Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião RRAS10 (SP)

Óleo (SP) lidera o ranking na macrorregião RRAS10 (SP) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. 2 municípios já garantem 100% do valor máximo; o desempate é pela nota dos indicadores. Metade dos 62 municípios garante até 86,2%; juntos, ficam R$ 13.875.927 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 62 municípios na macrorregião RRAS10 (SP) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião RRAS10 reúne as 5 regiões de saúde Adamantina, Assis, Marília, Ourinhos e Tupã.

Municípios no ranking
62
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
2
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
86,2%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 13,9 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião RRAS10 (SP): a posição de cada um dos 62 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião RRAS10 (SP) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º=Óleo12 de 2 em Ótimo94,4100,0%no teto
2º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPracinha34 de 4 em Ótimo76,1100,0%no teto
3º 1 posições acima do quadrimestre anteriorFernão33 de 4 em Ótimo80,997,8%R$ 7.347
4ºempatado 23 posições acima do quadrimestre anteriorArco-Íris22 de 3 em Ótimo83,396,7%R$ 7.347
4ºempatado 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCruzália22 de 3 em Ótimo83,396,7%R$ 7.347
6º=Timburi22 de 3 em Ótimo81,796,7%R$ 7.347
7º 18 posições acima do quadrimestre anteriorPacaembu35 de 6 em Ótimo61,895,8%R$ 24.000
8º 6 posições acima do quadrimestre anteriorQuintana78 de 10 em Ótimo87,895,6%R$ 34.347
9º 13 posições acima do quadrimestre anteriorIacri23 de 4 em Ótimo80,693,8%R$ 24.000
10º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTarumã88 de 12 em Ótimo81,393,2%R$ 65.694
11º 4 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Cruz do Rio Pardo2529 de 42 em Ótimo81,992,5%R$ 224.082
12º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Pedro do Turvo77 de 10 em Ótimo84,092,4%R$ 58.347
13º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorQueiroz34 de 5 em Ótimo81,392,4%R$ 24.000
14º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSalto Grande55 de 8 em Ótimo77,991,8%R$ 58.347
15º 3 posições acima do quadrimestre anteriorFlórida Paulista57 de 10 em Ótimo72,591,7%R$ 72.000
16º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorMariápolis33 de 5 em Ótimo78,890,2%R$ 39.000
17º 16 posições acima do quadrimestre anteriorUbirajara54 de 7 em Ótimo72,790,0%R$ 55.347
18º 19 posições acima do quadrimestre anteriorSagres32 de 4 em Ótimo82,489,6%R$ 34.347
19º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorOscar Bressane32 de 4 em Ótimo75,089,6%R$ 34.347
20º=Parapuã77 de 11 em Ótimo78,789,6%R$ 79.347
21º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorRinópolis55 de 8 em Ótimo75,089,0%R$ 70.041
22º 20 posições acima do quadrimestre anteriorCanitar54 de 8 em Ótimo71,488,6%R$ 70.347
23º 7 posições abaixo do quadrimestre anteriorBastos1510 de 22 em Ótimo77,388,5%R$ 191.082
24º 8 posições acima do quadrimestre anteriorGuaimbê53 de 7 em Ótimo78,988,1%R$ 65.694
25ºempatado 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorLutécia11 de 2 em Ótimo77,887,5%R$ 24.000
25ºempatado 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorOcauçu11 de 2 em Ótimo77,887,5%R$ 24.000
27º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorLucélia44 de 8 em Ótimo70,887,5%R$ 84.000
28º 10 posições acima do quadrimestre anteriorParaguaçu Paulista2419 de 36 em Ótimo71,287,2%R$ 313.470
29º 21 posições abaixo do quadrimestre anteriorCampos Novos Paulista64 de 8 em Ótimo78,787,0%R$ 85.347
30º 9 posições acima do quadrimestre anteriorBernardino de Campos86 de 12 em Ótimo74,286,9%R$ 113.694
