Financiamento da Atenção Primária em Itaoca/SP — quanto o município deixa na mesa
Itaoca deixa na mesa
R$ 7 milpor ano
do cofinanciamento federal da Atenção Primária, em 2026, com a classificação de hoje das equipes.
- Por mês
- R$ 612
- Do valor máximo
- 2,2% fica de fora
- Até o fim do mandato (2026–2028)
- R$ 22 mil
- 2026 + 2027 + 2028, se a classificação de hoje se mantiver
R$ 0▲ R$ 7 mil na mesa · teto R$ 329 mil
Com a classificação de hoje, Itaoca fica R$ 7 mil por ano abaixo do teto do cofinanciamento federal da Atenção Primária — em 2026 e também a partir de 2027.
São 1 avaliações de equipe abaixo do Ótimo — e por trás de cada uma há pessoas com nome, endereço e telefone que faltam ser atendidas.
Veja como recuperar ↓Falar no WhatsAppReferência: 1º quadrimestre de 2026 · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde · coletado em 21/08/2026
Veja como funciona: o que a coordenação de Itaoca veria no GestorSaúde
Cada equipe, cada indicador e quanto falta para subir de faixa — e, num clique, o nome e o WhatsApp de cada pessoa que falta atender.
- 1Veja a matrizcor = faixa da equipe; número = quanto falta para a faixa de cima
- 2Clique numa célulao sistema mostra onde o cuidado quebra e como melhorar
- 3Chame as pessoasa lista de quem falta atender, com WhatsApp e telefone
12
Ótimo
6
Bom
3
Suficiente
0
Regular
| Equipe (INE) | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| ESF Jardim das Flores0000001001 | |||||||
| ESF Vila Esperança0000001138 | |||||||
| ESF Centro0000001275 |
↑ Clique em qualquer célula colorida: a gaveta abaixo mostra o que a equipe faria na segunda-feira.
C4 · Cuidado da pessoa com diabetes
ESF Vila Esperança
As pessoas com diabetes estão sendo acompanhadas de verdade?
Conta quem: Soma das boas práticas por pessoa: consulta em 6 meses (20) · PA aferida em 6 meses (15) · peso e altura em 12 meses (15) · 2 visitas do ACS em 12 meses (20) · hemoglobina glicada em 12 meses (15) · avaliação dos pés em 12 meses (15)
Dividido por: Pessoas com diabetes ativa vinculadas à equipe × 100 pontos
Período: Cada boa prática tem a sua: 6, 6, 12, 12, 12 e 12 meses até o fim da competência
65,1%
Bom
8.795
o que foi feito
13.500
o total possível
Nesta equipe, 135 pessoas estão no indicador (diabetes): somam 8.795 pontos de boa prática dos 13.500 possíveis (100 por pessoa) — ou seja, 65,1%.
Faltam 1.331 pontos de boa prática a mais para esta equipe chegar a Ótimo.
Folga: 2.045 pontos de boa prática antes de cair para Suficiente.
Onde quebra
83 pessoas com pendência— as mais perto de pontuar primeiro, porque são a ligação mais curta
Fernanda H. Carvalho
falta: Pressão arterial aferida
Antônia B. Pereira
falta: Pressão arterial aferida
Anderson C. Gomes
falta: Pressão arterial aferida
Valdir Q. Ribeiro
falta: Pressão arterial aferida
Valdir I. Oliveira
falta: Pressão arterial aferida
Rodrigo S. Pereira
falta: Hemoglobina glicada solicitada ou avaliada
Carlos E. Nascimento
falta: Hemoglobina glicada solicitada ou avaliada
Mateus B. Rodrigues
falta: Pressão arterial aferida
Mostrando 8 de 83. No sistema, a fila completa — priorizada, com telefone e exportação para planilha — fica na Busca ativa.
Como melhorar
- 1Solicitar hemoglobina glicada PELO PEC, não só pelo papel: é a prática que mais some do cálculo, e vale 15 dos 100 pontos.
- 2Fazer e registrar o exame dos pés (SIGTAP 03.01.04.009-5) na consulta de acompanhamento — outros 15 pontos, e é prevenção de amputação.
- 3Abrir a lista nominal e priorizar quem já tem consulta e falta só exame: são os mais baratos de fechar.
Toda sugestão aqui é sobre fazer ou registrar o que aconteceu. Marcar atendimento que não houve é fraude — e o sistema não sugere isso em lugar nenhum.
Nosso número pode ser menor que o oficial. Atendimento feito fora do município não aparece aqui, e a validação final é do Siaps. A hemoglobina glicada e a avaliação dos pés são procuradas pelos dois códigos que o prontuário grava (o do Ministério e o próprio do e-SUS); exame pedido só em papel, que nunca passou pelo PEC, continua fora da conta — aqui e no Ministério.
