Financiamento da Atenção Primária em São Martinho/RS — quanto o município deixa na mesa

São Martinho deixa na mesa

R$ 15 milpor ano

do cofinanciamento federal da Atenção Primária, em 2026, com a classificação de hoje das equipes.

Por mês
R$ 1.225
Do valor máximo
2,7% fica de fora
Até o fim do mandato (2026–2028)
R$ 59 mil
2026 + 2027 + 2028, se a classificação de hoje se mantiver
Recebe R$ 536 mil

R$ 0▲ R$ 15 mil na mesa · teto R$ 551 mil

E piora em 2027: a proteção da regra de transição acaba, e o valor na mesa sobe para R$ 22.041 por ano (R$ 7.347 a mais).

A partir de 2027, São Martinho passa a receber R$ 7.347 a menos por ano do cofinanciamento federal da Atenção Primária — se as equipes seguirem classificadas como estão.

São 2 avaliações de equipe abaixo do Ótimo — e por trás de cada uma há pessoas com nome, endereço e telefone que faltam ser atendidas.

Veja como recuperar ↓Falar no WhatsApp

Referência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026

Veja como funciona: o que a coordenação de São Martinho veria no GestorSaúde

Cada equipe, cada indicador e quanto falta para subir de faixa — e, num clique, o nome e o WhatsApp de cada pessoa que falta atender.

  1. 1Veja a matrizcor = faixa da equipe; número = quanto falta para a faixa de cima
  2. 2Clique numa célulao sistema mostra onde o cuidado quebra e como melhorar
  3. 3Chame as pessoasa lista de quem falta atender, com WhatsApp e telefone
GestorSaúde · Desempenho por equipe
Dados fictícios
eSF / eAP

11

Ótimo

10

Bom

0

Suficiente

0

Regular

Demonstração com dados fictícios: desempenho de cada equipe em cada indicador
Equipe ()
ESF Jardim das Flores0000001001
ESF Vila Esperança0000001138
ESF Centro0000001275
ÓtimoBomSuficienteRegular+ ↕ fazer demais também derrubaclique no código da coluna para ordenar · na célula para abrir

↑ Clique em qualquer célula colorida: a gaveta abaixo mostra o que a equipe faria na segunda-feira.

C6 · Cuidado da pessoa idosa

ESF Centro

Bom

Quem tem 60 anos ou mais está sendo visto pelo menos uma vez por ano?

Conta quem: Soma das boas práticas por pessoa idosa: consulta em 12 meses (25) · peso e altura no mesmo dia em 12 meses (25) · 2 visitas do ACS com 30 dias de intervalo em 12 meses (25) · vacina da influenza em 12 meses (25)

Dividido por: Pessoas com 60 anos ou mais vinculadas à equipe × 100 pontos

: Últimos 12 meses até o fim da competência

67,1%

Bom

11.075

o que foi feito

16.500

o total possível

Nesta equipe, 165 pessoas estão no indicador (pessoa idosa): foram cumpridas 443 boas práticas das 660 possíveis (4 por pessoa) — ou seja, 67,1%.

Faltam 1.301 pontos de boa prática a mais para esta equipe chegar a Ótimo.

Onde quebra

Consulta médica ou de enfermagem
69/165
Peso e altura no mesmo registro
123/165
2 visitas do agente comunitário (30 dias entre elas)
130/165
Vacina contra influenza
121/165

98 pessoas com pendência— as mais perto de pontuar primeiro, porque são a ligação mais curta

  • Lúcia L. Martins

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • João I. Ribeiro

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Benedita J. Costa

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Antônia E. Santos

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Manoel M. Santos

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Antônia I. Martins

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Antônia M. Martins

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

  • Raimundo J. Oliveira

    falta: Consulta médica ou de enfermagem

Mostrando 8 de 98. No sistema, a fila completa — priorizada, com telefone e exportação para planilha — fica na Busca ativa.

Como melhorar

  1. 1Cruzar a lista nominal com a campanha da influenza: a vacina vale 25 pontos e a campanha já leva a equipe até essa mesma população todo ano.
  2. 2Pesar e medir em TODA consulta da pessoa idosa — os dois campos no mesmo registro, no mesmo dia; separados não pontuam.
  3. 3Programar a segunda visita do ACS com pelo menos 30 dias da primeira: duas visitas no mesmo mês contam como uma.

Toda sugestão aqui é sobre fazer ou registrar o que aconteceu. Marcar atendimento que não houve é fraude — e o sistema não sugere isso em lugar nenhum.

