Ranking do cofinanciamento federal da Atenção Primária na macrorregião RRAS11 (SP)

Anhumas (SP) lidera o ranking na macrorregião RRAS11 (SP) no 2º quadrimestre de 2026: garante 100,0% do valor máximo do cofinanciamento por desempenho. 3 municípios já garantem 100% do valor máximo; o desempate é pela nota dos indicadores. Metade dos 45 municípios garante até 88,8%; juntos, ficam R$ 9.237.192 por ano abaixo do teto pela régua integral (a que vale a partir de 2027).

O ranking do resultado do cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) ordena os 45 municípios na macrorregião RRAS11 (SP) pela classificação que as equipes — de Saúde da Família (eSF), de Atenção Primária (eAP), de Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti) — receberam no 2º quadrimestre de 2026 (Q2 2026): Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular, nos componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, convertida no valor que o Ministério da Saúde paga. É o modelo que substituiu o Previne Brasil em 2024 (Portaria GM/MS nº 3.493/2024) — quem procura o “ranking do Previne Brasil” de 2025 ou 2026 está procurando este.

Macrorregião RRAS11 reúne as 5 regiões de saúde Alta Paulista, Alta Sorocabana, Alto Capivari, Extremo Oeste Paulista e Pontal do Paranapanema.

Municípios no ranking
45
com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre
No teto (100%)
3
todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade
Metade garante até
88,8%
do valor máximo (a mediana do recorte)
Abaixo do teto, por ano
R$ 9,2 milhões
soma do recorte, a partir de 2027, com a classificação de hoje

Referência: 2º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 22/10/2026

Qual a posição do seu município? Procure pelo nome — a página dele mostra a posição em todos os recortes.

Ranking na macrorregião RRAS11 (SP): a posição de cada um dos 45 municípios — Q2 2026

Clique no nome para abrir a página do município, com as equipes e os indicadores de cada uma.

Avaliações por faixa:▲/▼ posições ganhas ou perdidas desde o quadrimestre anterior
Ranking do cofinanciamento federal da APS na macrorregião RRAS11 (SP) — 2º quadrimestre de 2026. Nota: aproveitamento do valor máximo do Vínculo e da Qualidade (régua de 2027, com a classificação de hoje); desempate pela nota dos indicadores e pelo número de equipes. Variação contra o 1º quadrimestre de 2026.
PosiçãoVar.MunicípioEquipesAvaliações por faixaNota dos indicadoresAproveitamentoAbaixo do teto/ano
1º 9 posições acima do quadrimestre anteriorAnhumas57 de 7 em Ótimo90,6100,0%no teto
2º 32 posições acima do quadrimestre anteriorSão João do Pau d'Alho23 de 3 em Ótimo85,0100,0%no teto
3º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorFlora Rica34 de 4 em Ótimo83,8100,0%no teto
4º 1 posições acima do quadrimestre anteriorIndiana56 de 7 em Ótimo85,298,7%R$ 7.347
5º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMonte Castelo34 de 5 em Ótimo83,398,2%R$ 7.347
6º 2 posições acima do quadrimestre anteriorRegente Feijó1421 de 23 em Ótimo90,297,5%R$ 43.347
7º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorAlfredo Marcondes55 de 7 em Ótimo83,697,3%R$ 14.694
8º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorNarandiba55 de 7 em Ótimo78,997,3%R$ 14.694
9º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPaulicéia79 de 10 em Ótimo86,796,5%R$ 27.000
10º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorJunqueirópolis1518 de 24 em Ótimo86,995,7%R$ 82.041
11º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanto Expedito44 de 6 em Ótimo82,795,5%R$ 19.347
12º 8 posições acima do quadrimestre anteriorTupi Paulista99 de 13 em Ótimo73,995,1%R$ 49.041
13º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorIepê77 de 10 em Ótimo79,894,6%R$ 41.694
14º 1 posições acima do quadrimestre anteriorTaciba76 de 10 em Ótimo81,993,6%R$ 49.041
15º 3 posições acima do quadrimestre anteriorTarabai45 de 7 em Ótimo82,892,5%R$ 51.000
16º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorEstrela do Norte33 de 4 em Ótimo82,491,8%R$ 27.000
17º 5 posições acima do quadrimestre anteriorMirante do Paranapanema1919 de 28 em Ótimo84,991,7%R$ 173.388
18º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorEmilianópolis45 de 6 em Ótimo83,791,5%R$ 36.000
19º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorNova Guataporanga32 de 4 em Ótimo80,990,5%R$ 31.347
20º 3 posições acima do quadrimestre anteriorPanorama108 de 15 em Ótimo74,690,0%R$ 118.041
21º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorNantes32 de 4 em Ótimo77,989,6%R$ 34.347
22º 10 posições acima do quadrimestre anteriorSandovalina43 de 6 em Ótimo78,888,8%R$ 58.347
23º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPirapozinho1216 de 23 em Ótimo85,488,8%R$ 228.000
24º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorOuro Verde77 de 11 em Ótimo76,088,8%R$ 94.347
25º 6 posições abaixo do quadrimestre anteriorIrapuru54 de 8 em Ótimo79,388,5%R$ 82.347
26º 5 posições acima do quadrimestre anteriorSanta Mercedes43 de 6 em Ótimo79,887,0%R$ 55.347
27º 24 posições abaixo do quadrimestre anteriorRibeirão dos Índios21 de 3 em Ótimo76,785,8%R$ 31.347
28º 2 posições acima do quadrimestre anteriorRosana1513 de 23 em Ótimo77,685,4%R$ 240.735
29º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorQuatá115 de 15 em Ótimo65,985,0%R$ 157.776
30º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorPresidente Prudente11183 de 168 em Ótimo78,584,6%R$ 1.534.839
31º 4 posições abaixo do quadrimestre anteriorRancharia1818 de 29 em Ótimo76,384,5%R$ 371.388
32º 3 posições abaixo do quadrimestre anteriorSanto Anastácio119 de 17 em Ótimo74,183,6%R$ 209.694
33º 4 posições acima do quadrimestre anteriorCaiabu54 de 7 em Ótimo74,282,9%R$ 94.041
34º 2 posições acima do quadrimestre anteriorPiquerobi54 de 7 em Ótimo73,481,2%R$ 103.347
35º=Presidente Venceslau1811 de 29 em Ótimo72,080,1%R$ 423.429
36º 10 posições abaixo do quadrimestre anteriorJoão Ramalho31 de 5 em Ótimo76,379,9%R$ 99.000
37º 4 posições acima do quadrimestre anteriorEuclides da Cunha Paulista96 de 14 em Ótimo75,077,1%R$ 265.041
38º 5 posições abaixo do quadrimestre anteriorPresidente Bernardes115 de 17 em Ótimo69,776,7%R$ 320.388
39º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorÁlvares Machado2114 de 34 em Ótimo72,775,9%R$ 538.041
40º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorMartinópolis178 de 27 em Ótimo67,774,8%R$ 531.735
41º 1 posições abaixo do quadrimestre anteriorTeodoro Sampaio188 de 28 em Ótimo66,572,4%R$ 594.123
42º=Dracena208 de 38 em Ótimo69,070,5%R$ 946.347
43º 1 posições acima do quadrimestre anteriorMarabá Paulista63 de 9 em Ótimo65,768,9%R$ 206.694
44º 1 posições acima do quadrimestre anteriorPresidente Epitácio244 de 38 em Ótimo64,766,8%R$ 952.776
45º 2 posições abaixo do quadrimestre anteriorCaiuá73 de 10 em Ótimo73,464,9%R$ 271.347

