Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião RRAS17 (SP)

Silveiras (SP) lidera o ranking na macrorregião RRAS17 (SP) no 2º quadrimestre de 2026: garante 93,1% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. Metade dos 39 municípios garante até 79,9%; juntos, ficam R$ 30.787.362 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 39 municípios na macrorregião RRAS17 (SP) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião RRAS17 reúne as 4 regiões de saúde Alto Vale do Paraíba, Circuito da Fé e Vale Histórico, Litoral Norte e Vale do Paraíba/Região Serrana.

Municípios no ranking
39
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
0
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
79,9%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 30,8 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião RRAS17 (SP): a posição de cada um dos 39 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião RRAS17 (SP) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 2 posições acima do quadrimestre anteriorSilveiras65 de 9 em Ótimo77,293,1%R$ 46.041
2º 3 posições acima do quadrimestre anteriorIlhabela3136 de 50 em Ótimo84,691,4%R$ 320.082
3º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorLagoinha54 de 7 em Ótimo68,891,1%R$ 49.041
4º=Caraguatatuba5156 de 82 em Ótimo82,790,4%R$ 627.429
5º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorPotim56 de 10 em Ótimo81,190,0%R$ 96.000
6º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSanto Antônio do Pinhal75 de 10 em Ótimo81,988,8%R$ 86.694
7º 2 posições acima do quadrimestre anteriorCunha98 de 15 em Ótimo74,387,8%R$ 139.347
8º 5 posições acima do quadrimestre anteriorRoseira85 de 12 em Ótimo66,387,7%R$ 108.735
9º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCanas11 de 2 em Ótimo66,787,5%R$ 24.000
10º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorJambeiro32 de 5 em Ótimo69,886,6%R$ 55.347
11º 1 posições acima do quadrimestre anteriorArapeí21 de 3 em Ótimo73,385,8%R$ 31.347
12º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Luiz do Paraitinga96 de 13 em Ótimo69,085,5%R$ 155.388
13º 10 posições acima do quadrimestre anteriorParaibuna116 de 17 em Ótimo75,384,2%R$ 204.735
14º 1 posições acima do quadrimestre anteriorBananal86 de 13 em Ótimo77,582,0%R$ 202.347
15º 9 posições abaixo do quadrimestre anteriorQueluz74 de 10 em Ótimo68,681,8%R$ 140.694
16º=Cachoeira Paulista147 de 23 em Ótimo72,481,7%R$ 358.041
17º 8 posições acima do quadrimestre anteriorSão Bento do Sapucaí54 de 10 em Ótimo78,981,3%R$ 144.000
18º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorJacareí9944 de 159 em Ótimo67,380,8%R$ 2.446.962
19º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorLorena3117 de 49 em Ótimo72,580,3%R$ 656.817
20º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorMonteiro Lobato31 de 5 em Ótimo75,079,9%R$ 99.000
21º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorPindamonhangaba4723 de 77 em Ótimo70,479,3%R$ 1.153.287
22º 2 posições acima do quadrimestre anteriorLavrinhas42 de 8 em Ótimo76,478,1%R$ 168.000
23º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão Sebastião5019 de 76 em Ótimo70,477,7%R$ 1.269.552
24º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorRedenção da Serra42 de 6 em Ótimo72,177,1%R$ 97.347
25º 1 posições acima do quadrimestre anteriorUbatuba3318 de 58 em Ótimo70,675,8%R$ 1.275.429
26º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCruzeiro209 de 35 em Ótimo72,474,0%R$ 707.388
27º 1 posições acima do quadrimestre anteriorCampos do Jordão186 de 28 em Ótimo66,072,9%R$ 604.470
28º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAreias31 de 4 em Ótimo61,871,9%R$ 92.694
29º 8 posições abaixo do quadrimestre anteriorPiquete72 de 11 em Ótimo64,471,3%R$ 245.388
30º 2 posições acima do quadrimestre anteriorSão José do Barreiro41 de 6 em Ótimo65,869,6%R$ 134.694
31º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCaçapava329 de 54 em Ótimo64,769,4%R$ 1.295.511
32º 1 posições acima do quadrimestre anteriorTaubaté9623 de 159 em Ótimo66,568,8%R$ 3.327.063
33º 1 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Branca83 de 15 em Ótimo52,768,0%R$ 372.000
34º 1 posições acima do quadrimestre anteriorGuaratinguetá245 de 42 em Ótimo59,665,9%R$ 975.429
35º 4 posições acima do quadrimestre anteriorTremembé102 de 17 em Ótimo51,062,7%R$ 527.388
36º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorNatividade da Serra21 de 4 em Ótimo62,562,5%R$ 144.000
37º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorIgaratá132 de 20 em Ótimo48,960,4%R$ 544.041
38º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorAparecida110 de 19 em Ótimo57,452,4%R$ 758.694
39º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorSão José dos Campos17331 de 319 em Ótimo58,651,9%R$ 11.102.940

Quem mais subiu na macrorregião RRAS17 (SP)

Paraibuna ganhou 10 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. Paraibuna23º → 13º · 84,2%▲ 10
  2. São Bento do Sapucaí25º → 17º · 81,3%▲ 8
  3. Santo Antônio do Pinhal11º → 6º · 88,8%▲ 5
  4. Roseira13º → 8º · 87,7%▲ 5
  5. Cruzeiro30º → 26º · 74,0%▲ 4
  6. Tremembé39º → 35º · 62,7%▲ 4
  7. Ilhabela5º → 2º · 91,4%▲ 3
  8. Silveiras3º → 1º · 93,1%▲ 2
  9. Cunha9º → 7º · 87,8%▲ 2
  10. Lavrinhas24º → 22º · 78,1%▲ 2

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião RRAS17 (SP) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Silveiras (SP): garante 93,1% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 77,2.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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