Nosso número pode ser menor que o oficial. Vacina de influenza aplicada em campanha fora da unidade (drive-thru, escola, empresa) só conta se tiver sido lançada no PEC com o cidadão identificado. Dose registrada só no total da campanha não pontua ninguém.

A conferir: A ficha isenta a eAP (tipo 76) da prática de visitas domiciliares. Aqui as visitas contam para todas as equipes; onde houver eAP, o indicador dela aparece MENOR que o oficial.

Quanto vale a — eSF 40h

Ótimo

R$ 8.000

Bom

R$ 6.000

Suficiente

R$ 4.000

Regular

R$ 2.000

Valor mensal por equipe, no componente de qualidade. Não é previsão do que esta equipe vai receber — o pagamento usa uma classificação única por equipe, e a regra que junta os indicadores ainda não foi publicada.

Base legal: Portaria GM/MS nº 9.591/2025, Anexos XCIX-A e XCIX-B

2º quadrimestre de 2026 · calculado sob a regra , a partir do .

Dados fictícios. Equipes, pessoas, telefones e contagens foram inventados. As cores seguem a proporção publicada pelo Ministério para São Martinho em cada indicador no 1º quadrimestre de 2026 — quem é quem continua inventado. A régua, as contas de “quanto falta” e as orientações são as do sistema.

Quero ver com as equipes de São MartinhoFalar no WhatsApp

São Martinho/RS em números

São Martinho/RS · 1º quadrimestre de 2026 · valores anuais do componente de desempenho do cofinanciamento federal da APS
MunicípioSão Martinho/RScódigo IBGE 4319109
População (IBGE)5.587 habitantes
Período de referência1º quadrimestre de 2026
Equipes avaliadas52 eSF · 2 eSB · 1 eMulti
Avaliações de equipe, por faixa75 Ótimo · 1 Bom · 1 Suficiente · 0 Regular
Recebe em 2026 (regra de transição)R$ 536.082 por ano
Recebe a partir de 2027 (classificação de hoje)R$ 528.735 por ano
Corte em 2027R$ 7.347 por anoR$ 612 por mês · 1 avaliação em Suficiente ou Regular
Teto (todas as equipes em Ótimo)R$ 550.776 por ano
Abaixo do teto em 2026R$ 14.694 por ano
Abaixo do teto a partir de 2027R$ 22.041 por ano
Aproveitamento do teto a partir de 202796,0%recebe ÷ teto
Posição em Rio Grande do Sul471º de 497do mais distante do teto para o menos, a partir de 2027
Posição no Brasil5.337ºmesma ordem
FonteSIAPS / Ministério da Saúdecoletado em 21/08/2026
Resumo em texto corrido — para citar

São Martinho (5.587 habitantes) tem 5 equipes de Atenção Primária avaliadas pelo Ministério da Saúde no 1º quadrimestre de 2026. Com essa classificação, na regra de transição de 2026 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026), o município recebe R$ 536.082 por ano do componente de desempenho do cofinanciamento federal da Atenção Primária — R$ 14.694 abaixo do teto de R$ 550.776, o valor se todas as equipes estivessem em Ótimo. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, a mesma classificação renderia R$ 528.735 por ano — R$ 7.347 a menos, porque 1 avaliação de equipe em Suficiente ou Regular deixa de receber o valor de Bom — e a distância até o teto passaria a R$ 22.041 por ano. Com a classificação de hoje, o aproveitamento a partir de 2027 é de 96,0% do teto: 2 avaliações de equipe estão abaixo do Ótimo. Entre os 497 municípios do Rio Grande do Sul, São Martinho é o 471º mais distante do teto pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — e o 5.337º do país.

Como citar: GestorGPT, “Financiamento da Atenção Primária em São Martinho/RS”, 1º quadrimestre de 2026. Dados do SIAPS/Ministério da Saúde coletados em 21/08/2026. https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/rs/saomartinho

O que muda em 2027

A partir de 2027, São Martinho passa a receber R$ 7.347 a menos por ano — R$ 612 por mês — se as equipes seguirem classificadas como estão.

Regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026.