Quem mais subiu na macrorregião RRAS11 (SP)

São João do Pau d'Alho ganhou 32 posições desde o 1º quadrimestre de 2026.

Posição no quadrimestre anterior → posição agora, e a nota atual.

  1. São João do Pau d'Alho34º → 2º · 100,0%▲ 32
  2. Sandovalina32º → 22º · 88,8%▲ 10
  3. Anhumas10º → 1º · 100,0%▲ 9
  4. Tupi Paulista20º → 12º · 95,1%▲ 8
  5. Mirante do Paranapanema22º → 17º · 91,7%▲ 5
  6. Santa Mercedes31º → 26º · 87,0%▲ 5
  7. Caiabu37º → 33º · 82,9%▲ 4
  8. Euclides da Cunha Paulista41º → 37º · 77,1%▲ 4
  9. Tarabai18º → 15º · 92,5%▲ 3
  10. Panorama23º → 20º · 90,0%▲ 3

Como é calculado o ranking do cofinanciamento da APS

A nota é o aproveitamento em reais: a parte do valor máximo do Vínculo e da Qualidade que a classificação de hoje garante. Cada equipe pesa o que vale no repasse.

A regra completa, com os desempates

Nota (aproveitamento). Para cada equipe avaliada, o valor mensal da faixa publicada pelo Ministério da Saúde (Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular), pela régua da Portaria GM/MS nº 3.493/2024 — a que vale a partir de 2027 —, dividido pelo valor que a mesma equipe receberia em Ótimo. Uma equipe de Saúde da Família vale R$ 8.000 por mês em Ótimo em cada componente; uma de Saúde Bucal, menos. Por isso a conta é em reais, não em contagem de equipes.

1º desempate: nota dos indicadores. A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe — Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25 (a mesma proporção do pagamento) —, incluindo as duas dimensões do Vínculo. Separa quem chegou ao Ótimo raspando de quem está folgado.

2º desempate: equipes avaliadas. Manter 40 equipes no topo é mais difícil que manter uma. Se ainda empatar, a posição é a mesma — o ranking não inventa ordem.

Quem entra: município com ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre. A variação compara a posição no mesmo recorte com o quadrimestre anterior.