Quanto vale a faixa — eSF 40h
Ótimo
R$ 8.000
Bom
R$ 6.000
Suficiente
R$ 4.000
Regular
R$ 2.000
Valor mensal por equipe, no componente de qualidade. Não é previsão do que esta equipe vai receber — o pagamento usa uma classificação única por equipe, e a regra que junta os indicadores ainda não foi publicada.
Base legal: Portaria GM/MS nº 9.591/2025, Anexos XCIX-A e XCIX-B2º quadrimestre de 2026 · calculado sob a regra estimativa, a partir do PEC.
Dados fictícios. Equipes, pessoas, telefones e contagens foram inventados. As cores seguem a proporção publicada pelo Ministério para Itaoca em cada indicador no 1º quadrimestre de 2026 — quem é quem continua inventado. A régua, as contas de “quanto falta” e as orientações são as do sistema.
Itaoca/SP em números
| Município | Itaoca/SPcódigo IBGE 3522158 |
|---|---|
| População (IBGE) | 3.497 habitantes |
| Período de referência | 1º quadrimestre de 2026 |
| Equipes avaliadas | 31 eSF · 1 eSB · 1 eMulti |
| Avaliações de equipe, por faixa | 43 Ótimo · 1 Bom · 0 Suficiente · 0 Regular |
| Recebe em 2026 (regra de transição) | R$ 322.041 por ano |
| Recebe a partir de 2027 (classificação de hoje) | R$ 322.041 por ano |
| Corte em 2027 | nenhumtoda avaliação fora do Ótimo está em Bom |
| Teto (todas as equipes em Ótimo) | R$ 329.388 por ano |
| Abaixo do teto em 2026 | R$ 7.347 por ano |
| Abaixo do teto a partir de 2027 | R$ 7.347 por ano |
| Aproveitamento do teto a partir de 2027 | 97,8%recebe ÷ teto |
| Posição em São Paulo | 616º de 645do mais distante do teto para o menos, a partir de 2027 |
| Posição no Brasil | 5.464ºmesma ordem |
| Fonte | SIAPS / Ministério da Saúdecoletado em 21/08/2026 |
Resumo em texto corrido — para citar
Itaoca (3.497 habitantes) tem 3 equipes de Atenção Primária avaliadas pelo Ministério da Saúde no 1º quadrimestre de 2026. Com essa classificação, na regra de transição de 2026 (Portaria GM/MS nº 10.994/2026), o município recebe R$ 322.041 por ano do componente de desempenho do cofinanciamento federal da Atenção Primária — R$ 7.347 abaixo do teto de R$ 329.388, o valor se todas as equipes estivessem em Ótimo. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, o valor não muda — toda avaliação fora do Ótimo está em Bom, que é o que a transição já paga — e a distância até o teto continua R$ 7.347 por ano. Com a classificação de hoje, o aproveitamento a partir de 2027 é de 97,8% do teto: 1 avaliação de equipe está abaixo do Ótimo. Entre os 645 municípios de São Paulo, Itaoca é o 616º mais distante do teto pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — e o 5.464º do país.
Como citar: GestorGPT, “Financiamento da Atenção Primária em Itaoca/SP”, 1º quadrimestre de 2026. Dados do SIAPS/Ministério da Saúde coletados em 21/08/2026. https://gestorgpt.com.br/financiamento-aps/sp/itaoca
O que muda em 2027
A regra de transição não muda o valor de Itaoca: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom.
Regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026.
Por que muda — e o texto da norma
Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como a única avaliação de Itaoca abaixo do Ótimo está em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 7.347 por ano.
O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.
“[…] com as classificações “bom”, “suficiente” e “regular” receberão o valor mensal do incentivo referente à classificação “bom”.” (art. 3º, §§ 3º e 4º — o regime de 2026)
“A partir do primeiro quadrimestre de 2027 o incentivo financeiro dos componentes de vínculo e acompanhamento territorial e qualidade será transferido considerando a classificação das equipes.” (art. 3º, § 6º)
Até o 1º quadrimestre de 2026, todas as equipes receberam o valor de “Bom” — inclusive as classificadas em Ótimo (no Vínculo, até o 2º quadrimestre). Os valores “em 2026” desta página são os da implantação parcial, aplicados à classificação do 1º quadrimestre de 2026; os “a partir de 2027” assumem a mesma classificação e os valores de hoje, que a própria portaria permite rever por pactuação na Comissão Intergestores Tripartite. É projeção sobre o dado publicado, não valor já decidido.