Onde está o corte de 2027 em São Martinho/RS, por ano
Componente — tipo de equipeCorte por ano
Qualidade — Saúde Bucal1 em SuficienteR$ 7.347

Total: R$ 7.347 por ano · 1 avaliações em Suficiente e 0 em Regular

Por que muda — e o texto da norma

Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes classificadas em Suficiente e Regular. Essa proteção termina no 1º quadrimestre de 2027: daí em diante, cada equipe recebe pela própria classificação. Em São Martinho, 1 avaliação de equipe está abaixo de Bom: Qualidade — Saúde Bucal: 1 em Suficiente.

Somado ao que já fica abaixo do teto em 2026 (R$ 14.694), o município passaria a ficar, a partir de 2027, R$ 22.041 por ano abaixo do teto de R$ 550.776.

O corte é calculado sobre a classificação de hoje: cada equipe que chegar a Bom deixa de entrar nele. Sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu.

“[…] com as classificações “bom”, “suficiente” e “regular” receberão o valor mensal do incentivo referente à classificação “bom”.” (art. 3º, §§ 3º e 4º — o regime de 2026)

“A partir do primeiro quadrimestre de 2027 o incentivo financeiro dos componentes de vínculo e acompanhamento territorial e qualidade será transferido considerando a classificação das equipes.” (art. 3º, § 6º)

Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026 — Diário Oficial da União de 14/05/2026, Edição 89, Seção 1, página 1105. Ler no Diário Oficial · Como os dois regimes são calculados

Até o 1º quadrimestre de 2026, todas as equipes receberam o valor de “Bom” — inclusive as classificadas em Ótimo (no Vínculo, até o 2º quadrimestre). Os valores “em 2026” desta página são os da implantação parcial, aplicados à classificação do 1º quadrimestre de 2026; os “a partir de 2027” assumem a mesma classificação e os valores de hoje, que a própria portaria permite rever por pactuação na Comissão Intergestores Tripartite. É projeção sobre o dado publicado, não valor já decidido.

Onde a diferença se concentra

100% da distância até o teto a partir de 2027 — R$ 22.041 de R$ 22.041 por ano — está no componente Qualidade.

Abaixo do teto a partir de 2027, por componente
ComponenteAbaixo do teto por ano
Qualidade100% do totalR$ 22 mil

Indicadores com mais equipes fora do Ótimo

Os achados, um a um
  • A maior parte da distância até o teto está no componente QualidadeR$ 22.041 por ano pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — 100% do total — vêm do componente Qualidade. A Qualidade é a média de 15 indicadores de cuidado (pré-natal, hipertensão, diabetes, saúde bucal, criança, mulher, pessoa idosa): sobe quando o cuidado acontece e é registrado no prontuário eletrônico.
  • Saúde Bucal: R$ 22.041 por ano abaixo do teto a partir de 2027São 2 equipes desta modalidade. Com a classificação de hoje, a modalidade rende R$ 36.735 por ano a partir de 2027; no topo da régua renderia R$ 58.776. Em 2026, na regra de transição, rende R$ 44.082.
  • Cuidado no Desenvolvimento Infantil: 2 equipes fora do ÓtimoDe 2 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 2 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Até os 2 anos de vida: primeira consulta até o 30º dia; nove consultas e nove registros de peso e altura; duas visitas do ACS (a primeira até os 30 dias de vida, a segunda até os 6 meses); e as vacinas do esquema previsto até os 2 anos, com todas as doses registradas. Criança atendida e não registrada no e-SUS conta como não atendida.
  • Cuidado Integral à Saúde da Mulher: 2 equipes fora do ÓtimoDe 2 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 2 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Quatro públicos, cada um com o seu denominador: rastreio do colo do útero (mulheres de 25 a 64 anos, nos últimos 36 meses), vacina contra HPV (meninas de 9 a 14 anos), atendimento em saúde sexual e reprodutiva (de 14 a 69 anos, nos últimos 12 meses) e rastreio do câncer de mama (de 50 a 69 anos, nos últimos 24 meses). HPV e saúde sexual e reprodutiva valem 30 pontos cada; os dois rastreios, 20 cada — e só conta o que está registrado no prontuário eletrônico.
  • Mais Acesso à Atenção Primária à Saúde: 2 equipes fora do ÓtimoDe 2 equipes avaliadas (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 2 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Mede a fatia dos atendimentos que foi por demanda programada; o Ótimo é a janela de mais de 50% até 70% — até 10% ou acima de 70% é Regular. O caminho é agendar o acompanhamento de quem precisa voltar sem fechar a porta a quem chega sem hora marcada, com o tipo de demanda registrado em cada atendimento como ele de fato foi.

