriorIrará2125 de 31 em Ótimo82,794,8%R$ 121.041
2º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPé de Serra1415 de 20 em Ótimo82,292,9%R$ 109.347
3º 2 posições acima do quadrimestre anteriorIpecaetá99 de 15 em Ótimo81,691,4%R$ 113.694
4º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorIchu77 de 10 em Ótimo84,689,7%R$ 79.347
5º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTerra Nova1310 de 19 em Ótimo76,687,3%R$ 182.694
6º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPintadas128 de 17 em Ótimo77,584,9%R$ 200.388
7º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSanto Estêvão2820 de 44 em Ótimo75,984,4%R$ 548.082
8º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorGavião52 de 7 em Ótimo64,884,3%R$ 86.694
9º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorTeodoro Sampaio96 de 13 em Ótimo77,884,0%R$ 158.694
10º 1 posições acima do quadrimestre anteriorIpirá2722 de 43 em Ótimo78,283,9%R$ 570.735
11º 6 posições acima do quadrimestre anteriorCandeal97 de 13 em Ótimo81,583,7%R$ 161.694
12º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorAntônio Cardoso106 de 15 em Ótimo72,082,8%R$ 190.041
13º=Amélia Rodrigues1815 de 27 em Ótimo79,681,8%R$ 377.694
14º=Anguera137 de 19 em Ótimo70,480,2%R$ 284.082
15º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Bárbara138 de 21 em Ótimo76,380,2%R$ 329.694
16º=Santanópolis93 de 13 em Ótimo65,378,8%R$ 210.735
17º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMundo Novo179 de 25 em Ótimo71,978,7%R$ 399.735
18º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorRiachão do Jacuípe249 de 38 em Ótimo71,878,6%R$ 650.817
19º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorRafael Jambeiro1910 de 29 em Ótimo76,278,5%R$ 468.735
20º 3 posições acima do quadrimestre anteriorTanquinho62 de 9 em Ótimo69,578,2%R$ 161.694
21º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSão Gonçalo dos Campos238 de 34 em Ótimo63,377,6%R$ 569.205
22º 2 posições acima do quadrimestre anteriorConceição do Jacuípe3124 de 48 em Ótimo78,977,1%R$ 860.082
23º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorBaixa Grande144 de 21 em Ótimo65,176,6%R$ 381.123
24º 2 posições acima do quadrimestre anteriorSerra Preta158 de 22 em Ótimo74,374,9%R$ 416.388
25º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorCoração de Maria135 de 22 em Ótimo59,774,6%R$ 488.388
26º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Fátima72 de 10 em Ótimo66,074,0%R$ 200.388
27º=Capela do Alto Alegre136 de 19 em Ótimo73,969,9%R$ 433.041
28º=Feira de Santana22627 de 375 em Ótimo64,058,6%R$ 12.657.372

Quem mais subiu na região de saúde Feira de Santana (BA)

Candeal ganhou 6 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Candeal17º → 11º · 83,7%▲ 6
  2. Santo Estêvão12º → 7º · 84,4%▲ 5
  3. Santa Bárbara19º → 15º · 80,2%▲ 4
  4. São Gonçalo dos Campos25º → 21º · 77,6%▲ 4
  5. Tanquinho23º → 20º · 78,2%▲ 3
  6. Ipecaetá5º → 3º · 91,4%▲ 2
  7. Pintadas8º → 6º · 84,9%▲ 2
  8. Conceição do Jacuípe24º → 22º · 77,1%▲ 2
  9. Serra Preta26º → 24º · 74,9%▲ 2
  10. Irará2º → 1º · 94,8%▲ 1

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na região de saúde Feira de Santana (BA) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Irará (BA): garante 94,8% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 82,7.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

O que significa a posição na região de saúde?

É a posição do município entre os vizinhos da mesma região de saúde — o grupo de municípios que organiza a rede junto e se reúne na Comissão Intergestores Regional (CIR), definido pelo estado com os municípios (Decreto nº 7.508/2011). 1º é o município que garante a maior parte do valor máximo do cofinanciamento entre eles.

A qual região de saúde e macrorregião pertence cada município na região de saúde Feira de Santana (BA)?

A lista desta página é a composição da região, segundo a Base Territorial do DATASUS. A página de cada município diz a região de saúde, a macrorregião e o IED dele.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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