Onde a diferença se concentra
100% da distância até o teto a partir de 2027 — R$ 7.347 de R$ 7.347 por ano — está no componente Qualidade.
| Componente | Abaixo do teto por ano |
|---|---|
| Qualidade100% do total | R$ 7 mil |
Indicadores com mais equipes fora do Ótimo
- Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus1 de 1 eSF
- Cuidado Integral à Saúde da Mulher1 de 1 eSF
- Mais Acesso à Atenção Primária à Saúde1 de 1 eSF
Os achados, um a um
- A maior parte da distância até o teto está no componente QualidadeR$ 7.347 por ano pela classificação integral, a que vale a partir de 2027 — 100% do total — vêm do componente Qualidade. A Qualidade é a média de 15 indicadores de cuidado (pré-natal, hipertensão, diabetes, saúde bucal, criança, mulher, pessoa idosa): sobe quando o cuidado acontece e é registrado no prontuário eletrônico.
- Saúde Bucal: R$ 7.347 por ano abaixo do teto a partir de 2027São 1 equipe desta modalidade. Com a classificação de hoje, a modalidade rende R$ 22.041 por ano a partir de 2027; no topo da régua renderia R$ 29.388.
- Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus: 1 equipe fora do ÓtimoDe 1 equipe avaliada (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 1 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Seis boas práticas: consulta com médico ou enfermeiro e aferição de pressão nos últimos 6 meses; peso e altura registrados juntos, hemoglobina glicada solicitada ou avaliada e avaliação dos pés nos últimos 12 meses; e duas visitas do ACS em 12 meses, com pelo menos 30 dias entre elas. Na glicada, a solicitação registrada já conta — exame feito fora e não registrado no prontuário, não.
- Cuidado Integral à Saúde da Mulher: 1 equipe fora do ÓtimoDe 1 equipe avaliada (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 0 em Bom, 1 em Suficiente e 0 em Regular. Quatro públicos, cada um com o seu denominador: rastreio do colo do útero (mulheres de 25 a 64 anos, nos últimos 36 meses), vacina contra HPV (meninas de 9 a 14 anos), atendimento em saúde sexual e reprodutiva (de 14 a 69 anos, nos últimos 12 meses) e rastreio do câncer de mama (de 50 a 69 anos, nos últimos 24 meses). HPV e saúde sexual e reprodutiva valem 30 pontos cada; os dois rastreios, 20 cada — e só conta o que está registrado no prontuário eletrônico.
- Mais Acesso à Atenção Primária à Saúde: 1 equipe fora do ÓtimoDe 1 equipe avaliada (eSF) neste indicador, 0 estão em Ótimo, 1 em Bom, 0 em Suficiente e 0 em Regular. Mede a fatia dos atendimentos que foi por demanda programada; o Ótimo é a janela de mais de 50% até 70% — até 10% ou acima de 70% é Regular. O caminho é agendar o acompanhamento de quem precisa voltar sem fechar a porta a quem chega sem hora marcada, com o tipo de demanda registrado em cada atendimento como ele de fato foi.
Por tipo de equipe
Saúde Bucal (eSB) concentra R$ 7.347 dos R$ 7.347 por ano abaixo do teto a partir de 2027 — 1 equipe.
| Tipo de equipe | Equipes | Recebe × teto | Recebe a partir de 2027 | Teto | Abaixo do teto | Corte em 2027 |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Equipe de Saúde da Família (eSF) | 1 | R$ 192.000 | R$ 192.000 | R$ 0 | R$ 0 | |
| Equipe de Saúde Bucal (eSB) | 1 | R$ 22.041 | R$ 29.388 | R$ 7.347 | R$ 0 | |
| Equipe Multiprofissional (eMulti) | 1 | R$ 108.000 | R$ 108.000 | R$ 0 | R$ 0 | |
| Total | 3 | R$ 322.041 | R$ 329.388 | R$ 7.347 | R$ 0 |
As 4 avaliações de equipe, por faixa
- Ótimo: 3(75%)
- Bom: 1(25%)
Como ler esta tabela
Cada modalidade tem um valor de referência próprio. eSF e eAP são avaliadas nos dois componentes (Vínculo e Qualidade); eSB e eMulti, só na Qualidade. “Recebe” e “abaixo do teto” são os valores da classificação integral, a que vale a partir de 2027 com a classificação de hoje; “corte em 2027” é o que a regra de transição ainda paga em 2026 e deixa de pagar a partir de 2027. Na barra, o comprimento é o teto: azul entra em 2026 e a partir de 2027, cinza é o corte de 2027, vermelho fica abaixo do teto nos dois anos.