Por tipo de equipe

Saúde Bucal (eSB) concentra R$ 22.041 dos R$ 22.041 por ano abaixo do teto a partir de 2027 — 2 equipes.

São Martinho/RS · 1º quadrimestre de 2026 · por ano, pela classificação de hoje
Tipo de equipeEquipesRecebe × tetoRecebe a partir de 2027TetoAbaixo do tetoCorte em 2027
Equipe de Saúde da Família (eSF)2R$ 384.000R$ 384.000R$ 0R$ 0
Equipe de Saúde Bucal (eSB)2R$ 36.735R$ 58.776R$ 22.041R$ 7.347
Equipe Multiprofissional (eMulti)1R$ 108.000R$ 108.000R$ 0R$ 0
Total5R$ 528.735R$ 550.776R$ 22.041R$ 7.347

As 7 avaliações de equipe, por faixa

Distribuição das avaliações de equipe por faixa em São Martinho/RSÓtimo: 5; Bom: 1; Suficiente: 1
  • Ótimo: 5(71%)
  • Bom: 1(14%)
  • Suficiente: 1(14%)
Como ler esta tabela

Cada modalidade tem um valor de referência próprio. eSF e eAP são avaliadas nos dois componentes (Vínculo e Qualidade); eSB e eMulti, só na Qualidade. “Recebe” e “abaixo do teto” são os valores da classificação integral, a que vale a partir de 2027 com a classificação de hoje; “corte em 2027” é o que a regra de transição ainda paga em 2026 e deixa de pagar a partir de 2027. Na barra, o comprimento é o teto: azul entra em 2026 e a partir de 2027, cinza é o corte de 2027, vermelho fica abaixo do teto nos dois anos.

Vínculo e Acompanhamento Territorial

As duas dimensões estão em Ótimo em todas as 2 equipes avaliadas.

São Martinho/RS · 1º quadrimestre de 2026 · equipes por faixa em cada dimensão do Vínculo
DimensãoEquipeFaixasÓtimoBomSuficienteRegularFora do Ótimo
CadastroeSF20000(0%)
AcompanhamentoeSF20000(0%)
O que é o Vínculo e como a nota é calculada

O componente que mede o cadastro do território e o acompanhamento das pessoas cadastradas — metade do valor de desempenho de cada equipe de Saúde da Família (R$ 8.000 por mês em Ótimo, o mesmo da Qualidade). Só as equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) são avaliadas nele. Na regra de transição, o Vínculo pagou o valor de Bom a todas as equipes até o 2º quadrimestre de 2026; a implantação parcial começa no 3º quadrimestre de 2026, e a partir do 1º quadrimestre de 2027 cada equipe recebe pela própria classificação.

No 1º quadrimestre de 2026, 2 equipes foram avaliadas no Vínculo e Acompanhamento Territorial em São Martinho: 2 em Ótimo. Por dimensão, 2 de 2 estão em Ótimo no Cadastro e 2 de 2 no Acompanhamento. As duas dimensões estão em Ótimo em todas as equipes.

Com todas as equipes em Ótimo no Vínculo, o componente paga o valor máximo — na regra de transição de 2026 e a partir de 2027.

A nota do componente vai de 0 a 10 e soma duas dimensões (Nota Técnica nº 30/2025-CGESCO/DESCO/SAPS/MS). O Cadastro, até 3 pontos, conta as pessoas com cadastro atualizado nos últimos 24 meses: o cadastro individual sozinho vale 0,75; com o cadastro domiciliar e territorial da casa também atualizado, 1,5. O Acompanhamento, até 7 pontos, conta as pessoas cadastradas atendidas nos últimos 12 meses, com peso maior para quem é mais vulnerável: 1,0 sem critério, 1,2 pessoa idosa ou criança, 1,3 quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Bolsa Família e 2,5 quem é as duas coisas.

Indicador a indicador

O indicador com mais equipes fora do Ótimo é Cuidado no Desenvolvimento Infantil: 2 de 2 (eSF). Em 7 de 15 indicadores, mais da metade das equipes está fora do Ótimo.

Do indicador com mais equipes fora do Ótimo para o com menos. O nome abre a regra oficial. Os 15 indicadores

Subir de faixa é prestar e registrar cuidado — nunca lançar atendimento que não aconteceu.