Fontes: classificação das equipes — SIAPS/Ministério da Saúde (2º quadrimestre de 2026); regiões e macrorregiões de saúde — Base Territorial do DATASUS (jun/2026); IED — SIAPS (competência 08/2026); população e porte — IBGE. Metodologia completa do cálculo.

Ranking por estado, região de saúde, macrorregião, porte, IED e indicador

Compare com quem é parecido: mesmo estado, mesma região de saúde, mesmo porte, mesmo IED.

Perguntas frequentes

Qual o melhor município na macrorregião RRAS11 (SP) no cofinanciamento da Atenção Primária?

No 2º quadrimestre de 2026, Anhumas (SP): garante 100,0% do valor máximo dos componentes de Vínculo e Qualidade, com nota dos indicadores 90,6. Outros 2 também estão no teto; o desempate é pela nota dos indicadores e pelo número de equipes.

Como é calculada a posição no ranking?

Pelo aproveitamento: dos reais que o Ministério da Saúde pagaria com todas as equipes em Ótimo no Vínculo e na Qualidade, quantos a classificação de hoje garante (valores da Portaria GM/MS nº 3.493/2024, régua que vale a partir de 2027). Cada equipe pesa o que vale no repasse. Desempate: a nota dos indicadores (Ótimo 100, Bom 75, Suficiente 50, Regular 25, indicador a indicador) e depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma.

Onde vejo a posição do meu município?

Na página de cada município, na seção “Posição no ranking”: no Brasil, no estado, na região de saúde, na macrorregião, no porte e no IED, e como ela mudou a cada quadrimestre. Procure pelo nome na caixa de busca.

De onde vêm os dados?

Da classificação de cada equipe publicada pelo Ministério da Saúde no SIAPS (2º quadrimestre de 2026). Região de saúde e macrorregião: Base Territorial do DATASUS. IED: o estrato publicado pelo SIAPS. População: IBGE. Nada é estimado.

Este é o ranking do Previne Brasil?

É o que veio no lugar dele. O Previne Brasil (Portaria GM/MS nº 2.979/2019) acabou em 2024, quando a Portaria GM/MS nº 3.493/2024 instituiu o cofinanciamento federal da APS com componentes de Vínculo e Acompanhamento Territorial e de Qualidade, avaliados equipe a equipe a cada quadrimestre. Muita gente ainda chama o ranking atual de “ranking do Previne Brasil”. O histórico do ISF do Previne (2022–2023) está em https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/previne-brasil.

Por que um município pequeno pode estar à frente de uma capital?

Porque a nota é proporcional: é a parte do valor máximo que o município garante, não o valor em reais. Uma cidade com 3 equipes todas em Ótimo garante 100%; uma com 300 equipes e 30 fora do Ótimo, menos. Para comparar quem é parecido, use os recortes por porte, por IED e por região de saúde.

O vocabulário desta página

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Ranking do cofinanciamento

    A ordem dos municípios pelo aproveitamento: quanto do valor máximo do Vínculo e da Qualidade a classificação de hoje garante.

    A nota é feita de reais — cada equipe pesa o que vale no repasse, nem mais nem menos. Desempate: a nota dos indicadores, depois o número de equipes avaliadas. Se ainda empatar, a posição é a mesma. Entra só quem tem ao menos uma equipe avaliada no quadrimestre.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (valores por faixa); classificação publicada no SIAPS

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Nota dos indicadores

    A média das faixas de cada indicador, equipe a equipe: Ótimo vale 100, Bom 75, Suficiente 50 e Regular 25.

    Inclui os indicadores de Qualidade e as duas dimensões do Vínculo (cadastro e acompanhamento). Os pesos são a proporção do próprio pagamento (100%, 75%, 50% e 25% do valor de Ótimo). Separa o município que chegou ao Ótimo raspando do que está folgado em todos os indicadores.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • IED

    Indicador de Equidade e Dimensionamento: a nota de 1 a 4 que o Ministério deu a cada município. 1 é o mais vulnerável, 4 o menos.

    Combina o Índice de Vulnerabilidade Social com o porte populacional. Define o valor do componente de equidade e quantas pessoas cada equipe deve acompanhar — e é o recorte justo de comparação, porque põe lado a lado municípios na mesma condição.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 (componente de equidade); estrato de cada município publicado no SIAPS

  • Região de saúde

    O grupo de municípios vizinhos que organizam a rede de saúde juntos e se reúnem na Comissão Intergestores Regional (CIR).

    É definida pelo estado com os municípios e registrada pelo Ministério da Saúde. Várias regiões formam uma macrorregião de saúde. É o recorte em que o secretário encontra os colegas todo mês — por isso o ranking tem uma página para cada uma.

    Base legal: Decreto nº 7.508/2011, arts. 4º a 7º; Base Territorial do DATASUS

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, feito por uma equipe com experiência no Ministério da Saúde, a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 22/10/2026.

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