Vínculo e Acompanhamento Territorial
As duas dimensões estão em Ótimo em a equipe avaliada.
| Dimensão | Equipe | Faixas | Ótimo | Bom | Suficiente | Regular | Fora do Ótimo |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cadastro | eSF | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) | |
| Acompanhamento | eSF | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) |
O que é o Vínculo e como a nota é calculada
O componente que mede o cadastro do território e o acompanhamento das pessoas cadastradas — metade do valor de desempenho de cada equipe de Saúde da Família (R$ 8.000 por mês em Ótimo, o mesmo da Qualidade). Só as equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) são avaliadas nele. Na regra de transição, o Vínculo pagou o valor de Bom a todas as equipes até o 2º quadrimestre de 2026; a implantação parcial começa no 3º quadrimestre de 2026, e a partir do 1º quadrimestre de 2027 cada equipe recebe pela própria classificação.
No 1º quadrimestre de 2026, 1 equipe foi avaliada no Vínculo e Acompanhamento Territorial em Itaoca: 1 em Ótimo. Por dimensão, 1 de 1 estão em Ótimo no Cadastro e 1 de 1 no Acompanhamento. As duas dimensões estão em Ótimo em todas as equipes.
Com todas as equipes em Ótimo no Vínculo, o componente paga o valor máximo — na regra de transição de 2026 e a partir de 2027.
A nota do componente vai de 0 a 10 e soma duas dimensões (Nota Técnica nº 30/2025-CGESCO/DESCO/SAPS/MS). O Cadastro, até 3 pontos, conta as pessoas com cadastro atualizado nos últimos 24 meses: o cadastro individual sozinho vale 0,75; com o cadastro domiciliar e territorial da casa também atualizado, 1,5. O Acompanhamento, até 7 pontos, conta as pessoas cadastradas atendidas nos últimos 12 meses, com peso maior para quem é mais vulnerável: 1,0 sem critério, 1,2 pessoa idosa ou criança, 1,3 quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou o Bolsa Família e 2,5 quem é as duas coisas.
Indicador a indicador
O indicador com mais equipes fora do Ótimo é Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus: 1 de 1 (eSF). Em 9 de 15 indicadores, mais da metade das equipes está fora do Ótimo.
Do indicador com mais equipes fora do Ótimo para o com menos. O nome abre a regra oficial. Os 15 indicadores
| Indicador | Equipe | Peso | Faixas | Ótimo | Bom | Suficiente | Regular | Fora do Ótimo |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus | eSF | 1 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1(100%) | |
| Cuidado Integral à Saúde da Mulher | eSF | 2 | 0 | 0 | 1 | 0 | 1(100%) | |
| Mais Acesso à Atenção Primária à Saúde | eSF | 1 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1(100%) | |
| 1ª Consulta Odontológica programada na APS | eSB | 2 | 0 | 0 | 1 | 0 | 1(100%) | |
| Tratamento Odontológico concluído na APS | eSB | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1(100%) | |
| Taxa de exodontias na APS | eSB | 2 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1(100%) | |
| Escovação Supervisionada na APS | eSB | 1 | 0 | 0 | 0 | 1 | 1(100%) | |
| Procedimentos Odontológicos preventivos na APS | eSB | 2 | 0 | 0 | 1 | 0 | 1(100%) | |
| Média de atendimentos da eMulti por pessoa | eMulti | 6 | 0 | 1 | 0 | 0 | 1(100%) | |
| Cuidado da Pessoa com Hipertensão | eSF | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) | |
| Cuidado da Pessoa Idosa | eSF | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) | |
| Cuidado da Gestante e da Puérpera | eSF | 2 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) | |
| Cuidado no Desenvolvimento Infantil | eSF | 2 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) | |
| Tratamento Restaurador Atraumático na APS | eSB | 1 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) | |
| Ações interprofissionais realizadas pela eMulti na APS | eMulti | 4 | 1 | 0 | 0 | 0 | 0(0%) |
Subir de faixa é prestar e registrar cuidado — nunca lançar atendimento que não aconteceu.
Como os pesos entram na nota
A nota de Qualidade é a média ponderada de 15 indicadores, e os pesos não são iguais: subir uma faixa num indicador de peso 2 vale o dobro de subir num de peso 1. A partir de 2027, cada equipe de Saúde da Família que sobe uma faixa na nota de Qualidade vale R$ 24.000 a mais por ano; em 2026, pela regra de transição, só a subida para Ótimo muda o valor.
Produção mês a mês
Atendimentos individuais em jul/2026: 2.035. O último trimestre ficou 5,7% acima do mesmo trimestre do ano anterior.
Atendimentos individuais
2.035em jul/2026
↑ +5,7%vs. mesmo trimestre do ano anteriorConsultas e atendimentos registrados por profissional de nível superior na APS.