Como os pesos entram na nota

A nota de Qualidade é a média ponderada de 15 indicadores, e os pesos não são iguais: subir uma faixa num indicador de peso 2 vale o dobro de subir num de peso 1. A partir de 2027, cada equipe de Saúde da Família que sobe uma faixa na nota de Qualidade vale R$ 24.000 a mais por ano; em 2026, pela regra de transição, só a subida para Ótimo muda o valor.

Produção mês a mês

Atendimentos individuais em jul/2026: 2.828. Ritmo estável em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (+3,6%).

  • Atendimentos individuais

    2.828em jul/2026

    ↑ +3,6%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Consultas e atendimentos registrados por profissional de nível superior na APS.

  • Atendimentos odontológicos

    340em jul/2026

    ↑ +37,8%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Atendimentos registrados pelas equipes de Saúde Bucal.

  • Procedimentos

    10.866em jul/2026

    ↑ +10,7%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Procedimentos realizados na APS (curativos, aferições, coletas, testes rápidos).

  • Visitas domiciliares

    5.742em jul/2026

    ↑ +30,8%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Visitas registradas pelas agentes comunitárias e demais profissionais.

  • Atividades coletivas

    31em jul/2026

    ↓ -36,4%vs. mesmo trimestre do ano anterior

    Grupos, rodas de conversa e ações em escolas registradas pela APS.

Referência: competência mensal · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde — Práticas Assistenciais, divulgadas com 1 a 2 meses de defasagem

A leitura da série e a tabela mês a mês

Entre jan/2025 e jul/2026, São Martinho registrou 49.805 atendimentos individuais na Atenção Primária — 2.828 no mês mais recente. O ritmo está estável: variação de 3,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. No mesmo mês foram 5.742 visitas domiciliares registradas — 1.027,7 por mil habitantes.

É exatamente sobre estes registros do e-SUS APS que os indicadores do quadrimestre são calculados — por isso a curva aqui antecede a classificação de lá. A tendência compara o último trimestre com o mesmo trimestre do ano anterior, para não confundir o recesso de dezembro e janeiro com queda de gestão.

São Martinho/RS · registros por mês na Atenção Primária (SIAPS / Ministério da Saúde)
MêsAtendimentos individuaisAtendimentos odontológicosProcedimentosVisitas domiciliaresAtividades coletivas
1.9432037.2421.9881
1.9821957.1931.58043
2.4641877.5873.15926
2.5701489.3141.829174
2.6362039.3433.113145
2.3871738.4253.286531
2.6681909.3105.199197
2.3292428.5634.36783
2.92628712.2255.182180
3.43523812.2545.205462
2.6081739.9325.929672
3.47617211.9725.03441
2.5341789.2932.5264
2.2331998.0664.4875
3.11029211.0566.0037
2.5372669.6615.12669
2.6891969.9734.467183
2.4502449.1284.963341
2.82834010.8665.74231

Evolução entre quadrimestres

O aproveitamento do teto subiu de 84,2% no 1º quadrimestre de 2025 para 96,0% no 1º quadrimestre de 2026, pela régua integral.

Aproveitamento do teto, pela régua integral
São Martinho/RS · distância até o teto por quadrimestre, pela régua integral
QuadrimestreAbaixo do teto por anoAproveitamento
1º quadrimestre de 2026R$ 22.04196,0%
3º quadrimestre de 2025R$ 0100,0%
2º quadrimestre de 2025R$ 75.00085,6%
1º quadrimestre de 2025R$ 82.34784,2%
Por que a régua é a mesma em todos os quadrimestres

A classificação é refeita a cada quadrimestre. Todos os quadrimestres aqui usam a mesma régua integral, para comparar a classificação — não é o que foi pago em cada período: pela Portaria GM/MS nº 10.994/2026, todas as equipes receberam o valor de Bom até o 1º quadrimestre de 2026.

Rede instalada

As unidades de Atenção Primária ativas no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), separadas do total de estabelecimentos.

Unidades básicas de saúde
1
UBS, unidades de Saúde da Família e postos · 1 para cada 5.587 habitantes
Estabelecimentos ativos no CNES
15
todos os tipos, públicos e privados
Os demais estabelecimentos ativos de São Martinho/RS, por tipo de unidade
Tipo de unidadeQuantidade
Consultório Isolado4
Clínica / Centro de Especialidade4
Farmácia2
Policlínica1
Hospital Geral1
Central de Gestão / Regulação1
Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (SADT)1

Referência: estabelecimentos ativos na data da coleta · Fonte: CNES — Dados Abertos do Ministério da Saúde · coletado em 29/09/2026

Por que o total é bem maior que a rede da Atenção Primária

Todo estabelecimento de saúde, público ou privado, precisa de cadastro no CNES para funcionar (Portaria GM/MS nº 1.646, de 2 de outubro de 2015, art. 4º). Em São Martinho/RS, o tipo mais numeroso é “Consultório Isolado” (o consultório de um profissional, fora de clínica ou hospital): 4 dos 15 estabelecimentos ativos.

