Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na Macrorregional IV (PA)

Tucumã (PA) lidera o ranking na Macrorregional IV (PA) no 2º quadrimestre de 2026: garante 91,7% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 37 municípios garante até 80,7%; juntos, ficam R$ 20.313.504 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 37 municípios na Macrorregional IV (PA) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregional IV reúne as 3 regiões de saúde Araguaia, Carajás e Lago de Tucuruí.

Municípios no ranking
37
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
80,7%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 20,3 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na Macrorregional IV (PA): a posição de cada um dos 37 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na Macrorregional IV (PA) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 3 posições acima do quadrimestre anteriorTucumã2021 de 32 em Ótimo81,791,7%R$ 202.041
2º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorRedenção3640 de 61 em Ótimo77,091,4%R$ 428.817
3º=Ourilândia do Norte2120 de 33 em Ótimo81,989,2%R$ 276.735
4º 5 posições acima do quadrimestre anteriorPiçarra1311 de 19 em Ótimo75,088,4%R$ 167.082
5º 2 posições acima do quadrimestre anteriorFloresta do Araguaia1716 de 26 em Ótimo78,587,9%R$ 255.735
6º 6 posições acima do quadrimestre anteriorNova Ipixuna109 de 16 em Ótimo80,187,5%R$ 168.000
7º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorJacundá2320 de 37 em Ótimo76,685,9%R$ 428.082
8º 6 posições acima do quadrimestre anteriorBannach54 de 7 em Ótimo79,785,6%R$ 79.347
9º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorRio Maria1511 de 22 em Ótimo78,385,5%R$ 241.041
10º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorEldorado do Carajás168 de 24 em Ótimo74,884,6%R$ 297.429
11º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorRondon do Pará2220 de 34 em Ótimo80,584,3%R$ 419.388
12º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorConceição do Araguaia2612 de 40 em Ótimo70,583,7%R$ 477.858
13º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCanaã dos Carajás3236 de 51 em Ótimo86,483,3%R$ 670.347
14º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCurionópolis1512 de 24 em Ótimo74,482,9%R$ 324.735
15º 3 posições acima do quadrimestre anteriorAbel Figueiredo65 de 9 em Ótimo76,882,5%R$ 130.347
16º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Félix do Xingu3820 de 57 em Ótimo76,182,4%R$ 739.164
17º 4 posições acima do quadrimestre anteriorXinguara3121 de 50 em Ótimo76,981,3%R$ 726.123
18º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorParauapebas10851 de 172 em Ótimo71,980,9%R$ 2.691.063
19º=Marabá5132 de 97 em Ótimo72,680,7%R$ 1.697.388
20º 2 posições acima do quadrimestre anteriorDom Eliseu2614 de 39 em Ótimo73,080,4%R$ 580.470
21º 8 posições acima do quadrimestre anteriorTucuruí3721 de 63 em Ótimo72,679,6%R$ 1.066.776
22º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorItupiranga2410 de 38 em Ótimo70,779,3%R$ 618.123
23º=Brejo Grande do Araguaia94 de 13 em Ótimo70,278,7%R$ 212.082
24º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorBom Jesus do Tocantins167 de 25 em Ótimo68,378,2%R$ 438.429
25º=Santana do Araguaia256 de 38 em Ótimo67,376,1%R$ 698.511
26º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCumaru do Norte107 de 15 em Ótimo81,075,7%R$ 288.000
27º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Geraldo do Araguaia208 de 30 em Ótimo67,375,3%R$ 585.429
28º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorNovo Repartimento206 de 34 em Ótimo66,774,9%R$ 758.388
29º 2 posições acima do quadrimestre anteriorBreu Branco248 de 40 em Ótimo71,174,3%R$ 866.082
30º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Domingos do Araguaia145 de 22 em Ótimo69,774,1%R$ 464.388
31º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão João do Araguaia143 de 21 em Ótimo67,873,5%R$ 431.082
32º 4 posições acima do quadrimestre anteriorPalestina do Pará73 de 10 em Ótimo75,572,8%R$ 209.694
33º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPau D'Arco94 de 13 em Ótimo70,272,6%R$ 272.388
34º 1 posições acima do quadrimestre anteriorÁgua Azul do Norte2616 de 41 em Ótimo73,472,2%R$ 860.388
35º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSapucaia61 de 9 em Ótimo56,171,3%R$ 185.694
36º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanta Maria das Barreiras144 de 22 em Ótimo59,467,5%R$ 582.429
37º=Goianésia do Pará172 de 27 em Ótimo59,664,9%R$ 774.429

Quem mais subiu na Macrorregional IV (PA)

Tucuruí ganhou 8 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Tucuruí29º → 21º · 79,6%▲ 8
  2. Nova Ipixuna12º → 6º · 87,5%▲ 6
  3. Bannach14º → 8º · 85,6%▲ 6
  4. Piçarra9º → 4º · 88,4%▲ 5
  5. Xinguara21º → 17º · 81,3%▲ 4
  6. Cumaru do Norte30º → 26º · 75,7%▲ 4
  7. Palestina do Pará36º → 32º · 72,8%▲ 4
  8. Tucumã4º → 1º · 91,7%▲ 3
  9. Abel Figueiredo18º → 15º · 82,5%▲ 3
  10. Floresta do Araguaia7º → 5º · 87,9%▲ 2

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na Macrorregional IV (PA) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Tucumã (PA): garante 91,7% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 81,7.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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