Atendimentos odontológicos
291em jul/2026
↓ -31,8%vs. mesmo trimestre do ano anteriorAtendimentos registrados pelas equipes de Saúde Bucal.
Procedimentos
11.859em jul/2026
↑ +20,4%vs. mesmo trimestre do ano anteriorProcedimentos realizados na APS (curativos, aferições, coletas, testes rápidos).
Visitas domiciliares
4.181em jul/2026
↑ +18,4%vs. mesmo trimestre do ano anteriorVisitas registradas pelas agentes comunitárias e demais profissionais.
Atividades coletivas
7em jul/2026
↑ +67,9%vs. mesmo trimestre do ano anteriorGrupos, rodas de conversa e ações em escolas registradas pela APS.
Referência: competência mensal · Fonte: SIAPS / Ministério da Saúde — Práticas Assistenciais, divulgadas com 1 a 2 meses de defasagem
A leitura da série e a tabela mês a mês
Entre jan/2025 e jul/2026, Itaoca registrou 33.789 atendimentos individuais na Atenção Primária — 2.035 no mês mais recente. O ritmo subiu 5,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior — movimento que costuma aparecer na classificação dos quadrimestres seguintes. No mesmo mês foram 4.181 visitas domiciliares registradas — 1.195,6 por mil habitantes.
É exatamente sobre estes registros do e-SUS APS que os indicadores do quadrimestre são calculados — por isso a curva aqui antecede a classificação de lá. A tendência compara o último trimestre com o mesmo trimestre do ano anterior, para não confundir o recesso de dezembro e janeiro com queda de gestão.
| Mês | Atendimentos individuais | Atendimentos odontológicos | Procedimentos | Visitas domiciliares | Atividades coletivas |
|---|---|---|---|---|---|
| 847 | 163 | 3.712 | 3.510 | 41 | |
| 1.388 | 247 | 5.778 | 3.815 | 270 | |
| 1.736 | 393 | 7.833 | 3.434 | 152 | |
| 1.782 | 270 | 7.504 | 3.892 | 60 | |
| 1.918 | 233 | 9.613 | 3.445 | 163 | |
| 1.906 | 221 | 8.539 | 3.674 | 86 | |
| 1.756 | 263 | 8.222 | 3.042 | 22 | |
| 1.824 | 363 | 9.102 | 2.663 | 180 | |
| 1.876 | 344 | 9.339 | 3.746 | 661 | |
| 1.991 | 146 | 9.379 | 3.628 | 118 | |
| 1.451 | 111 | 6.809 | 3.789 | 154 | |
| 2.054 | 102 | 7.948 | 4.337 | 111 | |
| 2.096 | 0 | 7.224 | 4.053 | 10 | |
| 1.597 | 0 | 7.789 | 4.255 | 14 | |
| 1.903 | 61 | 9.971 | 4.587 | 24 | |
| 1.766 | 95 | 9.490 | 4.358 | 11 | |
| 2.011 | 107 | 10.516 | 3.853 | 422 | |
| 1.852 | 91 | 9.392 | 3.997 | 26 | |
| 2.035 | 291 | 11.859 | 4.181 | 7 |
Evolução entre quadrimestres
O aproveitamento do teto subiu de 89,6% no 1º quadrimestre de 2025 para 97,8% no 1º quadrimestre de 2026, pela régua integral.
| Quadrimestre | Abaixo do teto por ano | Aproveitamento |
|---|---|---|
| 1º quadrimestre de 2026 | R$ 7.347 | 97,8% |
| 3º quadrimestre de 2025 | R$ 51.000 | 83,0% |
| 2º quadrimestre de 2025 | R$ 51.000 | 83,0% |
| 1º quadrimestre de 2025 | R$ 34.347 | 89,6% |
Por que a régua é a mesma em todos os quadrimestres
A classificação é refeita a cada quadrimestre. Todos os quadrimestres aqui usam a mesma régua integral, para comparar a classificação — não é o que foi pago em cada período: pela Portaria GM/MS nº 10.994/2026, todas as equipes receberam o valor de Bom até o 1º quadrimestre de 2026.
Rede instalada
As unidades de Atenção Primária ativas no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), separadas do total de estabelecimentos.