O repasse calculado nesta página é por equipe, não por unidade: são o número e a classificação das equipes que movem os valores acima. Unidades básicas = postos de saúde e centros de saúde/UBS (tipos 1 e 2 do CNES); outros pontos da Atenção Primária = unidade mista, UBS fluvial, apoio à Saúde da Família, saúde indígena e polo da Academia da Saúde.

Perguntas frequentes

Quanto São Martinho deixa de receber de financiamento federal da Atenção Primária?

Depende do ano; a classificação é a do 1º quadrimestre de 2026. Em 2026, na regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026, São Martinho recebe R$ 536.082 por ano e fica R$ 14.694 abaixo do teto. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, recebe R$ 528.735 e fica R$ 22.041 por ano abaixo do teto (R$ 1.837 por mês) — R$ 7.347 a menos que em 2026. O teto, com todas as 5 equipes em Ótimo, é R$ 550.776.

O que muda para São Martinho em 2027?

A partir de 2027, São Martinho passa a receber R$ 7.347 a menos por ano — R$ 612 por mês — se as equipes seguirem classificadas como estão. Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes classificadas em Suficiente e Regular. Essa proteção termina no 1º quadrimestre de 2027: daí em diante, cada equipe recebe pela própria classificação. Em São Martinho, 1 avaliação de equipe está abaixo de Bom: Qualidade — Saúde Bucal: 1 em Suficiente. Somado ao que já fica abaixo do teto em 2026 (R$ 14.694), o município passaria a ficar, a partir de 2027, R$ 22.041 por ano abaixo do teto de R$ 550.776. O corte é calculado sobre a classificação de hoje: cada equipe que chegar a Bom deixa de entrar nele. Sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu.

Por que São Martinho deixa de receber esse valor?

Porque o cofinanciamento da Atenção Primária paga por FAIXA de desempenho. Uma equipe de Saúde da Família em Ótimo vale R$ 8.000 por mês em cada componente; em Bom, R$ 6.000; em Suficiente, R$ 4.000; em Regular, R$ 2.000 — valores que passam a valer faixa a faixa a partir de 2027. Em 2026, a regra de transição paga o valor de Bom às equipes em Suficiente e Regular. Em São Martinho, 2 avaliações estão abaixo do Ótimo — a maior parte da distância até o teto está no componente qualidade.

Como São Martinho descobre o que segura cada equipe abaixo de Bom antes de 2027?

O corte de 2027 de São Martinho — R$ 7.347 por ano — está inteiro em 1 avaliação de equipe hoje em Suficiente ou Regular. Cada uma que chegar a Bom sai da conta. O dado aberto do Ministério — o desta página — diz em que componente e em que tipo de equipe elas estão. Não diz qual equipe é qual, nem o que segura cada uma abaixo de Bom. O GestorSaúde apura os indicadores de cada equipe toda madrugada, lendo o prontuário eletrônico (PEC/e-SUS APS) do próprio município — sem esperar o Ministério publicar o quadrimestre. Também mostra, equipe por equipe e indicador por indicador, quanto falta para a faixa de cima ("faltam N para chegar a Ótimo") e quanto a equipe aguenta antes de cair. Sem sistema: Refazer à mão, equipe por equipe, a conta de cada indicador com o que está registrado no e-SUS APS — a regra e os pontos de corte oficiais de cada um estão na página do indicador — começando pelas avaliações em Suficiente.

Como São Martinho sabe quais crianças de até 2 anos estão com o cuidado em aberto em cada equipe?