31º 5 posições acima do quadrimestre anteriorVera Cruz65 de 10 em Ótimo80,186,3%R$ 111.000
32º 15 posições abaixo do quadrimestre anteriorIpaussu64 de 9 em Ótimo73,286,1%R$ 89.694
33º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorFlorínea21 de 3 em Ótimo59,585,8%R$ 31.347
34º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorEchaporã53 de 8 em Ótimo70,085,5%R$ 103.347
35º 9 posições acima do quadrimestre anteriorBorá32 de 4 em Ótimo70,685,3%R$ 34.347
36º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorJúlio Mesquita32 de 5 em Ótimo69,884,8%R$ 62.694
37º 8 posições acima do quadrimestre anteriorEspírito Santo do Turvo55 de 8 em Ótimo70,084,8%R$ 79.347
38º 19 posições abaixo do quadrimestre anteriorOriente63 de 9 em Ótimo74,484,7%R$ 113.694
39º 13 posições abaixo do quadrimestre anteriorAdamantina1110 de 22 em Ótimo74,784,1%R$ 336.000
40º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorGália75 de 10 em Ótimo72,284,1%R$ 123.000
41º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPalmital139 de 19 em Ótimo73,484,0%R$ 202.041
42º 6 posições acima do quadrimestre anteriorInúbia Paulista43 de 6 em Ótimo71,283,6%R$ 85.347
43º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorPedrinhas Paulista33 de 4 em Ótimo83,883,6%R$ 54.000
44º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorOsvaldo Cruz106 de 20 em Ótimo69,280,9%R$ 348.000
45º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlvinlândia41 de 6 em Ótimo73,180,2%R$ 103.347
46º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorGarça299 de 43 em Ótimo69,079,9%R$ 660.858
47º 2 posições acima do quadrimestre anteriorHerculândia52 de 8 em Ótimo63,576,5%R$ 149.388
48º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorPompéia1810 de 28 em Ótimo74,475,6%R$ 497.388
49º 8 posições acima do quadrimestre anteriorRibeirão do Sul31 de 5 em Ótimo74,075,0%R$ 103.347
50º=Ibirarema51 de 7 em Ótimo67,275,0%R$ 137.694
51º 3 posições acima do quadrimestre anteriorMaracaí72 de 11 em Ótimo63,475,0%R$ 190.041
52º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTupã3116 de 51 em Ótimo65,174,7%R$ 836.082
53º 2 posições acima do quadrimestre anteriorLupércio41 de 6 em Ótimo62,573,3%R$ 118.041
54º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorChavantes63 de 11 em Ótimo73,473,3%R$ 234.000
55º 4 posições acima do quadrimestre anteriorPlatina53 de 8 em Ótimo52,173,3%R$ 139.347
56º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSalmourão41 de 6 em Ótimo57,772,2%R$ 118.347
57º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorÁlvaro de Carvalho40 de 6 em Ótimo63,870,4%R$ 154.347
58º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorAssis318 de 53 em Ótimo69,970,1%R$ 1.194.429
59º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMarília10935 de 163 em Ótimo71,469,1%R$ 3.709.716
60º=Guarantã61 de 9 em Ótimo63,464,3%R$ 265.041
61º=Cândido Mota82 de 14 em Ótimo59,860,5%R$ 326.694
62º=Ourinhos255 de 44 em Ótimo61,354,0%R$ 1.265.694

Quem mais subiu na macrorregião RRAS10 (SP)

Arco-Íris ganhou 23 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Arco-Íris27º → 4º · 96,7%▲ 23
  2. Canitar42º → 22º · 88,6%▲ 20
  3. Sagres37º → 18º · 89,6%▲ 19
  4. Pacaembu25º → 7º · 95,8%▲ 18
  5. Ubirajara33º → 17º · 90,0%▲ 16
  6. Iacri22º → 9º · 93,8%▲ 13
  7. Paraguaçu Paulista38º → 28º · 87,2%▲ 10
  8. Bernardino de Campos39º → 30º · 86,9%▲ 9
  9. Borá44º → 35º · 85,3%▲ 9
  10. Guaimbê32º → 24º · 88,1%▲ 8

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião RRAS10 (SP) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Óleo (SP): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 94,4. Outros 1 também estão no teto; o desempate é pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

BrasilMetodologiaGestorGPT

Falar no WhatsApp