- Unidades básicas de saúde
- 1
- UBS, unidades de Saúde da Família e postos · 1 para cada 3.497 habitantes
- Estabelecimentos ativos no CNES
- 5
- todos os tipos, públicos e privados
| Tipo de unidade | Quantidade |
|---|---|
| Central de Regulação | 1 |
| Unidade Móvel Pré-Hospitalar | 1 |
| Central de Gestão / Regulação | 1 |
| Clínica / Centro de Especialidade | 1 |
Referência: estabelecimentos ativos na data da coleta · Fonte: CNES — Dados Abertos do Ministério da Saúde · coletado em 29/09/2026
Por que o total é bem maior que a rede da Atenção Primária
Todo estabelecimento de saúde, público ou privado, precisa de cadastro no CNES para funcionar (Portaria GM/MS nº 1.646, de 2 de outubro de 2015, art. 4º). Em Itaoca/SP, o tipo mais numeroso é “Central de Regulação”: 1 dos 5 estabelecimentos ativos.
O repasse calculado nesta página é por equipe, não por unidade: são o número e a classificação das equipes que movem os valores acima. Unidades básicas = postos de saúde e centros de saúde/UBS (tipos 1 e 2 do CNES); outros pontos da Atenção Primária = unidade mista, UBS fluvial, apoio à Saúde da Família, saúde indígena e polo da Academia da Saúde.
Perguntas frequentes
Quanto Itaoca deixa de receber de financiamento federal da Atenção Primária?
Depende do ano; a classificação é a do 1º quadrimestre de 2026. Em 2026, na regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026, Itaoca recebe R$ 322.041 por ano e fica R$ 7.347 abaixo do teto. A partir de 2027, quando cada equipe passa a receber pela própria classificação, recebe R$ 322.041 e fica R$ 7.347 por ano abaixo do teto (R$ 612 por mês) — o mesmo valor de 2026. O teto, com todas as 3 equipes em Ótimo, é R$ 329.388.
O que muda para Itaoca em 2027?
A regra de transição não muda o valor de Itaoca: toda avaliação fora do Ótimo está em Bom. Em 2026, a Portaria GM/MS nº 10.994/2026 paga o valor de “Bom” às equipes em Suficiente e Regular; a partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe recebe pela própria classificação. Como a única avaliação de Itaoca abaixo do Ótimo está em Bom, a distância até o teto é a mesma em 2026 e a partir de 2027: R$ 7.347 por ano. O que acaba em 2027 é a proteção. Na transição, uma equipe que caísse para Suficiente ou Regular ainda receberia o valor de “Bom”; a partir de 2027, recebe pelo da própria faixa — para uma equipe de Saúde da Família, R$ 24.000 a menos por ano, em cada componente, a cada faixa que cair.
Por que Itaoca deixa de receber esse valor?
Porque o cofinanciamento da Atenção Primária paga por FAIXA de desempenho. Uma equipe de Saúde da Família em Ótimo vale R$ 8.000 por mês em cada componente; em Bom, R$ 6.000; em Suficiente, R$ 4.000; em Regular, R$ 2.000 — valores que passam a valer faixa a faixa a partir de 2027. Em 2026, a regra de transição paga o valor de Bom às equipes em Suficiente e Regular. Em Itaoca, 1 avaliação está abaixo do Ótimo — a maior parte da distância até o teto está no componente qualidade.
Como Itaoca sabe quais pessoas com diabetes estão com o cuidado em aberto em cada equipe?
A única equipe de Itaoca está fora do Ótimo no C4 (Cuidado da Pessoa com Diabetes Mellitus, peso 1 na nota de Qualidade): em Bom. Cada faixa que uma equipe sobe neste indicador soma 0,25 ponto à nota de Qualidade dela, que vai de 0 a 10. O dado aberto do Ministério conta equipes por faixa. Não diz quais pessoas com diabetes estão com boa prática em aberto em cada equipe, nem qual — e a nota é somada pessoa por pessoa. O GestorSaúde lista cada pessoa com a boa prática que falta e o telefone do prontuário — crianças de até 2 anos, gestantes, pessoas com diabetes ou hipertensão e pessoas idosas — e exporta a lista. Em cada pessoa da lista há os botões de ligar e de WhatsApp — a mensagem já sai escrita, só com saudação e identificação da equipe, sem nenhuma informação de saúde na tela de bloqueio. E marca o menor grupo de pessoas que, com o cuidado feito e registrado, leva a equipe à faixa de cima — e põe primeiro as famílias mais vulneráveis do cadastro social do município. Na tela, uma pessoa com duas pendências aparece assim: “Cuidado da pessoa com diabetes · falta: Hemoglobina glicada solicitada ou avaliada · Avaliação dos pés”. Sem sistema: Listar no e-SUS APS as pessoas com diabetes de cada equipe e conferir, pessoa por pessoa, as 6 boas práticas do C4 contra o que está registrado no prontuário — começando pelas equipes em Bom. O que foi feito e não está registrado vai para o prontuário; o que falta fazer vai para a agenda.
Como esse valor é calculado?