As 2 equipes de São Martinho estão fora do Ótimo no C2 (Cuidado no Desenvolvimento Infantil, peso 2 na nota de Qualidade): 2 em Bom. Cada faixa que uma equipe sobe neste indicador soma 0,5 ponto à nota de Qualidade dela, que vai de 0 a 10. O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais crianças de até 2 anos estão com boa prática em aberto em cada equipe, nem qual — e a nota é somada pessoa por pessoa. O GestorSaúde lista cada pessoa com a boa prática que falta e o telefone do prontuário — crianças de até 2 anos, gestantes, pessoas com diabetes ou hipertensão e pessoas idosas — e exporta a lista. Em cada pessoa da lista há os botões de ligar e de WhatsApp — a mensagem já sai escrita, só com saudação e identificação da equipe, sem nenhuma informação de saúde na tela de bloqueio. E marca o menor grupo de pessoas que, com o cuidado feito e registrado, leva a equipe à faixa de cima — e põe primeiro as famílias mais vulneráveis do cadastro social do município. Na tela, uma pessoa com duas pendências aparece assim: “Cuidado no desenvolvimento infantil · falta: Esquema vacinal completo para a idade · 2 visitas do agente (1ª até 30 dias, 2ª até 6 meses)”. Sem sistema: Listar no e-SUS APS as crianças de até 2 anos de cada equipe e conferir, pessoa por pessoa, as 5 boas práticas do C2 contra o que está registrado no prontuário — começando pelas equipes em Bom. O que foi feito e não está registrado vai para o prontuário; o que falta fazer vai para a agenda.

Como São Martinho acompanha a classificação das equipes antes de o Ministério publicar o quadrimestre?

Do 3º quadrimestre de 2025 para o 1º quadrimestre de 2026, a classificação de São Martinho piorou: pela régua integral — a que vale a partir de 2027 —, a distância até o teto passou de R$ 0 para R$ 22.041 por ano. A classificação sai alguns meses depois de o quadrimestre fechar: quando a piora aparece nesta página, o período que a produziu já terminou — e o seguinte já está em curso. O GestorSaúde mostra a curva de cada indicador mês a mês e quantos estão caindo ou perderam faixa — antes, e não depois, de o Ministério publicar o quadrimestre. Também avisa o corte de envio ao SIAPS (20º dia útil de cada mês) e o fechamento do quadrimestre com 45 e com 15 dias de antecedência. Sem sistema: Todo mês, antes do prazo de envio, conferir no e-SUS APS se a produção de cada equipe foi registrada e transmitida — o que não chega ao Ministério no prazo não entra no quadrimestre.

Como esse valor é calculado?

Somando, para cada equipe, o valor da faixa em que ela está, e comparando com o valor que ela teria em Ótimo. A conta usa a classificação publicada pelo próprio Ministério da Saúde (SIAPS) e os valores por faixa da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. Para 2026 aplica-se a regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026: Ótimo recebe Ótimo, e Bom, Suficiente e Regular recebem Bom; a partir de 2027, cada faixa recebe o próprio valor. A metodologia completa, com as derivações e os limites conhecidos, está publicada na página de metodologia deste painel.

São Martinho consegue recuperar esse dinheiro?

Esse valor é o TETO deixado na mesa, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em todas as equipes é o limite teórico. O que a gestão persegue é subir de faixa onde dá: a partir de 2027, cada faixa que uma equipe de Saúde da Família sobe vale R$ 24 mil a mais por ano em cada componente; em 2026, pela regra de transição, só a chegada a Ótimo muda o valor. E sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu, o que configura dano ao erário.

De onde vêm esses dados?

Da classificação quadrimestral publicada pelo SIAPS (Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde), do Ministério da Saúde; da produção mensal registrada no e-SUS APS e divulgada pelo mesmo sistema; da base de municípios e da estimativa populacional do IBGE; e do CNES para a rede instalada. Referência desta página: 1º quadrimestre de 2026, coletado em 21/08/2026.

Qual é a produção da Atenção Primária em São Martinho?

Entre jan/2025 e jul/2026, São Martinho registrou 49.805 atendimentos individuais na Atenção Primária — 2.828 no mês mais recente. O ritmo está estável: variação de 3,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. No mesmo mês foram 5.742 visitas domiciliares registradas — 1.027,7 por mil habitantes.

Outros municípios do Rio Grande do Sul estão na mesma situação?

Sim. No 1º quadrimestre de 2026, 490 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul com equipes avaliadas estão abaixo do teto — somando, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027), R$ 205,1 milhões por ano no estado inteiro.

Municípios vizinhos — região imediata de Três Passos

Distância de cada um até o teto no mesmo quadrimestre, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027).

