Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na Macrorregional II (PA)

Nova Timboteua (PA) lidera o ranking na Macrorregional II (PA) no 2º quadrimestre de 2026: garante 93,8% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 47 municípios garante até 79,7%; juntos, ficam R$ 32.178.210 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 47 municípios na Macrorregional II (PA) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregional II reúne as 3 regiões de saúde Metropolitana II, Metropolitana III e Rio Caetés.

Municípios no ranking
47
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
79,7%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 32,2 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na Macrorregional II (PA): a posição de cada um dos 47 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na Macrorregional II (PA) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 1 posições acima do quadrimestre anteriorNova Timboteua1618 de 23 em Ótimo87,693,8%R$ 109.347
2º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPrimavera1111 de 16 em Ótimo83,890,9%R$ 110.694
3º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorAugusto Corrêa4138 de 60 em Ótimo85,489,7%R$ 451.164
4º 5 posições acima do quadrimestre anteriorAurora do Pará1715 de 27 em Ótimo78,788,8%R$ 246.429
5º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPeixe-Boi96 de 13 em Ótimo77,087,8%R$ 121.041
6º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Domingos do Capim2618 de 35 em Ótimo79,686,9%R$ 322.470
7º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorOurém1610 de 24 em Ótimo72,686,7%R$ 246.429
8º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Miguel do Guamá2722 de 45 em Ótimo77,586,6%R$ 433.041
9º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorColares117 de 16 em Ótimo76,086,1%R$ 169.041
10º 15 posições acima do quadrimestre anteriorSantarém Novo74 de 10 em Ótimo75,085,3%R$ 113.694
11º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSão Francisco do Pará179 de 25 em Ótimo72,385,2%R$ 277.776
12º=Santa Luzia do Pará2117 de 31 em Ótimo79,485,0%R$ 348.735
13º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMaracanã2210 de 31 em Ótimo69,683,1%R$ 395.511
14º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMagalhães Barata94 de 12 em Ótimo62,383,1%R$ 153.429
15º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCastanhal11374 de 179 em Ótimo76,182,6%R$ 2.476.716
16º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMãe do Rio2012 de 32 em Ótimo73,882,4%R$ 460.470
17º 7 posições acima do quadrimestre anteriorUlianópolis2219 de 34 em Ótimo81,782,3%R$ 473.694
18º=Igarapé-Açu3416 de 50 em Ótimo73,882,0%R$ 675.552
19º 2 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Izabel do Pará3716 de 56 em Ótimo69,182,0%R$ 750.858
20º=Capanema4025 de 63 em Ótimo77,381,9%R$ 889.470
21º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorQuatipuru136 de 19 em Ótimo70,480,0%R$ 287.082
22º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorBonito1710 de 25 em Ótimo71,480,0%R$ 391.470
23º 3 posições acima do quadrimestre anteriorSão Caetano de Odivelas177 de 25 em Ótimo68,679,7%R$ 381.123
24º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorInhangapi145 de 20 em Ótimo71,879,7%R$ 314.082
25º 8 posições acima do quadrimestre anteriorGarrafão do Norte2110 de 32 em Ótimo67,779,5%R$ 508.470
26º 3 posições acima do quadrimestre anteriorCachoeira do Piriá2111 de 32 em Ótimo77,478,1%R$ 543.735
27º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão João de Pirabas2516 de 37 em Ótimo79,578,1%R$ 606.429
28º 8 posições acima do quadrimestre anteriorSanto Antônio do Tauá238 de 35 em Ótimo68,677,4%R$ 611.817
29º 5 posições acima do quadrimestre anteriorBragança12968 de 187 em Ótimo75,777,3%R$ 3.076.227
30º 2 posições acima do quadrimestre anteriorParagominas6531 de 109 em Ótimo75,177,2%R$ 2.074.470
31º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorTomé-Açu3313 de 52 em Ótimo68,077,1%R$ 945.858
32º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorConcórdia do Pará186 de 27 em Ótimo65,376,5%R$ 486.429
33º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorTerra Alta125 de 18 em Ótimo75,076,1%R$ 317.388
34º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCapitão Poço3112 de 48 em Ótimo68,375,8%R$ 926.817
35º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorBujaru197 de 28 em Ótimo74,475,7%R$ 530.082
36º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorViseu5432 de 85 em Ótimo76,575,3%R$ 1.736.817
37º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorCuruçá217 de 34 em Ótimo69,574,9%R$ 705.429
38º 1 posições acima do quadrimestre anteriorIpixuna do Pará2510 de 43 em Ótimo69,374,8%R$ 942.429
39º 4 posições acima do quadrimestre anteriorAcará219 de 34 em Ótimo59,674,7%R$ 712.164
40º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSalinópolis4117 de 62 em Ótimo69,874,5%R$ 1.259.511
41º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Maria do Pará217 de 33 em Ótimo67,274,2%R$ 659.082
42º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorTracuateua3420 de 50 em Ótimo75,773,7%R$ 988.470
43º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorIrituia3113 de 47 em Ótimo73,372,9%R$ 1.015.470
44º=Vigia251 de 39 em Ótimo59,267,1%R$ 986.205
45º=Nova Esperança do Piriá183 de 29 em Ótimo60,064,2%R$ 856.776
46º=São João da Ponta60 de 9 em Ótimo60,660,5%R$ 262.041
47º=Marapanim140 de 23 em Ótimo58,855,9%R$ 826.776

Quem mais subiu na Macrorregional II (PA)

Santarém Novo ganhou 15 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Santarém Novo25º → 10º · 85,3%▲ 15
  2. Garrafão do Norte33º → 25º · 79,5%▲ 8
  3. Santo Antônio do Tauá36º → 28º · 77,4%▲ 8
  4. Ulianópolis24º → 17º · 82,3%▲ 7
  5. Aurora do Pará9º → 4º · 88,8%▲ 5
  6. São Francisco do Pará16º → 11º · 85,2%▲ 5
  7. Bragança34º → 29º · 77,3%▲ 5
  8. Capitão Poço38º → 34º · 75,8%▲ 4
  9. Acará43º → 39º · 74,7%▲ 4
  10. São Caetano de Odivelas26º → 23º · 79,7%▲ 3

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na Macrorregional II (PA) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Nova Timboteua (PA): garante 93,8% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 87,6.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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