Somando, para cada equipe, o valor da faixa em que ela está, e comparando com o valor que ela teria em Ótimo. A conta usa a classificação publicada pelo próprio Ministério da Saúde (SIAPS) e os valores por faixa da Portaria GM/MS nº 3.493/2024. Para 2026 aplica-se a regra de transição da Portaria GM/MS nº 10.994/2026: Ótimo recebe Ótimo, e Bom, Suficiente e Regular recebem Bom; a partir de 2027, cada faixa recebe o próprio valor. A metodologia completa, com as derivações e os limites conhecidos, está publicada na página de metodologia deste painel.
Itaoca consegue recuperar esse dinheiro?
Esse valor é o TETO deixado na mesa, não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em todas as equipes é o limite teórico. O que a gestão persegue é subir de faixa onde dá: a partir de 2027, cada faixa que uma equipe de Saúde da Família sobe vale R$ 24 mil a mais por ano em cada componente; em 2026, pela regra de transição, só a chegada a Ótimo muda o valor. E sobe-se de faixa prestando e registrando cuidado — nunca lançando atendimento que não aconteceu, o que configura dano ao erário.
De onde vêm esses dados?
Da classificação quadrimestral publicada pelo SIAPS (Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde), do Ministério da Saúde; da produção mensal registrada no e-SUS APS e divulgada pelo mesmo sistema; da base de municípios e da estimativa populacional do IBGE; e do CNES para a rede instalada. Referência desta página: 1º quadrimestre de 2026, coletado em 21/08/2026.
Qual é a produção da Atenção Primária em Itaoca?
Entre jan/2025 e jul/2026, Itaoca registrou 33.789 atendimentos individuais na Atenção Primária — 2.035 no mês mais recente. O ritmo subiu 5,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior — movimento que costuma aparecer na classificação dos quadrimestres seguintes. No mesmo mês foram 4.181 visitas domiciliares registradas — 1.195,6 por mil habitantes.
Outros municípios de São Paulo estão na mesma situação?
Sim. No 1º quadrimestre de 2026, 626 dos 645 municípios de São Paulo com equipes avaliadas estão abaixo do teto — somando, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027), R$ 527,7 milhões por ano no estado inteiro.
Municípios vizinhos — região imediata de Itapeva
Distância de cada um até o teto no mesmo quadrimestre, pela classificação integral (a que vale a partir de 2027).
| Município | Abaixo do teto por ano |
|---|---|
| Itapeva92.393 habitantes | R$ 495 mil |
| Capão Bonito47.409 habitantes | R$ 457 mil |
| Apiaí24.857 habitantes | R$ 315 mil |
| Guapiara17.225 habitantes | R$ 288 mil |
| Itararé45.213 habitantes | R$ 205 mil |
| Itaberá18.263 habitantes | R$ 167 mil |
| Barra do Chapéu5.254 habitantes | R$ 103 mil |
| Itaporanga14.245 habitantes | R$ 91 mil |
| Buri20.731 habitantes | R$ 88 mil |
| Barão de Antonina3.632 habitantes | R$ 87 mil |
| Itapirapuã Paulista4.420 habitantes | R$ 66 mil |
| Bom Sucesso de Itararé3.609 habitantes | R$ 39 mil |
Ver todos os 645 municípios de São Paulo · Panorama do Brasil
Glossário
Sem sigla nua: o que cada termo significa, e a norma que manda quando existe uma.
Cofinanciamento federal da APS
O dinheiro que a União repassa ao município para manter a Atenção Primária à Saúde.
Desde 2024 uma parte desse repasse varia com o desempenho das equipes, medido a cada quadrimestre. É essa parte — e só ela — que este painel calcula. Em 2026 ela é paga por uma regra de transição; a partir de 2027, pela classificação de cada equipe.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493, de 2024
Regra de transição de 2026
Em 2026, a equipe em Ótimo recebe o valor de Ótimo; a equipe em Bom, Suficiente ou Regular recebe o valor de Bom.
Antes disso, todas as equipes receberam o valor de Bom, inclusive as de Ótimo — até o 1º quadrimestre de 2026 na Qualidade e até o 2º no Vínculo. A partir do 1º quadrimestre de 2027, cada equipe passa a receber pela própria classificação. Os valores “em 2026” deste painel aplicam a regra da implantação parcial à classificação publicada.
Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994, de 13 de maio de 2026
Corte de 2027
Quanto o município passa a receber a menos por ano a partir de 2027, se as equipes seguirem classificadas como hoje.
Soma, para cada avaliação em Suficiente ou Regular, a diferença entre o valor de Bom (que a transição paga) e o da própria faixa. Equipes em Ótimo ou em Bom não entram: recebem o mesmo nos dois regimes. É projeção sobre a classificação de hoje — cada equipe que chegar a Bom sai da conta.