Abaixo do teto por ano, a partir de 2027
MunicípioAbaixo do teto por ano
Tenente Portela14.820 habitantesR$ 265 mil
Redentora9.931 habitantesR$ 238 mil
Barra do Guarita3.231 habitantesR$ 126 mil
Braga3.322 habitantesR$ 123 mil
Crissiumal13.116 habitantesR$ 94 mil
Miraguaí4.501 habitantesR$ 90 mil
Humaitá4.772 habitantesR$ 70 mil
Campo Novo5.063 habitantesR$ 63 mil
Bom Progresso2.132 habitantesR$ 58 mil
Esperança do Sul3.293 habitantesR$ 48 mil
Derrubadas2.793 habitantesR$ 24 mil
Sede Nova2.750 habitantesR$ 24 mil

Ver todos os 497 municípios do Rio Grande do Sul · Panorama do Brasil

Glossário

Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.

  • Cofinanciamento federal da APS

    O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.

    Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024

  • Regra de transição de 2026

    Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.

    Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026

  • Corte de 2027

    Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.

    Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º

  • Deixa na mesa (abaixo do teto)

    A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.

    É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.

  • Teto

    Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.

  • Aproveitamento

    Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.

    É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.

  • Faixa de desempenho

    Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.

    A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.

    Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024

  • Quadrimestre

    Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.

    Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.

  • Vínculo e Acompanhamento Territorial (CVAT)

    Um dos dois componentes avaliados: mede quanto do território está cadastrado e acompanhado.

    Divide-se em duas dimensões — cadastro (quanta gente da área adscrita tem cadastro vivo) e acompanhamento (quanta dessa gente é efetivamente atendida no período). Sobe com busca ativa e cadastro atualizado.

  • Componente Qualidade

    O outro componente avaliado: a média de 15 indicadores de cuidado.

    Pré-natal e puerpério, saúde da mulher, desenvolvimento infantil, hipertensão, diabetes, pessoa idosa, acesso, e sete indicadores de saúde bucal e da equipe multiprofissional. Cada um tem numerador e denominador definidos em nota técnica do Ministério.

  • eSF — Equipe de Saúde da Família

    Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.

    É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).

  • eAP — Equipe de Atenção Primária

    Versão com carga horária reduzida da equipe de Saúde da Família (20h ou 30h).

    A de 30 horas vale metade da eSF; a de 20 horas, metade disso. O relatório público não distingue as duas — este painel assume 30 horas, e é o principal viés conhecido do cálculo.

  • eSB — Equipe de Saúde Bucal

    Dentista e auxiliar/técnico em saúde bucal vinculados a uma equipe de Atenção Primária.

    Avaliada apenas no componente Qualidade, por sete indicadores próprios (primeira consulta programática, escovação supervisionada, tratamento concluído, exodontias, restaurador atraumático, procedimentos preventivos).

  • eMulti — Equipe Multiprofissional

    Fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e outros, apoiando várias equipes de referência.

    Substituiu o NASF-AB em 2023. Avaliada por ações interprofissionais (feitas em conjunto com a equipe de referência) e pela continuidade do acompanhamento.

  • Produção

    A quantidade de atendimentos, procedimentos, visitas e atividades registrados a cada mês.

    É o dado bruto sobre o qual os indicadores do quadrimestre são calculados. Uma queda sustentada de produção antecede uma queda de classificação — e é o único sinal que chega a tempo.

  • e-SUS APS

    O prontuário eletrônico onde a equipe registra o que faz — e de onde saem todos os indicadores.

    Atendimento prestado e não registrado no e-SUS, para o Ministério, não aconteceu — e o município é pago como se não tivesse acontecido. É por isso que boa parte do ganho real está no registro, não em fazer mais.

  • SIAPS

    O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.

    Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.

Fontes. Classificação das equipes e produção mensal: SIAPS — Ministério da Saúde. Municípios e estimativa populacional: IBGE. Rede instalada: CNES / Dados Abertos do Ministério da Saúde. Base legal dos valores: Portaria GM/MS nº 3.493/2024 e Portaria SAPS/MS nº 161/2024.

O que este número é. O valor apresentado como “deixa na mesa” é a diferença entre o que a classificação de hoje renderia pela régua integral — a que vale a partir de 2027 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026) — e o teto, o valor se todas as equipes estivessem classificadas em Ótimo. Em 2026, a regra de transição paga “Bom” às equipes em Suficiente e Regular, e cada página mostra os dois números. É a medida da oportunidade, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Ver metodologia completa.

Painel independente do GestorGPT, elaborado a partir de dados públicos. Não é uma página oficial do Ministério da Saúde nem de qualquer prefeitura. Dados atualizados em 21/08/2026.

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