Base legal: Portaria GM/MS nº 10.994/2026, art. 3º, § 6º
Deixa na mesa (abaixo do teto)
A diferença entre o que o município recebe e o teto (todas as equipes em Ótimo) — em 2026 pela regra de transição, a partir de 2027 pela classificação de cada equipe.
É a medida do tamanho da oportunidade — não uma dívida a receber nem um valor integralmente recuperável. Chegar a Ótimo em tudo é o limite teórico; o que a gestão persegue é subir de faixa onde dá. Rankings e tabelas deste painel usam a classificação integral, a que vale a partir de 2027.
Teto
Quanto o município receberia se todas as suas equipes estivessem classificadas em Ótimo.
Aproveitamento
Quanto do teto o município efetivamente recebe, em porcentagem.
É a leitura justa entre municípios de portes diferentes: uma capital sempre deixa mais dinheiro na mesa em valor absoluto, simplesmente por ter mais equipes.
Faixa de desempenho
Ótimo, Bom, Suficiente ou Regular — a classificação que define quanto cada equipe vale por mês.
A nota de cada componente cai numa dessas quatro faixas. Para a equipe de Saúde da Família: R$ 8.000, R$ 6.000, R$ 4.000 e R$ 2.000 por mês, em cada componente — faixa a faixa a partir de 2027; em 2026, Suficiente e Regular recebem o valor de Bom. É a faixa que paga, não o indicador isolado — uma equipe pode ir bem em doze indicadores e cair de faixa por três.
Base legal: Portaria GM/MS nº 3.493/2024
Quadrimestre
Bloco de quatro meses. A classificação das equipes é refeita três vezes por ano.
Q1 vai de janeiro a abril, Q2 de maio a agosto e Q3 de setembro a dezembro. O resultado sai alguns meses depois do fim do período — por isso a produção mensal é o único sinal que chega a tempo de corrigir.
Vínculo e Acompanhamento Territorial (CVAT)
Um dos dois componentes avaliados: mede quanto do território está cadastrado e acompanhado.
Divide-se em duas dimensões — cadastro (quanta gente da área adscrita tem cadastro vivo) e acompanhamento (quanta dessa gente é efetivamente atendida no período). Sobe com busca ativa e cadastro atualizado.
Componente Qualidade
O outro componente avaliado: a média de 15 indicadores de cuidado.
Pré-natal e puerpério, saúde da mulher, desenvolvimento infantil, hipertensão, diabetes, pessoa idosa, acesso, e sete indicadores de saúde bucal e da equipe multiprofissional. Cada um tem numerador e denominador definidos em nota técnica do Ministério.
eSF — Equipe de Saúde da Família
Médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitárias, responsáveis por um território.
É a modalidade principal da Atenção Primária e a única com valores por faixa publicados diretamente (R$ 8.000 / 6.000 / 4.000 / 2.000 por mês em cada componente).
eAP — Equipe de Atenção Primária
Versão com carga horária reduzida da equipe de Saúde da Família (20h ou 30h).
A de 30 horas vale metade da eSF; a de 20 horas, metade disso. O relatório público não distingue as duas — este painel assume 30 horas, e é o principal viés conhecido do cálculo.
eSB — Equipe de Saúde Bucal
Dentista e auxiliar/técnico em saúde bucal vinculados a uma equipe de Atenção Primária.
Avaliada apenas no componente Qualidade, por sete indicadores próprios (primeira consulta programática, escovação supervisionada, tratamento concluído, exodontias, restaurador atraumático, procedimentos preventivos).
eMulti — Equipe Multiprofissional
Fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista e outros, apoiando várias equipes de referência.
Substituiu o NASF-AB em 2023. Avaliada por ações interprofissionais (feitas em conjunto com a equipe de referência) e pela continuidade do acompanhamento.
Produção
A quantidade de atendimentos, procedimentos, visitas e atividades registrados a cada mês.
É o dado bruto sobre o qual os indicadores do quadrimestre são calculados. Uma queda sustentada de produção antecede uma queda de classificação — e é o único sinal que chega a tempo.
e-SUS APS
O prontuário eletrônico onde a equipe registra o que faz — e de onde saem todos os indicadores.
Atendimento prestado e não registrado no e-SUS, para o Ministério, não aconteceu — e o município é pago como se não tivesse acontecido. É por isso que boa parte do ganho real está no registro, não em fazer mais.
SIAPS
O sistema do Ministério da Saúde que publica a classificação das equipes e a produção da APS.
Sistema de Informação para a Atenção Primária à Saúde. É a fonte de todos os números de desempenho e produção deste painel.